15/07/2018
Cartografia do Cerrado Feminino
#1
Janaína da Matta e a Docinhos da Cidade
"Foi o melhor brigadeiro que comi depois da minha infância!" Essa foi a mensagem que enviei a Janaina, idealizadora do projeto Docinhos da Cidade. Já havia visto uma recomendação e outra, até que salvei o contato, em abril, para a celebração do aniversário da minha filha. Brigadeiros tradicionais (daqueles de verdade) e beijinhos, por favor! Foi emocionante prová-los! O resgate de um tanto de lembranças e sensações de uma vida inteira!
Tudo isso só se engrandece quando sabemos o que realmente são esses quitutes. A DOCINHOS DA CIDADE é uma associação de produtoras de brigadeiros e de outros docinhos. O projeto nasceu, em 2017, tendo a convicção do poder transformador da gastronomia e da educação profissional em muitas vidas. Mulheres em situação de vulnerabilidade econômica e social são a força motriz do projeto. A cada docinho preparado e vendido aparece uma possibilidade concreta de mudança de uma condição social marcada pela escassez de acesso à vários recursos, à baixa escolaridade e à falta de oportunidades, que se somam a violência doméstica, ao abandono, e a resignação à condição de inferioridade na hierarquia familiar e social.
Além de treinamento prático para a produção dos brigadeiros, elas recebem orientação para o empreendedorismo e noção de gestão de negócios. A venda dos doces serve como meio de subsistência para as associadas e mantém o funcionamento da sede, que f**a na Estrutural. Há também uma capacitação constante de novos grupos de mulheres da comunidade. Transformações pessoais como autoestima, segurança, autoconfiança, empoderamento feminino e a vivência diária da sororidade também são benefícios e conquistas.
Segundo as responsáveis pelo projeto, os filhos das doceiras têm um cantinho só deles e uma colaboradora deslocada exclusivamente para seus cuidados. As mães que lá trabalham podem f**ar de olho nos filhotes o dia todo. A amamentação também é incentivada e uma das prioridades no cuidado com as crias.
A Docinhos da Cidade fez a festa e celebrou a vida de 3 gerações de mullheres por aqui (da minha filha, da minha mãe, e a minha). Meu aniversário foi no dia 07/07 e no dia anterior, no fim da manhã, Janaina veio aqui em casa entregar a minha encomenda. Conversamos um pouquinho sobre algumas iniciativas, sobre a Cartografia do Cerrado Feminino e que ela e a Docinhos seriam meu pé direito nessa jornada. Combinamos de agendar um dia para que eu pudesse visita-las, conhece-las e ver de perto o projeto. Inclusive, o inicio dessa semana seria bom, pois as mulheres teriam uma série de oficinas, como tirar fotos dos docinhos e divulga-los. Eu já estava para confirmar essa visita quando vi um post comunicando o falecimento da Janaina, aos 40 e poucos anos.
Essa foi uma semana arrastada… cheio de sutilezas, desafios, e de possíveis respiros. Fiquei pensando muito numa frase da Emília (do Sítio do Pica Pau Amarelo): "A vida das gentes nesse mundo, senhor sabugo, é isso. Um rosário de piscadas. Cada pisco é um dia. Pisca e mama; Pisca e anda; Pisca e br**ca; Pisca e estuda; Pisca e ama; Pisca e cria filhos; Pisca e geme os reumatismos; por fim Pisca pela última vez e morre. - E depois que morre? - perguntou o Visconde? - Depois que morre, vira hipótese. É ou não é?”
Sorte a nossa que Janaína estará piscando em cada uma dessas mulheres, a cada docinho enrolado, a cada paladar adocicado, a cada vida transformada.
https://www.facebook.com/docinhosdacidade/
Maria Carolina Machado
Mamangava - polinizadora de projetos de mulheres
14/07/2018
Cartografia do Cerrado Feminino #1
Janaína da Matta e a Docinhos da Cidade
"Foi o melhor brigadeiro que comi depois da minha infância!" Essa foi a mensagem que enviei a Janaina, idealizadora do projeto Docinhos da Cidade. Já havia visto uma recomendação e outra, até que salvei o contato, em abril, para a celebração do aniversário da minha filha. Brigadeiros tradicionais (daqueles de verdade) e beijinhos, por favor! Foi emocionante prová-los! O resgate de um tanto de lembranças e sensações de uma vida inteira!
Tudo isso só se engrandece quando sabemos o que realmente são esses quitutes. A DOCINHOS DA CIDADE é uma associação de produtoras de brigadeiros e de outros docinhos. O projeto nasceu, em 2017, tendo a convicção do poder transformador da gastronomia e da educação profissional em muitas vidas. Mulheres em situação de vulnerabilidade econômica e social são a força motriz do projeto. A cada docinho preparado e vendido aparece uma possibilidade concreta de mudança de uma condição social marcada pela escassez de acesso à vários recursos, à baixa escolaridade e à falta de oportunidades, que se somam a violência doméstica, ao abandono, e a resignação à condição de inferioridade na hierarquia familiar e social.
Além de treinamento prático para a produção dos brigadeiros, elas recebem orientação para o empreendedorismo e noção de gestão de negócios. A venda dos doces serve como meio de subsistência para as associadas e mantém o funcionamento da sede, que f**a na Estrutural. Há também uma capacitação constante de novos grupos de mulheres da comunidade. Transformações pessoais como autoestima, segurança, autoconfiança, empoderamento feminino e a vivência diária da sororidade também são benefícios e conquistas.
Segundo as responsáveis pelo projeto, os filhos das doceiras têm um cantinho só deles e uma colaboradora deslocada exclusivamente para seus cuidados. As mães que lá trabalham podem f**ar de olho nos filhotes o dia todo. A amamentação também é incentivada e uma das prioridades no cuidado com as crias.
A Docinhos da Cidade fez a festa e celebrou a vida de 3 gerações de mullheres por aqui (da minha filha, da minha mãe, e a minha). Meu aniversário foi no dia 07/07 e no dia anterior, no fim da manhã, Janaina veio aqui em casa entregar a minha encomenda. Conversamos um pouquinho sobre algumas iniciativas, sobre a Cartografia do Cerrado Feminino e que ela e a Docinhos seriam meu pé direito nessa jornada. Combinamos de agendar um dia para que eu pudesse visita-las, conhece-las e ver de perto o projeto. Inclusive, o inicio dessa semana seria bom, pois as mulheres teriam uma série de oficinas, como tirar fotos dos docinhos e divulga-los. Eu já estava para confirmar essa visita quando vi um post comunicando o falecimento da Janaina, aos 40 e poucos anos.
Essa foi uma semana arrastada… cheio de sutilezas, desafios, e de possíveis respiros. Fiquei pensando muito numa frase da Emília (do Sítio do Pica Pau Amarelo): "A vida das gentes nesse mundo, senhor sabugo, é isso. Um rosário de piscadas. Cada pisco é um dia. Pisca e mama; Pisca e anda; Pisca e br**ca; Pisca e estuda; Pisca e ama; Pisca e cria filhos; Pisca e geme os reumatismos; por fim Pisca pela última vez e morre. - E depois que morre? - perguntou o Visconde? - Depois que morre, vira hipótese. É ou não é?”
Sorte a nossa que Janaína estará piscando em cada uma dessas mulheres, a cada docinho enrolado, a cada paladar adocicado, a cada vida transformada.
https://www.facebook.com/docinhosdacidade/
Maria Carolina Machado
Mamangava - polinizadora de projetos de mulheres
05/07/2018
Aproveito o finzinho desse ciclo de lua cheia para lançar o início de uma jornada...
"Cartografia do Cerrado Feminino"
Se você desenvolve projetos para mulheres abrangendo quaisquer áreas (arte, cultura, saúde, maternidade, gastronomia, política, educação, empreendedorismo, autoconhecimento, etc ) e se reconhece nesse movimento, peço que responda este formulário:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd8qTdITaB0AfmvLjXuo59W6toxNffQ688AOhxZz6RHHMXTEg/viewform
O Cerrado Feminino. Quem são as mulheres que tornam o Cerrado feminino? A proposta dessa cartografia é traçar um percurso narrativo de experiências sobre mulheres e suas ações destinadas ao desenvolvimento e valorização do feminino. Como cartógrafa me coloco em relação com o objeto e o meio, deixando-me afetar por essas mulheres e dando passagem as suas (nossas) histórias.
20/02/2018
Éramos cerca de 45 mulheres em círculo compartilhando a vida, o ser mulher, e nossos conhecimentos sobre ervas e saúde. Éramos mulheres de 10 a 70 anos de idade e a nossa guardiã master foi a Marilice . Ela chegou como uma entidade, cercada por outras mulheres de sua família. Quase uma comitiva leal a sua rainha.
A Marilice é uma rainha, senhora de si! E nós, súditas, sentimos o tempo parar ao ouvir suas reflexões sobre desconstrução de crenças, as mulheres e seus diversos papéis, a necessidade de olharmos para descasos e abandonos diários.
Ela sempre foi influenciada por tudo o que lhe indicava o caminho do crescimento individual. Desde criança era muito observadora, devoradora dos livros, a começar pela biblioteca do seu pai; e cresceu atenta às relações entre as pessoas.
A sua causa essencial é o Cuidar das nossas energias e usá-las para o nosso desenvolvimento. Ela é uma grande estudiosa das religiões. A sua fala apresenta a religiosidade sendo de fato um religare entre nós e nossas potências energéticas regentes do Universo. Somos uma usina de energia! Segundo Marilice, nossos chacras são a porta de entrada das energias sutis que nos rodeiam e alimentam nosso corpo físico, mental, sentimental e espiritual. Sendo assim, para evitar desequilíbrios, é necessária uma auto-observação constante.
Foi com essa crença que ela buscou conhecimentos na fonte e tornou-se uma terapeuta holística de peso. O seu trabalho principal é o curso de formação de profissionais em Reiki - uma técnica de imposição de mãos onde o agente torna-se um transformador de energias causadoras de algum mal em energias tranquilizadoras de qualquer desconforto, em todos os níveis. Muitas turmas têm passado por ela. Ultimamente a sua menina dos olhos é a alimentação. Ela tem orientado pessoas para a prevenção de doenças por meio do alimento, especialmente pelas PANCS (plantas alimentícias não convencionais).
Além desses dois eixos, muitos outros compõe a sua bagagem de atendimento e cursos de formação: Fitoterapia - Aromaterapia - Cone Indu - Massagem Polarizada - Massagem Oriental - Micro Acupuntura - Terapia com Cristais - Orientação Metafísica ou Aconselhamento Metafísico - Essencias Curativas Sanatha Sai Sanjeevins de Sathia Sai Baba - A Herança dos Maias e o seu Calendário - e cursos de Tarot.
Lembrem-se: Marilice é uma rainha e esse é o seu legado!
Para atendimentos, cursos e muita prosa com a Marilice, cá está o perfil dela no face: https://www.facebook.com/marilice.castrofanin
Maria Carolina Machado
Mamangava - polinizadora de projetos de mulheres
08/02/2018
É com muito carinho e sabor que apresento a Ronit Amiel e o seu Tinor Temperos Veganos !
Acompanhei a Ro no iniciozinho da criação do Tinor, desde sua decisão em se tornar vegana, a força de vontade em mudar vários hábitos, a pesquisa por receitas e as suas diversas adaptações para que a comida fosse coerente com a sua escolha. Ela sempre teve muito contato com comidas e receitas, pois todos cozinham muito bem em sua família. Além de uma avó de origem greco-egípcia e outra russa, que a fizeram viajar pelos sabores do mundo, ela tem formação em Gerência de Alimentos na Suíça e fez estágios em algumas cozinhas.
Eu e toda a família somos meio que cobaias dos pratos da Ro. Sempre dizendo o que está bom, o que pode ser melhorado, e o que definitivamente está descartado. Daí, ao adaptar uma canja de frango com bolinhas de pão ázimo (prato típico na páscoa hebraica), ela fez a junção de uma série de temperos e criou um caldo de frango (sem frango, é claro!). Ela sacou que a base desses alimentos (acrescento, veganos ou não) está realmente nas especiarias colocadas ali, e que existe um mundo de possibilidades. Em seguida veio todo o incentivo para que ela começasse a vender as misturinhas.
Sabe esses temperos prensados em tabletes sabor carne, frango, peixe… cheios de conservantes, aromatizantes, sintetizantes e por aí vai? Pois é, agora pense nessa ideia de temperos, mas sem nada de origem animal e nadica de nada de todas essas melecas cancerígenas… Voilá!!! Aqui está o TinoR! Tinor sabor carne (sem carne), Tinor sabor frango (sem frango) e Tinor sabor peixe (sem peixe). E todos esses sabores vieram de um mix poderoso de especiarias. Gente, e os temperos vão com tudo e são para todos! Pães, pastas, recheios, cozidos, carnes, arroz e até pipoca! Para carnívoros, vegetarianos, e veganos! É uma ótima opção também para o preparo de pratos para crianças pequenas.
E a Ro segue participando de feiras, vendendo TinoR para vários cantos do Brasil, e rolou até convite pra participar de canal de youtuber! Tudo com muito senso de humor - marca registrada da Ronit e do seu Tinor.
Vai um temperinho aí?
Onde achar o Tinor e fazer encomendas:
https://www.facebook.com/temperotinor/
https://www.instagram.com/temperotinor
Maria Carolina Machado
Mamangava - polinizadora de projetos de mulheres
14/12/2017
Conheci a Pati durante a organização de uma roda de conversa sobre Maternidade e Comunicação Não Violenta. Numa dessas trocas em grupo de zap zap, ela disse: “Eu quero participar!” A própria Pati conduziu lindamente essa roda e, desse querer, um portal mágico se abriu!
Sim, a Pati é mágica! Sabe aquela pessoa que te traz confiança e paz de espírito a cada respiro e palavra? É ELA! E quando adentramos e escarafunchamos a caverna escura e úmida que é a maternidade e a relação de cuidado com as crias, lá vem a Pati com um candeeiro iluminar os pensamentos e aquecer os sentimentos. Tudo f**a mais amoroso e menos caótico nessa jornada.
A Pati também percorreu um mundaréu de trilha para se autoconhecer e utilizar da sua bagagem para se colocar a serviço das mulheres e suas demandas. Ela é publicitária, administradora de empresas, terapeuta formada em Psicossíntese e Mãe, seu título mais precioso.
E é como “Pati, a mama”, que essa mulher se apresenta. O portal mágico, em que a Pati é anfitriã , é formado pela base do gestar, do parir e do maternar. Essa tríplice ação é levada não só para o seu processo de autodesenvolivmento, mas também para os seus trabalhos como terapeuta, palestrante e focalizadora de grupos, desde círculos de mulheres, atendimentos individuais, até ações em empresas.
Para 2018, a Pati já se entusiasma com alguns passos mais ousados, como os grupos terapêuticos quinzenais em Vinhedo e Valinhos, formados por mães com filhos de qualquer idade; também tem retiro previsto - um intensivão, para poder mergulhar nessas águas do maternar.
Uma das frases que ela me disse, num desses inevitáveis maremotos, e que guardo como um mantra é: “Tenha fé na sua filha e seja gentil com você!”
Fé e gentileza para nós!
Onde encontrar “Pati, a mama”:
https://www.facebook.com/PatiaMama/
https://www.youtube.com/channel/UCplHiYJcfq0H9FU76yqEgzA
Maria Carolina Machado
Mamangava - polarizadora de projetos de mulheres
01/12/2017
mulheres e seus projetos inspiradores
21/11/2017
Quero falar sobre nossos pés. Quem tem o costume de tirar uma pausa para colocar as pernas pra cima, fazer aquele escalda pés, massagea-los? E não falo de embeleza-los. Toco aqui na saúde, no bem-estar e no cuidado essencial.
Apresento uma dupla dinâmica, a Janete Arruda e a Lu Menegassi. Há alguns anos entrei numa cabine de podologia e fui atendida pela Janete. Ela cuidou não só de calos e unhas, mas de todo o lado emocional que signif**a cuidar-se, olhar-se. Ela falou da Amazonia (sua terra), de plantas, raízes, poções, medicina chinesa, cuidado de mulheres, de idosos, de Santa Barbara D’Oeste, das suas andanças de Norte ao Sul do país. Falou de si, de suas dores e alegrias. Fizemos um circulo de ervas para mulheres e desde então a Janete virou uma amiga e conselheira.
O que mais me admira nela é a sua gana (gosto dessa palavra!) por crescer, aprender, empoderar-se. A cada encontro com a Janete descubro um pulo da gata, na verdade das gatas, pois a Lu é a sua parceira imbatível. Dizem que as mulheres são como águas, crescem quando se juntam. Pois é… Essas duas começaram como funcionárias e hj elas são as Donas! Planejaram cada passo, compraram a marca, mudaram de local, ampliaram o espaço, convidaram outras pessoas para os atendimentos e têm muitos outros planos mirabolantes para conquistar o mundo! A cada dia aprendem mais, vencem seus desafios e estão aí fincando e cultivando raízes… cuidando de pés, da base que nos sustenta e nos leva adiante.
E o peso que é tirado quando nossos pezitos são bem tratados? Vai lá para experimentar essa sensação!!!
Aqui o site do SPés Podologia (Campinas - SP) e todas as infos sobre as meninas, o trabalho que desenvolvem e como marcar uma consulta: http://spespodologia.com.br
e a fanpage para curtir: https://www.facebook.com/SpesClinicaDePodologia
17/11/2017
Uma outra polinização do coração foi ter conhecido a Mariela Mei. Já fizemos um círculo de ervas para a saúde da mulher incrível e outras tantas ideias estão guardadas para ganhar vida.
Mariela estuda aroma e fitoterapia desde 2008, quando sentiu que poderia unir os saberes ancestrais adquiridos das experimentações com sua avó aos conceitos mais recentes provenientes de estudos científicos na área. Hoje, com formação técnica em cosmetologia, utiliza tais conhecimentos na manipulação de óleos vegetais e essenciais, ervas in natura e tinturas-mãe para criar produtos naturais para o bem-estar e cuidados pessoais. Atende também como aromaterapeuta clínica, como foco no desenvolvimento pessoal para a saúde com o auxílio de óleos essenciais e massoterapia.
Sim, a Mariela é uma bruxa! E suas poções de cuidado podem ser encontradas na sua Gaia Orgânica (http://loja.gaiaorganica.com.br). Curta também a página no face: https://www.facebook.com/gaiaorganicabr
E para os atendimentos em Aromaterapia: https://marielaromaterapia.wordpress.com
20/10/2017
Três dias de incríveis experiências no universo do feminino, ao lado de 32 mulheres que te convidam para este grande círculo
- 10, 11 e 12 de novembro em moema, São Paulo
- 4 salões com oficinas simultâneas além dos espaços: sala "Maria sem vergonha" para vestir a tua deusa, sala "Alecrim dourado" para as crianças e sala "Matricaria", a sala do vazio, para experimentar a pausa
- 32 facilitadoras, mulheres, irmãs, de diferentes backgrounds (psicólogas, medicas, jornalistas, terapeutas, advogadas, arquitetas) apenas relembrando e resgatando saberes que todas as mulheres ja sabem
- Danças, internvenções artísticas, teatro, exposições, produtos para a mulher e atendimentos individuais
Festival TeSer da primavera para mulheres!
INSCRIÇÕES: https://teserjuntas.com/festival-da-primavera/
media.giphy.com
20/09/2017
Em novembro, Festival Teser!
Eu e um time de mulheres inspiradoras compartilharemos nossos saberes e jornadas sobre o feminino. Haverá palestra, vivência, círculos (muitos círculos!), atendimentos individuais, muitas falas e escutas sensíveis.
Eu, especif**amente, apresentarei a intervenção cênica "Que seja doce!" e darei uma oficina prática de Shantala - técnica milenar de massagens em bebês passada, essencialmente, de mãe para filha.
Todas as infos sobre o conteúdo do festival, como participar, premios, promoções, etc, etc, estão na divulgação abaixo. Se preferir fazer inscrição diretamente comigo, sem passar pelo site, é só me avisar.
E se vc quiser saber ao pé do coração qual o signif**ado de tudo isso e o por quê participar, lhe convido para uma prosa com bolo quentinho e chá de camomila.
Maria Carolina Machado
Mamangava - polinizadora de projeto de mulheres.
Festival TeSer da Primavera para mulheres - 10-11 e 12 de novembro. Já adquiriu seu ingresso? http://teserjuntas.com/festival-da-primavera/
As primeiras 45 inscritas ganham presentes como sessões individuais com as facilitadoras do festival - massagem, taro, cura do útero, coach, constelação, renascimento bioflow , entre outas - e cursos online, com Soledad Maria e Tassia Felix
Durante todo o fim de semana estarão acontecendo simultaneamente diversas oficinas, vivências e palestras, às quais você terá acesso com temas para a mulher. Acontecerão também apresentações artísticas, venda de produtos voltados para a mulher (como agenda lunar, coletores menstruais...).Todas as atividades serão oferecidas por um grupo de mulheres que, na sua unicidade, nos últimos anos tem aprendido sobre a convivência, coletivo, horizontalidade, apoio, colaboração, sororidade. Você vem? http://teserjuntas.com/festival-da-primavera/