Sarah Sammy

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Photos from Sarah Sammy's post 16/08/2026

🧠 E se aquele sintoma “estranho” não for apenas ansiedade?

Sentir repetidamente um cheiro de queimado quando não existe nenhuma fonte real daquele odor pode ser uma alteração da percepção olfatória conhecida como fantosmia.

E aqui está um ponto importante: fantosmia não é um diagnóstico. Ela pode ter diferentes causas e precisa ser interpretada dentro de todo o contexto clínico.

Quando esse fenômeno aparece de forma súbita, breve, repetitiva e semelhante entre os episódios, principalmente quando acompanhado de outros sinais — como medo súbito, sensação epigástrica diferente, alteração da consciência ou momentos de desconexão — é fundamental considerar também uma investigação neurológica. Em alguns casos, manifestações olfatórias podem estar associadas a crises epilépticas focais, inclusive envolvendo redes temporais.

É justamente aqui que o raciocínio clínico faz diferença.

Nem toda alteração de memória é “idade”.
Nem toda desconexão é desatenção.
Nem todo medo súbito é ansiedade.
E nem toda experiência perceptiva incomum é necessariamente psicológica.

A Neuropsicologia precisa olhar para a pessoa inteira: história clínica, cognição, comportamento, emoções, evolução dos sintomas e possíveis sinais neurológicos.

E, principalmente, precisamos saber quando nossos achados indicam a necessidade de encaminhamento e investigação médica complementar.

🔎 O cérebro dá pistas. O problema é quando ninguém conecta os pontos.

⚠️ Este conteúdo é educativo e não signif**a que sentir um odor inexistente indique, por si só, epilepsia ou qualquer outra condição específ**a.

Photos from Sarah Sammy's post 16/08/2026

🧠 E se aquele sintoma “estranho” não for apenas ansiedade?

Sentir repetidamente um cheiro de queimado quando não existe nenhuma fonte real daquele odor pode ser uma alteração da percepção olfatória conhecida como fantosmia.

E aqui está um ponto importante: fantosmia não é um diagnóstico. Ela pode ter diferentes causas e precisa ser interpretada dentro de todo o contexto clínico.

Quando esse fenômeno aparece de forma súbita, breve, repetitiva e semelhante entre os episódios, principalmente quando acompanhado de outros sinais — como medo súbito, sensação epigástrica diferente, alteração da consciência ou momentos de desconexão — é fundamental considerar também uma investigação neurológica. Em alguns casos, manifestações olfatórias podem estar associadas a crises epilépticas focais, inclusive envolvendo redes temporais.

É justamente aqui que o raciocínio clínico faz diferença.

Nem toda alteração de memória é “idade”.
Nem toda desconexão é desatenção.
Nem todo medo súbito é ansiedade.
E nem toda experiência perceptiva incomum é necessariamente psicológica.

A Neuropsicologia precisa olhar para a pessoa inteira: história clínica, cognição, comportamento, emoções, evolução dos sintomas e possíveis sinais neurológicos.

E, principalmente, precisamos saber quando nossos achados indicam a necessidade de encaminhamento e investigação médica complementar.

🔎 O cérebro dá pistas. O problema é quando ninguém conecta os pontos.

⚠️ Este conteúdo é educativo e não signif**a que sentir um odor inexistente indique, por si só, epilepsia ou qualquer outra condição específ**a.

Epilepsia CriseFocal LoboTemporal SaúdeCerebral Cérebro Cognição AvaliaçãoNeuropsicológica DiagnósticoDiferencial RaciocínioClínico SaúdeMental DraSarahSammy

09/08/2026

🧠 Você sabia que o QI não conta uma história tão simples quanto parece?

Quando falamos em inteligência, olhar apenas para um número pode esconder informações importantes sobre o potencial da pessoa e como esse potencial está sendo expresso no momento da avaliação.

Na Neuropsicologia, podemos diferenciar conceitos como inteligência fluida e inteligência cristalizada, além de analisar diferentes índices e habilidades cognitivas. E essa diferença pode revelar algo muito importante: uma pessoa pode apresentar alto potencial intelectual, mas ter seu desempenho prejudicado por dificuldades atencionais, executivas, emocionais, de aprendizagem ou outras condições clínicas.

É por isso que interpretar um QI não signif**a simplesmente dizer:
“Seu QI é X.”

Precisamos entender como esse resultado foi construído, onde estão as potencialidades, onde aparecem os rebaixamentos e se existem discrepâncias signif**ativas entre as habilidades avaliadas.

⚠️ E aqui mora um erro frequente: confundir desempenho atual com todo o potencial intelectual de uma pessoa.

Uma Avaliação Neuropsicológica bem conduzida não olha apenas para o número final. Ela investiga o perfil cognitivo por trás desse número.

💬 Você já sabia que a inteligência poderia ser analisada dessa forma?

21/07/2026

Você chega em casa exausto, irritado, com a sensação de que sua energia acabou… e acredita que a causa é ansiedade ou depressão. Mas, em alguns casos, o verdadeiro problema pode ser a hiperacusia.

Quem tem hiperacusia vive em estado de alerta. Sons que para a maioria das pessoas são comuns podem ser percebidos como excessivamente intensos, dolorosos ou extremamente desconfortáveis. O cérebro passa o dia inteiro tentando lidar com esse excesso de estímulos, consumindo uma enorme quantidade de energia mental.

O resultado? Cansaço intenso, irritabilidade, dificuldade de concentração, sobrecarga emocional e aumento da ansiedade. Muitas pessoas recebem tratamento apenas para os sintomas, sem investigar a causa.

A boa notícia é que a hiperacusia pode e deve ser avaliada e tratada. Quando identif**amos a origem do problema e iniciamos a intervenção adequada, a qualidade de vida melhora signif**ativamente.

Nem todo cansaço emocional é apenas emocional. Às vezes, o seu cérebro está simplesmente pedindo socorro porque está sendo bombardeado por estímulos sonoros o dia inteiro.

🎧 Cuidar da hiperacusia é cuidar da sua saúde mental.

TDAH Neurodivergentes Ansiedade QualidadeDeVida ProcessamentoAuditivo

08/07/2026
04/07/2026

Festa junina do IMPI. Com a equipe High Tech reunida! Amoooo ❤️❤️❤️❤️ Instituto IMPI Millena Portela | Psicóloga CRP 01/29554 Luísa Saad Julia Machado | Neuropsicóloga Brenda Magalhães Ana Claudia Bustamante Manuela Maltez • CRP 01/28348, Bruna e Sofia

20/06/2026

Simpósio de Neuro na faculdade IEPSE, que honra fazer parte do corpo docente e também ser a Diretora acadêmica 🥰🥰🥰🥰

10/04/2026

Diagnóstico tardio de TDAH e TEA nível 1:
não adianta só remédio + terapia individual.

E eu vou te explicar o porquê.

Isso pode funcionar para pessoas típicas.
Mas para neurodivergentes… NÃO é suficiente.

Porque aqui não é só sobre sintoma.
É sobre funcionamento.

👉 Funcionamento cognitivo
👉 Funcionamento emocional
👉 Funcionamento comportamental

E isso não muda só conversando 1x por semana.

Vamos ser sinceros?

Tem muita gente:
✔ tomando medicação
✔ fazendo terapia individual
✔ há anos…

E ainda assim sem mudança real.

Por quê?

Porque falta TREINO.

Neurodivergente precisa de:
✔ previsibilidade
✔ estrutura
✔ passo a passo
✔ repetição
✔ prática real

E é exatamente isso que a terapia em grupo oferece.

Na terapia em grupo, o paciente:
✔ se reconhece no outro
✔ entende seu próprio funcionamento
✔ desenvolve consciência (que sozinho ele tem muita dificuldade)
✔ treina habilidades sociais, emocionais e cognitivas
✔ amplia repertório comportamental

Porque muitos desses pacientes têm dificuldade de:
❌ autoanálise
❌ insight
❌ percepção do próprio padrão

Eles precisam do OUTRO como espelho.

E mais:

Não adianta terapia “aberta”, abstrata, sem direção.
Isso não funciona para quem funciona mais no CONCRETO.

O que funciona?
👉 Psicoeducação
👉 Protocolos estruturados
👉 Técnicas validadas cientif**amente
👉 Treino de habilidades na prática

A terapia individual?
É essencial.

Mas sozinha… não sustenta mudança.

Sem grupo, sem treino, sem protocolo…
você f**a só administrando o problema.

⚠️ E isso vira o quê?
Anos de tratamento… sem transformação real.





08/04/2026

“Tenho TDAH há 5 anos… mas nunca fiz avaliação neuropsicológica.”

É o que eu mais escuto.

E sabe o pior?

👉 5 anos tomando medicação
👉 5 anos sem melhora real

Agora eu te pergunto:
Isso é tratamento… ou tentativa?

Diagnóstico NÃO é só um nome.
Diagnóstico NÃO é só um CID.

O que realmente importa é:
👉 Como esse cérebro funciona?
👉 Onde estão os déficits?
👉 Quais funções estão comprometidas?
👉 Existe comorbidade?

Porque TDAH raramente vem sozinho.

Sem avaliação neuropsicológica, você trata no escuro.
E quem trata no escuro… erra.

A avaliação neuro vai te mostrar:
✔ funcionamento cognitivo
✔ perfil atencional
✔ funções executivas
✔ memória
✔ possíveis comorbidades
✔ e o principal: o caminho certo de tratamento

Não é sobre dar nome.
É sobre transformar o funcionamento.

⚠️ Se você está em tratamento e não melhora…
talvez o problema não seja você.
Talvez seja a falta de um diagnóstico completo e uma recomendação terapêutica assertiva.





FunçõesExecutivas

05/04/2026

“Você não parece autista.”
Foi isso que um paciente ouviu… depois de uma avaliação neuropsicológica que indicou TEA nível 1.

O motivo?
👉 Ele é casado.
👉 Tem filho.
👉 Passou em concurso.

Sério… é isso mesmo?

Desde quando pessoas com TEA não podem casar?
Não podem construir família?
Não podem ser inteligentes, funcionais e bem-sucedidas?

Isso não é critério diagnóstico. Isso é estereótipo.

O TEA não tem “cara”.
O TEA é um funcionamento.
E o espectro é amplo — MUITO amplo.

Tem paciente que olha nos olhos.
Que conversa.
Que trabalha.
Que socializa.

Mas ainda assim tem prejuízos importantes — principalmente internos — que só aparecem quando você INVESTIGA de verdade.

E é por isso que existe até cordão para transtornos invisíveis.
Porque NÃO DÁ PRA VER.

Diagnóstico sério não se faz em 20 minutos.
Não se faz no “achismo”.
Não se faz baseado em aparência ou status de vida.

Se faz com:
✔ investigação profunda
✔ múltiplas sessões
✔ te**es cognitivos
✔ avaliação de personalidade
✔ análise do funcionamento real do paciente

E outra coisa importante:
Sim, um médico pode discordar de um diagnóstico neuropsicológico. Isso é legítimo.

Mas discordar exige critério.
Exige argumento técnico.
Exige responsabilidade.

Não frases como:
“Você não parece.”

Porque isso não é ciência.
Isso é julgamento.

E julgamento, na saúde mental, pode atrasar diagnóstico, tratamento… e a vida inteira de alguém.




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