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Ganhar massa muscular jogando futebol não é simplesmente comer mais.E o caso do Flaco López mostra isso muito bem.Quando...
02/10/2026

Ganhar massa muscular jogando futebol não é simplesmente comer mais.

E o caso do Flaco López mostra isso muito bem.

Quando chegou ao Palmeiras, ele tinha 74 kg, ferro baixo e uma rotina de treinos e jogos que fazia o corpo gastar muita energia.

Ou seja: ele até comia, mas boa parte daquela energia simplesmente era consumida pela demanda do futebol.

E esse é um problema muito comum entre jogadores.

O atleta quer ganhar massa, começa a comer o dobro, aumenta tudo de uma vez e acha que resolveu.

Só que o resultado muitas vezes é outro: estômago pesado, desconforto, dificuldade para treinar e pouco ou nenhum ganho muscular.

Porque o corpo precisa de estratégia.

Primeiro você precisa conseguir sustentar a alimentação. Depois, aumentar a oferta de energia de forma progressiva. Ajustar de acordo com os treinos, jogos, posição e rotina. E acompanhar o que está acontecendo ao longo do tempo.

Também não existe essa história de copiar a dieta do colega.

O que funcionou para o Flaco foi construído de acordo com as necessidades dele. Seu corpo, sua rotina e suas demandas são diferentes.

E tem mais uma coisa que muitos jogadores esquecem:

Você não precisa simplesmente ficar mais pesado.

Você precisa ficar mais forte para vencer duelos, proteger a bola, suportar o contato e continuar rendendo quando o jogo aperta.

No futebol, hipertrofia não é estética.

É performance.

ocê não quer apenas ganhar peso. Você quer construir um corpo que aguente o seu futebol.

Salva esse post e manda para aquele jogador que ainda acha que, para ganhar massa, é só comer muito e tomar whey.

Conteúdo baseado em relato de acompanhamento nutricional de Flaco López no Palmeiras, com dados apresentados pela nutricionista Mirtes Stancanelli, além de literatura científica sobre demanda energética e hipertrofia no futebol.

Principais bases:
• Demanda energética e fisiologia do futebol profissional
• Estratégias de nutrição e hipertrofia em atletas
• Vergara-Nieto et al. (2026). Molecular Basis and Practical Applications of Training, Nutrition and Recovery for Maximum Gains in Lean Muscle Mass. Sports Health.

Você não controla quando uma lesão vai acontecer. Mas controla muito do que faz para preparar o corpo para treinar, comp...
29/09/2026

Você não controla quando uma lesão vai acontecer. Mas controla muito do que faz para preparar o corpo para treinar, competir e se recuperar.

Hidratação, carboidrato, proteína, micronutrientes e uma alimentação bem estruturada não são detalhes para quem joga futebol. São parte da preparação.

Chegar desidratado, treinar sem combustível suficiente ou negligenciar a recuperação pode comprometer não só seu rendimento, mas também a capacidade do seu corpo de suportar a carga da temporada.

E o ponto mais importante: não existe uma estratégia igual para todo jogador.

Sua posição, rotina de treinos, ambiente, taxa de suor, composição corporal, fase da temporada e objetivo mudam o que você precisa.

Ser atleta não é apenas treinar para jogar.

É preparar o corpo para conseguir continuar jogando.

Salve este post e use como uma cartilha para rever o que você está fazendo fora do campo.

Baseado na revisão publicada no Current Sports Medicine Reports em 2026 sobre estratégias nutricionais para prevenção de lesões e recuperação em atletas.

O futebol mudou. Ficou mais rápido, mais intenso e mais imprevisível.Hoje, não basta correr muito. Você precisa acelerar...
25/09/2026

O futebol mudou. Ficou mais rápido, mais intenso e mais imprevisível.

Hoje, não basta correr muito. Você precisa acelerar, desacelerar, mudar de direção, pressionar, reagir à perda da bola e repetir ações de alta intensidade durante toda a partida.

E existe um detalhe que muitos jogadores ainda ignoram: a sua alimentação precisa acompanhar o trabalho que o futebol está exigindo de você.

Carboidrato não é apenas “energia para treinar”. A disponibilidade de glicogênio está diretamente relacionada à capacidade de sustentar esforços de alta intensidade, enquanto a estratégia de ingestão de carboidratos precisa variar de acordo com a carga do treino, o jogo, a recuperação e o que vem no dia seguinte.

É por isso que dois jogadores do mesmo time podem precisar de estratégias nutricionais diferentes. E até o mesmo jogador pode precisar de comer diferente na terça-feira, na véspera do jogo e depois de uma partida.

O GPS mostra quanto você correu, quantas acelerações fez e quanto trabalho acumulou. A nutrição precisa transformar esses dados em combustível e recuperação.

Fuel for the work required.

A pergunta não deveria ser apenas: “Quanto eu devo comer?”

A pergunta é:

“Quanto combustível eu preciso para entregar o trabalho que o futebol está me exigindo hoje?”

Porque comer para manter o peso é uma coisa.

Comer para performar é outra.

Você está alimentando o seu peso ou o seu futebol?

📍 ESPÍRITO SANTO, ESTOU CHEGANDO!Nos dias 20 e 21 de outubro, estarei no Espírito Santo para realizar atendimentos prese...
23/09/2026

📍 ESPÍRITO SANTO, ESTOU CHEGANDO!

Nos dias 20 e 21 de outubro, estarei no Espírito Santo para realizar atendimentos presenciais na Academia Mauro Guerra / Anatomia Fitness Center, em Serra.

Uma oportunidade para quem busca um acompanhamento mais próximo, individualizado e estratégico para melhorar composição corporal, performance, saúde e rotina alimentar.

💪 Para alunos ativos da consultoria online: avaliação completa de presente, sem custo.

📋 Para quem não faz parte da consultoria: também será possível realizar a consulta completa com avaliação individual, mediante investimento.

📅 20/10 (terça-feira): atendimentos à tarde
📅 21/10 (quarta-feira): atendimentos pela manhã, conforme a procura

As vagas serão limitadas, então estou avisando com antecedência para que você consiga se organizar.

📍 Academia Mauro Guerra / Anatomia Fitness Center
R. Castelo Branco – De Fátima, Serra – ES

Quer reservar seu horário? Me chama no direct ou pelo WhatsApp.

Nos vemos no ES! 🚀

VOCÊ ESTÁ NO NÍVEL DA ELITE?No futebol, não basta saber quanto você pesa ou qual é o seu percentual de gordura.Uma avali...
20/09/2026

VOCÊ ESTÁ NO NÍVEL DA ELITE?

No futebol, não basta saber quanto você pesa ou qual é o seu percentual de gordura.

Uma avaliação realmente voltada para performance precisa responder uma pergunta mais importante: como o seu perfil físico se compara ao que encontramos em atletas de alto rendimento?

Por isso, além da avaliação tradicional de composição corporal, nós analisamos o atleta de acordo com a posição em campo e cruzamos seus dados com referências internacionais de diferentes ligas e estudos, como Premier League, Serie A Italiana e meta análises internacionais.

Peso, estatura, gordura corporal, soma de dobras e massa muscular deixam de ser números isolados e passam a fazer parte de uma análise muito mais completa.

O objetivo não é simplesmente mostrar como você está hoje.

É entender onde você está, como você se compara e quais ajustes podem aproximar seu perfil das demandas do alto rendimento.

Porque medir é importante.

Mas saber interpretar esses dados é o que realmente pode mudar a estratégia.

O QUE O ATLETA RESILIENTE DESCOBRIU?Na carreira de um atleta, existem momentos em que tudo muda.Troca de treinador.Mudan...
14/09/2026

O QUE O ATLETA RESILIENTE DESCOBRIU?

Na carreira de um atleta, existem momentos em que tudo muda.

Troca de treinador.
Mudança de clube.
Pouca minutagem.
Banco de reservas.
Adaptação a outro país.
Uma fase em que você sabe que tem potencial, mas não consegue mostrar isso dentro de campo.

E é justamente nesses momentos que a mentalidade faz diferença.

O atleta reativo concentra sua energia naquilo que não controla.

Quem o treinador escala.
Quantos minutos vai jogar.
As decisões da comissão.
O tempo que vai levar para se adaptar.

O atleta resiliente olha para outro lugar:

o que ainda está nas minhas mãos?

Dormir melhor.
Comer melhor.
Treinar melhor.
Recuperar melhor.
Ajustar a composição corporal.
Ganhar massa muscular.
Reduzir gordura quando necessário.
Evoluir força, potência e velocidade.
Cuidar da cabeça.
Manter consistência.

E tem algo importante nisso:

não estar jogando pode ser frustrante, mas também pode ser uma oportunidade.

Talvez seja o melhor momento para construir o físico que ainda falta, corrigir hábitos, melhorar a recuperação e chegar ao próximo jogo muito mais preparado.

Porque você não controla quando a oportunidade vai aparecer.

Mas controla o atleta que estará pronto quando ela aparecer.

Na nossa consultoria, esse é um dos pontos que mais trabalhamos com os atletas: transformar períodos de incerteza em períodos de evolução.

Porque carreira de atleta não é feita apenas dos dias em que tudo dá certo.

É também o que você faz quando ninguém está te colocando em campo.

E você?

Quando as coisas não saem como esperava, você reclama do que não controla ou trabalha no que pode mudar?

“Deu cãibra? Come banana. Toma magnésio. Bebe água de picles. Coloca sal na água.”Quantas vezes você já ouviu isso?O pro...
08/09/2026

“Deu cãibra? Come banana. Toma magnésio. Bebe água de picles. Coloca sal na água.”

Quantas vezes você já ouviu isso?

O problema é que cãibra não funciona como uma receita de bolo.

Um estudo publicado em 2026 acompanhou 58 atletas em uma ultramaratona e mostrou que os atletas que tiveram cãibra não apresentaram maior perda de massa corporal nem diferença no sódio sérico quando comparados aos que não tiveram.

Por outro lado, quem teve cãibra apresentou maiores níveis de potássio após a prova e maiores valores de CK e LDH, indicando maior estresse muscular após o esforço.

Outro dado chamou atenção: 55,6% dos atletas que tiveram cãibra faziam treino de força regular para membros inferiores, contra 87,5% dos que não tiveram.

E uma meta-análise de 2026, com 11.274 participantes, também não encontrou uma associação consistente entre cãibra e hidratação, sódio, carga de treinamento ou desempenho.

O fator que mais se destacou foi o histórico: quem já teve cãibra apresentou aproximadamente 4,4 vezes mais chance de ter outro episódio.

Isso significa que sódio, hidratação ou eletrólitos não importam? Não.

Significa que sair colocando sal, magnésio, banana ou qualquer outro suplemento como resposta automática para toda cãibra é simplificar demais um problema que é multifatorial.

Antes de perguntar “o que eu preciso tomar?”, o atleta deveria perguntar:

Estou preparado para essa carga?

Como está meu treino de força?

Quanto de fadiga estou acumulando?

Como está minha recuperação?

Minha cãibra está se repetindo?

Porque, muitas vezes, o problema não está no que está faltando dentro da garrafa.

Está no que está acontecendo dentro do campo.

**Cãibra recorrente merece investigação, não receita pronta.**

Referências

Martínez-Navarro I, et al. [Estudo sobre cãibras musculares associadas ao exercício em ultramaratona — Penyagolosa Trails]. Journal of Strength and Conditioning Research. 2026.
Costa, et al. [Systematic review and meta-analysis of risk factors for exercise-associated muscle cramping]. Muscle & Nerve. 2026.

Uma verdadeira honra palestrar nesse evento gigante e maravilhoso organizado pela SBEM. Uma responsabilidade enorme como...
29/08/2026

Uma verdadeira honra palestrar nesse evento gigante e maravilhoso organizado pela SBEM.

Uma responsabilidade enorme como nutricionista, palestrar para médicos endocrinologistas.

Foi um prazer estar ao lado de profissionais tão completos, éticos e com um vasto conhecimento!

Agradeço a SBEM pelo convite, em especial o Dr Roberto Zagury - Endocrinologia Esportiva que sempre confiou no meu trabalho.

Parabéns aos organizadores 🙏

Você não precisa comer mais. Precisa aprender a abastecer melhor.No futebol, existe um erro que ainda vejo com frequênci...
17/08/2026

Você não precisa comer mais. Precisa aprender a abastecer melhor.

No futebol, existe um erro que ainda vejo com frequência: o jogador come praticamente igual todos os dias, independentemente do que vai exigir do corpo.

Mas treino leve não é treino pesado.
Véspera de jogo não é dia de recuperação.
E uma semana com três partidas não pode ser tratada como uma semana comum.

Seu corpo precisa de combustível para correr, acelerar, repetir sprints e manter qualidade até o final da partida.

Por isso, o carboidrato precisa acompanhar a demanda.

Na véspera do jogo, por exemplo, um jogador de 70 kg pode precisar de algo em torno de 420–560 g de carboidrato ao longo do dia. Antes da partida, essa estratégia continua. Durante o jogo, também pode ser necessário repor carboidrato. E, quando existe outra partida próxima, a recuperação começa assim que o jogo termina.

Isso não significa viver de arroz, massa e suplemento.

Significa saber quando aumentar, quando reduzir e como distribuir o combustível.

O problema não é comer carboidrato.

O problema é pedir que seu corpo entregue 90 minutos de alta intensidade enquanto você não deu combustível suficiente para ele fazer esse trabalho.

E aqui está a provocação:

Você está comendo para manter seu peso ou está comendo para sustentar sua performance?

Porque no futebol de alto nível, essas duas coisas nem sempre são a mesma estratégia.

📚 Referência: Anderson L, Drust B, Close GL, Morton JP. Physical loading in professional soccer players: Implications for contemporary guidelines to encompass carbohydrate periodization. Journal of Sports Sciences. 2022;40(9):999–1018.

Seguimos para mais um trabalho de excelência Kadu Santos 🔥🔥Dcorp Performa - Fisioterapia e Wellness
11/08/2026

Seguimos para mais um trabalho de excelência
Kadu Santos 🔥🔥
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