Não aceitamos nenhum tipo de perseguição aos nossos.
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Coletivo Democracia Corinthiana
O CDC visa juntar irmãs e irmãos Corinthianos que lutam pela Democracia, pela Justiça, pela Liberdade
O Coletivo Democracia Corinthiana visa a aglutinar irmãs e irmãos corinthianos que lutam pela democracia, pela justiça, pela liberdade e pela universalização de direitos, unidos também contra o racismo, o machismo, a homofobia e o fascismo. O objetivo é fazer valer na vida cidadã os nobres valores que animaram nossos líderes fundadores, em 1910, e aqueles que constituíram a Democracia Corinthiana, referência mundial de conscientização política no campo do esporte.
Por quê amamos cachorros e comemos porcos? A vida de liberdade dos porcos no Santuário Terra dos Bichos
Para falar sobre este tema o Podcast Voz Animal entrevista Cintia Frattini, engenheira civil de formação acadêmica , mas ativista pela causa animal de coração. Tornou-se vegetariana aos 10 anos de idade. Portanto faz 54 anos. Há 12 se tornou vegana e há 34 anos é ativista pela causa animal. A familia possui um Sitio em São Roque interior de São Paulo onde se resgata animais há 20 anos e se transformou em Ong em 2017 depois do grande resgate das Porcas do Rodoanel. De lá pra cá 2026, já salvaram mais de 4.000 animais dentre domésticos de pequeno porte, domesticados de médio e grande porte, além dos exóticos e silvestres de apreensão pela policia ambiental.
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03/06/2026
Leitura importante, para a contextualização da busca pela paz no mundo.
REUNIÃO DO FÓRUM INTERNACIONAL ANTIFASCISTA.
https://i21.org.br/luta-dos-povos/gennady-zyuganov-pela-paz-e-amizade-entre-os-povos-contra-a-guerra-e-o-fascismo/
Internacionalismo 21 A página Internacionalismo 21, porta voz da Secretaria de Política e Relações Internacionais do PCdoB, surge como um espaço para divulgação de artigos, matérias e notas dedicadas à geopolítica e às relações internacionais, do ponto de vista dos comunistas e de seus aliados.
No Geringonça SP desta segunda-feira, 1/6, às 20h, a deputada federal Juliana Cardoso (PT/SP), mulher afro-indígena que nasceu, cresceu e mora até hoje na periferia da zona leste da capital paulista, fala sobre a representação popular e o desafio de levar ao Congresso Nacional as demandas e a voz da classe trabalhadora.
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29/05/2026
Andar sobre as águas
Samy El Khalili (Kilsztajn), palestino budista, xangô e corinthiano
O Obelisco do Piques, o monumento mais antigo de São Paulo, foi erguido em 1814, quando a cidade já tinha quase 10 mil habitantes. O Largo do Piques, conhecido como Largo da Memória, f**a a poucos passos da Praça da Bandeira e abrigava o mercado de escravos. Mais adiante, f**avam o Largo do Pelourinho, atual Praça João Mendes, e o Largo da Forca, atual Praça da Liberdade.
O Vale do Itororó (Av. 23 de Maio) divide o bairro da Liberdade do bairro do Bixiga; e o Vale do Saracura (Av. 9 de Julho) divide o Bixiga do bairro da Consolação. Entre o Itororó e o Saracura, nas capoeiras, campinas e matos do Bixiga, escondiam-se e aquilombavam-se negros fugidos das fazendas e do Mercado do Piques. O Quilombo Saracura permaneceu por muito tempo guardado na memória da comunidade negra e só começou a ganhar publicidade em 2022, a partir dos vestígios arqueológicos encontrados durante as escavações realizadas para a construção da estação de metrô na Praça 14 Bis.
Nos fundos dos vales, onde antes corria água, hoje correm automóveis. Podemos sonhar com a volta dos rios desta Paulicéia Desvairada? Na Coreia do Sul, o Rio Cheonggyecheon, que havia sido coberto por uma avenida de 16 metros de largura, corre hoje a céu aberto.
Axé, Saravá, Vai Corinthians!
Texto na íntegra no link abaixo:
https://outraspalavras.net/outras-cidades/andar-sobre-as-aguas/
29/05/2026
Andar sobre as águas
Samy El Khalili (Kilsztajn), palestino budista, xangô e corinthiano
O Obelisco do Piques, o monumento mais antigo de São Paulo, foi erguido em 1814, quando a cidade já tinha quase 10 mil habitantes. O Largo do Piques, conhecido como Largo da Memória, f**a a poucos passos da Praça da Bandeira e abrigava o mercado de escravos. Mais adiante, f**avam o Largo do Pelourinho, atual Praça João Mendes, e o Largo da Forca, atual Praça da Liberdade.
O Vale do Itororó (Av. 23 de Maio) divide o bairro da Liberdade do bairro do Bixiga; e o Vale do Saracura (Av. 9 de Julho) divide o Bixiga do bairro da Consolação. Entre o Itororó e o Saracura, nas capoeiras, campinas e matos do Bixiga, escondiam-se e aquilombavam-se negros fugidos das fazendas e do Mercado do Piques. O Quilombo Saracura permaneceu por muito tempo guardado na memória da comunidade negra e só começou a ganhar publicidade em 2022, a partir dos vestígios arqueológicos encontrados durante as escavações realizadas para a construção da estação de metrô na Praça 14 Bis.
Nos fundos dos vales, onde antes corria água, hoje correm automóveis. Podemos sonhar com a volta dos rios desta Paulicéia Desvairada? Na Coreia do Sul, o Rio Cheonggyecheon, que havia sido coberto por uma avenida de 16 metros de largura, corre hoje a céu aberto.
Axé, Saravá, Vai Corinthians!
Pode Espalhar: o Geringonça SP, desta segunda-feira, 25 de maio, 20h, conversa com Ana Flávia Marx, jornalista, pesquisadora do Centro de Pesquisa em Comunicação e Trabalho da USP e diretora do Instituto Lula. Participe e saiba como integrar o Pode Espalhar, rede de militância digital organizada para compartilhar conteúdos sobre a luta do povo, a democracia e o governo Lula.
25/05/2026
Lutar pela nossa dignidade, pelo respeito ao nosso trabalho.
O fim da escala 6x1, com 40 horas semanais, é o mínimo que exigimos.
23/05/2026
Por Luan Araújo
Nos últimos quatro anos eu fui bem menos vocal do que poderia ser sobre a violência que sofri da ex-deputada, mas, ao ver minha situação atual e a situação dela, tenho que desabafar.
Eu perdi oportunidades profissionais, perdi relacionamentos e perdi minha sanidade. Enquanto isso, aquela mulher sofreu muito menos do que deveria sofrer. Pôde tramar todo tipo de conluio político para ser protegida na Câmara dos Deputados. Protelou o julgamento do caso até conseguir sair do país. E agora está livre, pois tem dinheiro para conseguir bons advogados.
O que eu tenho? Problemas psicológicos, desemprego, falta de oportunidades, uma condenação na justiça por um texto que escrevi, onde a justiça quer que eu pague um dinheiro que eu não tenho para pagar uma condenação que eu considero injusta.
Apesar da condenação dela no STF, ela não precisará cumprir lá na Europa, solta. Enquanto isso, tô tendo que fazer uma vaquinha para conseguir entrar com um processo por Danos Morais contra ela.
Eu me considero uma pessoa espiritualizada, que confia que a justiça divina vai acontecer. Mas têm certas coisas que me deixam deseperançoso.
Não vou deixar de lutar, mas tenho muito menos armas que ela. Só tenho minha escrita e minha vontade de ver a justiça sendo feita.
Se você quer realmente me ajudar, colabore na vaquinha, para que, ao menos, eu tire algo dela. O link e a chave pix estão abaixo:
Pix: [email protected]
Link: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/custos-processuais-para-o-processo-contra-carla-zambelli
Geringonça SP desta segunda-feira, 18/5, às 20h, conversa com Fernanda Curti, vereadora da cidade de Guarulhos (SP), que defende os direitos das mulheres, da população negra, das famílias e das periferias, e luta por uma cidade que respeite a diversidade e garanta direitos.
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