07/06/2020
A pandemia causada novo Coronavírus, vem produzindo repercussões não apenas de ordem biomédica e epidemiológica em escala mundial, mas também impactos sociais, econômicos, políticos, culturais e psicobiológicos (causador de estresse, ansiedade e distúrbios de sono) sem precedentes na história das epidemias.
Sem previsão de como serão os dias futuros, a ansiedade e a depressão acerca a população mundial. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), 300 milhões dos brasileiros têm depressão e 9,3% (cerca de 18 milhões de pessoas) sofrem de ansiedade, fazendo com que o Brasil ocupe o primeiro lugar da lista de países mais ansiosos do mundo.
Além dos fatores psicológicos, o recolhimento social faz com aumente a inatividade física e os cuidados com a imunidade, principalmente dos idosos, preponderante grupo de risco para o coronavírus. A inatividade física contribui de forma expressiva para aumento nas taxas de quedas, de obesidade e doenças cardíacas.
A OMS, listou algumas dicas para que consigamos passar por esse momento turbulento com mais serenidade, e os exercícios físicos, de relaxamento e lazer, mesmo que dentro de casa, estão entre elas. E pensando que o Método Pilates é um tipo de exercício físico amplamente relacionado com o bem estar e manutenção da saúde, trabalhando a forma física juntamente com a respiração e a mente conectados como um todo, podem auxiliar de forma relevante na imunidade do indivíduo.
Durante a pandemia, como uma estratégia de movimento, a solução são os exercícios em casa que devem ser orientados por seus instrutores na minimização da inatividade física e controle da saúde mental.
Mas como f**a o Pilates pós-pandemia? A vida precisará de movimento na tentativa de recuperar o que ficou inativo e lentif**ado e o Método é capaz de proporcionar força muscular, flexibilidade, controle, boa postura, percepção do movimento, consciência corporal, melhora da ventilação pulmonar e imunidade.