Portugal Outdoor

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>> #portugal_outdoor
>> consultoria | turismo de natureza
>> por Rui Ribeiro

Photos from Portugal Outdoor's post 10/06/2025

🚴‍♂️ Heading Southwest 25’: a vida no CheckPoint 1 - Linhares da Beira 📍

No checkpoint de uma ultra, as horas passam devagar. Depois muito depressa. E depois novamente devagar.

No checkpoint de Linhares da Beira, lá pelo km 280 do .cc, o primeiro cliente chegou pouco depois das 18:00h, o segundo uns 40 minutos depois. Depois mais outro, e mais outro, e mais três, e mais dois, e mais outro…. até às 23:00h foi sempre a aviar carimbos. E depois acalmou.

Na cauda do pelotão, quase todos foram parando para dormir pelas aldeias da Estrela, uns a parar mais cedo e a arrancar de madrugada, outros a forçar pela noite dentro e a encostar para descansar quando as pernas não queriam mais 😴

Quase todos estavam ainda longe de Linhares, mas 2 ou 3 pararam a descansar (ou a progredir em slow motion) por perto… e isso implica acordar de 30 em 30 minutos para não ser apanhado a dormir durante o expediente! ⏰

Por volta das 2:00h da manhã, os primeiros pontinhos começam a mexer lá para os lados do Sabugueiro, bem longe de Linhares, e que só chegariam bem depois do dia nascer. Ali mais perto, um dos pontinhos que tinha parado para uma sesta em Folgosinho, voltou a dar sinal de vida às 3:00h da manhã. Ainda dava para dormir um bocadinho mais.

Com a madrugada eles vão começando a chegar. Um a um, até ao último carimbo do CP1.

A esta hora, dois dias depois de fechar o checkpoint de Linhares, ainda muitos destes pontinhos andam espalhados por aí, depois de ir virar ao Xurês e empontar a Sudoeste, rumo ao regresso a Aveiro.

Um grande obrigado ao pela cedência da Escola Aventura para a instalação do checkpoint 🙌


explora o mundo à tua porta

Photos from Portugal Outdoor's post 21/05/2025

Ainda o pó do .cc não assentou e já temos o DUST aqui mesmo à porta! 🚴‍♂️

O DUST é um desafio desorganizado pelo , que desenhou um traçado premium com 115 km de pura gravilha “race” pela melhor seleção de estradões da Zona Oeste. O encontro é já no próximo dia 24 de Maio, às 8h em ponto (cheguem um bocadinho mais cedo) em Santa Cruz.

O evento é totalmente à borliu (como é apanágio nas desorganizações do João Pinto), e a inscrição é facultativa — mas altamente recomendada para facilitar a logística.

Encontram mais informação no site da Desorganização (https://desorganizacao.com) e/ou podem aderir diretamente ao evento na página Ride with GPS do Portugal Outdoor (link na bio).

Para aderirem ao evento no , basta terem uma conta gratuita, seguir o link na bio e clicar no botão “JOIN”. Assim, têm acesso a todas as funções premium da plataforma no vosso telemóvel durante o percurso — ou simplesmente descarregar o track GPX para o vosso GPS.

Juntem-se ao João e venham explorar o mundo à vossa porta!


explora o mundo à tua porta

23/04/2025

Never walk alone 🥾🌲

Com o regresso .outdoor, temos também uma nova companhia nesta cordada: a !

A Yupik é uma das grandes referências nacionais em equipamento técnico para atividades outdoor, por isso fazia todo o sentido juntar-se ao projeto Portugal Outdoor. Já caminhamos lado a lado há algum tempo na promoção da cultura outdoor em Portugal, partilhando valores, ideias e a vontade de ir mais longe.

Agora, com o apoio técnico da Yupik, vamos aproximar ainda mais a comunidade outdoor do equipamento certo para cada aventura — com dicas, reviews, workshops e muitas surpresas pelo caminho ⛺️✨

⏩️ Descobre mais em https://yupik.com.pt
🧭 Segue-nos para conheceres as novidades desta caminhada!


Explora o mundo à tua porta

Photos from Portugal Outdoor's post 20/04/2025

🚴‍♂️ O (evento) Gravel Birds está quase aí... Mas a rota está lá o ano todo!

Podes encontrar toda a informação no Portugal Outdoor para planear a tua próxima aventura.

🗺️ São 750 km entre planícies, serras e trilhos perdidos no tempo — ou 3 loops mais curtos para quem quer começar devagar (ou não tem 10 dias de férias 😅).

Está tudo lá:
✔️ Track GPX (junta-te ao Clube no Ride with GPS)
✔️ Dicas e sugestões
✔️ Serviços existentes ao longo da rota
✔️ Spots para bivaque

Vê o link na bio e parte quando quiseres 🌿


💚 Este é um projeto da comunidade para a comunidade. Se acreditas nisto tanto como nós, considera apoiar o Portugal Outdoor. Todos os conteúdos são gratuitos e abertos — cada apoio conta. Link na bio ✨

📸 Fotografia:


🔗 Parceiros na aventura:
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explora o mundo à tua porta

Photos from Portugal Outdoor's post 16/04/2025

DE VOLTA! 🙌

Depois de uma loooooonga pausa, o Portugal Outdoor está de volta — com imagem mais inspirada, website totalmente redesenhado, conteúdos revistos e atualizados e, finalmente... uma estratégia (mais ou menos) definida 😅

Por enquanto, foi só um arrumar da casa, mas muitas novidades já estão no forno.
A seu tempo, irão saindo por esses campos fora! ⛰️🚴‍♂️🥾


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parceiros na aventura:
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Finalmente vou pegar novamente no projecto da La Raya!

A La Raya é uma rota que imaginei durante a pandemia, mas que apenas tem avançado aos soluços. Amanhã vou arrancar para explorar mais um pouquinho.

Quando a rota estiver terminada, serão cerca de 1500 km entre Caminha e Vila Real de Santo António. O que irá ser desta rota ainda está a marinar, mas concerteza irá ser uma das mais épicas aventuras para se fazer em bicicleta cá pelos nossos lados!

Desta vez vou explorar o sector central, entre o Douro e o Tejo. E a desculpa nem podia ser melhor… já que vou mais uma vez pôr à prova no terreno as minhas bolsas ÓXIDO 😄

Fiquem desse lado, que eu vou dando novidades!

ÓXIDO X PORTUGAL OUTDOOR
cool stuff for the outdoors
hand-made in Portugal
por Rui Ribeiro

#Bikepacking #AdventureCycling #BikeTouring #GravelCycling #CyclingGear #HandmadeGear #CraftedWithCare #SustainableAdventure #OutdoorCrafts #SlowMade #PortugalOutdoor #BikepackingPortugal #CyclingPortugal #ExplorePortugal #ExploreMore #RideYourAdventure #OutdoorsLife #NatureCycling #AdventureReady 03/02/2025

Finalmente vou pegar novamente no projecto da La Raya!

A La Raya é uma rota que imaginei durante a pandemia, mas que apenas tem avançado aos soluços. Amanhã vou arrancar para explorar mais um pouquinho.

Quando a rota estiver terminada, serão cerca de 1500 km entre Caminha e Vila Real de Santo António. O que irá ser desta rota ainda está a marinar, mas concerteza irá ser uma das mais épicas aventuras para se fazer em bicicleta cá pelos nossos lados!

Desta vez vou explorar o sector central, entre o Douro e o Tejo. E a desculpa nem podia ser melhor… já que vou mais uma vez pôr à prova no terreno as minhas bolsas 😄

Fiquem desse lado, que eu vou dando novidades!

ÓXIDO X PORTUGAL OUTDOOR
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hand-made in Portugal
por Rui Ribeiro

Finalmente vou pegar novamente no projecto da La Raya! A La Raya é uma rota que imaginei durante a pandemia, mas que apenas tem avançado aos soluços. Amanhã vou arrancar para explorar mais um pouquinho. Quando a rota estiver terminada, serão cerca de 1500 km entre Caminha e Vila Real de Santo António. O que irá ser desta rota ainda está a marinar, mas concerteza irá ser uma das mais épicas aventuras para se fazer em bicicleta cá pelos nossos lados! Desta vez vou explorar o sector central, entre o Douro e o Tejo. E a desculpa nem podia ser melhor… já que vou mais uma vez pôr à prova no terreno as minhas bolsas ÓXIDO 😄 Fiquem desse lado, que eu vou dando novidades! ÓXIDO X PORTUGAL OUTDOOR cool stuff for the outdoors hand-made in Portugal por Rui Ribeiro #Bikepacking #AdventureCycling #BikeTouring #GravelCycling #CyclingGear #HandmadeGear #CraftedWithCare #SustainableAdventure #OutdoorCrafts #SlowMade #PortugalOutdoor #BikepackingPortugal #CyclingPortugal #ExplorePortugal #ExploreMore #RideYourAdventure #OutdoorsLife #NatureCycling #AdventureReady

Este monte aqui ao fundo da estrada é o Cabeço das Fráguas e para chegar lá ao topo é preciso deixar a bicicleta cá em baixo (mas vale bem a pena a trepada!). É que mesmo lá no topo houve em tempos um altar lusitano, onde os antigos druidas praticavam rituais pagãos, adoravam deuses e sacrificavam animais (yap, tipo filme mas a sério).

Em várias das lages ainda se podem ler as inscrições rupestres (datadas do século II EC) que os Lusitanos nos deixaram como testemunho dos rituais que ali se praticavam. As inscrições encontram-se em língua Lusitana, mas já utilizam caracteres latinos, numa rara demonstração de como se falava a língua nativa lusitana antes de esta se latinizar.

A maior parte dos caracteres é perfeitamente visível e encontra-se patente numa grande laje granítica, praticamente ao nível do solo. À noite e com luz rasante (para forçar o contraste do relevo pela sombra) ainda se lê: “A Trebopala uma ovelha e a Laebo um porco / a Iccona Loiminna uma vaca / a Trebaruna uma ovelha de um ano / e a Reva Tre-(?) um touro de cobrição”.

Imaginar que era ali, naquela lage, que à luz da lua cheia, das fogueiras e dos archotes, que os nossos antepassados sacrificavam animais aos deuses da Terra, dá toda uma nova dimensão a este sítio já de si tão místico. E tudo isto aqui mesmo à minha porta!

Com spots como este aqui por perto não é difícil encontrar inspiração para desenhar, costurar e reinventar as minhas bolsas @oxido.cc. E, se vierem aqui para os meus lados, digam qualquer coisa e vamos pedalar juntos pelo meu quintal 😉

ÓXIDO x PORTUGAL OUTDOOR
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por Rui Ribeiro 18/11/2024

Este monte aqui ao fundo da estrada é o Cabeço das Fráguas e para chegar lá ao topo é preciso deixar a bicicleta cá em baixo (mas vale bem a pena a trepada!). É que mesmo lá mesmo no topo houve em tempos um altar lusitano, onde os antigos druidas praticavam rituais pagãos, adoravam deuses e sacrificavam animais (yap, tipo filme mas a sério).

Em várias das lages ainda se podem ler as inscrições rupestres (datadas do século II EC) que os Lusitanos nos deixaram como testemunho dos rituais que ali se praticavam. As inscrições encontram-se em língua Lusitana, mas já utilizam caracteres latinos, numa rara demonstração de como se falava a língua nativa lusitana antes de esta se latinizar.

A maior parte dos caracteres é perfeitamente visível e encontra-se patente numa grande laje granítica, praticamente ao nível do solo. À noite e com luz rasante (para forçar o contraste do relevo pela sombra) ainda se lê: “A Trebopala uma ovelha e a Laebo um porco / a Iccona Loiminna uma vaca / a Trebaruna uma ovelha de um ano / e a Reva Tre-(?) um touro de cobrição”.

Imaginar que era ali, naquela lage, que à luz da lua cheia, das fogueiras e dos archotes, que os nossos antepassados sacrificavam animais aos deuses da Terra, dá toda uma nova dimensão a este sítio já de si tão místico. E tudo isto aqui mesmo à minha porta!

Com spots como este aqui por perto não é difícil encontrar inspiração para desenhar, costurar e reinventar as minhas bolsas ÓXIDO. E se vierem aqui para os meus lados, digam qualquer coisa e eu posso-vos levar a passear pelo meu quintal 😉

ÓXIDO x PORTUGAL OUTDOOR
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hand-made in Portugal
por Rui Ribeiro

Este monte aqui ao fundo da estrada é o Cabeço das Fráguas e para chegar lá ao topo é preciso deixar a bicicleta cá em baixo (mas vale bem a pena a trepada!). É que mesmo lá no topo houve em tempos um altar lusitano, onde os antigos druidas praticavam rituais pagãos, adoravam deuses e sacrificavam animais (yap, tipo filme mas a sério). Em várias das lages ainda se podem ler as inscrições rupestres (datadas do século II EC) que os Lusitanos nos deixaram como testemunho dos rituais que ali se praticavam. As inscrições encontram-se em língua Lusitana, mas já utilizam caracteres latinos, numa rara demonstração de como se falava a língua nativa lusitana antes de esta se latinizar. A maior parte dos caracteres é perfeitamente visível e encontra-se patente numa grande laje granítica, praticamente ao nível do solo. À noite e com luz rasante (para forçar o contraste do relevo pela sombra) ainda se lê: “A Trebopala uma ovelha e a Laebo um porco / a Iccona Loiminna uma vaca / a Trebaruna uma ovelha de um ano / e a Reva Tre-(?) um touro de cobrição”. Imaginar que era ali, naquela lage, que à luz da lua cheia, das fogueiras e dos archotes, que os nossos antepassados sacrificavam animais aos deuses da Terra, dá toda uma nova dimensão a este sítio já de si tão místico. E tudo isto aqui mesmo à minha porta! Com spots como este aqui por perto não é difícil encontrar inspiração para desenhar, costurar e reinventar as minhas bolsas @oxido.cc. E, se vierem aqui para os meus lados, digam qualquer coisa e vamos pedalar juntos pelo meu quintal 😉 ÓXIDO x PORTUGAL OUTDOOR cool stuff for the outdoors hand-made in Portugal por Rui Ribeiro

Photos from Portugal Outdoor's post 03/04/2024

A acabou de lançar um novo guiador dropbar sobreelevado (chamado Top Shelf Bar) e acharam por bem enviar-me um para testar antes do lançamento:
- Hey, queres experimentar o nosso novo guiador meio esquisito?
- Hell yeah, esquisito é o meu nome do meio. Bring it on! 🤟

E pronto. Se a minha bike já era um sofá, agora passou para o próximo nível. Só falta montar um suporte para o LCD de 50” no guiador (estão a perceber a dica, ? 😆).

Como ainda me estou a habituar ao novo setup, ainda não posso dar uma opinião mais ajuizada, mas para já as minhas costas agradecem a posição mais descontraída a pedalar. Obviamente que há perdas aerodinâmicas com este guiador, mas para quem anda numa bike que pesa 15kg e com um selim de pasteleira em cabedal, a performance não é propriamente uma prioridade… 😜

Para além da melhoria no conforto, as outras vantagens óbvias são o aumento de espaço disponível para meter gadgets no guiador (isto para mim nunca é demais!) e uma melhor fixação da bagagem no guiador (para quem faz bikepacking).

A também anunciou que lá para o Verão vai ter uma bolsa de guiador própria, mas nessa altura já eu vou estar a usar a oitava versão/cor de uma bolsa .cc feita à medida 😉

Quando tiver mais uns kms metidos no “guiador da prateleira de cima” volto cá para dar o meu feedback. E entretanto, se tiverem interesse em comprar alguma coisa da Redshift, usem o código PORTUGALOUTDOOR para terem 15% de desconto (e eu também ganho uns trocos deste lado).

>> https://redshiftsports.com?aff=15



explora o mundo à tua porta

Photos from Portugal Outdoor's post 22/02/2024

Ontem foi mais um dia horrível a viver no “interior”. O céu nem sequer estava azul e tive que acordar à pressa para evitar o trânsito que aqui nunca existe.

Visto calças, calções ou corsários? Nesta Primavera fora de tempo, todos os dias temos que tomar decisões difíceis. Optei pelos corsários.

Tomei o café a olhar pela janela. Que desperdício de espaço este imenso Vale do Mondego, nem um prédio se vê daqui. Daqui até Vila Soeiro caberiam milhares de prédios, condomínios, estacionamentos, viadutos, centros comerciais e hipermercados. Que falta de visão!

Tinha combinado ir encontrar-me com um amigo para pedalar um pouco antes do regresso da chuva. Meti a bicicleta no carro e, por causa do trânsito infernal da estrada da Velosa, levei quase 17 minutos para fazer 15 km. A sorte foi que não apanhei nenhum rebanho de ovelhas a atravessar a estrada, senão ainda teria sido pior.

A rota estava mais ou menos planeada: início e fim seria certo em Vila Franca das Naves e, pelo meio, ir tomar um café à aldeia medieval de Moreira de Rei. Os caminhos seriam uma mistura de terra e asfalto a ligar aldeias que às vezes nem aparecem no mapa.

As estradas asfaltadas por aqui são uma vergonha. O mínimo num país civilizado seriam 3 faixas em cada sentido, mas aqui nem marcações pintadas no chão existem. E, se houvessem aqui carros, só passaria um de cada vez! Vergonha.

E as aldeias? O que aqui se passa é mais uma autêntica vergonha. O país inteiro (vá, pelo menos o país que interessa) a passar por uma terrível crise na habitação e aqui é só casas vazias e ao abandono. Esta gente do interior é mesmo egoísta.

Chegados a Moreira de Rei, mais uma desilusão. O castelo era só um monte de pedras em cima de outras pedras ainda maiores. Poderiam ter filmado ali boa parte do Game of Thrones, de tão desinteressante que é este lugar. E o café? Pois, ali não há. Lá tivemos que fazer mais uns kms à procura de cafeína.

Que raio de ideia viver no "interior"!

outdoor x .cc
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Photos from Portugal Outdoor's post 30/01/2024

Já faz algum tempo que não faço nenhum post por aqui.

Em Setembro passado, durante uma volta de 5 dias em bicicleta pelo sector transmontano da La Raya, decidi que queria começar um novo projecto: aprender a costurar e a criar os meus próprios equipamentos outdoor.

A ideia era antiga, mas foi naquele instante que tudo passou a fazer sentido. Algures entre Rio de Onor e Alcanizes começou a nascer a .cc

Com toda a minha energia canalizada para a ÓXIDO, o projecto Portugal Outdoor foi naturalmente passando para segundo plano, mas, na verdade, há já algum tempo que o Portugal Outdoor estava a precisar de um abanão. Com esta pausa sabática têm surgido muitas ideias novas e em breve darei por aqui novidades.

Mas, entretanto, aproveitem para ir conhecer a ÓXIDO aqui na porta ao lado 😉
>> www.instagram.com/oxido.cc

Prototipar e testar novos produtos leva o seu tempo e, por isso, ainda tenho poucos artigos para venda. As mini carteiras outdoor têm feito um enorme sucesso, as bolsas de cintura já começam a andar por aí e os sacos de bikepacking estão quase quase em versão final para começar a aceitar encomendas!

Como faço tudo por encomenda, as cores são sempre à escolha e todos os detalhes podem ser facilmente customizados.

Para saberem mais ou fazer as vossas encomendas, sigam a .cc, mandem mensagem privada ou email para [email protected]!

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