13/09/2020
Talvez as clássicas nos dêem o pequeno gosto da poesia que o mundo esqueceu de dar à vida.
As pessoas costumam confundir o velho com o antigo. O primeiro não exige nenhum esforço para obtê-lo , apenas devemos deixar o tempo agir de forma predominante e covarde ; enquanto o segundo exige de nós o máximo de carinho , respeito e amor tornando-o tão único e especial...e aí podemos chamá-lo de clássico.
As motos novas correm como que atrás de um tempo perdido. As motos antigas fizeram do tempo seu melhor amigo.
A tua moto nova daqui há dez anos será uma moto velha, a minha continuará a ser uma clássica.
05/09/2020
1967- 2018
A mesma mota, o mesmo casal, o mesmo local.
Bom dia
04/09/2020
Ser ou não ser !
Ser motard é muito mais complicado do que realmente parece. Os verdadeiros motard hoje em dia não são muitos, no entanto são cada vez mais motas na estrada!
Motard não esta relacionado com a mota, o capacete, casaco e muito menos com o clube associado!
Tem a ver com o espírito.
O respeito na estrada desde o peão até ao "motão" define o que representa ser motard.
Se vais de carro e até nunca andaste de mota , mas facilitas a passagem ao motoqueiro porque percebes que ele pode ir à vida dele , já estás a ser motard e nem mota tens! Agora se tens uma super moto e vais na estrada abanar tudo o que mexe, não respeitas nada nem ninguém és so um corredor estúpido.
O motard olha para a estrada como o nadador salvador olha para o mar.. Sempre com respeito.
29/08/2020
O valor das coisas depende da importância que lhes damos.
Nos anos 80/90 motorizadas como as velhinhas eram para a grande maioria das famílias portuguesas, o único meio de transporte.
Por causa delas o pai de família podia ir trabalhar para trazer o sustento para casa quando nós ainda crianças não tinhamos sequer noção da sua importância.
Foram a razão e a subsistência de muita gente nos anos em que ter carro era um luxo.
Elas representam para nós a familía, o orgulho, a vaidade mas principalmente a humildade. Sempre que saímos juntos nunca será um simples passeio, será uma homenagem, uma dedicatória aos que sempre fizeram de tudo por nós.
Elas representam muito mais do que parece e por isso quando se riem porque elas são velhas, nós rimos mais ainda.
VGMJR
26/08/2020
70 anos depois... Espera aí!
O cão ?
25/08/2020
Queriamos dar os parabéns ao Miguel Oliveira e dizer-lhe que se tivesse usado essa mota , não era preciso esperar pela última curva para ganhar...
Sem necessidade Miguel, mas pronto!
Um abraço das velhinhas
22/08/2020
Era uma vez dois amigos que tinham algumas coisas em comum,
a maior era beber.
Um dia decidiram arrumar,
cada um o seu barraco lá em casa
e encontraram-nas(as gostosas velhinhas)! Foi sem querer...
Sacudiram-lhes o pó, as teias de ar**ha
um rato que já estava lá morto à muito tempo
e fizeram-se à estrada.
A primeira saída foi em Julho de 2013
e não foi uma viagem fácil.
Estava muito calor, a experiência era como o nosso estilo,
muito pouco e trezentos metros depois de arrancar,
a gasolina acabou...
Que vergonha ! Nem o capacete tirou..
Lá foi ele de casaco de pele e capacete integral
estrada fora "com ela na mão".
Até à bomba mais próxima , passou-se uma vida...
Lá conseguiram chegar finalmente,
um deles aprumadinho,
o outro parecia que tinha acabado de assar
doze frangos na churrasqueira, que coisa horrível!
Gasolina finalmente, só que não!
A Bomba não tinha mistura,
no desespero de voltar atravessar o deserto com "ela na mão", compramos uma garrafa de água,
uma embalagem de óleo Castrol de um litro
e três litros de 95 sem chumbo...
NUMA BOMBA DE GASOLINA!
Ou seja contas feitas, uma hora de viagem a pé
menos quarenta euros, menos dez quilos
isto tudo ainda eram dez da manhã!
A água era para beber e a garrafa pra fazer a mistura!
Com toda aquela confusão quase acontecia o contrário;
Quando chegamos ao destino,
a ideia seria tomar o pequeno almoço,
no entanto fomos abordados por um senhor barrigudo,
vermelho(cor de perú) com uma voz digna
dum filme de terror dos anos 90.
Apresentou-se como o ex segurança da discoteca Swing
corria o ano de 1988.
Agora é apenas um reformado alcoólico,
(ter admitido é o primeiro passo para o tratamento)
que nesses anos dourados
tinha 6 motas iguais às nossas
e uma carrinha Opel Kadett
onde metia lá dentro as amigas da disco
e metia-lhes com força em plena avenida dos aliados...
O Sá Leão daqueles tempos! Que classe!
Depois de alguns passeios,
um terceiro amigo aos poucos foi-se apaixonando
(não por nós, pelas velhinhas).
Em 2017 adquiriu uma velhinha
e juntou-se a nós nas voltinhas,
tendo sido dele a ideia
de formar o grupo das velhinhas.
A foto não é correspondente à história contada,
essas para bem de todos decidimos apagar.
Também não serão colocadas fotos
nossas com regularidade
mas das velhinhas e das suas histórias.
Elas serão as atrizes principais.
EFS Zundapp de Luxo 1964 - 3 velocidades
Casal Boss K168 1982 - 2 velocidades
Casal Boss K168 1986 - 2 velocidades
Seremos mais ativos a partir de agora.
Para terminar e depois deste primeiro encontro
que partilhámos aqui
e desta experiência em conhecer
pessoas cheias de conhecimento,
cultura e sabedoria, decidimos criar um nosso grupo,
que é muito peculiar ...
E aproveitamos para pedir que gostem de nós
só se gostarem muito... Se não, não gostem.
17/05/2020
Hoje reunião de condomínio com produtividade.
Mais moradores presentes e sempre com o devido respeito e distânciamento.
Tentativa de chegar a um acordo sem resultados... Nova reunião agendada para o próximo sábado. São obrigatórios os seguintes documentos :
- Caderneta predial
- Minis
16/05/2020
Amanhã é dia 🚦devagarinho mas sempre com muito estilo 😎
14/05/2020
As Velhinhas já têm saudades de um dia de praia... como a idade e um posto, tiveram direito a lugar cativo 😏