Eu conheci uma pessoa muito incrível!❤
Alguém que me compreende, que sabe dos meus medos e traumas, mas nunca me julgou, muito pelo contrário, sempre me apoiou e me deu forças quando eu estava desabando! Essa pessoa nunca mediu esforços pra me fazer feliz, e eu sou muito grata pela vida dela!
Mas, em meio a tudo isso, eu tenho medo de perder essa pessoa, tenho medo dela encontrar alguém melhor que eu, tenho medo de não ser suficiente, tenho medo dela ir embora como todas as outras que falaram que permaneceriam pra sempre! Enfim, eu sou muito grata por tudo que esse alguém tem feito por mim, mas o medo de não ser suficiente me consome!
Aurelio Dudú
Para Tú Estares Mas Informado Contacto 928592004
Espero que você superes dias difíceis, e que saiba que tudo passa. Sei que a vida ainda é complicada, mas também é linda de viver, independente do que você está passando, saiba que você é suficiente e forte para superar.
Conhecimento científico
Engloba todas as informações e fatos que foram comprovados com base em análises e te**es científicos. Para isso, no entanto, o objeto analisado deve passar por uma série de experimentações e análises que atestam ou refutam determinada teoria.
O conhecimento científico está relacionado com a lógica e o pensamento crítico e analítico. Representa o oposto do conhecimento empírito e do senso comum.
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Conhecimento teológico (religioso)
Este tipo de conhecimento está baseado na fé religiosa, acreditando que esta é a verdade absoluta e apresenta todas as explicações para os mistérios que rondam a mente humana. Não há a necessidade de verificação científica para que determinada "verdade" seja aceita sob a ótica do conhecimento religioso.
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Conhecimento empírico
É o chamado "conhecimento vulgar" ou o senso comum. Esse tipo de conhecimento surge a partir da interação e observação do ser humano com ambiente que o rodeia. Por ser baseado nas experiências, o conhecimento empírico não costuma apresentar a legitimidade da comprovação científica.
Ao contrário do conhecimento científico, não há uma preocupação em refletir criticamente sobre o objeto de observação, limitando-se apenas a dedução de uma ação.
Justamente por ser adquirido unicamente por observação e com base em deduções simples, o conhecimento empírico é muitas vezes suscetível a erros.
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Conhecimento filosófico
Representa um meio-termo entre o conhecimento científico e o empírico, pois nasce a partir da relação do ser humano com o seu cotidiano, mas baseado nas reflexões e especulações que este faz sobre todas as questões imateriais e subjetivas.
Esse tipo de conhecimento foi construído devido a capacidade do ser humano de refletir. Mesmo sendo de natureza racional, o conhecimento filosófico dispensa a comprovação científica, uma vez que o objeto de análise deste não consiste em coisas materiais.
É graças ao conhecimento filosófico que são construídas ideias, conceitos e ideologias que buscam explicar, de modo racional, diversas questões sobre o mundo e a vida humana.
Alguns estudiosos também consideram o conhecimento filosófico um intermédio entre o conhecimento científico e o conhecimento teológico (religioso).
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Conhecimento tácito
Assim como o conhecimento empírico, o conhecimento tácito se baseia nas experiências vivenciadas individualmente por cada pessoa ao longo da vida.
Este é um conhecimento particular do indivíduo, sendo a sua explicação óu ensinamento para outras pessoas através de métodos didáticos convenciais difícil ou impossível.
O conhecimento é a capacidade humana de entender, apreender e compreender as coisas, além disso ele pode ser aplicado, criando e experimentando o novo.
O conhecimento é a substantivação do verbo conhecer. Conhecer é o ato de entender, compreender, apreender algo por meio da experiência ou do raciocínio. O conhecimento fascina a humanidade desde a Antiguidade, quando a Filosofia passou a pensar os modos como o ser humano pode conhecer a verdade.
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Significado de conhecimento
A palavra conhecimento tem origem no latim, da palavra cognoscere, que significa "ato de conhecer". Conhecer, no latim, também advém do mesmo radical "gno", presente na língua latina e no grego antigo, da palavra "gnose", que significa conhecimento, ou "gnóstico", que é aquele que conhece.
Conhecer é o ato de apreender, de ser capaz de abstrair leis do entendimento e entender algo. Conhecimento é o atributo de quem conhece, isto é, é aquilo que resulta do ato de conhecer, entender etc.
O conhecimento é possível apenas ao ser humano. Os animais, por outro lado, desenvolvem mecanismos de aprendizagem por meio da experiência prática e da repetição de experiências, porém o conhecimento complexo, efetivo e racional somente é apreendido por nós.
Isso ocorre porque o conhecimento bem estruturado que desenvolvemos só pode ser elaborado, organizado, codificado e decodificado pela linguagem e por nossos mecanismos racionais (linguagem e raciocínio são elementos necessariamente interligados, sendo impossível determinar qual tenha surgido primeiro no ser humano, visto que há uma interdependência entre ambos).
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Quais os tipos de conhecimento
Desde que a linguagem foi desenvolvida, o ser humano busca mecanismos para conhecer e estabelecer relações entre o mundo e as suas experiências com ele, tentando desmistificar e entender a complexidade da existência. Por isso, desenvolvemos, ao longo de mais ou menos dez milênios, variadas formas de entender o mundo, o que atesta a existência de diversos tipos diferentes de conhecimento.
Conhecimento de senso comum
É um dos tipos mais abrangentes do conhecimento humano, pois está baseado nas vivências particulares e sociais, partilhadas por meio de trocas de experiências e das relações hereditárias. O conhecimento de senso comum parte da sabedoria popular e da manifestação de opiniões, podendo ter um valor e uma importância por estar intimamente ligado à formação cultural.
O conhecimento de senso comum também pode manifestar crenças e opiniões verdadeiras, porém é necessário ter cuidado com esse tipo de conhecimento quando se quer algo para se embasar e afirmar com certeza, pois o conhecimento de senso comum não requer nenhum tipo de validação ou método que ateste o seu sentido lógico racional ou a sua veracidade.
Conhecimento teológico
Esse tipo de conhecimento também habita a sociedade e os modos particulares da vida humana, visto que o ser humano busca a religião desde o início para explicar aquilo que é, até o momento, inexplicável. Podemos estabelecer duas marcas dentro do registro acerca do conhecimento teológico.
Uma delas é a religião em si, que o ser humano busca como forma de conforto e explicação "sobrenatural", e a outra é o registro da Teologia, enquanto um ramo do saber científico que tenta criar uma estrutura de fatos e elementos que compõem as religiões. O conhecimento teológico, enquanto religião em si, está baseado na fé pessoal que as pessoas manifestam e em elementos da própria religião, com escrituras, práticas, rituais, dogmas, crenças etc.
Conhecimento filosófico
A Filosofia surgiu como um conjunto de saberes necessários para questionar e, às vezes, complementar o conhecimento fornecido pelo senso comum e pela religião. A Filosofia é uma forma de estabelecer normas para a obtenção de um tipo de conhecimento mais seguro, assim como a ciência, mas não podemos dizer que o conhecimento científico acontece da mesma forma que o conhecimento filosófico. A Filosofia, nesse sentido, é a mãe de todas as ciências, pois ela foi a primeira a buscar uma maneira de conhecer as coisas com mais segurança.
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Conhecimento científico
Esse tipo, por sua vez, deve ser rigorosamente testado e verificado, o que garante a ele maior veracidade. Isso faz com que busquemos a ciência para determinar formas válidas e corretas de pensamento, para que não caiamos no erro com facilidade.
É tarefa do cientista, sobretudo dos que trabalham com as ciências naturais, observar fenômenos, identificar problemas, formular hipóteses, testar para verificar as hipóteses formuladas, formular deduções e concluir a sua tarefa por meio da formulação de teorias.
Conhecimento para a Filosofia
A Filosofia lida, desde o seu surgimento, com a questão do conhecimento, visto que ela surge para apresentar uma nova forma de conhecer o mundo. Ao longo de sua história, os filósofos apresentaram diferentes teorias sobre o modo como o ser humano conhece e as formas de se conhecer.
Se levarmos em consideração o conhecimento na Antiguidade, Platão admite a existência de apenas dois graus do conhecimento: o sensível e o inteligível. O sensível, causado por dados oriundos dos sentidos do corpo, era inferior e enganoso, enquanto o inteligível era racional e superior.
Já Aristóteles estabelece uma mistura de vários graus diferentes do conhecimento que deve passar, necessariamente, pelo conhecimento sensível para que desperte na pessoa uma informação. As teorias desses dois pensadores influenciaram todo o debate sobre o conhecimento sustentado por filósofos posteriores.
As formas de se conhecer deram origem ao campo da Filosofia chamado Epistemologia, que formula as bases da teoria do conhecimento. Outra área que surge é a Filosofia da Ciência, que busca problematizar a questão do método e do conhecimento científico, proporcionando avanços para utilização da própria ciência.
Se considerarmos as questões históricas dentro da Filosofia da Ciência, temos o momento, na Modernidade, em que Galileu Galilei, pela primeira vez, dedicou-se a explicar a necessidade de se atingir um método para alcançar um conhecimento científico.
Porém, o embate acerca do conhecimento que mais marcou a Modernidade foi a querela entre empiristas e racionalistas. Os empiristas defendiam que o conhecimento é obtido apenas mediante a experiência prática e sensível, que por meio dos dados obtidos pelos órgãos dos sentidos e enviados ao cérebro produzem as ideias. Os principais empiristas que estão defendendo a experiência como modo de acessar o conhecimento verdadeiro são John Locke e David Hume.
John Locke é uma importante figura do empirismo moderno.
Já os racionalistas defendiam que a origem do conhecimento é puramente racional e intelectual, não sendo necessariamente afetada pelo meio externo. René Descartes, por sua vez, é um filósofo racionalista que defende que o conhecimento verdadeiro é única e exclusivamente obra de nossos raciocínios, e que devemos desconfiar de qualquer tipo de conhecimento advindo dos sentidos do corpo, pois estes, segundo Descartes, poderiam nos enganar.
Paul Feyerabend, filósofo da ciência do século XX, ao contrário da tradição anterior, dedicou-se a defender uma ciência anarquista, livre de métodos e regras fixas, mais aberta para a pluralidade e criatividade. Em seu livro A ciência em uma sociedade livre, o pensador contemporâneo fala da importância de se libertar o trabalho científico de métodos e amarras, o que gerou críticas e um intenso debate no campo da Filosofia da Ciência e da própria ciência.
O também filósofo e estudioso de Epistemologia contemporâneo Thomas Kuhn foi um intenso crítico do trabalho de Feyerabend, pois acreditava que o essencial da ciência era a confiabilidade de seu método.
Friedrich Nietzsche fundou uma nova vertente epistemológica que ele chamou de perspectivismo, que defende a não possibilidade da pretensão positivista de basear o conhecimento, sobretudo nas Ciências Sociais e na História, em fatos, pois o que acontece é narrado a partir de perspectivas.
O livro publicado em 1874, intitulado da Utilidade e Desvantagem da História para a Vida (o segundo livro que o filósofo lançou em uma série de quatro escritos intitulada Considerações extemporâneas) centraliza a crítica de Nietzsche sobre o conhecimento histórico feito até então, baseado na busca por fatos, mas sem se dar conta de que um fato pode ter a versão ou a interpretação de uma ou mais pessoas que vivenciaram um acontecimento.
O conhecimento é a capacidade humana de apreender algo. A partir do que for apreendido, pode-se criar, como fazem as ciências e as artes.
O conhecimento é a capacidade humana de apreender algo. A partir do que for apreendido, pode-se criar, como fazem as ciências e as artes.
Publicado por Francisco Porfírio
O que é Ciência?
Realmente, sabemos o que é ciência? Etimologicamente, o termo ciência deriva do verbo em latim Scire, que significa aprender, conhecer. Essa definição etimológica, contudo, é insuficiente para distinguir ciência de outras atividades também relacionadas com o aprendizado e o conhecimento (PRODANOV; FREITAS, 2013).
O ser humano, perante a necessidade de entender e dominar o meio, ou o mundo, em seu proveito e da sociedade da qual é integrante, acumula conhecimentos racionais sobre seu meio e sobre as ações capazes de modificá-lo. Essa série constante de acrescentamentos de conhecimentos racionais e mensuráveis da realidade denominamos ciência. Em decorrência da frequente busca da verdade cientifica realizada pelo homem, o avanço da ciência se tornou presente, expandindo, aprofundando, esmiuçando e, algumas vezes, se apossando de conhecimentos anteriores. Desta forma, se pode dizer que a ciência é exata por um tempo delimitado, ou seja, até que ocorram novas transformações, tornando-a assim, falível (FACHIN, 2011).
Um primeiro conceito de ciência diz que ela se identifica com um conjunto de procedimentos que permite a distinção entre aparência e essência dos fenômenos perceptíveis pela inteligência humana. As peculiaridades de seu método diferenciam a ciência das muitas formas de conhecimento humano. E uma de suas particularidades é aceitar que nada é eternamente verdadeiro. O dogma não encontra lugar na ciência. A ciência divide-se inicialmente em lógicas (se subdividem em lógica e matemática) e empíricas (se subdividem em naturais e ciências sociais). A comunidade cientifica de um ramo possui características comuns quanto aos métodos que utiliza para investigar a realidade. (MEDEIROS, 2019).
“A ciência se faz quando o pesquisador aborda os fenômenos aplicando recursos técnicos, seguindo um método e apoiando-se em fundamentos epistemológicos”.
A ciência usa um método particular, o método científico, elemento essencial do processo do conhecimento efetuado pela ciência para distingui-la, não apenas do senso comum, mas também das outras modalidades de expressão da subjetividade humana, como a filosofia, a arte, a religião. Trata-se de uma somatória de procedimentos lógicos e de técnicas operacionais que possibilitam o acesso às relações causais constantes entre os fenômenos (SEVERINO, 2016, p. 106).
Ao analisar o desenvolvimento histórico da ciência, se verifica que ela concerne em uma busca, uma investigação permanente, e incessante de soluções e explicações para os problemas propostos (FACHIN, 2011).
Índice de Conteúdos
Outros Conceitos de Ciência
Natureza da Ciência
Componentes da Ciência
Características da Ciência
Neutralidade da Ciência
Funções da Ciência
Objetivos da Ciência
Classificação e Divisão da Ciência
Classificação de Comte
Variação da classificação de Comte
Classificação de Carnap
Classificação de Bunge
Classificação de Wundt
Classificação adotada
Ciências Formais e Factuais
Outros Conceitos de Ciência
Segundo Lakatos (2011), entende-se por ciência uma sistematização de conhecimentos, um agrupamento de preposições logicamente relacionadas sobre o comportamento de determinados fenômenos que se pretende estudar.
Ainda segundo o Lakatos (2011, p. 21), diversos autores definiram o que se entende por ciência, de forma incompleta, segue os mais comuns:
“Acumulação de conhecimento sistemáticos”.
“Atividade que se propõe a demonstrar a verdade dos fatos experimentais e suas aplicações práticas”.
“Caracteriza-se pelo conhecimento racional, sistemático, exato, verificável e, por conseguinte, falível”.
“Conhecimento certo do real pelas suas causas”.
“Conhecimento sistemático dos fenômenos da natureza e das leis que o regem, obtido pela investigação, pelo raciocínio e pela experimentação intensiva”.
“Conjunto de enunciados lógica e dedutivamente justificados por outros enunciados”.
“Conjunto orgânico de conclusões certas e gerais, metodicamente demonstradas e relacionadas com o objeto determinado”.
“Corpo de conhecimentos consistindo em percepções, e experiências, fatos certos e seguros”.
“Estudo de problemas solúveis mediante método científico”.
“Forma sistematicamente organizada de pensamento objetivo”.
Para Trujillo (1974, p.8) apud Lakatos (2011, p. 22):
“… a ciência é todo um conjunto de atitudes e atividades racionais, dirigidas ao sistemático conhecimento com objeto limitado, capaz de ser submetido a verificação”.
Enquanto Fachin (2017), define a ciência como “progresso permanente de acúmulo de conhecimentos sobre algo e de ações racionais, sistemáticas, exatas e verificáveis, capazes de transformá-las”.
Natureza da Ciência
A palavra ciência pode ser entendida em dois conceitos:
Latu sensu: contém o significado de “conhecimento”;
Stricto sensu: refere-se a um conhecimento que permite apreender e/ou registrar fatos, os demostrando por suas causas constitutivas ou determinantes.
Quando se fala na natureza da ciência, podem ser apontadas duas dimensões: a compreensiva(contextual ou de conteúdo) e a metodológica (operacional), contendo aspectos lógicos e técnicos. Pode-se definir o aspecto lógico da ciência como o método de raciocínio e de inferência sobre fenômenos já conhecidos ou a serem pesquisados; em outras palavras, pode-se considerar que “o aspecto lógico constitui o método para construção de proposições e enunciados”, objetivando, dessa maneira, uma descrição, interpretação, explicação e verificação mais precisas (LAKATOS, 2011).
Componentes da Ciência
Objetivo ou finalidade: preocupação em distinguir a característica comum ou as leis gerais que regem os eventos;
Função: aperfeiçoamento, através do crescente acervo de conhecimento, da relação do homem com o seu mundo;
Objetos: Pode ser material: aquilo que se pretende estudar, analisar, interpretar ou verificar, de modo geral, ou formal, o enfoque especial, entre as diversas ciências que possuem o mesmo objeto material.
Características da Ciência
Objetividade– descreve a realidade independentemente dos caprichos do pesquisador;
Racionalidade– obtém seus resultados através da razão e não impressões do pesquisador;
Sistematicidade– preocupa-se em construir sistemas de ideias organizadas racionalmente e em incluir os conhecimentos parciais em totalidades cada vez mais amplas;
Generalidade– busca elaborar leis ou normas gerais, que explicam todos os fenômenos de certo tipo;
Verificabilidade– possibilita sempre demonstrar a veracidade das informações;
Falibilidade – Ao contrário de outros sistemas de conhecimento elaborados pelo homem, reconhece sua própria capacidade de errar (ASSIS, 2009).
Neutralidade da Ciência
A neutralidade cientifica pressupõe que o autor evite ao máximo a subjetividade, ou seja, ele deve manter-se distante de suas emoções durante a construção do conhecimento e precisa evitar o “achismo” para não interferir nos resultados das pesquisas. “É preciso que o pesquisador tenha consciência da possibilidade de sua formação moral, religiosa, cultural e de sua crença de valores para resultados da pesquisa não sejam influenciados”.
Produzir ciência é um ato possível a todos que buscam explicações para melhor entendimento da realidade empírica; não é privilégio somente de sábios e iluminados. Etimologicamente ciência quer dizer quer dizer racionalidade, objetividade, sistematização de ideias e possibilidade de verificação e demonstração através de informações obtidas no processo de estudo e/ou pesquisa, independentemente do ponto de vista do pesquisador. (OLIVEIRA, 2018).
Funções da Ciência
As funções da ciência são basicamente descrever, explicar e prever os dados que limitam e/ou integram a realidade em estudo, tornando o mundo inteligível mediante interpretações ordenadas do mesmo. A ciência nessa tríplice função vale-se de um instrumento, o método científico, um de seus instrumentos determinantes e importantes para a realização de seus objetivos. (LEÃO, 2017).
Objetivos da Ciência
De acordo com Dencker e Viá (2001) os objetivos sejam básicos ou específicos da ciência são:
Buscar um conhecimento coerente e empiricamente demonstrável, isto é, produzir um conjunto de afirmações sobre um objetivo que sejam mutuamente compatíveis;
É a correspondência entre a afirmação e os fatos. Construir a teoria através das relações entre fatos e afirmações;
Integrar os paradigmas. Obter compatibilidade com o conhecimento existente;
Sistematizar o conhecimento científico;
Gerar novos conhecimentos.
Classificação e Divisão da Ciência
A complexidade e diversidade do universo, assim como dos fenômenos que nele se manifestam, aliadas à necessidade do homem entendimento dos mesmos, levaram ao surgimento de diversos ramos de estudo e ciências específicas as quais precisam de uma classificação, seja de acordo com sua ordem de complexidade, ou de acordo com seu conteúdo: objeto ou temas, diferença de enunciados e metodologia empregada (LAKATOS, 2011).
Classificação de Comte
Uma das primeiras classificações foi estabelecida por Augusto Comte. Para ele, as ciências, se apresentam de acordo com a ordem crescente de complexidade: Matemática, Astronomia, Física, Química, Biologia, Sociologia e Moral. Outros autores utilizaram também o critério da complexidade crescente, originando classificações com pequenas diferenças em relação à Comte.
Variação da classificação de Comte
Variação da classificação de Comte
Alguns autores classificam as ciências segundo um critério misto, utilizando a complexidade crescente, de acordo com o conceito de Comte, aliada ao conteúdo (NÉRICI, 1978, p.113 apud Lakatos, 2011, p.25).
Classificação de Carnap
Quanto à classificação em relação ao conteúdo, podemos citar, inicialmente, a de Rudolf Carnap. Para esse autor, as ciências dividem-se em:
Formais: contêm apenas enunciados analíticos, isto é, cuja verdade depende unicamente do significado de seus termos ou de sua estrutura lógica.
Factuais: além dos enunciados analíticos, contêm sobretudo os sintéticos, aqueles cuja verdade depende não só do significado de seus termos, mas igualmente, dos fatos a que se referem.
Classificação de Bunge
Mario Bunge, partindo da mesma divisão em relação às ciências, apresenta a seguinte classificação (1976, p. 41 apud Lakatos, 2011, p.26):
Classificação de Bunge
Classificação de Wundt
Por sua vez, Wudt indica a seguinte classificação:
Classificação conforme Wundt
Classificação adotada
Das classificações vistas, percebe-se que não há um consenso entre os autores, nem sequer quando se trata da diferença entre ciências e ramos de estudo: o que para alguns é ciência, para outros ainda permanece como ramo de estudo, e vice-versa.
Baseando-se em Bunge, apresentamos a seguinte classificação das ciências:
Classificação e divisão da ciência adotada
Classificação adotada
Ciências Formais e Factuais
A primeira e mais fundamental diferença existente entre as ciências se refere às ciências formais (estudo das ideias) e as ciências factuais (estudo dos fatos). Entre as primeiras, encontram-se a lógica e a matemática, que não tendo relação com algo encontrado na realidade, não pode valer-se dos contatos com essa realidade para convalidar fórmulas. Por outro lado, a física e a sociologia, sendo ciências factuais, referem-se a fatos que supostamente ocorrem no mundo e, em consequência, recorrem à observação e a experimentação para comprovar (ou refutar) suas formulas (hipóteses).
Referências Bibliográficas:
ASSIS, Maria Cristina de. Metodologia do trabalho científico. In: Evangelina Maria B. de Faria; Ana Cristina S. Aldrigue. (Org.). Linguagens: usos e reflexões. 3. Ed. João Pessoa: Editora Universitária UFPB, 2009. Disponível em:
Para mim você já é prioridade, você não tem competição. Vou te amar e confiarei em você mais do que em ninguém, te respeitarei, darei seu lugar em todos os momentos e sempre contará comigo para qualquer coisa.
Mas só há uma condição.
Por favor, não me decepcione. ❤️
Course
Sempre peça a🙏 Deus para lhe dar o que você 😊merece, não o que ☺deseja. Seus desejos podem ser poucos diante do que você 😍merece.
Você Vais Mim Perder & Quando Você Nota Que Estou Saindo Da Sua Vida Será Tarde De Mais!
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