Cruzeirenses em São Paulo

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Dedicada a Torcida do Cruzeiro em especial aos Paulistas que torcem pelo Cruzeiro de BH! Sejam Bem-Vindos!

Photos from Cruzeirenses em São Paulo's post 23/07/2026

BRASILEIRÃO 2026 - 19ª RODADA
INTERNACIONAL 1 x 2 CRUZEIRO

23/07/2026

Cruzeiro está invicto há 9 jogos na temporada em partidas oficiais:

Universidad Católica 0 x 0 Cruzeiro – 4ª rodada da Copa Libertadores.
Bahia 1 x 2 Cruzeiro – 15ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Cruzeiro 1 x 0 Goiás – volta da 5ª fase da Copa do Brasil.
Palmeiras 1 x 1 Cruzeiro – 16ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Boca Juniors 1 x 1 Cruzeiro – 5ª rodada da Copa Libertadores.
Cruzeiro 2 x 1 Chapecoense – 17ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Cruzeiro 4 x 0 Barcelona-EQU – 6ª rodada da Copa Libertadores.
Cruzeiro 1 x 1 Fluminense – 18ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Internacional 1 x 2 Cruzeiro – 19ª rodada do Campeonato Brasileiro.

23/07/2026

O Cruzeiro voltou do período de pausa do calendário mostrando personalidade e conquistou uma importante vitória por 2 a 1 sobre o Internacional, no Beira-Rio, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2026.

A equipe celeste foi mais eficiente nos momentos decisivos da partida, abriu vantagem de dois gols com Matheus Pereira e Kaio Jorge e administrou o confronto mesmo após o Internacional diminuir com Carbonero. A expulsão de Vitão no segundo tempo facilitou a missão da Raposa, que soube controlar o ritmo do jogo e encerrou um longo jejum de vitórias sobre o Colorado em Porto Alegre.

O desempenho do Cruzeiro foi marcado por organização tática, intensidade e maturidade. A equipe demonstrou equilíbrio entre defesa e ataque, pressionou nos momentos certos e contou com uma atuação inspirada de Matheus Pereira na criação das jogadas, enquanto Kaio Jorge voltou a mostrar oportunismo na área. Mesmo jogando fora de casa, o time não se intimidou, soube sofrer quando necessário e respondeu rapidamente às investidas do Internacional, administrando a vantagem com inteligência.

Entre os pontos positivos, destacam-se a segurança defensiva durante boa parte do jogo, a boa compactação das linhas, a eficiência nas finalizações e a atuação decisiva da dupla Matheus Pereira e Kaio Jorge. Os melhores momentos celestes vieram justamente na construção das jogadas ofensivas que resultaram nos gols, além da tranquilidade para aproveitar a superioridade numérica após a expulsão do zagueiro colorado. A equipe mostrou evolução na transição ofensiva e maior confiança para controlar a posse de bola nos minutos finais.

O momento do Cruzeiro é animador. A vitória fora de casa, diante de um adversário tradicional e em um estádio historicamente difícil, reforça a sensação de que a equipe pode mirar objetivos mais ambiciosos no restante da temporada. Ainda existem aspectos a serem aprimorados, principalmente na administração dos minutos finais para evitar pressão desnecessária, mas o trabalho mostra evolução coletiva, identidade de jogo e um elenco que começa a ganhar confiança. Se mantiver esse nível de atuação e regularidade, a Raposa tem condições de brigar pelas primeiras posições da tabela e sonhar com uma vaga nas principais competições continentais.

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23/07/2026

FIM DE JOGO


22/07/2026

Cruzeiro Feminino na Copa do Brasil 2026: Avanço Honroso, Lições Valiosas e Futuro Promissor

A participação do Cruzeiro Feminino na Copa do Brasil Feminina 2026 foi positiva, mas deixou claro que o time ainda precisa evoluir para brigar por títulos.

As Cabulosas entraram diretamente na terceira fase (como os demais times da Série A1) e avançaram com autoridade, goleando o Doce Mel por 5 a 0 na Arena do Jacaré, com gols bem distribuídos e uma atuação dominante. Essa foi, de fato, a melhor campanha do clube na competição até aqui.

Nas oitavas de final, enfrentaram o Fluminense fora de casa (jogo único no Luso Brasileiro, dia 21 de julho). O confronto foi equilibrado contra um adversário organizado, mas o Cruzeiro não conseguiu impor seu ritmo de forma consistente o suficiente para avançar. A eliminação nessa fase marca o fim da jornada, com um saldo honroso: uma vitória convincente e a demonstração de que o time tem potencial, mas ainda falta consistência em jogos decisivos contra equipes bem postadas.

Onde o time errou?

Principalmente na dificuldade de converter o controle de jogo em eficiência ofensiva contra defesas fechadas, algo que já apareceu em outros momentos da temporada. Houve falhas pontuais na transição defensiva e na manutenção da intensidade durante os 90 minutos, o que permitiu ao adversário criar contra-ataques perigosos. O elenco tem qualidade (com nomes como Byanca Brasil, Pri Back e a zaga sólida), mas o time ainda peca em momentos de pressão alta e na precisão final em jogos fora de casa. A preparação física e a rotação de peças também merecem atenção, especialmente após a pausa para a Copa do Mundo.

O que precisa melhorar para a próxima participação?

Investir mais na profundidade do elenco para suportar calendário duplo (Brasileirão + Copa do Brasil), trabalhar melhor a bola parada (tanto ofensiva quanto defensiva) e aumentar a agressividade nas transições. A nova direção do feminino, com aumento de investimento, é um bom sinal — agora é transformar isso em contratações pontuais e em um modelo de jogo mais maduro, capaz de suportar a pressão de mata-mata. O Cruzeiro já mostra evolução ano a ano; o próximo passo é transformar boas campanhas em chegadas às quartas ou semis.

No geral, foi uma participação honesta e que gera aprendizado. O time mostrou garra, goleou quando precisou e competiu de igual para igual com rivais diretos.

Para a Torcida Cruzeirense: A Raposa Feminina está no caminho certo. Com dedicação, investimento crescente e o talento que já existe no grupo, títulos virão em breve. Segurem a fé, apoiem sempre — as Cabulosas representam o orgulho azul com garra e coração! 🦊💙

19/07/2026

ESPECIAL COPA DO MUNDO DE 2026 - DECISÃO - ESPANHA 1 x 0 ARGENTINA

ESPANHA - CAMPEÃ
ARGENTINA - VICE

A final da Copa do Mundo de 2026 foi daquelas partidas que não cabem inteiramente na súmula.

Espanha 1, Argentina 0.

Um placar magro como dieta de segunda-feira, mas recheado de tensão, talento e drama.

A Espanha entrou em campo com a serenidade de quem estudou para a prova o ano inteiro; a Argentina, com a alma de quem acredita que a última página do livro sempre reserva um milagre. Durante boa parte do jogo, a posse de bola espanhola parecia uma reunião de família: a bola passava de pé em pé sem ninguém querer se despedir dela. Já os argentinos respondiam com ataques rápidos, daqueles que fazem o torcedor derrubar a pipoca e esquecer onde deixou o controle remoto.

Os grandes destaques foram o meio-campo espanhol, que funcionou como um relógio suíço fabricado em Madri por algum erro geográfico da imaginação, e o goleiro argentino, que adiou o destino várias vezes com defesas espetaculares. O duelo tático foi fascinante. A Espanha trocava passes como quem escreve um romance de Machado de Assis: elegante, paciente e cheio de intenções ocultas. A Argentina buscava a verticalidade e a intensidade típicas de sua escola futebolística, misturando técnica e emoção numa receita que costuma dar certo em noites decisivas. O lance mais engraçado aconteceu quando um defensor argentino tentou afastar a bola com categoria, escorregou sozinho e acabou executando um movimento que lembrava mais um passo de tango improvisado do que uma ação defensiva. Por alguns segundos, até os espanhóis pareceram rir antes de continuar a jogada.

Houve também uma curiosidade saborosa. Espanha e Argentina compartilham o idioma, mas em campo falaram dialetos completamente diferentes do futebol. Enquanto os espanhóis apostavam na construção coletiva, os argentinos buscavam a explosão emocional. Foi quase uma disputa gastronômica involuntária: de um lado a paella, preparada lentamente e com cada ingrediente no lugar; do outro, o asado, intenso, quente e cercado de paixão. A piada inevitável da noite é que a Argentina tentou transformar a final em um tango, mas a Espanha insistiu em tocar flamenco. No fim, ninguém encontrou o ritmo do outro, e quem ditou a música foi quem levou a taça.

O título espanhol foi merecido porque coroou a seleção mais constante da competição. Desde a fase de grupos, a Espanha demonstrou organização, repertório ofensivo, equilíbrio defensivo e uma impressionante maturidade para administrar momentos de pressão. Não foi apenas uma campeã de uma noite; foi a campeã de um mês inteiro. Para a Argentina, f**a a dor natural de perder uma final, mas também o orgulho de mais uma campanha gigantesca, construída com competitividade, talento e coragem. Os espanhóis voltam para casa com a estrela dourada no peito; os argentinos, com a certeza de que continuam entre as maiores forças do futebol mundial. E como diriam os cronistas reunidos nesta mesa imaginária, às vezes a taça escolhe quem jogou melhor, mas a história sempre reserva um lugar de honra para quem lutou até o último minuto.

19/07/2026

ESPECIAL - DISPUTA DO 3º LUGAR DA COPA DO MUNDO DE 2026 - FRANÇA 4 x 6 INGLATERRA

INGLATERRA - 3º LUGAR

França e Inglaterra resolveram transformar a disputa do terceiro lugar numa peça de teatro sem intervalos, dessas em que o público compra ingresso para um drama e acaba assistindo a uma comédia de ação.

O placar de 6 a 4 para os ingleses parece número de campeonato de videogame, mas foi bem real.

A cada ataque surgia um gol, a cada defesa aparecia uma nova aventura.

Os franceses exibiram a técnica refinada de quem trata a bola como um chef trata uma receita premiada, enquanto os ingleses responderam com intensidade, velocidade e uma teimosia digna de quem atravessa séculos discutindo futebol, chá e monarquia sem perder o fôlego.

Os destaques positivos foram muitos. O ataque inglês funcionou como um relógio de Londres em dia de sol raro: preciso e eficiente. A França, mesmo derrotada, mostrou poder de reação impressionante, recusando-se a aceitar o papel de figurante. Houve dribles, assistências inteligentes e finalizações de alta categoria. O lance mais engraçado aconteceu quando um defensor francês tentou sair jogando com elegância, escorregou de forma quase coreografada e iniciou uma sequência de trapalhadas que terminou em gol inglês. Foi um daqueles momentos em que até os companheiros de equipe precisam segurar o riso antes de voltar a correr.

Existe uma curiosidade saborosa nesse confronto. França e Inglaterra carregam uma rivalidade histórica que atravessa séculos, guerras, cultura e até gastronomia. Em campo, porém, a disputa parecia uma convenção internacional de atacantes. Se um lado apresentava um croissant recheado de talento, o outro respondia com um fish and chips coberto de gols. A piada da noite é que a defesa francesa parecia estar passeando às margens do Sena enquanto a defesa inglesa fazia turismo próximo ao Big Ben. O problema é que os atacantes chegaram antes dos guias turísticos.

A Inglaterra venceu porque, ao longo desta Copa, mostrou crescimento constante, personalidade nos momentos difíceis e um ataque que raramente deixou passar oportunidades. Olhando para toda a campanha, havia argumentos sólidos para vê-la na final. A derrota na semifinal pareceu mais um detalhe cruel do torneio do que um retrato fiel de sua força.

Para a França, f**a o mérito de ter revelado uma seleção competitiva, criativa e capaz de marcar quatro gols mesmo em uma tarde complicada.

Meu palpite para a final é vitória inglesa caso mantivesse o nível apresentado nesta partida, enquanto para a França o futuro aponta para uma campanha muito forte no próximo grande torneio internacional.

Em um jogo que teve dez gols, o terceiro lugar acabou parecendo mais uma final do que muitas finais já disputadas na história das Copas.










Photos from Cruzeirenses em São Paulo's post 16/07/2026

MICK JAGGER, O PÉ FRIO HUMANO

Tudo começou em 2010. O Mick, 67 anos na época, já tinha sobrevivido a tudo. Dr**as, rock, turnê de 50 anos com os Rolling Stones, ao casamento com a Luciana Gimenez. Aí ele decidiu que queria um desafio de verdade: torcer na Copa do Mundo.

Dia 26 de junho, África do Sul. Ele senta do lado do Bill Clinton para ver Estados Unidos x Gana. Sorri, acena, torce. Estados Unidos perde de 2 a 1 e vai embora.

Ele pensa: beleza, azar dos americanos.

Dia 27 de junho. Agora é a Inglaterra dele contra a Alemanha. Ele vai no estádio, todo de Inglaterra. A Alemanha mete 4 a 1. Foi a maior goleada que a Inglaterra tomou na história das Copas.

Ele pensa: hmm, estranho.

Dia 2 de julho. Agora ele vai torcer pro Brasil, por causa do filho Lucas. O Brasil faz 1 a 0 na Holanda, tá dominando o jogo. A câmera foca nele sorrindo. Cinco minutos depois a Holanda vira. 2 a 1. Cid Moreira, do nada, solta um "MICK JAGGER" no Jornal Nacional como se fosse uma invocação do demônio.

Ainda não satisfeito, ele dá uma entrevista e fala: "A Argentina joga o futebol mais bonito da Copa". No dia seguinte a Argentina toma 4 a 0 da Alemanha.

Em três dias o homem eliminou três continentes.

A partir daí o Brasil entendeu o poder. Em 2014, a gente não precisava mais de tática, a gente precisava de Photoshop. Começaram a colocar o Mick com a camisa de todos os adversários do Brasil. Camarões, Chile, Colômbia. Funcionou, até ele resolver aparecer de verdade no Mineirão.

8 de julho de 2014. Brasil x Alemanha. Ele está lá, torcendo pro Brasil. 7 a 1. O único gol que ele pode assumir é o primeiro, como ele mesmo brincou depois.

Hoje a FIFA estuda seriamente. Em vez de VAR, é só perguntar para quem o Mick Jagger está torcendo e já marca o gol do outro time. O cara canta "I Can't Get No Satisfaction" há 60 anos e finalmente entendemos: a Satisfaction era ganhar uma Copa com ele no estádio.

#2026

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