Cruzeiro Imagens Históricas

Cruzeiro Imagens Históricas

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Página dedicada ao Melhor Clube Brasileiro do Século XX. Com imagens históricas do Cruzeiro Espo

Photos 13/04/2013

Primeiro título da Tríplice Coroa completa dez anos neste sábado!

Há exatos dez anos, em 16 de março de 2003, o Cruzeiro Esporte Clube conquistava o título do Campeonato Mineiro daquele ano, dando a arrancada para a inédita Tríplice Coroa. A goleada de 4 x 0 sobre a URT, em Patos de Minas, garantiu à Raposa o troféu do estadual com uma rodada de antecedência, iniciando com o pé direito o ano mais vitorioso da história do Maior Clube Brasileiro do Século XX.

A equipe cinco estrelas, então treinada por Vanderlei Luxemburgo, foi campeã invicta, com dez vitórias e dois empates, aproveitamento de 88,9% dos pontos disputados, além de ter tido os melhores ataque e defesa da competição.

Marcou 35 gols (o segundo melhor ataque teve 27) e sofreu apenas sete (a segunda melhor defesa levou 13 gols). A superioridade celeste sobre os adversários foi tão grande que o Cruzeiro terminou a competição com sete pontos a mais que o segundo colocado.

O Campeonato Mineiro de 2003 foi disputado por 13 equipes. Além do Cruzeiro, os outros times na competição, na ordem final da classificação, foram Atlético-MG, América-MG, Tupi, Villa Nova, Ipatinga, Rio Branco, Caldense, Social, Guarani, URT, Mamoré e Nacional, de Uberaba.

Pelo regulamento, todas as equipes se enfrentavam em turno único. Ao final das doze rodadas, o primeiro colocado ficava com o título e o último era rebaixado para a segunda divisão.

Mais detalhes sobre a campanha: http://www.cruzeiro.com.br/index.php?section=conteudo&id=2301

Fotos da reinauguração da Toca III 29/03/2013

Milenne, de apenas quatro anos, mostrando quem é que manda no Mineirão.

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Photos 12/03/2013

HÁ 16 ANOS, CRUZEIRO INICIAVA ARRANCADA PARA O BI DA LIBERTADORES

12 de março de 1997. A data não marcou a conquista de nenhum título, mas foi importante para o Cruzeiro dar uma virada na sorte e dar o primeiro passo para conseguir o bicampeonato da Copa Libertadores da América. Há 16 anos, pela 4ª rodada da fase de grupos, a Raposa, que havia sofrido três derrotas nas rodadas iniciais, venceu o Grêmio por 1 a 0, no estádio Olímpico, em Porto Alegre. O gol da vitória cruzeirense foi marcado pelo meia Palhinha.

Campeão da Copa do Brasil de 1996, o Cruzeiro não teve um bom início na Libertadores de 1997. Na estreia, no dia 19 de fevereiro, a equipe comandada por Oscar Bernardi perdeu para o Grêmio, no Mineirão, por 2 a 1. Nas duas rodadas seguintes, já com Paulo Autuori como treinador, a Raposa viajou até o Peru e sofreu mais duas derrotas: 1 a 0 para o Alianza Lima, no dia 25 de fevereiro; e 1 a 0 para o Sporting Cristal, três dias depois.

Após as três derrotas nas primeiras três rodadas, a equipe teve um intervalo de 11 dias até a partida contra o Grêmio, em Porto Alegre. Poucos acreditavam que o Cruzeiro poderia vencer o time gaúcho no estádio Olímpico e a eliminação precoce já era dada como certa.

No entanto, o Melhor Clube Brasileiro do Século XX mostrou a sua força e venceu o Grêmio: 1 a 0. O gol da vitória saiu antes dos 30 segundos do segundo tempo. Elivélton fez jogada individual pela esquerda e cruzou para a área. Palhinha, como um centroavante, saltou para o chão, entre os zagueiros Rivarola e Mauro Galvão, e mandou, de cabeça, sem qualquer chance de defesa para o goleiro Danrlei.

O placar só não foi ainda maior porque em outro lance, Palhinha tabelou com Elivélton na intermediária do Grêmio, recebeu de volta e bateu colocado, da entrada da área. A bola fez uma curva e bateu no pé da trave esquerda de Danrlei, se perdendo pela linha de fundo.

A vitória de 1 a 0 ‘devolveu’ o Cruzeiro para aquela edição da Libertadores, dando o ânimo que os jogadores precisavam. Na sequência, a Raposa fez dois jogos em casa, no Mineirão, contra os adversários peruanos. No dia 18 de março, bateu o Alianza Lima, por 2 a 0. E no dia 11 de abril, venceu o Sporting Cristal, por 2 a 1, garantindo a classificação como segundo colocado do Grupo 4, com nove pontos (o Grêmio terminou na liderança, com 12 pontos; enquanto Sporting Cristal, com oito, se classificou entre os melhores terceiros colocados. O Alianza Lima, com cinco pontos, foi eliminado).

Mata-mata

Nas oitavas de final, o Cruzeiro passou pelo El Nacional, do Equador. Derrota em Quito, por 1 a 0, e vitória no Mineirão, por 2 a 1, levaram a decisão da vaga para os pênaltis. A Raposa levou a melhor e venceu por 5 a 3. Nas quartas de final, novo encontro com o Grêmio: vitória cruzeirense por 2 a 0 no Mineirão e derrota por 2 a 1 no estádio Olímpico, em Porto Alegre. O gol marcado pelo volante Fabinho garantiu o time estrelado nas semifinais, para enfrentar os chilenos do Colo Colo.

A primeira partida aconteceu no Mineirão, e a Raposa conseguiu uma vitória simples, por 1 a 0, com gol de Marcelo Ramos. No jogo de volta, o Colo Colo venceu por 3 a 2 e, nos pênaltis, o Cruzeiro levou a melhor. Dida defendeu duas cobranças, e a Raposa venceu por 4 a 1.

A decisão da Copa Libertadores de 1997 foi contra o Sporting Cristal, do Peru, que foi adversário na primeira fase. No primeiro jogo, em Lima, houve empate em 0 a 0. No jogo de volta, no dia 1º de julho, o inesquecível gol de Elivélton, aos 30 minutos do segundo tempo, confirmou o bicampeonato da Libertadores para o Cruzeiro.


Confira a ficha do jogo que marcou a arrancada azul na Libertadores de 1997:

GRÊMIO 0 X 1 CRUZEIRO

Motivo: 4ª rodada do Grupo 4 da Copa Libertadores da América
Data: 12/03/1997 (quarta-feira)
Local: estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS)
Público: 15.346 pagantes
Renda: R$ 170.306
Árbitro: Cláudio Cerdeira (RJ)
Auxiliares: Valter Reis (SP) e Paulo Jorge Alves (RJ)
Gol: Palhinha, no primeiro minuto do 2º tempo

GRÊMIO
Danrlei; Arce, Rivarola, Mauro Galvão e Roger; Otacílio (Rodrigo), Goiano, Emerson, e Paulo Henrique (Dauri); Paulo Nunes e Zé Alcino
Técnico: Evaristo de Macedo.

CRUZEIRO
Dida; Vitor (Marcos Teixeira), Gélson, Rogério e Nonato; Fabinho, Donizete, Cleison e Palhinha (Alex Mineiro); Ailton (Donizete Amorim) e Elivélton.
Técnico: Paulo Autuori

Cartões Amarelos: Zé Alcino, Otacílio, Rivarola (Grêmio); Elivelton, Gélson, Palhinha e Cleison (Cruzeiro)
Cartão Vermelho: Cleison (Cruzeiro)

Fonte: http://www.cruzeiro.com.br/index.php?section=conteudo&id=2277

Foto: Após cruzamento de Elivelton, Palhinha (E) saltou para o chão e completou para a rede (Reprodução de TV)

Photos 25/02/2013

Hoje é aniversário de Wilson da Silva Piazza. Parabéns, Capitão!

Piazza – 566 jogos
Nome: Wilson da Silva Piazza
Posição: Volante
Gols: 42 gols
Data de nascimento: 25 de fevereiro de 1943
Naturalidade: Ribeirão das Neves – MG
Período no Cruzeiro: 1964 - 1978
http://twitpic.com/88e20f

Photos 22/02/2013

Procópio, o xerife celeste

Zagueiro com passagens por grandes clubes brasileiros, Procópio Cardozo Neto começou a carreira no Renascença. Em fevereiro de 1959, ele transferiu-se para o Cruzeiro pela primeira vez, numa negociação arrastada. O Estado de Minas do dia 10 publicou o interesse do então diretor de futebol Felício Brandi na contratação do jogador: “Interessado o Cruzeiro em Procópio, do Renascença” – na mesma época, havia outro Procópio, lateral do Sete de Setembro.

A transferência para o Cruzeiro não foi fácil. “Exigiu do diretor Felício Brandi muita paciência, habilidade e insistência”, conforme definiu o jornal em 27 de fevereiro de 1960. O dirigente celeste havia iniciado entendimentos com o presidente do Renascença, Alcides Diamantino, que esperava apenas o aval de sua diretoria para liberar o jogador. De acordo com o jornal, Procópio já teria manifestado seu desejo de se transferir para o clube celeste.

Somente cinco dias depois, o EM deu o desfecho da negociação: “Procópio cedido ao Cruzeiro”. No acerto, ficou definido que, além de uma quantia de Cr$ 31.200, o Renascença receberia os atacantes Emerson e Zezinho. Finalmente, no dia 20 o jornal anunciou a assinatura de contrato. Como o jogador era menor de idade (19 anos) e não tinha pai (promotor de Justiça, ele foi assassinado quando Procópio ainda era criança, em Salinas), o clube teve de providenciar a nomeação de um tutor para assinatura do contrato.

CARREIRA Natural de Salinas, Norte de Minas, Procópio veio para BH para estudar no Colégio Batista. Com 17 anos, começou a jogar no juvenil do Renascença, como atacante. Foi o técnico Gerson dos Santos que o transformou em zagueiro, posição na qual se destacou no Torneio Classificatório para o Campeonato Mineiro de 1958. E Gerson dos Santos foi o treinador que o recebeu no Cruzeiro.

Curiosamente, quando foi contratado, Procópio recuperava-se de cirurgia no tornozelo e estava com atrofia na perna. Ele estreou com a camisa celeste em 22 de março (um dia após completar 20 anos), num amistoso contra o Bela Vista (vitória por 4 a 2), em Sete Lagoas, mas somente virou titular no fim do ano. Em 1961, foi para o São Paulo. No ano seguinte, transferiu-se para o Atlético. Depois passou por Fluminense (1963/1964), Palmeiras (1965/1966), novamente Atlético (1966), antes de retornar ao Cruzeiro. Ao todo, disputou 212 partidas pela Raposa até 1974.

Texto: Eugênio Moreira - Estado de Minas/Superesportes
Foto: Blog do Chico Maia

Photos 14/02/2013

Clube completa 70 anos da estreia como Cruzeiro!

Há exatos 70 anos, em 14 de fevereiro de 1943, o Cruzeiro entrava em campo pela primeira vez com a camisa azul com um escudo contendo cinco estrelas no peito. Um decreto federal em 31 de agosto de 1942 exigiu a extinção de símbolos de nações inimigas do Brasil, no contexto da Segunda Guerra Mundial. Por causa disso, o então Palestra Itália foi obrigado a mudar de nome.

Em 2 de outubro, o presidente da entidade, Cyro Pony, anunciou que o clube passaria a se chamar Ypiranga, em alusão à independência do Brasil. No entanto, o time continuou oficialmente se chamando Palestra Itália. Em 7 de outubro, uma assembleia com o Conselho definiu que a instituição passaria a se chamar Cruzeiro Esporte Clube, em homenagem ao símbolo da pátria brasileira, a constelação cívica do Cruzeiro do Sul. A sugestão foi dada pelo ex-presidente Oswaldo Pinto Coelho.

Porém, devido a entraves burocráticos para aprovação dos novos estatutos, a estreia como Cruzeiro só ocorreu em 1943. Foi em um amistoso contra o São Cristóvão, do Rio de Janeiro, que, na época, tinha um dos ataques mais rápidos do país. O clube celeste chegou a abrir 3 a 1, no antigo estádio do Barro Preto (onde hoje é o parque esportivo), mas os cariocas viraram para 5 a 3. Nogueirinha, duas vezes, e Alcides marcaram para o Cruzeiro.

O primeiro jogo oficial com novos nome e uniforme só ocorreu em 2 de maio, contra o Villa Nova, pelo Campeonato Mineiro, que na época se chamava Campeonato da Cidade. O Cruzeiro venceu por 2 a 1, gols de Niginho e Alcides. A equipe viria a se sagrar tricampeã estadual entre 1943 e 1945.

Foto: Niginho participou da partida de estreia do uniforme azul e branco com as estrelas no peito.
Fonte: Gilmar Laignier/Superesportes

Photos 13/02/2013

Matéria do portal LANCE!Net - Em 1965: Cruzeiro apostava no Mineirão para construir sua grandeza

O Cruzeiro foi o primeiro clube de Minas Gerais a firmar parceria com a Minas Arena e mandar seus jogos no Novo Mineirão. O motivo que impulsionou a medida do presidente Gilvan de Pinho Tavares é histórico. No Gigante da Pampulha, o clube celeste construiu seus feitos mais brilhantes. Agora, a ambição é voltar a produzir outras 'páginas heroicas e imortais, estando de volta ao palco que viu Tostão, Dirceu Lopes, Raul, Piazza, Nelinho, Zé Carlos, Roberto Batata, Sorín e Alex virarem ídolos.

Em um resgaste histórico, o LANCE!Net teve acesso a jornais e revistas da época da inauguração do Mineirão, em setembro de 1965. Há 47 anos, a diretoria da Raposa, encabeçada pelo lendário presidente Felício Brandi, já demonstrava toda a empolgação pelo surgimento do "Estádio Minas Gerais", prometendo conquistas e apresentações que colocariam o clube 'à altura da monumental obra', feita sob o comando do Governador Magalhães Pinto e do Engenheiro Gil César Moreira de Abreu.

Confira, abaixo, a carta que o Cruzeiro publicou na revista 'Foto Esporte', que circulava nas bancas de jornais de Belo Horizonte. A edição é a número 9, mas sem data específica de publicação:

"CRUZEIRO ESPORTE CLUBE
A diretoria, o Conselho Deliberativo e os associados do Cruzeiro Esporte Clube, enviam ao ilustre Governador Magalhães Pinto, os seus mais nobres sentimentos de gratidão pela construção do Estádio Minas Gerais. Sendo o Cruzeiro Esporte Clube, uma das bases onde se apoia a grandeza do futebol mineiro, sua atual diretoria tudo realizará para se colocar à altura da monumental obra.
Belo Horizonte, 5 de março de 1965
Felício Brândi (Presidente)"

Photos 11/02/2013

Caricatura do Tostão. Arte: Leonardo Felipe Almeida Ribeiro

Wallpapers/Capas do Cruzeiro 07/02/2013
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