Centro Cultural de Capoeira Terreiro do Brasil Matriz

Centro Cultural de Capoeira Terreiro do Brasil  Matriz

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Venha praticar a nossa arte brasileira. Capoeira para todos.

Oferecemos aulas de Capoeira Regional, Capoeira Angola,
Maculelê, Puxada de Rede, Samba de Roda, além de confeccionar instrumentos de capoeira e uniformes em geral.

Photos from Centro Cultural de Capoeira Terreiro do Brasil  Matriz's post 08/01/2026

Primeira roda do ano!!
Bem vindo 2026
Axe

29/12/2025
01/12/2025

Ieeee

18/11/2025

SMED celebra cultura negra com arte, esporte e memória
Iniciativa da Escola Integrada promove protagonismo e inclusão em semana da Consciência Negra
A Secretaria Municipal de Educação (SMED) transformou seu hall de entrada e sua quadra coberta em palcos para celebração da cultura negra na manhã desta sexta-feira (17). Com o tema “Nós da Terra: Memória, Arte e Esporte - A Ancestralidade no Cotidiano, na Tela e na Luta”, o evento reuniu alunos, educadores e a comunidade para um encontro marcado por uma exposição de arte e uma vibrante roda de capoeira e maculelê.
A iniciativa, realizada das 8h às 13h, foi fruto do trabalho desenvolvido ao longo do ano no programa Escola Integrada, com protagonismo da Escola Municipal Santo Antônio (EMSA). O objetivo foi dar visibilidade às ações pedagógicas que promovem a identidade, a inclusão e a saúde mental, em alusão à Semana da Consciência Negra.
O som do berimbau e o ritmo dos cânticos da capoeira deram o tom do evento, que teve como ponto alto a apresentação do grupo liderado pelo Mestre Mandruvá, do Centro Cultural de Capoeira Terreiro do Brasil. No hall da entrada, painéis exibiam pinturas em tela produzidas pelos alunos da oficina de artes da professora Maria Ana Lúcia Rodrigues Oliveira, traduzindo em cores e formas a força da ancestralidade.
Uma construção coletiva e inclusiva
O evento é um desdobramento direto das oficinas oferecidas pela Escola Integrada da EMSA, que atende alunos com necessidades especiais. “Este encontro é o resultado do trabalho dos monitores e dos alunos. Juntamos a oficina de capoeira com todas as outras oficinas para criar este momento”, explicou Gustavo Fernandes Brecia, coordenador da Escola Integrada na instituição.
Para Gustavo, a ação reforça o papel fundamental do programa para as famílias da comunidade. “A gente percebe como os alunos gostam da escola. Para as famílias, muitas de baixa renda e com parentes nessas circunstâncias, ter um suporte do poder público como este faz toda a diferença”, avalia.
Essa percepção é compartilhada pela professora de artes Maria Ana Lúcia. Para ela, a Escola Integrada é um espaço de acolhimento e afeto. “É onde nós podemos acolher todos os alunos e passamos o maior tempo com eles. Eles encaram as atividades com muita seriedade, respeitam a dificuldade um dos outros, se abraçam. Eu vejo aqui muito amor”, afirma.
Para além do racismo: um movimento anticapacitista
Mais do que uma celebração, o evento se firmou como um posicionamento. Iago Henrique Viana Souto, monitor da oficina de capoeira, ressalta que o projeto abordou temas complexos e necessários, como gênero, autoestima e saúde mental.
“É importante frisar que este é um movimento antirracista e anticapacitista. O ensino para pessoas atípicas também tem que ser atípico”, defende Iago, que também é morador da periferia e utiliza suas vivências para se conectar com os alunos. Ele relata que a sensibilidade no trato com cada estudante é essencial. “Um olhar diferenciado a partir de tecnologias que nós, brasileiros, temos, como a capoeira e a arte, pode gerar transformações profundas.”
A professora de educação física, Serena, complementa, destacando o papel da instituição de ensino como um espaço plural. “A escola é lugar de cultura, das culturas e entre as culturas. É um espaço de liberdade. Ações como esta são um enfrentamento à intolerância, ao racismo e ao preconceito, mostrando que a diversidade existe e precisa ser respeitada.”
Um legado de décadas
A forte presença da capoeira na rede municipal não é recente. Mestre Mandruvá, uma das figuras centrais do evento, recorda que essa história começou no ano 2000, dentro da própria SMED. “Nós criamos aqui os projetos de primeiro e segundo tempo, que depois evoluíram para a Escola Integrada. Começamos a inserir a capoeira e a percussão, usando até latas de óleo da cantina como instrumentos. Cada um colocou um tijolinho para construir o que existe hoje”, relembra o mestre.
Para ele, a capoeira é uma ferramenta de resgate e cidadania. “Já entregamos muitos jovens para a sociedade como cidadãos, advogados, doutores. A capoeira educa, resgata os jovens da periferia.”
Próximos passos: um novo olhar em documentário
O trabalho de registro e memória continua. Durante o evento, foram exibidas cenas dos bastidores da produção de um documentário realizado com os alunos da E.M. Santo Antônio. Além disso, a equipe da Escola Integrada anunciou que lançará nas próximas semanas um novo documentário, com o mesmo tema, mas focado nos profissionais que atuam nos bastidores da escola.
“Senti a necessidade de registrar quem são as pessoas que cuidam desses alunos. A moça da limpeza, o pessoal do apoio, enfim. A escola inteira é necessária para educar uma criança. É uma forma de reconhecer o protagonismo de todos”, finaliza Iago.

13/11/2025

Todos Convidados a Roda de Capoeira .
Mestre Mandruvá Terreiro Do Brasil
Fortalecendo a cultura afro brasileira.
Semana Conciencia Negra.

13/11/2025

Ieeee vamos fazer um Natal Feliz!!

Photos from Centro Cultural de Capoeira Terreiro do Brasil  Matriz's post 13/11/2025

Ieeee Capoira ..

Photos from Centro Cultural de Capoeira Terreiro do Brasil  Matriz's post 22/09/2025
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