19/07/2026
Sessão solene em comemoração dos 51 anos da Academia Cabo-Friense de letras, no Sábado dia 18 de julho de 2026 no salão do Hotel Nanuque. Fotos feita por Frederico Mathias Milani. Frederico Mathias Milani
Fundada no dia 19 de julho de 1975
19/07/2026
Sessão solene em comemoração dos 51 anos da Academia Cabo-Friense de letras, no Sábado dia 18 de julho de 2026 no salão do Hotel Nanuque. Fotos feita por Frederico Mathias Milani. Frederico Mathias Milani
A Academia Cabofriense de Letras fez da # # Semana Teixeira e Sousa, neste 27 de março, mais do que um encontro: fez dela um território de palavras vivas, onde o tempo não apenas passou, demorou-se. Ali, a memória respirou literatura, e o legado de Antônio Gonçalves Teixeira e Sousa não foi apenas lembrado, mas revivido como presença pulsante, como raiz que ainda sustenta e floresce.
Teixeira e Sousa, pioneiro, homem de letras que ousou escrever quando o Brasil ainda aprendia a se narrar, ergueu com sua obra não apenas histórias, mas possibilidades. Em sua escrita, há o gesto inaugural de quem abre caminhos em solo ainda inexplorado, e é esse gesto que, ainda hoje, ecoa. Celebrá-lo é reconhecer não só o passado, mas a permanência de uma voz que resiste ao esquecimento, que insiste em dizer que a literatura brasileira nasceu também das margens, da coragem e da invenção.
Nossos acadêmicos abrilhantaram o evento. Foram presença que ilumina, verbo que ecoa, sensibilidade que atravessa. Cada um, à sua maneira, teceu fios de cultura no tecido já rico dessa celebração, transformando encontros em permanência e instantes em memória.
Andrea Rezende trouxe a delicadeza que traduz o sentir; Eloise Gomes fez da palavra um espelho de alma e intensidade; Leo Do Blimp imprimiu personalidade e vigor às expressões; Paulo Orlando Dos Santos carregou consigo a solidez de quem constrói pontes entre o passado e o presente, como quem entende que tradição não é peso, mas continuidade; Rosana Andreia DA Soares bordou sensibilidade em cada participação; Rosana Silva fez florescer a escuta e o afeto; Vinicius Figueira deu ritmo e presença ao movimento literário, pulsando como verso em voz alta; Zuleika Crespo envolveu o público com sua força e elegância; e Luciane Quintanilha somou sua presença com a firmeza serena de quem cultiva a palavra como quem cuida de um jardim, com paciência, entrega e luz.
À frente, conduzindo com firmeza e dedicação, a presidente Rose Fernandes reafirmou, com sua atuação, o compromisso da Academia com a arte, com a história e com o futuro da literatura, como guardiã de um legado que não se encerra, apenas se reinventa.
Assim, em Cabo Frio, entre vozes, páginas e encontros, a Academia não apenas esteve presente, fez-se inesquecível. Porque onde a palavra encontra abrigo, o tempo se curva, e a memória se eterniza.
Seguimos, porque a palavra não se encerra: ela permanece, ecoa e floresce. 📚✨
Entre palavras e memórias seu legado segue vivo, nobre confrade!
23/03/2026
A Academia Cabofriense de Letras, com profundo pesar, comunica o falecimento de Célio Guimarães, um de seus fundadores e incansável promotor da cultura e das letras em nossa cidade.
Sua trajetória foi marcada pelo compromisso com a palavra, pelo amor à literatura e pela dedicação à construção de um legado que ultrapassa o tempo e permanece vivo na memória desta Academia e de todos que com ele conviveram.
Neste momento de luto, a Academia Cabofriense de Letras manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos e admiradores, rogando a Deus que lhes conceda conforto e serenidade.
Célio Guimarães parte, mas sua voz permanece ecoando nas páginas, nos encontros e no espírito das letras que ajudou a eternizar.
Descanse em paz mestre das palavras 🖤