Tricolor Carioca do Mundo

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Uma atração universal.

01/06/2026

JOHN KENNEDY RECEBE LANÇAMENTO DE JEMMES! ARRANCA, SAI DRIBLANDO E BATE NO CONTRAPÉ DO GOLEIRO! UM GOLAÇO NO MINEIRÃO! FAZ O URSO!

28/05/2026
28/05/2026

Pelo jeito Paulo Henrique Ganso não joga mais pelo Fluminense. E escrevo ainda meio que duvidando, pois foram muitos anos vestindo Tricolor, e será no mínimo estranho não vê-lo mais com as nossas cores, por mais que compreenda que ciclos se encerram.

A gratidão pelo meu camisa 🔟 será eterna! Um cara que teve resiliência, que lutou e brig0u pelo Fluminense, que honrou nossas cores e foi Campeão! 🏆

Muito obrigado Paulo Henrique Ganso! Ídolo! ❤🇭🇺

25/05/2026

Fluminense entre abismos no Brasileiro, Libertadores e Financeiro - por Marcelo Savioli

Amigos, amigas, é penoso dizer o que tem que ser dito, mas a verdade grita de forma ensurdecedora, comprometendo a saúde dos nossos tímpanos. Não é só porque vimos o Palmeiras disparar 8 pontos na nossa frente, nossa maior distância, se não me engano, para a liderança do Campeonato Brasileiro desde o início da competição.

Não é só pelo fato de entrarmos em campo na próxima quarta-feira dependendo não somente do nosso resultado, mas, também, de um tropeço do Bolívar em Santa Cruz de La Sierra frente ao ótimo time do Independiente Rivadávia. Não é, ainda, só porque o Fluminense flerta acintosamente com uma tragédia financeira em 2026.

O problema maior é que o time do Fluminense vem se desintegrando tática, técnica e mentalmente há muito tempo, independentemente de qual formação Zubeldia leva a campo. Nossa pressão pós-perda derrete a cada jogo. Olhando o da noite desse sábado, o que foi um bom fundamento tático tricolor se transformou em diferencial competitivo do adversário. Que se valeu, ainda, de outro derretimento tático tricolor, que é a saída de bola, que já foi praticamente imparável.

Enquanto isso, nossas ações ofensivas, que já foram caracterizadas por envolver os adversários com trocas de passes ágeis e certeiras, raramente acontecem, sobretudo porque o time passa metade do tempo de posse de bola trocando passes inúteis em seu próprio campo. E mesmo quando a bola chega à intermediária adversária, as jogadas não acontecem, porque sempre há muita gente atrás da linha da bola e escassez de jogadores para receberem um passe de bola mais agudo.

Nas finanças, chegamos a R$ 1 bilhão de passivo, com aumento de aproximadamente R$ 140 milhões da dívida no ano em que tivemos recorde de faturamento, chegando ao mesmo R$ 1 bilhão e uns trocados. Porém, sem receitas extraordinárias robustas (premiações, vendas e outros penduricalhos), nossa previsão de faturamento em 2026 deve ficar entre 500 e 600 milhões.

O que significa, trocando em miúdos, que nossa dívida pode alcançar trágico R$ 1,5 bilhão ao final desse exercício. Em outras palavras, é o que podemos chamar de insolvência, exceto pelo fato de que temos ativos não contabilizados, que são os direitos sobre atletas, principalmente os da base, que, como somos muito sabidos, não colocamos na vitrine, de modo que, assim, não se valorizem ou despertem interesse de potenciais compradores, enquanto o Palmeiras faz exatamente o contrário, mesmo com orçamento maior do que o nosso e economicamente, financeiramente e gerencialmente vivendo o oposto da nossa realidade.

A eliminação da Libertadores, competição que pode render cerca de R$ 200 milhões, na fase de grupos seria, por obra dessa conjuntura, uma tragédia. Assim como nos afastarmos da luta pelo título brasileiro, que terá como consequência o afastamento da torcida da arquibancada e redução do número de sócios. E que não nos venham dizer que tem a Copa do Brasil, porque, até a final, se lá chegarmos, são míseros quatro jogos com mando de campo, sendo o prêmio para o campeão de R$ 100 milhões, o que não resolve nosso problema.

Se acham que está ruim no Brasileiro, a próxima rodada promete. A Dissidência, que está um ponto na nossa frente, mas pode abrir quatro, graças ao jogo adiado contra o Mirassol no Maracanã, recebe o Coritiba em casa na próxima rodada. O Palmeiras, líder disparado, oito pontos à nossa frente, recebe o lanterna, Chapecoense. Enquanto nós visitaremos o Cruzeiro, no Mineirão, que vem subindo de produção e será um osso duro de roer, sobretudo se apresentarmos o futebol exibido nas últimas sei lá quantas semanas.

A radiografia do momento é essa. Dependemos de um monte de coisas para sobrevivermos a esse ano de 2026, mas a principal delas, que é o desempenho do time em campo, nos convida a sentar no meio-fio e chorar.

Saudações Tricolores!

16/05/2026

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Hoje o céu das Laranjeiras esta em festa. Aniversário do maior SUPER HERÓI que esse planeta ja teve!.

Super Ézio não foi apenas um atacante. Foi esperança em forma de camisa tricolor. Em tempos difíceis, quando o Fluminense precisava de heróis para manter viva sua grandeza, ele apareceu com força, coragem e amor pelo clube.

Autor do gol do último título do Fluminense em laranjeiras, Super Ézio entrou para a história não só pelo gol, mas pelo sentimento que carregava dentro de campo. Cada dividida, cada comemoração e cada batalha representavam milhões de tricolores que jamais abandonaram o clube.

Mais do que ídolo, Ézio formou gerações de torcedores. Em uma época de sofrimento, foi ele quem ensinou o que era ser Fluminense: resistir, acreditar e honrar a armadura até o fim. Muitos aprenderam a amar o clube vendo sua entrega dentro das quatro linhas.

Super Ézio não precisava de capa. A camisa grená, verde e branca já bastava.
Eternizado na memória da torcida, seguirá vivo em cada arquibancada, em cada canto vindo das sociais e em cada coração tricolor.

Obrigado por tudo, Super Ézio.
Ídolos passam pelo campo. Lendas permanecem para sempre.

05/02/2026

Paulo César Caju e Roberto Rivellino, com essa linda camisa tricolor, em 1975 🇭🇺⚽️💢

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