Vou te explicar o motivo dessas 5 práticas serem nocivas no seu DIA A DIA!
Vez ou outra, ok… mas no dia a dia: vai te trazer muito prejuízo!
Amanda Guérios • Mentora Sallus Method
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🧠Mentora em Saúde Corporal e Emagrecimento
🌐Educadora Física e Fundadora do Sallus Method I Academia do Corpo São
Ensino mulheres a emagrecer com saúde, constância e consciência corporal, criando um corpo forte, funcional e sustentável para a vida real
**3 Formas de emagrecer que te farão engordar novamente**
Muitas pessoas optam por essas três formas na hora de querer emagrecer e não dá certo na maioria das vezes!
1) comer pouco
2) usar remédio sem indicação e sem mudança do estilo de vida
3) passar do ponto nos exercícios
**Por que estamos com tanta dificuldade de regular os líquidos no nosso organismo?**
No vídeo, eu te explico explico.
Assista os outros cortes para entender melhor…
**RETENÇÃO DE LÍQUIDOS: culpa do sal?**
Durante décadas, o sal foi transformado em um dos grandes vilões da alimentação, muitas vezes sem a devida contextualização.
Embora algumas pessoas com condições específicas possam precisar controlar a ingestão de sódio, a mensagem acabou sendo simplificada demais e passou a ideia de que o sal é sempre o problema.
Além disso, muitas pessoas associam qualquer retenção de líquidos ao sal, quando a realidade é mais complexa. Hormônios, inflamação, sedentarismo, privação de sono, estresse e o excesso de alimentos ultraprocessados também influenciam fortemente o equilíbrio de fluidos do organismo.
Curiosamente, consumir pouco sódio em algumas situações pode até dificultar a regulação adequada da água pelo corpo.
O problema raramente é o sal usado para temperar comida de verdade.
Muitas vezes, a maior carga de sódio vem dos alimentos ultraprocessados, que acabaram sendo confundidos com o próprio sal.
**Eletrólitos: sem eles, não tem VIDA**
Sem eletrólitos não existe vida humana.
Minerais como sódio, potássio, magnésio e cálcio são responsáveis pela condução dos impulsos nervosos, contração dos músculos, batimentos cardíacos, equilíbrio dos fluidos corporais e funcionamento das células.
Na prática, cada pensamento, cada batimento do coração e cada movimento do seu corpo dependem de correntes elétricas geradas por esses minerais.
Quando os eletrólitos ficam muito baixos ou muito desregulados, o organismo pode apresentar desde fraqueza e cãibras até arritmias graves, convulsões e risco de morte.
Água é essencial, mas água sem eletrólitos não sustenta a vida por muito tempo.
A vida humana é, literalmente, um fenômeno bioelétrico.
**Sal Marinho Integral: por que é indicado por quem entende de biologia evolutiva?**
O sal marinho integral voltou a ganhar espaço entre pesquisadores e profissionais que estudam biologia evolutiva porque ele se aproxima mais da forma como os seres humanos consumiram minerais ao longo de milhares de anos.
Diferente do sal altamente refinado, ele preserva pequenas quantidades de minerais naturalmente presentes na água do mar e passa por menos processamento industrial.
Defender o uso de sal marinho integral não é charlatanismo.
É apenas reconhecer que alimentos minimamente processados podem fazer parte de uma alimentação saudável.
Quem reduz essa discussão a “charlatanismo” geralmente ignora que existe uma diferença entre afirmar que o sal integral é milagroso e afirmar que ele é uma opção mais próxima daquela que acompanhou a evolução humana.
O debate sério não é sobre magia nutricional, mas sobre grau de processamento, contexto alimentar e qualidade dos alimentos que colocamos no prato.
**Dieta Carnívora: alegações dos dois lados da moeda**
Você já deve ter percebido, a essa altura do campeonato, que existem prós e contras para absolutamente tudo que vivemos neste planeta.
Os praticantes da dieta carnívora versus os opositores têm grandes argumentos.
Quais são os mais fortes?
Assista!
**Uma narrativa criada há décadas fez ressurgir a maior de todas:
A DIETA CARNÍVORA**
Durante décadas, a carne vermelha foi colocada no banco dos réus.
Primeiro, foi acusada de causar doenças cardiovasculares. Depois, de aumentar o risco de câncer.
Mais recentemente, passou a ser apontada como uma das grandes vilãs das mudanças climáticas.
A mensagem repetida à exaustão foi simples: coma menos carne.
Mas existe um fenômeno curioso na natureza humana.
Quando um alimento consumido há milhares de anos passa a ser tratado como um inimigo público, muitas pessoas começam a questionar se as acusações são realmente tão sólidas quanto parecem.
Foi justamente nesse contexto que a dieta carnívora ressurgiu com força.
Enquanto governos, organizações internacionais e parte da mídia recomendavam reduzir o consumo de carne, médicos, pesquisadores independentes e milhares de pessoas começaram a relatar experiências positivas ao fazer exatamente o contrário.
A Dieta Carnívora ganhou espaço não apenas por suas promessas de emagrecimento, mas também porque muitas pessoas passaram a enxergá-la como uma reação à narrativa dominante.
Para seus defensores, a carne deixou de ser apenas um alimento e passou a simbolizar um questionamento mais amplo sobre diretrizes nutricionais, conflitos de interesse, qualidade das evidências científicas e até mesmo sobre a forma como as questões ambientais são apresentadas ao público.
Independentemente da posição de cada um, é inegável que a tentativa de demonizar a carne vermelha produziu um efeito inesperado: em vez de fazê-la desaparecer dos pratos, despertou a curiosidade de milhões de pessoas e ajudou a transformar a dieta carnívora em um dos movimentos alimentares mais discutidos da atualidade.
**Essa é a pior forma de quebrar o seu jejum (e de se alimentar)**
Você já percebeu que a comida parece cair diferente quando estamos ansiosos, irritados ou emocionalmente abalados?
Em estados alterados de emoção, tendemos a comer mais rápido, em maiores quantidades e a fazer escolhas menos inteligentes.
Além disso, o estresse pode prejudicar a digestão, aumentando a sensação de estômago pesado, refluxo, inchaço e desconforto.
Alimentar-se com calma não melhora apenas a qualidade das escolhas, mas também a forma como o corpo processa os alimentos.
Comer é tão comum que esquecemos que deve ser feito em estado de presença.
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