Atividade Física como tratamento de Lombalgias
A lombalgia é um problema extremamente comum, que afeta mais pessoas do que qualquer outra doença, à excessão da gripe comum. Entre 65% e 80% da população mundial desenvolve a lombalgia em algum momento da vida, mas a maioria dos episódios não é incapacitante. A causa da lombalgia é principalmente o estilo de vida das pessoas, cada vez mais sedentário, as pessoas depois de uma certa idade passam a abandonar a atividade física para se dedicarem ao trabalho e é justamente nessa fase que a musculatura mais necessita de exercícios, que são os principais aliados na prevenção das dores na coluna.
Para o tratamento da lombalgia aguda indica-se repouso não superior a 4 dias, utilização de analgésicos, fisioterapia, exercício aeróbio leve durante as primeira duas semanas de tratamento, seguidos por exercícios musculares do tronco. O tratamento para a lombalgia crônica baseia-se no alívio das causas e pode incluir perda de peso, exercícios para melhorar o tônus e a resistencia muscular e a melhora da postura.
A atividade física para fortalecimento da musculatura da coluna antes de aparecerem os sintomas, são extrememante importantes para a prevenção da lombalgia e outras dores relacionadas a coluna, pois dá mais sustentação e melhora a postura do indivíduo.
Eliz Kato - Personal Trainer para 3ª idade
Sejam bem vindos!! Aqui vocês encontrarão uma descrição do meu trabalho e informações sobre o Que tal envelhecer com saúde? Entre em contato!
Sou educadora física e trabalho com atividade física personalizada para idosos, visando minimizar os efeitos do envelhecimento, prevenção de quedas, recuperação da autonomia, prevenção e tratamento de doenças, entre outros.
21/03/2013
Atividade física e Prevenção de Quedas
As quedas em idosos constituem-se em um dos principais problemas clínicos e de saúde pública devido a sua alta incidência, às consequentes complicações para a saúde e aos custos assistenciais. No Brasil, 30% dos idosos caem pelo menos uma vez por ano e quanto maior a idade maior a chance de queda. Essas quedas acontecem mais em mulheres do que em homens da mesma idade. De todas as quedas, 5% provocam fraturas e 5 a 10% em ferimentos importantes que necessitam de cuidados médicos.
Por isso, quedas representam um marco na vida de um idoso; as consequências podem incluir morbidade importante, mortalidade, deteriorização funcional, hospitalização, institucionalização e consumo de serviços sociais e de saúde. Além das consequências diretas das quedas, os idosos restringem suas atividades devido a dores, incapacidades, medo de cair, e por atitudes protetoras de familiares e cuidadores. O risco de quedas está presente em idosos que apresentam baixas velocidades de caminhada e quanto mais lenta for a marcha, maior a instabilidade postural.
Idosos sedentários apresentam menor mobilidade funcional, maiores déficits no equilíbrio e alterações na marcha quando comparadas a idosos que praticam exercício físico regularmente. O exercício físico traz benefícios como maior longevidade, prevenção do declínio cognitivo, manutenção da capacidade funcional, redução de quedas e incidência de fraturas e melhora da auto estima. Exercícios físicos de qualquer tipo aumentam o contato social, reduzem depressão e melhoram o humor, mas esses resultados estão especificamente ligados ao treino de força muscular com intensidade leve a moderada. A melhora do condicionamento aeróbico parece estar associado em indivíduos que envelhecem com melhor função cognitiva. A redução da força muscular aumenta a predisposição a quedas, e portanto, o exercício físico de fortalecimento deve ser indicado ao idoso, além de promover o incremento de densidade óssea, na capacidade e na independência funcional.
02/03/2013
Artrose e Atividade Física
A artrose é uma das causas mais frequentes de dores articulares entre adultos de idade avançada e idosos. Ocasionada pela destruição da cartilagem que, junto com o líquido presente na articulação, reduz o atrito entre as superfícies dos ossos, até pouco tempo era considerada uma doença progressiva e sem possibilidades de tratamento, hoje sabe-se que a artrose pode ter seus efeitos reduzidos com a prática de exercícios físicos regulares sob orientação de um profissional.
Estudos mostram que a prática regular de atividade física pode alterar a evolução da doença, reduzindo os sintomas e melhorando a funcionalidade da articulação. O princípio é simples: fortalecendo o aparelho musculoesquelético dos idosos é possível controlar a dor, devolver ao indivíduo a independência de movimentos e garantir melhor qualidade de vida. O exercício físico é um dos tratamentos não farmacológicos prescritos para pessoas que sofrem do problema, um programa que envolva exercícios contra resistidos, exercícios aeróbios e de flexibilidade é o recomendado e precisam ser realizados por um longo período de tempo para que os benefícios sejam ampliados e mantidos.
Costerol Alto: causas e tratamentos
Os fatores que causam o aumento do colesterol na corrente saguínea são diversos, alguns que podem ser controlados por nós mesmos e outros não. Os que podem ser controlados e para quem já está com os níveis elevados podem ser modificados são: a dieta, pois os níveis de gorduras saturadas e colesterol nos alimentos ingeridos causam o aumento do colesterol; o peso corporal, pois como todos sabem o sobrepeso é um fator de risco para doenças cardiovasculares e também tende a aumentar os níveis de colesterol e o último fator controlável é a inatividade física, além de ser um fator de risco para doenças cardiovasculares, a prática regular de atividade física pode ajudar a reduzir os níveis triglicerídeos e a aumentar os níveis de HDL, o chamado “colesterol bom”. Os fatores que estão fora do nosso controle são idade e sexo,pois com o envelhecimento os níveis de colesterol aumentam e para as mulheres, após a menopausa os níveis aumentam também; além disso o fator hereditariedade também influencia mas não pode ser controlado por nós.
O tratamento pode ser feito de duas maneiras: com a mudança terapêutica de hábitos, que inclui mudança da dieta, prática regular de atividade física e administração do peso corporal; e o tratamento com medicamentos, que caso sejam necessários são administrados em conjunto com a mudança de hábitos. Segundo a IV Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose, os exercícios físicos devem ser realizados de três a seis vezes na semana com sessões de duração entre 30 e 60 minutos.
O programa de treinamento físico, para a prevenção ou para a reabilitação, deve incluir exercícios aeróbios - caminhadas, corridas leves, ciclismo, natação. Acompanhados por atividades de aquecimento, alongamento e desaquecimento. Exercícios de resistência muscular localizada podem ser utilizados como complemento ao treinamento aeróbio.
15/02/2013
Osteoporose e Atividade Física
A osteoporose é uma das doenças ósseas mais comuns em adultos, as causas mais comuns para o desenvolvimento da doença são a inatividade física, desnutrição, redução de estrógeno. A população mais acometida são as mulheres, principalmente após a menopausa.
O risco de fratura é o grande perigo da osteoporose, as mais comuns são as de punho, vértebras e, principalmente, as de colo de fêmur. Essas fraturas acabam limitando a vida do idoso e muitas vezes trazem muitas complicações à sua saúde.
A força muscular sobre os ossos constitui estímulo fundamental para a manutenção e o aumento da massa óssea. O que quer dizer que os exercícios na água, como hidroginástica e natação, ou mesmo aqueles realizado em bicicletas, NÃO trazem os benefícios observados com exercícios do tipo caminhar, correr, dançar, exercícios de força, entre outros.
Um estudo, onde mulheres idosas foram observadas durante alguns anos, mostrou que as que se exercitaram durante o período tiveram um aumento da massa óssea de 2,3%, enquanto que as mulheres que permaneceram sedentárias durante esse período mostraram uma diminuição da massa óssea de 3,3%.
O benefício primário da atividade física é o de evitar perda óssea que ocorre com a inatividade, o que pode reduzir o risco de fraturas. Como o estudo provou, o exercício também pode aumentar a massa óssea mesmo em pessoas idosas, entretanto, o tratamento com o médico não pode ser substituído pela atividade física.
Atividade física e Hipertensão Arterial
A atividade física é recomendada para a prevenção e o tratamento da hipertensão arterial (HA). A prática regular de atividades físicas de lazer, principalmente vigorosas, reduz em aproximadamente 30% o risco de desenvolvimento da HA, além disso, ajuda no controle da doença.
O treinamento aeróbico reduz a pressão arterial (PA) clínica sistólica/diastólica (máxima/mínima) de hipertensos em cerca de 7/5 mmHg, além de diminuir a PA de vigília e em situações de estresse físico e mental. Por outro lado, o treinamento resistido, como a musculação, não parece reduzir substancialmente a PA de hipertensos, embora acarrete outros benefícios à saúde.
Dessa forma, para a prevenção e tratamento da HA, caso não existam contraindicações, recomenda-se que todo indivíduo adulto pratique pelo menos 30 minutos de atividade física aeróbica moderada (andar, correr, pedalar ou nadar) em pelo menos 5 dias da semana. Para um benefício mais específico nos hipertensos, recomenda-se a execução do treinamento aeróbico, que pode ser conduzido com diferentes modalidades, pelo menos três vezes por semana, por pelo menos 30 minutos e em intensidade leve a moderada (40% a 60% da frequência cardíaca).
Esse treinamento deve ser complementado pelo treinamento resistido (musculação), com intensidade leve, conduzidas até a fadiga moderada. Um longo intervalo deve ser garantido entre as séries e os exercícios.
Fonte: Revista Brasileira de Hipertensão Arterial.
02/02/2013
Vamos prevenir?? Ainda existe volta!
Os benefícios da Atividade Física na prevenção e tratamento do diabetes
Praticar atividade física é muito importante para qualquer pessoa, já está provado cientificamente que o sedentarismo é prejudicial à saúde. Para a pessoa que tem diabetes, a atividade física traz diversos benefícios adicionais, como por exemplo aumentar a ação da insulina.
Como benefício imediato, pode-se citar: o aumento da ação da insulina; aumento da captação da glicose pelo músculo explicado pela necessidade de energia no músculo para a realização da atividade; captação da glicose no período pós exercício explicado pelo gasto energético causado pela recuperação do organismo e pela reposição do glicogênio pelas células; diminuição da taxa de glicose, este é um dos efeitos mais significativos da atividade física no diabetes pois a glicose é fonte predominante de energia nos primeiros 30 minutos de exercício, o que faz a atividade física ter função semelhante à insulina no que diz respeito à utilização da glicose pela célula. O exercício também aumenta a sensibilidade celular à insulina, ou seja, é capaz de fazer as células absorverem melhor a insulina e esse efeito possui duração de dois a três dias.
Como benefícios tardios pode-se citar: o incremento das funções cardio-respiratórias como a diminuição da frenquencia cardíaca de repouso, aumento da condição aeróbia, diminuião da pressão arterial em repouso, entre outros. Aumento da força e resistência muscular também é um benefício tardio, bem como dimiuição da gordura corporal e redução dos fatores de risco de doenças coronarianas pois diminui a taxa do colesterol ruim(LDL, VLDL) e aumenta a taxa do colesterol bom (HDL). O exercício também reduz a ansiedade e a depressão pela liberação da endorfina substância resposável pela sensação de bem estar.
Além disso tudo, a atividade física regular possui efetiva contribuição na prevenção do diabetes tipo 2 em pessoas com predisposição à doença, pois 90 % das pessoas com diabetes tipo 2 são obesas e a atividade física age na diminuição da gordura corporal que está diretamente associada à maior resistência à insulina.
As qualidades atribuídas à atividade por si já corroboram para que qualquer pessoa com diabetes se engaje num programa de exercícios, além do que a manutenção da taxa de glicose no sangue é responsável por reduções na incidência de doenças secundárias ao diabetes como a neuropatia, nefropatia, retinopatia, etc, além de redução dos sintomas como poliúria, polifagia, polidpsia, etc.
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Atividade Física na Terceira Idade
Com o passar dos anos, o corpo humano, sofre perdas naturais das capacidades físicas, como perda de força, flexibilidade, velocidade, capacidade aeróbia, massa óssea, além da redução da massa muscular. Nota-se também o aumento da gordura corporal e o aparecimento de patologias decorrentes das mudanças citadas, como por exemplo, a osteoporose, doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão arterial, entre outras.
Essas alterações fisiológicas associadas à inatividade física, levam o idoso a uma condição degenerativa crescente de suas capacidades físicas e fisiológicas, ocasionando o aparecimento de problemas como a perda de equilíbrio, o comprometimento da marcha e os problemas psicológicos como a baixa auto estima e a depressão.
A prática de atividade física regular aumenta ou mantém a aptidão física das pessoas idosas, tem o pontencial de aumentar o bem estar funcional e, consequentemente, diminuir a morbidade e a mortalidade entre essa população. Doenças coronarianas, hipertensão, diabetes, colesterol alto, tem seus efeitos controlados pela prática de exercícios físicos, além de previnir ou retardar essas doenças.
E você está esperando o que para ter um envelhecimento saudável?
Sejam bem vindos a minha nova página!
A partir de hoje a página está no ar e aqui vocês encontrarão informações sobre o envelhecimento saudável e os benefícios da atividade física na terceira idade.
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