Cely Fraga Mentora

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02/09/2026

Você termina uma frase importante e, antes que ela tenha tempo de chegar no outro, já começa a próxima. E depois a próxima.

O problema é que, quando tudo vem em sequência, sem pausa, f**a mais difícil para quem ouve perceber: o que, de tudo isso, é realmente importante?

A pausa🤐 não é um vazio na comunicação. Ela organiza, destaca, dá tempo para a informação ser absorvida e mostra que você não está apenas falando. Você sabe o efeito que quer produzir com o que diz.

Por isso, nessa aula, eu disse uma frase que resume bem o que penso: Se você domina a pausa, você domina a sua comunicação.

Esse é um trecho da aula sobre Voz, Comunicação Interna e Externa que dei para a Escola de Palestrantes, no INAp 🧠 Desenvolvimento pessoal e profissional

🎬 ASSISTA A UMA AULA COMIGO

Vou trazer mais recortes como esse por aqui.

27/08/2026

“Mas eu falei exatamente o que precisava ser dito.”🤔

Essa frase aparece em muitas conversas que deram errado.

Você explicou, escolheu as palavras e falou com clareza. E, ainda assim, a pessoa saiu com uma compreensão completamente diferente da que você esperava.😳

É aí que comunicação deixa de ser apenas o que você disse, porque existe uma diferença enorme entre ter falado e ter conseguido comunicar.

Durante uma palestra, eu trouxe uma ideia que considero essencial: a resposta que recebemos também nos dá informação sobre a nossa comunicação.

Não para assumir a responsabilidade por tudo o que o outro entende. Isso seria impossível. Mas para sair de uma lógica muito confortável:

“Eu falei. Agora é problema dele se não entendeu.”

Se a resposta foi diferente da esperada, existe algo para investigar.

❓O ele entendeu? O que ficou ambíguo? Que informação eu considerei óbvia e não era? O que eu disse e o que ele ouviu foram realmente a mesma coisa? Comunicação exige esse ajuste de rota.

Isso vale para uma apresentação, uma conversa difícil, uma orientação no trabalho e até para aquele WhatsApp que termina com: “Não foi isso que eu quis dizer.”

Falar encerra uma frase. Comunicar exige descobrir onde ela chegou.

Se essa ideia fez sentido para você, salva este post e compartilha com alguém com quem você conversa muito sobre comunicação.

17/08/2026

Você não se sabota tanto quanto imagina.🙂‍↔️

Às vezes, você só está tentando obedecer a duas verdades ao mesmo tempo.

Você quer se posicionar no trabalho.
Mas também quer evitar julgamento.

Quer crescer profissionalmente.
Mas não quer aumentar ainda mais a cobrança sobre você.

Quer dizer “não”.
Mas aprendeu que ser uma pessoa boa signif**a não decepcionar ninguém.

Quer aparecer.
Mas alguma parte sua ainda associa visibilidade a risco.

E então acontece uma coisa curiosa: você sabe o que deveria fazer, decide que vai fazer diferente… e, na hora, recua.

É fácil chamar isso de autossabotagem, insegurança ou falta de confiança.

Mas existe outra possibilidade. Pode haver um conflito entre crenças, valores e aprendizados que foram construídos em momentos diferentes da sua vida.

Uma parte diz:
“Vai.”

A outra responde:
“Cuidado.”

E talvez as duas tenham bons motivos.😉

Foi justamente isso que trabalhamos nesta aula de Master em PNL sobre integração de crenças conflitantes: reconhecer a incongruência, entender o que existe por trás de cada posição e encontrar a intenção que cada uma tenta preservar.

Porque tentar calar a parte que resiste nem sempre resolve o conflito.

Às vezes, a pergunta mais interessante não é: Por que eu continuo me sabotando?

É: O que essa parte de mim acredita que aconteceria se eu simplesmente avançasse?

Essa pergunta pode revelar muito sobre seus bloqueios de comunicação, medo de se posicionar, insegurança profissional e dificuldade de falar em público.

Agora quero saber de você: qual é o seu “eu quero, mas…” neste momento?

✍️Escreva nos comentários completando essa frase ou salve este post para observar da próxima vez que perceber que uma parte sua quer avançar e outra pisa no freio.

14/08/2026

Quanto mais você tenta parecer competente, mais difícil pode f**ar mostrar o que você sabe. Parece contraditório. Mas acontece todos os dias.

Você entra numa reunião sabendo do assunto. Tem experiência. Conhece os números. Já pensou no problema. Talvez até tenha uma opinião bem formada.

Aí alguém faz uma pergunta. E, de repente, você não está mais pensando apenas na resposta. Você está pensando na resposta e em você respondendo.

“Será que estou sendo clara?”
“Será que isso é óbvio?”
“E se eu falar alguma bobagem?”
“Será que vão perceber que estou nervosa?”

É como tentar conversar enquanto existe uma segunda versão sua sentada na plateia, avaliando a sua performance. E isso consome espaço mental.

Por isso, uma coisa que observo muito quando trabalho comunicação, oratória e posicionamento profissional é que nem sempre quem trava ao falar precisa aprender mais técnicas para “parecer confiante”.

Às vezes, precisa diminuir a quantidade de atenção que está colocando em como está sendo percebida para conseguir voltar a atenção ao que está acontecendo na conversa.

Faça um teste na sua próxima reunião. Quando perceber que começou a se monitorar, procure alguma coisa fora de você:

Qual problema estamos tentando resolver?
O que ainda não foi considerado?
Que informação eu tenho que pode fazer essa conversa avançar?

É uma mudança pequena:

❓de “como estou me saindo?”
❓para “como posso contribuir?”

E talvez seja justamente por isso que tanta gente competente sofre para se posicionar no trabalho.

Não falta conhecimento. Às vezes, sobra avaliação.🙁

Se você sabe mais do que consegue mostrar quando precisa falar, se posicionar ou apresentar suas ideias, me acompanha por aqui. É exatamente essa distância entre competência e expressão que eu quero investigar com você.

12/08/2026

Tem uma coisa que observo com frequência: muita gente não espera que o outro duvide dela. **Ela faz isso primeiro.**

“Posso estar falando besteira…”
“Talvez eu esteja errada…”
“Não sei se isso faz sentido…”

Parece só um jeito cuidadoso de entrar numa conversa. Às vezes, até uma tentativa de não soar arrogante.

Mas olha a negociação que acontece aí. Antes de saber como o outro vai receber a sua ideia, você já diminui um pouco o peso dela.

Como quem pensa: *se der errado, pelo menos eu avisei.*

Eu acho isso especialmente curioso porque, muitas vezes, a pessoa estudou o assunto. Tem experiência. Tem argumento. Sabe por que pensa daquele jeito.

Mas, na hora de colocar o que sabe na conversa, sente que precisa deixar uma saída de emergência.

E talvez o exercício não seja aprender a parecer mais confiante e sim perceber quantas vezes você se protege de um julgamento que ainda nem aconteceu.

Na próxima vez que perceber uma dessas frases chegando, experimente não substituí-la por outra frase “mais poderosa”.

Só tire o começo e diga o que você veio dizer. O outro ainda pode concordar, discordar, questionar, acrescentar. Mas deixa essa parte para ele.

Você não precisa fazer o julgamento do outro antes dele.😉

11/08/2026

Quando a experiência continua depois que a palestra termina. 💛

Esses registros foram feitos pelos próprios alunos da turma de Administração (B.Braun - Senai) durante a palestra Falar Bem Muda o Jogo, no SENAI São Gonçalo.

E talvez seja justamente por isso que eu tenha gostado tanto desse vídeo: ele mostra o encontro pelo olhar de quem estava ali vivendo a experiência.

Falamos sobre comunicação, sim. Mas, principalmente, sobre aprender a colocar uma ideia no mundo, fazer uma pergunta, pedir orientação, defender um ponto de vista e não deixar que o medo de errar silencie aquilo que você tem a dizer.

Para quem está começando a vida profissional, descobrir cedo que falar bem não é falar perfeito pode fazer uma diferença enorme.

É aprender que a própria voz também se desenvolve. E que, quando ela encontra espaço, muita coisa pode começar a acontecer.

Um agradecimento muito especial a essa turma, pela participação e por esse registro tão especial do nosso encontro. 🤍

Falar bem muda o jogo.😉

14/07/2026

“Eu sou insegura.”

Essa é uma das frases que mais escuto de mulheres extremamente competentes. Mas, quando começamos a olhar mais de perto, muitas vezes encontro outra coisa.

Ela não duvida de tudo o que faz. Não se sente incapaz o tempo inteiro. Não trava em todas as situações. A insegurança aparece principalmente quando existe a possibilidade de ser avaliada.

Na reunião em que precisa defender uma ideia. Na apresentação importante. Diante de alguém que considera mais experiente. Quando precisa responder sem ter tempo para preparar. Quando sabe que seu desempenho está sendo observado.

Então talvez a pergunta não seja apenas: “Por que eu sou tão insegura?”

Talvez seja: “O que eu acredito que pode acontecer se eu errar na frente dos outros?” Existe uma diferença entre não saber fazer e sentir que não pode falhar.

Quando errar signif**a, internamente, parecer incompetente, decepcionar alguém, perder credibilidade ou confirmar aquela dúvida que você já carrega sobre si mesma, qualquer situação de exposição ganha um peso muito maior.

Você começa a revisar mentalmente o que vai dizer. Procura a palavra certa. Tenta prever todas as perguntas. Observa a reação das pessoas enquanto fala.

E, de tanto tentar não errar, perde justamente aquilo que mais queria ter naquele momento: presença.

Por isso, nem toda insegurança se resolve tentando “ser mais confiante”. Às vezes, é preciso entender por que você sente que precisa acertar tanto.

Tem um padrão acontecendo aqui.

13/07/2026

Passei o fim de semana inteiro numa sala falando sobre uma coisa que a gente raramente para pra pensar: muitas coisas que fazemos não foram escolhidas de verdade.

O jeito como você aprende algo novo. Como reage quando erra. Como se sente na frente de um grupo. Tudo isso foi formado em algum momento da sua vida, por repetição, por uma professora de vinte anos atrás, por uma situação que você nem lembra mais conscientemente, mas que ainda influencia como você age hoje.

E não dá pra falar de liderança sem passar por aí primeiro, porque liderar bem é fazer, com quem está ao seu redor, o mesmo exercício que fazemos com a gente mesmo quando está aprendendo algo: parar, entender por que reagimos do jeito que reagimos, e então escolher — com mais liberdade e consciência — o que vale a pena manter e o que vale a pena mudar.

Foi esse o fio condutor do módulo PNL aplicada à Aprendizagem e Liderança, um fim de semana dedicado a como aprendemos e como lideramos pessoas.

F**a aqui um vídeo com alguns momentos do módulo. E f**a uma pergunta simples, pra quem quiser levar. O que você faz hoje por hábito e nunca parou pra perguntar se ainda faz sentido?

06/07/2026

Turma de Master em PNL. Nível avançado. Gente que já estudou bastante, que conhece as ferramentas, que já facilitou processo nos outros.

E mesmo assim, quando a conversa chegou em crenças, o silêncio foi o mesmo de sempre, porque não importa o quanto você sabe. A crença não mora no conhecimento. Ela mora numa generalização que você aprendeu a tratar como verdade. Sobre o que é possível para você, sobre o que você é capaz, sobre o que você merece.

❓E aí eu te pergunto: o que você chama de verdade sobre você mesmo é o que você realmente é, ou é o que você aprendeu a interpretar como verdade?

15/06/2026

Recentemente, eu estava na frente de 65 pessoas do setor financeiro de uma empresa.

E num determinado momento eu olhei para a sala e vi o que sempre me motiva numa palestra🤩: o momento em que todo mundo para. Não porque o conteúdo é bonito, mas porque alguém se reconheceu.

A gente trabalha tanto para entregar resultado, para não deixar nada cair, para dar conta de tudo ao mesmo tempo, que esquece de perguntar o que está acontecendo dentro da gente enquanto faz tudo isso.

Inteligência emocional não é parar de sentir pressão. É aprender a ler o que a pressão está dizendo, antes que ela decida por você.

Foi isso que a gente trabalhou nesse dia. E saí de lá lembrando por que faço o que faço.

📩 Se quiser levar essa conversa para a sua equipe, me chama.

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Flamengo, RJ

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