04/07/2026
Março ➡️ Julho.
São cerca de 6 kg a menos.
Mas essa publicação nunca foi sobre o número na balança.
Há quase quatro anos, depois do nascimento do meu filho, enfrentei uma depressão pós-parto. Ela trouxe um medo constante de perdê-lo, de que algo acontecesse com ele e de eu não conseguir protegê-lo. Durante muito tempo, esse medo ocupou um espaço enorme dentro de mim.
Nesse período, cuidar de mim ficou em segundo plano.
Entre a artrite reumatoide, o prolactinoma e tudo o que vivi emocionalmente, meu corpo carregou mais do que peso. Carregou dores, inseguranças e uma batalha silenciosa.
Hoje, olhando essas fotos, vejo muito mais do que uma diferença física.
Vejo uma mulher que está voltando para si.
Ainda não cheguei onde quero. Ainda tenho um caminho pela frente. Mas, pela primeira vez em muito tempo, sinto que estou recuperando a minha saúde, a minha força e, aos poucos, a minha autoestima.
Se este post chegar até alguém que também esteja atravessando um momento difícil, quero deixar um lembrete:
Não tenha pressa para florescer. Alguns recomeços levam tempo. O importante é não desistir de você.