05/08/2026
Neste final de semana, o Dr. Alexandre de Aquino (Alexandre Aquino) esteve em Gramado representando o Centro da Mente no CONCRIART 2026 (15º Congresso de Terapias Cognitivas da Infância e Adolescência).
Sob o tema geral “As luzes e as sombras da infância e adolescência”, o Dr. Alexandre ministrou a palestra “Para além do TDAH: caracterização e relevância clínica do desengajamento cognitivo”, levando reflexões fundamentais e atualizações científicas sobre a saúde mental dos mais jovens.
Buscar o aprimoramento constante é o nosso compromisso para oferecer uma medicina cada vez mais precisa, humana e de excelência para você e sua família. 💙
31/07/2026
Quem chega ao consultório costuma pensar que está sozinho no que sente. Mas a verdade é que muitas das frases que escuto se repetem todos os dias. Elas não significam fraqueza, exagero ou falta de capacidade. São sinais de que algo precisa de atenção, cuidado e, muitas vezes, tratamento.
Buscar ajuda psiquiátrica não é sobre “dar conta de tudo”. É sobre entender o que está acontecendo, aliviar o sofrimento e recuperar a qualidade de vida.
Se alguma dessas frases fez sentido para você, talvez seja o momento de olhar para a sua saúde mental com mais acolhimento e menos culpa.
23/07/2026
Você sente que a mente não desacelera, vive cansado e tem dificuldade para se concentrar?
Nem sempre isso significa ansiedade. Em muitos casos, o excesso de estímulos, como telas, notificações, informações o tempo todo e uma rotina acelerada, também pode provocar sintomas parecidos.
Observar a frequência, a intensidade e o impacto desses sinais na sua rotina é fundamental. Quando esse desconforto se torna constante e começa a afetar seu bem-estar, vale a pena buscar uma avaliação profissional.
Nem tudo o que parece ansiedade realmente é. Mas todo sofrimento merece atenção.
08/07/2026
Antes, você reagia. Hoje, consegue respirar, pensar e escolher como agir.
Essas mudanças podem parecer pequenas, mas revelam um processo importante de fortalecimento emocional. A evolução da saúde mental nem sempre é marcada por grandes transformações. Muitas vezes, ela aparece em atitudes simples que passam despercebidas.
Se você percebe alguns desses sinais em sua rotina, reconheça o seu progresso. E, se ainda não consegue enxergá-los, lembre-se de que cada pessoa tem o seu tempo. Com o acompanhamento adequado, esse caminho pode se tornar mais leve e consciente.
Sua evolução merece ser valorizada.
20/06/2026
Neste sábado pela manhã, tivemos nossa reunião de equipe, acompanhada de um café da manhã saudável e de uma pauta cumprida com organização e compromisso.
Somos um grupo que investe continuamente em qualificação, planejamento e alinhamento, fortalecendo o trabalho em equipe e o cuidado que oferecemos.
20/06/2026
Esta semana atendi uma profissional de saúde com um quadro importante de ansiedade. Enquanto conversávamos sobre sua rotina, ela me contou que trabalha de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, e ainda faz cerca de 15 plantões noturnos por mês.
Ao ouvir isso, me veio à mente um trecho deste livro:
“Aquilo que se considera normal hoje não é nem saudável nem natural.”
Antes mesmo de pensar em diagnósticos, escalas ou prescrições, vale uma reflexão: será que um organismo humano foi feito para sustentar, por anos, uma rotina como essa sem apresentar algum sinal de sofrimento?
Não estou dizendo que a ansiedade dessa paciente se explica apenas pelo trabalho. A saúde mental é sempre multifatorial e complexa.
Mas talvez devêssemos nos perguntar com mais frequência se alguns sintomas que tratamos diariamente não são também respostas compreensíveis a estilos de vida que exigem do corpo e da mente muito além daquilo para que foram biologicamente preparados.
19/06/2026
Vicente Alcântara conduziu a sessão clínica do Centro da Mente com o tema “Terapias contextuais no TEA nível 1 de suporte”.
A sessão clínica é um espaço de troca, estudo e reflexão entre profissionais, no qual diferentes olhares se encontram para ampliar a compreensão dos casos, atualizar conhecimentos e qualificar as decisões terapêuticas. Foi uma oportunidade de entrar no contexto dessa discussão e ampliar nosso repertório clínico, fortalecendo uma prática mais integrada, ética e sensível às necessidades de cada pessoa. 🧠
18/06/2026
Começo hoje uma série de posts sobre minha leitura atual: o livro O Mito do Normal.
Para quem trabalha com saúde — especialmente saúde mental — considero uma leitura indispensável.
Ao longo das páginas, os autores nos convidam a ampliar o olhar para além dos sintomas e diagnósticos, refletindo sobre como as experiências de vida, os relacionamentos, o estresse crônico e o contexto social influenciam profundamente nossa saúde física e emocional.
O trecho deste post fala justamente sobre algo que considero essencial na prática clínica: a importância de conhecer não apenas a doença, mas a história da pessoa que adoeceu.
Muitas vezes, as respostas que procuramos não estão apenas nos exames ou nos critérios diagnósticos, mas nas experiências, perdas, adaptações e estratégias de sobrevivência que cada indivíduo desenvolveu ao longo da vida.
Nos próximos posts, compartilharei outros trechos e reflexões que considero especialmente relevantes para profissionais de saúde, pais, educadores e qualquer pessoa interessada em compreender melhor o ser humano.
Você já leu este livro? O que mais chamou sua atenção?