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Sportfood S. A. e Redoma Capital fecham acordo de investimento
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Pluri Consultoria [email protected] por fgpferreira1.enviodecampanhas.net
11:18 (Há 13 minutos)
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Sportfood S.A. e Redoma Capital fecham acordo de investimento
A Sportfood Licenciamento e Franchising S.A, detentora dos direitos das redes de alimentação oficiais dos clubes de futebol concluiu as negociações para a venda de participação acionária para a Redoma Capital. A operação, que teve a assessoria da FIRB como Financial Advisor é a primeira de um programa de captação de recursos cujo objetivo é fazer frente ao projeto de crescimento de longo prazo da empresa.
A Sportfood nasceu em 2013, a partir de uma iniciativa da PLURI Consultoria com a proposta de criar redes de alimentação temáticas dos principais clubes do país. Cada rede possui identidade, ambientação e cardápio próprios, refletindo as tradições e características de cada clube. A empresa detém contratos de exclusividade com 7 das principais agremiações de futebol do Brasil: Bahia (Caldeirão Tricolor), Corinthians (Loucos & Fiéis e St George), Cruzeiro (Cruzeiro Pasta & Grill), Grêmio (Hamburgueria 1903), Palmeiras (Cantina Palestra), Santos (Belmiro´s) e Vasco (Casa do Almirante).
Atualmente a Sportfood opera com 4 unidades da Hamburgueria 1903, do Grêmio FBPA no Rio Grande do Sul (Shoppings Iguatemi e Praia de Belas, Centro Histórico e Novo Hamburgo), e está em processo de abertura de outras 11 unidades que deverão entrar em operação até o final de 2016. O projeto tem potencial para até 550 unidades (próprias e franqueadas) em sua maturação, considerando as 7 redes já em implantação.
“Tiramos do papel e tornamos real uma operação inédita no Mundo, com grande potencial de expansão. No cenário econômico desafiador dos dias atuais poucas empresas têm conseguido acessar o mercado, portanto o investimento da Redoma Capital sinaliza a solidez do negócio e suas ótimas perspectivas”, diz Fernando Ferreira, idealizador e CEO da empresa.
Os Recursos da operação serão destinados ao processo de abertura de unidades e fortalecimento da estrutura e equipe da Sportfood, de forma a suportar o processo de expansão. Para Henning Sandtfoss, fundador da Redoma Capital, “o investimento na Sportfood está em total sinergia com nossa carteira de investimentos e clientes do mundo do Futebol, estamos muito felizes em fazer parte neste empreendimento.”
A Redoma Capital é uma empresa de consultoria e assessoria em investimentos, e que também presta serviços de concierge com foco em atletas. Tendo seu fundador Henning Sandtfoss, com mais de 18 anos de experiência, prestando consultoria e educação financeira.
A FIRB é uma consultoria de RI e Corporate Finance que atua em transações de empresas no middle-market. Como membro CFI, faz parte de uma rede global de fusões e aquisições, com presença em 20 países.
São Paulo, 14 de julho de 2016.
Conheça a SportFood
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SOS Futebol Paraibano
Fórum de discussão e debate do futebol paraibano, visando contribuir com o desenvolvimento, gest?
O projeto de extensão “Futebol Paraibano Gestão e Sustentabilidade” é desenvolvido no Campus V da Universidade Estadual da Paraíba, em João Pessoa, com o objetivo de promover ações transformadoras criando oportunidade de discutir novos métodos de gestão que substituam as formas empíricas de se fazer futebol na Paraíba por uma metodologia inovadora que possibilite competitividade regional. Para tan
Agradeço aos amigos que estão curtindo e comentando a fanpage do sosfutebolparaibano e aos que estão aceitando nosso convite. Abraço a todos.
Conheça a MISSÃO, VISÃO e VALORES do sosfutebolparaibano.
MISSÃO
Ser um projeto de sustentabilidade e gestão do futebol paraibano, visando proporcionar aos gestores dos clubes, Federação Paraibana de Futebol (FPF), crônica esportiva, e desportistas sugestões que possibilitem a profissionalização do nosso futebol.
VISÃO
Permitir que o futebol paraibano, assessorado pelo Projeto Gestão e Sustentabilidade com apoio da Federação Paraibana de Futebol (FPF), Estado, sociedade civil e empresas privadas seja competitivo no cenário regional e nacional, conquistando e mantendo seus clubes nas principais competições.
VALORES
O projeto é o grande diferencial que transforma os objetivos possíveis, realizando, permitindo o fortalecendo da gestão tornando o futebol atrativo, rentável e sustentável.
30/06/2016
Itamar Schulle acerta com presidente e continua no Botafogo | SóEsporte Uma movimentação na Maravilha do Contorno, nesta terça-feira à tarde, dava conta que o treinador Itamar Schulle podeia deixar o Botafogo para comandar o Remo-PB. Mas depois de uma conversa ele acertou com presidente Novinho e continua no Botafogo até o final da Série C do Brasileiro.
PROFUT
INFORMA TRABALHISTA LEGISLAÇÃO
Esta seção divulga leis e normas de interesse para as relações trabalhistas.
PUBLICADA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL DO ESPORTE
No último dia 5 de agosto, foi sancionada, com vetos, a Lei nº 13.155/15, denominada Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte (a “Lei”), que converteu em lei a Medida Provisória nº 671, responsável pela instituição do Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro
Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte
Está em vigor a Lei n. 13.155/15, que institui o Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (PROFUT).
agosto de 2015
Para informações,
entrar em contato com:
Dario Rabay
D +55 11 3089 6645
[email protected]
Aldo Martinez Neto
D +55 11 3089 6717
[email protected]
www.souzacescon.com.br
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SOUZA, CESCON, BARRIEU & FLESCH ADVOGADOS
SÃO PAULO | RIO DE JANEIRO | BELO HORIZONTE | BRASÍLIA | SALVADOR
A Lei estabelece a possiblidade de refinanciamento das dívidas dos clubes de futebol com a União Federal e traz relevantes alterações na Lei nº 9.615/98 (“Lei Pelé”) e Lei nº 10.671/03 (“Estatuto do Torcedor”).
O clube de futebol que aderir ao PROFUT poderá parcelar os débitos pendentes junto à Receita Federal, à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, ao Banco Central e ao Ministério do Trabalho e Emprego. A dívida deverá ser paga em até 240 parcelas, com redução de 70% das multas, 40% dos juros e 100% dos encargos legais.
Em contrapartida, o clube aderente deverá obedecer as seguintes condições:
• Publicação das demonstrações contábeis padronizadas e auditadas;
• Redução do déficit pelos índices indicados na Lei;
• Regularidade das obrigações tributárias e trabalhistas federais, vencidas a partir da publicação da Lei;
• Regularidade no pagamento de verbas atinentes ao contrato de trabalho, inclusive direito de imagem, de atletas e demais empregados;
• Fixação de período de mandato de dirigente eletivo em até 4 anos, permitida uma única recondução;
• Previsão em estatuto social o afastamento de dirigem que pratique ato de gestão irregular ou temerária por período não inferior a 5 anos;
• Comprovação da existência e autonomia de conselho fiscal;
• Pagamento de salários e direitos de imagem a atletas em valor não superior a 80% da receita bruta das atividades do futebol profissional;
• Impossibilidade de antecipação de receitas futuras, salvo em situações específicas; e
• Investimento na formação de atletas e no futebol feminino.
A Lei também estende as penalidades do artigo 50 do Código Civil (desconsideração da personalidade jurídica) aos dirigentes das entidades desportivas e estabelece hipóteses específicas de gestão temerária e irregular.
A Lei ainda alterou a Lei Pelé: a rescisão indireta do contrato de trabalho passará a abranger não somente a hipótese de atraso no pagamento de salário do atleta, como também a hipótese de atraso no pagamento do direito de imagem em período igual ou superior a 3 meses. Além disso, a Lei estabelece que o direito de imagem não poderá ultrapassar 40% da remuneração total paga ao atleta.
Há também inovação no Estatuto do Torcedor. A Lei adota a regularidade fiscal e quanto a obrigações trabalhistas como critérios técnicos para rebaixamento de clubes.
Houve, contudo, vetos substanciais ao texto aprovado pelo Congresso Nacional em julho. O texto aprovado pelo Congresso Nacional previa, dentre outras questões: (i) a instituição de um regime especial de tributação das sociedades empresárias desportivas profissionais, os chamados clubes-empresas; e (ii) a alteração da Lei Pelé para reduzir o valor mínimo da multa devida pelo clube pela rescisão contratual antecipada de 100% para 50% dos salários devidos até o final do contrato do atleta.
A Lei nº 13.155/15, embora já esteja em vigor, retornará ao Senado Federal para reapreciação, sendo possível que os dispositivos vetados sejam novamente inseridos no texto da Lei.
Este boletim apresenta um resumo de alterações legislativas ou decisões judiciais e administrativas no Brasil. Destina-se aos clientes e integrantes do Souza, Cescon, Barrieu & Flesch Advogados. Este boletim não tem por objetivo prover aconselhamento legal sobre as matérias aqui tratadas e não deve ser interpretado como tal.
Parabéns Phelipe Caldas,que Deus lhe conceda saúde e vida longa.
30/06/2016
Diretor de futebol do Treze descarta chances de renúncia coletiva no clube #globoesporte Declaração de Fábio Azevedo é em resposta a Olavo Rodrigues, candidato derrotado no último pleito, que queria antecipação das eleições para "antecipar" início de 2017
Muito obrigado aos que curtiram e comentaram as notícias e fotos aqui postadas. Solicito a gentileza de continuarem curtindo, sugerindo e criticando quando julgarem necessário. O SOS Futebol Paraibano está aberto aos desportistas.
16/06/2016
Participação no evento futebol solidariedade promovido pela rádio Tabajara.
Presidente da FPF: Amadeu Rodrigues
Coord. do Projeto Futebol Paraibano:
Prof. Francisco de Assis Bezerra
Coord. de Abritro da FPF: Luiz Renato
FINALMENTE! Temos o Campeão paraibano 2016.
Faz algum tempo que os desportistas paraibanos participam de um campeonato de futebol patrocinado pela FPF sem que durante sua realização não tenha ocorrido problemas, sinceramente, nunca vi tantas paralisações nas competições paraibanas, e vejam que foram em todas as divisões; no futebol feminino, segunda divisão e por fim na principal competição a primeira divisão. Finalmente, tivemos a decisão da competição, ainda com pendências judicial, que foram objeto de paralisações, por entender que o TJDPB nos julgamentos dos processos não demonstrou transparência, credibilidade e imparcialidade, fazendo com que o STJD arroga-se para aquela Corte a competência de decidir que, ainda não o fez não se sabe se por estratégia ou por outras razões. (Até porque a situação em determinados momentos parecia incontrolável e o caminho dos clubes julgados prejudicados não seria outra a não ser a Justiça). Daí, se contatar a falta de credibilidade do futebol brasileiro, se inferido também, as providências assertivas do Ministério Público Estadual atuando sempre em boa hora e em defesa da competição e dos desportistas, às vezes, sem reconhecimento, méritos para o MPE-PB.
Acredito que chegou o momento para uma profunda reflexão sobre tudo que aconteceu durante esses quases seis meses de competição estadual, insisto em dizer a FPF tem agora a obrigação de ouvir com antecedência todos os envolvidos e interessados no desenvolvimento do futebol paraibano a exemplo das entidades, instituições universitárias, organizações e sociedade civil perguntando: Onde se encontram os problemas? Nos clubes? Na gestão da mentora paraibana? No número excessivo de clubes que apenas cumprem datas no certame? Na CBF que determina um calendário curtíssimo e impositivo para os regionais? Formulação de regulamento que a cada ano pontifica algumas omissões que levam os clubes inconformados a paralisar o certame ou exigindo da FPF interpretações de artigos, parágrafos ou incisos que não são claros a luz do direito desportivo. Ora, como podemos e quando teremos uma competição sem atropelo, inovadora e atrativa? Quem sabe, adotar o modelo de competições que marcaram sucesso de público e sensações nas decisões de nosso futebol. Épocas em que as competições eram disputadas em dois turnos com a presença na decisão do campão do primeiro e do segundo turno fazendo as partidas finais.
Talvez essa formula possibilite o retorno dos desportistas apaixonados por futebol aos estádios e a FPF poderia, quem sabe! Criando uma taça de Campão do primeiro e segundo turno, dando uma denominação, ouso sugerir: Taça Paraíba, e Cabo Branco ou outra denominação. Ou ainda, levar os dois melhores clubes ranqueados no primeiro e segundo turno compondo um quadrangular final em cruzamento olímpico onde se conheceria os dois finalistas fazendo jogos de ida e volta. Acho que, temos ai uma proposta para reflexão e implantar em 2017.
Diante das dificuldades e críticas recebidas, cumprimentamos a Federação Paraibana de Futebol pela conclusão do certame, esperamos que estejam superadas as pendências, do contrario, as Contestações continuarão fortalecendo as demandas judiciais.
LANCE!
É oficial! Tite aceita oferta, deixa o Corinthians e vai assumir a Seleção
Após reunião na última terça-feira na CBF e muita expectativa nesta quarta-feira, técnico foi confirmado como substituto de Dunga. Ele ainda comandará o Timão em duas partidas
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LANCE!*15 JUN2016-17h46
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