15/11/2018
“Violência infantil, conheça os tipos e consequências”
Mais comum do que as estatísticas apresentam, a violência doméstica e familiar é um fato explícito ou, muitas vezes, velado, encoberto, praticado dentro de casa, entre parentes (homem e mulher, entre filhos, dos filhos para com os pais e vice-versa, dentre outros), incluindo a violência infantil e o abuso sexual contra criança, os maus-tratos contra idosos e contra a mulher, e violência contra o parceiro.
Esse problema torna-se cada vez mais evidente, porque as marcas não são apenas sociais, mas geram um problema de saúde pública e cuidados que, cada vez mais, são percebidos e necessários às vítimas desses tipos de violência.
As pesquisas divulgadas mostram que os meninos são vítimas mais frequentes de violência física, porém, no que se refere à violência sexual, as vítimas mais frequentes são as meninas (3 a 4 meninas para um menino). Em muitos casos, a violência sexual e a violência física costumam aparecerem juntas e, nos três casos, são um risco para o processo de desenvolvimento saudável da pessoa. É importante destacar a violência psicológica que também é sofrida.
A abertura para esse assunto não é muito fácil, pois, muitas vezes, a violência é silenciosa, envolve segredos familiares e aproxima-se dos agressores que, muitas vezes, estão mais próximos do que a família gostaria de encarar.
a) Violência física: ação única ou repetida, intencional, cometida por um adulto ou pessoa mais velha que a criança ou adolescente, que provoque dano físico, de grau variado de lesão que leve até a morte;
b) Violência psicológica: envolve um padrão de comportamento destrutivo do adulto, que interfere negativamente na competência social da criança, por meio de práticas de rejeição, isolamento, ameaça, descaso, corrupção, expectativas e exigências irreais, violências que não deixam marcas físicas, mas afetam diretamente o comportamento e o lado emocional dos violentados;
c) Violência sexual: ato ou jogo sexual, com a intenção de estimular sexualmente ou de usar a criança ou adolescente para obter satisfação sexual por parte de adulto ou de pessoa em estágio mais avançado de desenvolvimento.
14/11/2018
“Violência infantil, conheça os tipos e consequências”
Mais comum do que as estatísticas apresentam, a violência doméstica e familiar é um fato explícito ou, muitas vezes, velado, encoberto, praticado dentro de casa, entre parentes (homem e mulher, entre filhos, dos filhos para com os pais e vice-versa, dentre outros), incluindo a violência infantil e o abuso sexual contra criança, os maus-tratos contra idosos e contra a mulher, e violência contra o parceiro.
Esse problema torna-se cada vez mais evidente, porque as marcas não são apenas sociais, mas geram um problema de saúde pública e cuidados que, cada vez mais, são percebidos e necessários às vítimas desses tipos de violência.
As pesquisas divulgadas mostram que os meninos são vítimas mais frequentes de violência física, porém, no que se refere à violência sexual, as vítimas mais frequentes são as meninas (3 a 4 meninas para um menino). Em muitos casos, a violência sexual e a violência física costumam aparecerem juntas e, nos três casos, são um risco para o processo de desenvolvimento saudável da pessoa. É importante destacar a violência psicológica que também é sofrida.
A abertura para esse assunto não é muito fácil, pois, muitas vezes, a violência é silenciosa, envolve segredos familiares e aproxima-se dos agressores que, muitas vezes, estão mais próximos do que a família gostaria de encarar.
a) Violência física: ação única ou repetida, intencional, cometida por um adulto ou pessoa mais velha que a criança ou adolescente, que provoque dano físico, de grau variado de lesão que leve até a morte;
b) Violência psicológica: envolve um padrão de comportamento destrutivo do adulto, que interfere negativamente na competência social da criança, por meio de práticas de rejeição, isolamento, ameaça, descaso, corrupção, expectativas e exigências irreais, violências que não deixam marcas físicas, mas afetam diretamente o comportamento e o lado emocional dos violentados;
c) Violência sexual: ato ou jogo sexual, com a intenção de estimular sexualmente ou de usar a criança ou adolescente para obter satisfação sexual por parte de adulto ou de pessoa em estágio mais avançado de desenvolvimento.
Fonte: nos comentários
14/11/2018
Nós amamos recrear ❤️.
Evento de um cliente querido. @ Manaus, Brazil
14/11/2018
Popularmente conhecida como a “Lei da Palmada”, a lei de número 13.010 foi aprovada em junho 2014, garantindo o direito da criança e do adolescente serem educados sem o uso de castigos físicos ou tratamento degradantes como formas de correção.
Embora a violência seja quase sempre associada à agressão física, é comum que a violência verbal também esteja presente no processo de educação dos filhos, e este comportamento é tão prejudicial para criança quanto a agressão física. Isso porque a violência verbal e psicológica expõe as crianças ao que pode ser caracterizado como abuso emocional — que pode gerar consequências profundas para o resto da vida desses indivíduos.
Tipos de violência infantil
Insultos, agressões verbais, desvalorização e humilhação destroem a autoestima da criança de maneira gradativa e as consequências dessas situações serão sentidas pelo indivíduo ao longo de toda a sua vida. Isso porque, da mesma maneira que a criança está desenvolvendo seu corpo, ela também está construindo sua psique em um processo envolve as noções de autoestima, autoimagem e amor próprio.
As lembranças de palavras ofensivas e de negligência emocional na infância reduzem consideravelmente o otimismo e autoestima dos indivíduos adultos, além de aumentar sua impulsividade e favorecer o desenvolvimento de transtornos de ansiedade. Este tipo de agressão também pode trazer diversas outras repercussões à saúde, estando associado à depressão e síndrome do pânico.
Situações de desprezo, abandono e indiferença — assim como chantagens emocionais que geram sentimento de culpa — também são maneiras muito frequentes de agredir emocionalmente as crianças.
Outros comportamentos dentro da estrutura familiar também podem trazer problemas às crianças, tais como:
Ambiente familiar marcado por conflitos, pouco solidário e com comportamento individualista;
Abuso de álcool, dr**as ou medicamentos;
Falta de respeito e afeto;
Críticas em excesso;
Regras muito rígidas;
Autoritarismo;
Cobranças e excesso de competição entre irmãos;
Famílias disfuncionais;
Conflitos familiares frequentes.
12/11/2018
Estamos fazendo uma feijoada para ajudar duas família que foram prejudicadas em um incêndio Estou com cartões para venda. Avise caso tenha interesse de participar dessa ação solidária.
Pontos de vendas:
cell da avenida efigenio Sales.
11/11/2018
Dica de documentário para ver em família.
Eu e o Universo é uma série para quem é bastante curioso, e gosta de saber o funcionamento de todas as coisas, desde a criação do universo até a famosa lei dos cinco segundos (aquela que diz que, se uma comida cai no chão, você tem exatamente esse tempo antes dos germes estragá-la)
Essa produção de Pharrell Williams é voltada para o público infanto-juvenil; entretanto, até mesmo os adultos podem se pegar viciados neste trabalho, pois trata de assuntos que são de interesse geral. Afinal, é impossível não gostar de saber como as coisas funcionam, né?
No decorrer dos episódios de Eu e o Universo, somos levados a conhecer a engrenagem das coisas de uma maneira leve e divertida. Mas não enveredamos apenas pelos caminhos científicos – no que diz respeito aos mistérios do Universo em si -, mas também pelas coisas simples do nosso cotidiano. Por exemplo: você já parou para pensar como funcionam as mídias sociais? Como é que nosso cérebro processa as emoções?
Essas questões são respondidas com muito humor, além de um visual fascinante. Eu e o Universo é o típico produto bem acabado, onde a edição e os pequenos efeitos práticos são determinantes para seu sucesso. A produção capricha nesse sentido, dando uma bem-vinda agilidade para cada ação apresentada.
02/11/2018
Com a agitação da vida diária, é importante sentarmos com nossos filhos antes de dormir e passarmos um tempo ininterrupto com eles. É uma chance de nos conectarmos e refletirmos sobre como foi o dia e o que eles anseiam para o dia que está por vir. Afinal, depois de um dia cheio de atividades programadas, podemos proporcionar uma oportunidade para nossos pequenos de refletirem em suas próprias palavras, fazendo perguntas antes de dormir. É importante eles perceberem que temos interesse em saber o que eles pensam e como foi o dia deles.
Ao fazermos perguntas simples para os nossos filhos, podemos ensiná-los a pensar de forma independente e aumentar a sua confiança.
22/10/2018
Já estamos aceitando cartão de crédito e débito