TRY AGAIN

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Rugby & Literatura - um escritor descobrindo aos poucos um antigo esporte bretão.

Marcelo Benvenutti 07/03/2023

Esse grupo é só pra quem quiser LER o que eu tiver a fim de escrever, devaneios literários, crônicas, contos, o que pintar na telha, sem interação. Entra lá.

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02/10/2017

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Photos 27/06/2016

RUGBY

- A modalidade tradicional, XV, tem quinze jogadores de cada lado e dois tempos de quarenta minutos. A modalidade olímpica, SEVENS, joga-se com sete jogadores de cada lado e dois tempos de sete minutos;

- O campo de jogo tem cem metros e a largura equivalente a de um campos de futebol, mais no mínimo cinco metros de INGOAL, o espaço onde se marca o TRY;

- A bola é OVAL, mas não é a mesma do futebol americano, que é menor. O peso dela é equivalente ao da de futebol;

- Com as mãos a bola só pode ser passada para os lados ou para trás;

- Só se pode derrubar, tacklear, quem tem a posse da bola. Não se pode derrubar sem se utilizar os braços e não pode pegar pescoço e cabeça;

- Depois de derrubado a disputa da posse da bola se dá em um RUCK, aquilo que parece um embolamento, mas não se iluda, tem regras pra aquilo. E não são poucas;

- O objetivo é chegar a linha de fundo de adversária e posicionar a bola entre o corpo do atleta e o chão. Isso se chama try;

- Depois do try, na mesma linha se onde a bola foi posta no chão, chuta-se uma CONVERSÃO de bônus. O chute deve passar entre os postes superiores de um H, a "meta" do rugby;

- Quando uma penalidade é marcada, dependendo da penalidade, a bola pode ser chutada aos postes, disputada em um SCRUM, oito jogadores se empurrando de cada lado, ou chutada para a lateral com a posse sendo do chutador;

- No lateral a bola tem que ser introduzida em um canal entre os jogadores das duas equipes para entrar em jogo;

- A bola pode ser impulsionada para a frente por chutes, mas somente os jogadores do time que chutou que estavam atrás da linha da bola podem pegá-la;

- Um jogador que pratica uma penalidade pode levar um cartão amarelo e f**ar de fora de jogo por DEZ minutos. Neste período seu time f**a com um a menos. Se a falta for grave ou ele for reincidente, leva vermelho e vai EXPULSO;

- Não existe esquema tático, mas estratégias. As equipes tem oito FORWARDS, avantes, dos números 1 a 8, geralmente mais pesados e lentos, e sete BACKS, os caras que vem de trás, dos número 9 ao 15, quase sempre mais rápidos e técnicos;

- O rugby nasceu junto com o futebol, faziam parte do mesmo esporte na Inglaterra vitoriana, regrado por Cambridge, Oxford e Rugby, uma pequena cidade inglesa. Quando as duas primeiras resolveram abolir carregar a bola com a mão e o tackle, "rebeldes" se reuniram em um PUB em Londres em 1871 e criaram o Rugby Football (teria este nome até 1995, quando foi aceita a profissionalização no esporte) em homenagem a cidade remanescente, onde se jogaria o futebol com as regras de RUGBY;

- Uma regra não escrita é que após os jogos as equipes adversárias confraternizam juntas e trocam ideias e experiências sobre o jogo acompanhadas de, se possível, MUITA CERVEJA. É o tradicional TERCEIRO TEMPO;

Quer conhecer o rugby e começar a treinar, mesmo que só por DIVERSÃO? PERGUNTE-ME COMO!

(na foto o campo na cidade de Rugby onde, diz a lenda, jogou-se rugby pela primeira vez, a história conto outro dia)

SEMJEL - Município de Bento Gonçalves 02/06/2015

Rio Grande do Sul se transformando em centro de referência no rugby nacional.

SEMJEL - Município de Bento Gonçalves O estádio municipal Getúlio Dornelles Vargas em Bento Gonçalves, mais conhecido como estádio da Montanha, completa 70 anos em 2015 e passará a contar com uma importante infraestrutura dedicada ao Rugby. A prefeitura concluiu o processo licitatório para a contratação da empresa que fará a construção…

ROOF ROW! England to refuse Wales' request to close Millennium Stadium roof 04/02/2015

Vale tudo fora de campo?

Bom, enquanto Gales quer jogar no Millennium, em casa, com o telhado fechado para que o barulho de sua torcida seja ainda mais ensurdecedor, os ingleses, com o regulamento na mão, aguardam a previsão do tempo mais próxima para decidir se aceitam ou não tais condições.

Vale lembrar que o último jogo entre as duas seleções pelo Six Nations em Gales foi em 2013 e os dragões vermelhos enfiaram acachapantes 30-3 no time da rosa. E o jogo desta sexta é prévia do embate de setembro, pela Copa do Mundo, quando galeses e ingleses praticamente decidirão sua sorte no torneio dentro do "grupo da morte" que também tem os australianos como participante.

É essa sexta, 18h00, e a ESPN avisa que vai passar ao vivo.

Imperdível!

ROOF ROW! England to refuse Wales' request to close Millennium Stadium roof England are set to ignore Wales' wish for the Millennium Stadium roof to be closed for Friday night's Six Nations opener

Calendário FGR 2015 | FGR - Federação Gaúcha de Rugby 26/01/2015

Novidades no RS em 2015:
- Seis equipes na Divisão de Acesso
- Segunda Divisão com turno e returno
- Categoria M19 com sete equipes
São 18 clubes que se movimentarão com o rugby XV no ano de 2015.
Começa em março!
O verdadeiro Gauchão!

Calendário FGR 2015 | FGR - Federação Gaúcha de Rugby Calendário FGR 2015 Comunicação FGR | January 24, 2015 | Atualidades, Comunicados | No Comments A Federação Gaúcha de Rugby (FGR) apresenta seu calendário de competições e atividades para o ano de 2015. A partir desta organização e planejamento, o rugby gaúcho entra em um processo mais intenso de de…

Yoann Huget et sa simulation de footballeur italien des années 90 21/01/2015

Yoann Huget, do Toulouse, simula agressão de Horacio Agulla, jogador argentino do Bath, para forçar sua expulsão quando seu time perdia de 15-25 em casa e juiz pede VT. O estádio inteiro, com maioria obviamente torcendo pelo Toulouse, vê a simulação e vaia em peso. Nas redes sociais Huget foi muito criticado por sua atitude que contraria tudo o que se espera de um jogador de rugby.

Yoann Huget et sa simulation de footballeur italien des années 90 www.lerugbynistere.fr

Le RCT récite son rugby face à l'Ulster 20/01/2015

Rugby não é somente um bando de sujeitos se trombando. Olhem o vídeo e vejam o que é o rugby. Passe, apoio, técnica, velocidade, trabalho em equipe. Isso é rugby.

Le RCT récite son rugby face à l'Ulster Regarder la vidéo «Le RCT récite son rugby face à l'Ulster» envoyée par Le-Rugbynistere sur Dailymotion.

Photos 12/01/2015

O MILIONÁRIO RUGBY PROFISSIONAL

Estamos acostumado a ouvir de gastos excessivos com salários no futebol, mas pouco se fala no Brasil sobre os gastos com salários no rugby profissional. A polêmica, que já dura algum tempo, no rugby mundial, é a escalada de contratações por parte de clubes europeus de estrelas do Hemisfério Sul, que se tornou mais evidente com a contratação de Dan Carter pelo Rancig Metro a partir da temporada 2015-16.

A verdade é que o teto salarial das equipes francesas da 1ª e 2ª divisões já é alto:10 milhões de euros anuais por clube. O Toulon, atual campeão europeu, por exemplo, que mantinha um contrato de peso com o inglês Johnny Wilkinson, se manteve abaixo dos 9 milhões de euros na última temporada. O que acontece é, como já é de praxe no futebol, os rendimentos dos principais jogadores serem complementados com contratos de direito de imagem, como aconteceu com Wilko e também acontecerá com Carter.

Diz-se que o abertura dos All Blacks receberá um salário anual de 500 mil euros, mas que outros 300 mil virão de contratos publicitários com outras empresas, lhe gerando uma renda anual próxima a um milhão de euros. Tudo começou no final da década passada com o contrato milionário feito pelo mesmo Racing de Paris na época com a estrela publicitária Sebastién Chabal, ícone francês na campanha da Copa do Mundo de 2007 realizada no país.

Apesar da maledicência, boa parte vinda do rugby inglês, que também contrata cada vez mais a peso de prata (vamos deixar o ouro pro futebol) jogadores sul-africanos, australianos, ex all blacks e uma leva de argentinos, sem falar na naturalização de samoanos e fijianos e seus descendentes, que jogadores tem seus salários depositados em paraísos fiscais, o que f**a é que cada vez mais uma gestão profissional tomando conta do rugby, o que acaba gerando essa competição entre ingleses e franceses e uma readequação do mercado no rugby profissional. Ambas ligas sofrem um forte controle orçamentário para tentar estancar a desigualdade entre clubes e estimular a igualdade de oportunidades (tentando seguir o exemplo de ligas de outros esportes, tais como a NFL com o futebol americano).

Nas últimas semanas os clubes ingleses tem renovado antecipadamente contratos com suas principais promessas. A última foi a renovação do abertura galês do Leicester Tigers, Owen Williams, de apenas 22 anos. O teto salarial atual dos clubes ingleses é de cinco milhões de libras, contra 3,5 milhões de libras dos galeses, o que gera uma crise inclusive nos dragões, a seleção galesa, que chegou a proibir a convocação de jogadores que não estivessem vinculados a clubes galeses. A Irlanda não f**a longe disso, e muitas seleções estão começando a relativizar a obrigação de jogadores atuarem em clubes locais para que sejam convocados a troco de perderem força nos confrontos internacionais.

Do outro lado do planeta, o Super Rugby tenta se inovar com a entrada de franquias japonesas e argentinas e uma maior regionalização a partir de 2016, com isso gerando mais renda e tentando segurar por mais tempo jogadores de alto rendimento. Estes, de olho nos euros e libras, deixam de lado até mesmo a oportunidade de defenderem seus países em competições importantes, já que se torna impraticável jogar na Europa e treinar e se preparar com suas seleções a milhares de quilômetros de distância. Isso sem falar nos calendários díspares de sul e norte, com as férias de cada hemisférios seguindo a tradição de descansarem no verão.

É tudo ainda muito confuso, mas com o tempo o mercado vai se adequando aos novos tempos milionários no rugby mundial. Equipes com maior poder de marketing e publicidade, jogadores elevados ao nível de estrelas publicitárias e, claro, tudo isso tentando manter a alma do rugby, um esporte que oficializou o profissionalismo somente em 1995. O profissioanlismo ainda sofre fortes resistências em muitas regiões, principalmente na Argentina e Uruguai, dois participantes da Copa de 2015 a ser realizada na Inglaterra. A nós brasileiros resta observar e aprender com a experiência externa, já que, cedo ou tarde, o profissionalismo chegará por aqui também. Ou será que já chegou?

Marcelo Benvenutti

(na foto Dan Carter com a camiseta que vestirá a partir do final de 2015 no Top 14 francês)

Photos 09/01/2015

Domingo, 11 de janeiro, se completam 90 anos do que dizem ser o jogo de rugby que inspirou James Joyce a reinventar a Haka em um trecho de Finnegans Wake. Consta que Joyce tinha acompanhado um jogo de Six Nations em abril de 1923, então Five Nations, entre Irlanda e França em Paris. A Irlanda teria perdido por 14-8.

Como à época morava em Paris e se interessou pelo espetáculo, em um domingo, 11/01/1925, Joyce se dirigiu ao estádio para assistir uma partida entre os invencíveis All Blacks, que venceriam 32 jogos seguidos na turnê de 1924-25, e um selecionado de equipes francesas no estádio Colombe. Foi então que viu in loco os camisetas negras apresentarem a dança da haka antes do jogo e ficou muito impressionado.

Tempos depois enviou correspondência para sua irmã que morava na Nova Zelândia pedindo maiores informações sobre a pronúncia e o signif**ado da canção de guerra maori. Então teria escrito o trecho abaixo baseado na canção até hoje entoada antes dos jogos pelos jogadores neozelandeses:

"Ko Niutirenis hauru leish! A lala! Ko Niutirenis haururu laleish! Ala lala! The Wullingthund sturm is breaking. The sound of maormaoring The Wellingthund sturm waxes fuercilier. The whackawhacks of the sturm. Katu te ihis ihis! Katu te wana wana! The strength of the rawshorn generand is known throughout the world. Let us say if we may what a weeny wukeleen can do.
Au! Au! Aue! Ha! Heish! A lala!"

Dizem historiadores e fãs de Joyce e de rugby que existem muitas outras citações ao rugby no livro, com referências à formação do scrum, da Nova Zelândia, dos invencíveis All Blacks e da imposição guerreira dos jogadores. F**a aqui o registro dessa inusitada particularidade da vida do irlandês Joyce e de suas, supostas, citações e influências rugbiers em seus livros.

Le sang-froid impressionnant de Stephen Myler 08/01/2015

Olhem o sangue frio do abertura Stephen Myler dos Saints no jogo contra os Falcons pelo campeonato inglês. É pra deixar torcedor maluco e tirar fome de gordo. Sorte dele que deu certo, o time venceu e o Northampton continua isolado na ponta da tabela.

Le sang-froid impressionnant de Stephen Myler Crédit vidéo : weskimaster

Photos 07/01/2015

No último sábado, após a exitosa estreia como treinador do Montpellier na vitória por 16-12 de virada sobre o Toulon, Jake White, campeão treinando os Spingboks na Copa do Mundo de 2007, foi convidado a provar o tradicional suco de cerveja bebido numa chulerenta chuteira de um dos vetereanos do clube francês. E o que vocês acham? Foi ofensivo com o veterano treinador ou faz parte? Já tomaram alguma vez? Foi bom?

Segue o link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=6eZMIpU3RUE

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