10/12/2024
Respeito muito minhas lágrimas, ainda mais minhas risadas 🌷✨️
'Vaca Profana', esse clássico da MPB, não é apenas uma música, é um manifesto poético sobre liberdade, autenticidade e criatividade. Ela ressoa fundo em mim, como um lembrete poderoso de que ser quem somos, em toda a nossa complexidade, é um ato de coragem.
A vaca, símbolo de divindade em algumas culturas, ao se tornar 'profana', desafia os padrões impostos de pureza e moralidade. É um chamado para romper com as convenções, para abraçar o que é verdadeiro e viver de forma intensa.
Essa música me toca profundamente porque também busco respeitar minhas emoções – as dores e as alegrias – sem me moldar ao que esperam de mim. Que obra, meus amigos... Uma ode à liberdade de ser."
08/12/2024
Fé é mais que crença; é o elo que conecta tradição, história e espiritualidade. Yemanjá e Nossa Senhora da Conceição representam a força divina em suas diferentes formas, acolhendo e guiando com amor. Celebrar essas crenças é honrar a herança que dá sentido ao presente e esperança ao futuro. Alimentar a fé, seja nas águas salgadas ou nos altares de devoção, é nutrir a alma, fortalecer a comunidade e encontrar equilíbrio no respeito à diversidade espiritual. É na união de crenças que floresce o pertencimento e o bem-estar.
01/12/2024
Uma confraternização em homenagem ao meu trabalho, ao meu nome e à história que venho construindo com muito esforço, enfrentando medos e contando com o apoio de quem se permite ser tocado pelo movimento que compartilho. Sou profundamente grata a todos que participaram, e também àqueles que não puderam estar presentes, pois vocês fazem parte desse sentimento.
É uma celebração da vida, das oportunidades, das amizades e das experiências que nos transformam.
Viva!
Confra Karine Personal Ano 01 💜
17/11/2024
O tempo voa 🍃
31 anos 👽💜✨️
27/09/2024
Dar conta de meus escombros
Um banho de cachoeira 🍃
18/08/2024
Sei o que sinto, e sinto o que sei.
entre histórias, experiências e imaginação,
minha loucura se envolve, integrando-se ao que toca, ao que vê, eu faço parte do todo
15/08/2024
Sinto que estamos perdendo a nossa naturalidade de nos preservar, de cuidar de nós mesmos. É como se, ao nos afastarmos de quem realmente somos, fôssemos perdendo a capacidade de perceber o que precisamos para sobreviver, para nos proteger. Essa desconexão parece tão sutil, mas ao mesmo tempo tão profunda.
Nos esquecemos de que nosso corpo tem uma capacidade incrível de autorregulação, de se equilibrar quando permitimos. E quase sempre, a natureza entrega o que é necessário para o nosso bem-estar, mas estamos tão distantes dela, e de nós mesmos, que acabamos não percebendo. Talvez seja o ritmo acelerado, o excesso de estímulos, ou essa busca constante por algo fora de nós. E nessa correria, ignoramos o que há de mais básico: nossa própria essência, nossa necessidade de parar, respirar e sentir.