24/03/2026
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Eu nem sei ao certo o que dizer de mim mesmo…
Tem dias que as palavras não alcançam o que sinto.
Fico meses sem surfar.
O corpo cobra… dores na lombar que descem pela perna, sobem pro pescoço, atravessam o braço.
Como se cada parte de mim lembrasse o tempo todo que já viveu o mar de outra forma.
E eu sinto falta…
Uma falta que não cabe no peito.
Mas, mesmo longe da água, eu respiro surf todos os dias.
Seja atrás das lentes, captando imagens…
Seja em silêncio, assistindo vídeos, revivendo sensações…
O surf nunca saiu de mim.
Já tive fases duras.
Daquelas de entrar no mar e não conseguir dropar uma onda.
De sair da água com a cabeça baixa…
Não por causa dos outros…
Mas por mim.
Pela minha história.
Pela entrega de uma vida inteira.
São 45 anos vivendo do surf.
E, no fim das contas, foi o surf que me deu tudo.
Tudo que tenho…
Tudo que sou.
E mesmo assim… tem dias que entro no mar achando que não vou conseguir.
Que o corpo não vai responder.
Que a mente vai travar.
Mas basta uma onda.
Só uma.
E tudo muda.
Os pensamentos caem por terra…
A dúvida desaparece…
E a fluidez… renasce das cinzas.
Porque o surf nunca foi sobre aparência.
Nunca foi sobre mídia.
O surf é o corpo e a mente em sintonia com a Natureza.
E é nisso que eu acredito.
rj
23/03/2026
Meus sinceros sentimentos a toda Família Nogueira
Perder alguém que amamos é uma dor que não cabe em palavras.
É como se uma parte de nós também partisse, deixando um silêncio que ecoa no coração.
Mas, mesmo diante da saudade, o amor que foi vivido jamais se apaga, ele permanece em cada lembrança, em cada sorriso compartilhado, em cada momento que marcou a história de vocês.
Permita-se sentir, chorar, lembrar… tudo faz parte desse processo tão humano.
O tempo não apaga a dor, mas ensina o coração a conviver com ela de uma forma mais leve, transformando a saudade em uma presença diferente, mais silenciosa, porém eterna.
Que você encontre conforto nas memórias bonitas e força no amor que nunca vai embora.
Você não está sozinho(a). 🤍
19/03/2026
🏄♀️
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🇺🇲
Kelly Slater é considerado o maior surfista de todos os tempos.
Nascido em 11 de fevereiro de 1972, na Cocoa Beach, começou a surfar ainda criança e rapidamente se destacou pelo talento e estilo inovador.
Ao longo da carreira, conquistou 11 títulos mundiais da World Surf League, um recorde histórico.
Conhecido por sua longevidade no esporte, Slater continuou competindo em alto nível por décadas, influenciando gerações de surfistas ao redor do mundo.
Além do surfe, também se envolveu com música, atuação e causas ambientais, sendo uma referência dentro e fora d’água.
🇺🇲 Kelly Slater is considered the greatest surfer of all time. Born on February 11, 1972, in Cocoa Beach, he started surfing at a young age and quickly stood out for his talent and innovative style.
Throughout his career, he won 11 world titles in the World Surf League, a historic record.
Known for his longevity in the sport, Slater continued competing at a high level for decades, influencing generations of surfers around the world.
Beyond surfing, he has also been involved in music, acting, and environmental causes, becoming a reference both in and out of the water.
17/03/2026
🇧🇷
Só viajando encontramos nossos pedaços perdidos pelo mundo.
Em cada estrada, aeroporto ou onda quebrando na areia, deixamos um pouco de quem somos e também reencontramos partes que nem sabíamos que estavam faltando.
Viajar não é apenas mudar de lugar, é se reconstruir em silêncio, é permitir que o mundo nos toque e nos transforme.
E, no fim, percebemos que nunca estivemos realmente perdidos… só espalhados por aí, esperando o momento certo de nos reencontrar.
ESPECIAL THANKS 🤙
shaper3d
15/03/2026
🤙
📷
🎬 O não é só uma lembrança jogada ao vento.
É a prova de que vivemos algo que valeu a pena.
Cada foto antiga, cada momento guardado, carrega histórias, emoções e pedaços da nossa caminhada.
O é o passado estendendo a mão para o presente, lembrando quem fomos, o que superamos e o que construímos.
E quando olhamos para trás com orgulho, percebemos uma coisa:
não são apenas memórias…
são marcas do tempo que, pouco a pouco, se transformam no nosso legado. ✨
13/03/2026
🏄♀️
A Arte que Nasceu em Mim
Por Luciano Cabal
Meu nome é Luciano Cabal.
E antes mesmo de entender o mundo…
eu já amava a arte.
A arte não apareceu na minha vida.
Ela nasceu dentro de mim.
Desde muito pequeno, enquanto outras crianças apenas brincavam, eu me perdia em folhas de papel.
Desenhava, pintava, criava…
Passava horas, dias inteiros, tentando colocar no papel aquilo que existia dentro da minha imaginação.
E quando o surf entrou na minha vida… tudo mudou.
As ondas começaram a aparecer nos meus desenhos.
Linhas longas, curvas perfeitas, horizontes infinitos.
Eu desenhava linhas de sonho em papéis e cartolinas brancas.
Enquanto minhas mãos desenhavam…
minha mente viajava.
Era como se cada traço abrisse uma porta nova dentro de mim.
Uma descoberta.
Uma emoção.
Com o tempo percebi que esse dom não veio por acaso.
Veio do meu pai.
Hoje continuo criando…
mas de uma forma diferente.
Faço arte digital.
E mesmo sendo tecnologia, o processo continua o mesmo:
a arte ainda nasce dentro da mente,
no silêncio das ideias,
no lugar onde vivem os sonhos.
Ali aparecem inspirações.
Pessoas que sempre admirei.
A força da natureza.
O mar.
A vida.
Tudo pode virar arte.
E essa arte não é só para mim.
Ela é para todos.
Porque quando criamos algo verdadeiro, estamos dividindo um pedaço da nossa alma com o mundo.
E confesso uma coisa…
Muitas vezes, quando termino uma obra…
eu olho para ela em silêncio…
E choro.
Mas não é tristeza.
É alegria.
É a emoção de perceber que algo que nasceu invisível dentro da mente…
agora existe.
Esses momentos são vitórias que dinheiro nenhum compra.
Hoje temos a Inteligência Artificial, que é algo incrível e fascinante.
Mas existe algo que nenhuma máquina pode substituir.
Aquele instante silencioso dentro de nós…
em que a imaginação cria uma imagem antes mesmo dela existir.
A visão.
A inspiração.
A alma da criação.
E enquanto eu viver…
continuarei desenhando.
Porque a arte não é apenas algo que eu faço.
A arte…
é quem eu sou.
🎨 Luciano Cabal
08/03/2026
🇧🇷 alguns da vida.
Quanto mais eu vivo do surf,
mais eu quero viver do surf.
Porque o mar não é só água
é caminho, é silêncio, é liberdade.
Cada onda que passa
leva embora um pouco do peso da vida
e devolve ao coração
a vontade de remar de novo.
No balanço do oceano
eu encontro paz,
encontro verdade,
encontro quem eu sou.
E assim sigo…
quanto mais eu vivo do surf,
mais eu quero viver do surf.
07/03/2026
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🎬 Ação ontem dia, 06.03.26
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Entre outros que se destacaram nas ondas.
Vamos ficar de olho no próximo swell.
rj
01/03/2026
atividades desenvolvidas. Com condições climáticas favoráveis, o treino transcorreu de forma produtiva, proporcionando aprimoramento físico e técnico aos envolvidos.
Os agradecimentos especiais vão para a SOBRASA, ao Cel. Fábio Braga e a todos os voluntários que compõem a instituição, cujo empenho e dedicação foram fundamentais para o sucesso da ação.
27/02/2026
🤼Crianças do Deserto episódio 01 🎬
📖 LENDA OU HISTORIAS?
Em 2008, eu e meus amigos fomos para o Peru atrás do que toda surf trip promete: ondas boas, estrada aberta e dias que fazem a vida parecer maior.
Começamos pelo sul, em Punta Hermosa, depois alugamos uma van e decidimos subir o mapa cortando o deserto até o norte. No caminho, surfamos Chicama e suas esquerdas intermináveis, passamos por picos clássicos e, quando chegamos a Lobitos, vivemos dias que pareciam fora do tempo. Céu dourado, ruas de areia, mar quebrando perfeito. Era como se o relógio ali tivesse outro ritmo.
Na volta para o sul, já com o corpo cansado e a alma leve, paramos numa fazenda na beira da estrada e compramos morangos e água. Seguimos pela imensidão da Rodovia Pan Americana, com montanhas ao longe e o deserto infinito ao lado.
Foi então que vimos um ponto de ônibus perdido no meio do nada.
E três crianças.
Um menino de uns nove ou dez anos e duas meninas menores. Sozinhos. Sem casa por perto. Sem sombra. Só areia e vento.
Paramos. Descemos. Entregamos morangos, água, perguntamos pelos pais. Eles disseram que estavam “por perto”, mas não souberam explicar onde.
Voltamos para a van ainda tentando entender aquela cena improvável. Andamos poucos metros.
Alguém olhou para trás.
O ponto estava vazio.
Sem crianças. Sem movimento. Sem rastro.
Paramos, voltamos, procuramos ao redor, caminhamos alguns metros pelo deserto.
Nada.
Em menos de um minuto, três crianças simplesmente desapareceram em um lugar onde não havia onde se esconder.
Seguimos viagem diferentes depois daquele dia. As ondas ficaram na memória, as risadas também. Mas o que realmente atravessou o tempo foi aquele ponto de ônibus no meio do deserto.
Porque nem toda história da estrada quer ser explicada.
Algumas só querem ser lembradas.
Revisão de TEXTO 🖊