Vinicius Cezário

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Vinicius Cezário Profissional da Educação Física, Fisioterapeuta e Osteopata.

25/09/2026

Por que duas pessoas com dores muito parecidas podem responder de formas completamente diferentes ao mesmo tratamento? 🧠

Porque o local da dor pode ser parecido, mas o mecanismo predominante não necessariamente é.

Uma forma simples de entender é pensar na dor como um sistema de alarme:

🚨 Dor nociceptiva: o alarme está respondendo a uma ameaça ou dano envolvendo os tecidos.

⚡ Dor neuropática: existe uma lesão ou doença envolvendo o próprio sistema somatossensorial — como se o problema estivesse no “fio” do alarme.

🧠 Dor nociplástica: o processamento da nocicepção está alterado, sem que um dano tecidual ou uma lesão do sistema somatossensorial expliquem suficientemente aquela dor.

E esses mecanismos podem coexistir.

Por isso, tratar todo mundo apenas pelo local da dor é como tentar abrir fechaduras diferentes utilizando sempre a mesma chave.

🎯 Não basta perguntar apenas “onde dói?”.

Também precisamos entender qual mecanismo pode estar contribuindo para aquela experiência de dor.

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💥 “Tendinite” no ombro e medo de levantar o braço?Quando o ombro começa a doer, é comum evitar movimentos simples do dia...
24/09/2026

💥 “Tendinite” no ombro e medo de levantar o braço?

Quando o ombro começa a doer, é comum evitar movimentos simples do dia a dia: vestir uma camiseta, alcançar algo no alto ou até voltar a treinar. 😣

Mas isso não significa que você precisa simplesmente parar de movimentar o braço.

🧩 Dependendo do seu caso, exercícios de mobilidade podem fazer parte do processo para recuperar gradualmente o movimento e a confiança.

No carrossel, mostrei 3 possibilidades simples:

🔹 Pêndulo — movimento leve e confortável do ombro.
🔹 Deslizamento das mãos na mesa — permite trabalhar a elevação do braço de forma assistida.
🔹 Rotação externa com bastão — utiliza o outro braço para auxiliar o movimento de rotação.

⚠️ Mas atenção: esses exercícios são exemplos, e não uma receita pronta para toda pessoa com dor no ombro.

A amplitude, o exercício escolhido e sua progressão precisam considerar seus sintomas, limitações, capacidade atual e objetivos.

E existe outro ponto importante:

👉 Mobilidade não é o tratamento completo.

Conforme o caso, também podemos precisar trabalhar força, controle do movimento e aumentar progressivamente a capacidade do ombro para suportar as atividades do dia a dia e do treinamento. 💪

🚨 Se houve trauma recente, cirurgia ou você apresenta sintomas importantes, procure avaliação profissional antes de aplicar esses exercícios por conta própria.

🎯 O objetivo não é forçar o movimento. É recuperar capacidade progressivamente.

Quer voltar a treinar com um programa que considere suas limitações e seus objetivos?

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23/09/2026

Duas regiões. Duas restrições diferentes. 👀

Neste atendimento, a avaliação da mobilidade cervical mostrou achados diferentes em regiões distintas.

🔎 Cervical alta à direita: menor mobilidade à avaliação
🔎 Cervical média à esquerda: hipomobilidade identificada no exame do movimento

A partir desses achados, foram utilizadas estratégias de manipulação direcionadas ao contexto da avaliação.

O ponto principal não é simplesmente produzir um estalo.

É entender:

🎯 qual movimento está limitado
🔎 o que foi encontrado na avaliação
🤲 qual estratégia será utilizada
🔄 e o que muda depois da intervenção

Avaliação → Técnica → Reavaliação

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22/09/2026

Quando o tratamento começa a parecer uma atração de parque… 😂

O impacto visual pode até chamar atenção, mas isso não responde à pergunta mais importante:

qual é o objetivo terapêutico daquela intervenção?

Melhorar mobilidade?
Reduzir dor?
Ganhar função?

Uma técnica parecer forte, brusca ou impressionante não significa automaticamente que ela seja melhor.

Terapia manual precisa de:

🔎 Avaliação
🎯 Indicação
🤲 Controle
🔄 Reavaliação

Não é sobre fazer a técnica mais impactante.

É sobre saber por que você está fazendo.

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🧠 Dor cervical significa que o problema está somente no pescoço?Nem sempre.A coluna cervical não funciona de forma isola...
22/09/2026

🧠 Dor cervical significa que o problema está somente no pescoço?

Nem sempre.

A coluna cervical não funciona de forma isolada. A mobilidade da coluna torácica, o movimento das escápulas e a participação dos ombros podem fazer parte do raciocínio clínico em alguns pacientes com cervicalgia.

⚠️ Mas atenção: encontrar uma torácica rígida não significa automaticamente que encontramos a causa da dor cervical.

É aí que entra o raciocínio clínico.

🔎 Primeiro avaliamos.
🧩 Depois criamos uma hipótese.
👐 Intervimos quando existe indicação.
🔄 E, principalmente, retestamos.

Em determinados casos, podemos integrar estratégias como:

✅ Mobilização da coluna torácica;
✅ Exercícios de extensão e rotação torácica;
✅ Controle e fortalecimento escapulotorácico;
✅ Exercícios ativos e de estabilização cervical.

Mas o mais importante não é simplesmente conhecer essas técnicas.

É saber quando utilizar, por que utilizar e como avaliar se aquela intervenção realmente produziu uma mudança relevante para o paciente.

📌 A rotação cervical melhorou?
📌 A dor mudou?
📌 O movimento ficou mais confortável?
📌 A função melhorou?

Se nada mudou, talvez seja necessário reconsiderar a hipótese — e não simplesmente continuar repetindo a mesma técnica.

🎯 É justamente isso que diferencia aplicar técnicas de raciocinar clinicamente.

Na RMI®, não queremos ensinar uma receita pronta para cada tipo de dor.

Queremos ensinar o profissional a avaliar, criar hipóteses, integrar técnicas e exercícios, retestar e tomar decisões diante de casos reais.

💡 A técnica vem depois do raciocínio clínico.

Nenhuma técnica resolve tudo. A integração resolve.

🎓 Você é profissional ou estudante da área da saúde?

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TerapiaManual ExercícioTerapêutico

21/09/2026

Mesmo exame. Dores completamente diferentes. Por quê? 👀

Porque a experiência da dor é mais complexa do que simplesmente observar uma alteração em uma ressonância.

Uma lesão pode, sim, gerar dor. Mas a intensidade dos sintomas não depende exclusivamente do tamanho ou da aparência dessa alteração.

🧠 O sistema nervoso recebe e interpreta diferentes informações, e fatores como:

• qualidade do sono
• estresse
• medo de determinados movimentos
• experiências anteriores com dor
• tempo de duração dos sintomas
• contexto do indivíduo

podem influenciar essa experiência.

É por isso que, em alguns quadros, o tecido pode evoluir e a dor ainda permanecer.

E também é por isso que duas pessoas com exames semelhantes podem apresentar sintomas muito diferentes.

Principalmente quando falamos de dor crônica, precisamos olhar além de uma única estrutura.

🎯 Dor + Movimento + Contexto + Raciocínio Clínico

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20/09/2026

Você viu o ajuste. Mas o raciocínio começou antes. 👀

Neste vídeo trabalhamos três regiões diferentes:

🔹 Cervical
🔹 Articulação talotibial
🔹 Joelho

Cada uma exige uma estratégia diferente, mas existe um princípio que não muda:

a técnica não deveria vir antes da avaliação.

Antes de mobilizar ou manipular, precisamos entender o movimento, identificar possíveis restrições e decidir qual estratégia faz sentido naquele contexto.

Por isso, o que realmente importa não é apenas o som do thrust.

É o processo:

🔎 Avaliação
🎯 Escolha da técnica
🤲 Intervenção
🔄 Reavaliação

O estalo pode chamar atenção.
O raciocínio clínico é o que dá sentido à técnica.

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18/09/2026

Esse Lumbar Roll Não É Para a Lombar 👀

Neste Short, o Lumbar Roll foi utilizado com foco na articulação sacroilíaca, após a avaliação identificar menor mobilidade do ilíaco em um padrão de tilt posterior.

O objetivo foi favorecer a mobilidade anterior do ilíaco, respeitando posicionamento, direção, alavanca e controle da técnica.

🎯 Não é só executar o movimento. É entender por que aquela direção foi escolhida.

🔊 Aumente o som para o thrust.

17/09/2026

Parece que tem areia no joelho quando você dobra? 👀

Muita gente sente dor na região da patela, percebe estalos, crepitação ou aquela sensação de “areia” e já pensa:

“Minha cartilagem está acabando.”

Mas não é tão simples assim.

Em quadros de dor patelofemoral e condromalácia, não avaliamos apenas onde dói. Também observamos como a patela se movimenta, como está a força, a mobilidade e o padrão de movimento do joelho.

🦵 A patela precisa se deslocar adequadamente durante os movimentos do joelho.

Por isso, quando existe indicação, a mobilização patelar pode ser utilizada como uma das estratégias do tratamento, buscando melhorar a mobilidade e auxiliar no controle dos sintomas.

Mas atenção:

⚠️ Não é simplesmente “mexer a patela” e pronto.

O tratamento precisa considerar o quadro completo do paciente.

📲 Seu joelho dói, estala ou parece ter areia quando você dobra?

Agende sua avaliação pelo link da bio.

16/09/2026

Esse ponto do seu pescoço dói quando você aperta? 😣

Aquela sensação de trapézio duro, dolorido ou com um “nó” que sempre volta é uma queixa muito comum nos atendimentos.

Em alguns casos, durante a avaliação encontramos pontos bastante sensíveis nessa musculatura, que podem estar associados à dor local e ao desconforto percebido pelo paciente.

💉 Uma das ferramentas que podemos utilizar no tratamento é o agulhamento a seco — Dry Needling.

E uma curiosidade: não existe medicamento sendo injetado.

A agulha produz um estímulo local que pode ser utilizado como parte de uma estratégia para modular a dor e reduzir a sensibilidade daquela região.

Mas existe uma diferença importante:

⚠️ Não basta colocar uma agulha exatamente onde dói.

Precisamos avaliar o paciente, entender o quadro e decidir quais estratégias fazem sentido para aquele caso.

📲 Seu pescoço ou trapézio vivem doloridos?

Agende sua avaliação presencial ou teleconsulta pelo link da bio.

Endereço

Alice Alem Saad 111
Ribeirão Prêto, SP
14096600

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