Espaço Agora - por Andrea Eliane

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Espaço Agora - por Andrea Eliane Permita-se sentir! Prática de hatha yoga em local privado, ambiente seguro e confortável.

Te conduzo numa experiência de conexão do corpo, mente e espírito, equilibrando ciência e espiritualidade, transformando o aprendizado em jornada e a prática em ritual.

Quantas vezes conseguimos sustentar uma postura no tapetinho, mas nos perdemos quando a vida não corresponde às nossas e...
04/10/2026

Quantas vezes conseguimos sustentar uma postura no tapetinho, mas nos perdemos quando a vida não corresponde às nossas expectativas?

A Bhagavad Gita e os Yoga Sutras de Patañjali nos oferecem caminhos diferentes, mas que podem dialogar profundamente na nossa investigação sobre ação, prática, desapego e liberdade interior.

A proposta não é controlar cada pensamento, eliminar emoções ou aceitar passivamente tudo o que acontece.

É desenvolver discernimento para reconhecer o que sentimos, investigar as histórias que contamos a nós mesmos e escolher como agir com mais consciência.

No capítulo 2, verso 48, da Bhagavad Gita, encontro uma lembrança que levo comigo:

Respira e atravessa. 🥰

Não precisamos negar a contrariedade nem transformar cada dificuldade em uma obrigação de evoluir.

Podemos sentir. Questionar. Agir. Recomeçar.

E, aos poucos, aprender a não fazer daquilo que não controlamos a condição para a nossa paz.

Agora, quero deixar uma pergunta para nós:

Qual postura a vida está nos convidando a investigar hoje — não com o corpo, mas com a maneira como escolhemos responder ao que acontece?

Compartilhe nos comentários, se fizer sentido para você. 🌈🏹

E se essa reflexão continuar reverberando por aí, deixo um convite para seguirmos juntas nessa investigação.

🎧 No Spotify, ouça o episódio Contrariedade, do Yoga sem Mistérios.

Porque o yôga não precisa terminar quando saímos do tapetinho. Ele pode continuar na maneira como observamos, escolhemos e atravessamos a vida cotidiana.

Respira. Silencia. Observa.

Aho! 🌈

30/09/2026

O que faz bem pra mim, nem sempre fará bem a você, isso é fato. Então, sinta-se livre para PARAR DE SEGUIR, agora.

Se ficou, te pergunto:

O quanto você se permite questionar os "porquês" dos seus conflitos internos???

Como posso eu encontrar a paz, se vivo em "guerras" comigo mesmo???

NINGUÉM pode te "SALVAR" se você não se ajudar.

CRISTO ensinou: A TUA FÉ, SALVA.

E onde você tem colocado a sua FÉ!?!

Esse livro do Alexandre Cumino fez parte de um dos processos de "soltar o peso" de algo que eu NEGAVA veementemente dentro de mim.

Essa sou eu no meu 1% mais consciente que ontem, te esperando para caminharmos juntas.

Tem vários temas disponíveis já no SPOTIFY, o link está no meu perfil(bio)

Hoje eu vim compartilhar uma alegria. 🌈Recebi essa mensagem depois último episódio do Yôga sem Mistérios e, antes de qua...
25/09/2026

Hoje eu vim compartilhar uma alegria. 🌈

Recebi essa mensagem depois último episódio do Yôga sem Mistérios e, antes de qualquer estratégia de conteúdo, métricas ou números, ela me fez parar.

Porque quem compartilha aquilo que estuda, vive e ainda está aprendendo também se pergunta, vez ou outra:

Será que isso chega?
Chegou.
E chegou em alguém.

Mais do que o elogio, o que me tocou foi perceber que aquilo que venho estudando e elaborando — yôga, filosofia, consciência e vida cotidiana — pode ser traduzido de uma maneira que faça sentido para outra pessoa.

Talvez seja isso que eu esteja construindo com o Yôga sem Mistérios: - não respostas prontas, mas caminhos para pensarmos juntas.

E essa mensagem chegou diferente. 🌈💜🌈🏹

Porque a Silvana Calefi Pizeta me conhece há aproximadamente 20 anos. Foi minha colega de trabalho quando voltei para Ribeirão, em uma fase de muitas mudanças e reconstruções na minha vida. Ela conheceu uma Andréa de lá de trás, rígida, ferida, digo até "descompensada", uma leoa que precisou "brigar" para sobreviver. E brigar muito 🤣🫣🤭.

Hoje, depois de tantos anos, ela me ouviu no Yôga sem Mistérios e me escreveu isso.

E talvez por conhecer um pedaço da minha caminhada, suas palavras tenham me tocado de um jeito ainda mais profundo e lindo.

Porque trajetória não é aquilo que a gente conta sobre si.

É também aquilo que alguém que nos viu atravessar diferentes fases, consegue reconhecer.

Sil... obrigada pelo carinho, pela escuta e, principalmente, por enxergar em mim algo que talvez eu mesma nem conseguisse reconhecer naquela época. 🌷

E obrigada também a cada pessoa que tem chegado ao Yôga sem Mistérios e compartilhado comigo um pedacinho do que a escuta provoca.

Seguimos atravessando a vida cotidiana juntas.
Agora, 1% mais consciente. 🌈

🌋 Tem um vulcão aqui dentro.E, claro… o “homi santo” estava envolvido. 🤣😂🤣Uma situação corriqueira.Uma contrariedade.Uma...
24/09/2026

🌋 Tem um vulcão aqui dentro.

E, claro… o “homi santo” estava envolvido. 🤣😂🤣

Uma situação corriqueira.
Uma contrariedade.
Uma pressão na garganta.
Um choro represado.

Saí de cena, fui para o espelho e perguntei:

“O que é isso?”

A resposta não veio pronta.

Veio um mergulho.

No corpo.
Na menopausa.
Nas relações.
Na nossa história.
Nas couraças que um dia nos protegeram.
Na resistência ao novo.
E naquela vontade danada de fazer a realidade caber no roteiro que imaginamos. 🤭

Até que uma pergunta apareceu:

Estou agindo porque essa ação cabe agora ou porque não suporto ainda não ter chegado ao resultado que imaginei?

E a Bhagavad Gita, no capítulo 3, entrou nessa conversa para me lembrar de algo precioso sobre karma yoga:

agir sem transformar o resultado em condição para a ação.

Talvez recalcular a rota não seja admitir que erramos.

Pode ser simplesmente reconhecer:

o agora mudou.

E quando o agora muda, novas possibilidades podem coabitar com aquilo que já fomos.

Sem apagar a história.
Sem culpa.
Sem julgamento.

Sentir não é precisar reagir.

Acolher não é concordar.

E ser contrariada não precisa signif**ar perder a direção.

🌈 O vulcão existe.
Eu posso senti-lo.
Cuidar dele.
E escolher o que faço depois.

🎧 O novo episódio de Yoga sem Mistérios já está no Spotify.

Vem mergulhar comigo.

E me conta:
o que acontece dentro de você quando a realidade contraria o que você imaginou?

Aho 🌈🏹

Durante muito tempo, acreditamos que precisamos dar conta de tudo.Da carreira, da casa, dos relacionamentos, das respons...
18/09/2026

Durante muito tempo, acreditamos que precisamos dar conta de tudo.

Da carreira, da casa, dos relacionamentos, das responsabilidades… e, no meio de tantos afazeres, talvez a gente vá se afastando, pouco a pouco, de quem somos.

Até que chega um momento em que alguma coisa pede atenção.

Não necessariamente porque tudo está errado, mas porque já não queremos continuar vivendo no automático.

Foi nesse lugar de escuta que a minha própria jornada de autoconhecimento ganhou novos contornos.

Aos 48 anos, atravessei uma transição de carreira. Ao longo de mais de uma década, fui mergulhando em estudos, experiências e práticas que me ajudaram a compreender que o reencontro com nós mesmas não acontece apenas quando estendemos um tapete.

Ele também acontece nas escolhas, nos limites, nas relações, na maneira como respiramos diante dos desafios e na coragem de olhar para aquilo que pede transformação.

O yôga entrou nessa caminhada como uma filosofia viva, uma bússola para o cotidiano.

E, ao integrar essa sabedoria às terapias integrativas e às experiências da própria vida, fui reconhecendo o caminho que hoje compartilho.

Yôga sem Mistérios.

Um espaço para mulheres que desejam desacelerar, sair do automatismo e reencontrar o fio da própria vida através de um processo de autoconhecimento.

Sem promessas de perfeição. Sem a necessidade de sermos outras pessoas.

Com presença, acolhimento e a possibilidade de nos reconhecermos um pouco mais a cada dia.

Talvez o nosso primeiro passo não seja mudar tudo.

Talvez seja simplesmente nos permitirmos olhar.

E você, em que momento da sua vida sente que está?

Sentiu o chamado?
Vem que eu tô te esperando!

🌈🕉🌿

Andrea Eliane | Yôga sem Mistérios

TerapiasIntegrativas VidaComPresença Desacelerar

Você chegou até aqui carregando tanta coisa… e talvez tenha aprendido a chamar de força aquilo que, muitas vezes, era ap...
16/09/2026

Você chegou até aqui carregando tanta coisa… e talvez tenha aprendido a chamar de força aquilo que, muitas vezes, era apenas a maneira que encontrou de continuar.

Mas será que força precisa ser sinônimo de peso?

E se você não precisar ser melhor?

E se a transformação que tanto procura não começar pela cobrança de se tornar outra pessoa, mas pela coragem de olhar para quem você é agora — sem rejeitar o caminho que já percorreu?

Durante muito tempo, a frase “1% melhor que ontem” me acompanhou como um incentivo. Até que uma pergunta começou a nascer dentro de mim:

E se a busca por ser melhor também pudesse esconder uma dificuldade de acolher quem eu sou hoje?

Neste episódio de Yôga sem Mistérios, mergulhamos nessa provocação.

Conversamos sobre consciência, aceitação, transformação e sobre a possibilidade de desejar mudanças sem precisar declarar guerra à nossa própria história.

Porque talvez a vida não esteja nos pedindo uma versão melhor de nós.

Talvez esteja nos convidando a uma versão mais verdadeira.

🎧 E se eu não precisar ser melhor?

O novo episódio já está disponível no Spotify.

Que tal reservar alguns minutos para esse mergulho? Talvez alguma pergunta encontre você exatamente onde precisa.

Um dia de cada vez. Agora, 1% mais consciente que ontem. 🌈

#ᴀᴜᴛᴏᴄᴏɴʜᴇᴄɪᴍᴇɴᴛᴏ

Você já percebeu como, às vezes, a falta de tempo para si mesma parece ser apenas uma questão de agenda?Há dias em que e...
15/09/2026

Você já percebeu como, às vezes, a falta de tempo para si mesma parece ser apenas uma questão de agenda?

Há dias em que estamos tão ocupadas cuidando de tudo e de todos que parar pode parecer impossível.

Mas o que acontece quando, mesmo tendo alguns minutos disponíveis, surge aquela vontade de preencher o espaço com mais uma tarefa, mais uma preocupação, mais alguma coisa para resolver?

Talvez exista algo que mereça ser observado.

Não necessariamente um medo. Pode ser o cansaço, o hábito de estar sempre disponível, a dificuldade de estabelecer limites ou simplesmente a sensação de que descansar é um luxo que ainda não podemos nos permitir.

E quando finalmente paramos, o silêncio pode nos colocar diante de pensamentos, sentimentos e necessidades que estavam esperando por atenção.

O yôga nos convida a experimentar essa pausa com presença.

Não para encontrar respostas prontas, nem para transformar cada sensação em um problema a ser resolvido. Mas para perceber o que está acontecendo dentro de nós, com curiosidade e acolhimento.

Porque cuidar de si mesma não precisa começar com uma grande mudança.

Pode começar com um pequeno espaço na agenda. Uma respiração consciente. Um momento em que não precisamos produzir, cuidar ou corresponder às expectativas de ninguém.

Aos poucos, podemos descobrir que estar conosco também é uma forma de cuidado.

🌈 E se essa reflexão despertou algo em você, f**a o convite para continuarmos essa conversa.

No episódio do Spotify Fluir sem perder a direção, refletimos sobre movimento, presença e a possibilidade de seguir caminhando sem perder a conexão conosco.

Porque fluir não precisa signif**ar deixar a vida decidir tudo por nós. E ter direção não precisa signif**ar controlar cada passo.

O convite é encontrarmos, dentro de nós, um equilíbrio possível entre ação, escuta e entrega.

🎧 Ouça o episódio Fluir sem perder a direção no Spotify.

🔗 Link na bio.

E você? Quando surge um tempo para si mesma, consegue simplesmente estar presente ou sente necessidade de preenchê-lo com alguma coisa?

Compartilhe nos comentários. Talvez a sua experiência ajude outra mulher a reconhecer algo que também vive.

Com carinho,
Andréa Eliane

09/09/2026

EU DESCOBRI QUE MEU “COICE DE ÉGUA” TAMBÉM FAZ PARTE DA MINHA PRÁTICA DE YÔGA. 😂🫣

Calma… deixa eu explicar. 🤣

Depois de três consultas médicas em um único mês, todas com situações que me fizeram sentir pouco vista e pouco escutada, comecei a olhar para dentro.

E a investigação acabou chegando… no casamento. 👀

Porque eu quero, sim, que meu relacionamento seja diferente.

Mais consciente.
Mais amoroso.
Mais presente.

Só que, olhando com um pouco mais de honestidade, percebi uma coisa nada confortável:

às vezes, o meu querer não é tão gentil assim.

Às vezes eu quero tanto que o outro compreenda, mude, faça diferente…

que o meu pedido chega mais parecido com um coice de égua. 😂🤣

E quem recebe… que lute para levantar e continuar. 🫣🫡

Foi aí que a Bhagavad Gita, Arjuna e a tristeza dele encontraram a minha própria vida.

E eu comecei a me perguntar:

Será que eu estou realmente vendo o outro?

Ou estou apenas tentando fazê-lo enxergar aquilo que eu já decidi que é certo?

E se o meu desejo de viver uma relação mais consciente estiver, sem perceber, criando pressão?

Esse episódio é sobre isso.

Sobre olhar para aquilo que nem sempre é tão bonito em nós sem transformar autoanálise em culpa.

Sobre chitta, samskaras, sākṣī, entrega e consciência.

Sobre aquilo que acontece quando a vida nos coloca diante de um espelho que não mostra exatamente a imagem que gostaríamos de ver.

E tem mais…

No meio dessa história, uma cirurgia refrativa me fez pensar sobre visão.

Porque talvez eu esteja tentando mudar a minha visão física justamente quando a vida está me convidando a rever a minha visão interna.

👁️🌈

Será que mudar a visão é enxergar outra realidade… ou aprender a olhar para a mesma realidade com mais consciência?

🎧 Já está no Spotify:

“Quando o meu querer também machuca”

Um episódio para quem está disposto a mergulhar um pouquinho mais fundo.

Porque, às vezes, o yôga começa exatamente onde a gente percebe:

“Hum… talvez eu também esteja fazendo parte disso.” 🫣😂

🕉️ Yôga na vida cotidiana.
🕉️ O silêncio como ferrament

02/09/2026

Talvez estejamos vivendo um tempo de travessia.

Um tempo que, de tantas formas, parece nos conduzir para dentro. Para lugares que nem sempre queremos olhar, mas que talvez precisemos atravessar.

Como quem desce um balde até o fundo de um poço escuro.

Não para encontrar algo novo, mas para trazer à tona aquilo que sempre esteve ali.

Porque, bem dentro de cada alma, existe uma pureza que não se perdeu.

Pode estar encoberta, esquecida, silenciada… mas permanece.

Talvez a travessia seja justamente esse movimento: descer sem pressa, reconhecer, purif**ar, retirar o que já não somos e permitir que aquilo que é essencial volte a emergir.

E quando essa água encontra a luz, talvez reconheçamos também o amor.

O amor que não precisa ser conquistado.

O amor que simplesmente é.

Mas talvez exista uma pergunta ainda mais desconcertante:

E se aquilo que tanto esperamos encontrar fora estiver nos convidando, primeiro, a despertar dentro?

Quantas crenças nos afastam do amor?

Quantos medos nos fazem enxergar mais maldade do que humanidade?

E será que reconhecer o amor exige também aprender a reconhecê-lo quando ele não chega exatamente da forma que imaginamos?

🌱 Setembro começa com essas perguntas.

E é delas que nasce o primeiro episódio deste mês.

Um episódio sobre travessias, sementes, pureza, consciência, fé, salvação… e sobre o amor que talvez não esteja esperando para ser encontrado, mas para ser reconhecido e vivido.

🎧 Quem você está esperando para te salvar?

Te encontro no primeiro episódio de setembro.

Talvez seja hora de descer ao nosso próprio poço.

E descobrir o que já estava lá.

Aho. 🌈🕉️

Endereço

Rua Magda Perona Frossard, 770, Sala 4
Ribeirão Prêto, SP
14026-596

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