27/06/2022
Hoje é o aniversário do cara que idealizou tudo isso aqui. Parabéns Wellington Cardoso! O Surf no Alemão te ama💙 Agradecemos o seu amor e cuidado por nossas crianças. Deus te abençoe sempre! Aloha🤙
31/03/2022
Tivemos a visita do bicampeão mundial de longboard e padrinho do projeto Surf no Alemão, Phil Rajzman. 💙
Phil é o primeiro campeão mundial pela WSL - Liga Mundial de Surfe (World Surf League).
E além da presença, trouxe presentes às crianças do projeto, uma ação patrocinada pela Stanley.
Foram doadas duas pranchas para o desenvolvimento da prática de surf. 🏄
Ao Phil, nosso enorme agradecimento, obrigada por essa parceria que dura 10 anos.
Aloha! 🤙
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14/03/2022
O surf tem muitos benefícios, mas listamos 5 deles agora para você!🏄
👉Marca um amigo que precisa de surf em sua vida rsrs.😅
Aloha🤙
14/03/2022
Bom dia💙
"Seja inspiração para outras pessoas. Um dia alguém vai lhe dizer: por sua causa eu não desisti."
🤙💙Aloha
12/03/2022
Nosso padrinho é surfista profissional brasileiro💙🏄
Phil sentia uma necessidade de desenvolver o social, pois queria repassar para outras pessoas tudo de bom que aprendeu. E quando nos conheceu, se encantou. Apadrinhou o projeto em 2012 e somos muito gratos por esse cara.
Obrigada Phil 💙
Aloha🤙
10/03/2022
Saiu na mídia!
Um pouco sobre nós e os talentos que já passaram pelo projeto. 😍
"No Complexo do Alemão, um dos maiores conjuntos de favelas da Zona Norte do Rio, vivem cerca de 70 mil pessoas. Aos moradores do Alemão são negados muitos direitos, e um deles parece tão banal que outros cariocas talvez nem o considerem um direito: o acesso ao mar."
- Portal UOL Esportes.
👉Veja a matéria completa pelo link (nos destaques)
10/03/2022
Morador do Complexo do Alemão, surfista e com muito amor ao próximo.
Wellington não teve uma infância fácil, perdeu o pai cedo, era uma criança briguenta e dava um pouco de trabalho para sua mãe.
Mas teve ao seu redor pessoas para ajudá-lo a se manter no caminho do bem e isso o transformou.
Na adolescência, trabalhou na praia e passou a amar o surf. E por ser um esporte "caro", começou como muitos, “na onda do jacaré”.
O que ele começou a fazer lá em 2011, foi dar uma chance para essas crianças da sua região. Uma chance de cada um melhorar como ser humano, uma nova oportunidade para enxergar que a vida não é só o que essas crianças veem nos becos e vielas da favela.
E por dar tanto amor, e tanta atenção (fora do social), elas o veem e o têm como um pai.
Aquele que ela pode confiar para desabafar, que ela pode contar e que também pode amar.
O surf é só uma ferramenta de educação o que fazemos é além disso. É sobre um ajudar o outro.