10/07/2021
Não é apenas comida, você entende?
Para se ter uma ideia, o preço do gás de cozinha sofreu várias alterações no primeiro semestre de 2021, atingindo um aumento de 13,75% no botijão médio de 13 quilos. No mês de dezembro de 2001, o valor cobrado pelo produto era em média de R$ 18,69, ou seja, 10,38% do salário mínimo vigente na época, que era R$ 180.
Os sucessivos aumentos no valor do gás de cozinha vêm puxando a inflação para o alto e prejudicando as famílias mais pobres. Entre as capitais brasileiras, a média de preço do botijão está variando entre R$ 85,00 e R$ 116,00.
Variações do gás de cozinha entre 2020 a 2021:
Janeiro de 2020: R$ 69,74;
Junho de 2020: R$ 69,58;
Dezembro de 2020: R$ 74,75;
Janeiro de 2021: R$ 76,86;
Junho de 2021: R$ 87,43.
O preço médio de R$ 87 cobrado pelo gás de cozinha ainda é caro para os trabalhadores brasileiros que recebem um salário mínimo.
Não é apenas comida, você entende?
Quer ajudar o projeto? Nos procure, iremos estudar uma forma de você nos apoiar. Vem pro movimento, vem pro BECO®]
Charles Silva
BECO®]
05/07/2021
Pobres
capítulo2 Pobres - Social Influencer a série Stories
por Charles Silva
Antes do governo implementar o auxílio emergencial, o Bolsa do Bem já trilhava um lindo caminho de ajuda as mulheres mais vulneráveis em algumas favelas do RJ e SP.
A intenção do projeto bolsa do Bem é criar conexão, troca e apoio mútuo. Gente do Bem junto de gente do Bem. Confiam e se conectam, para que tocados mutuamente, possam finalmente trocar entre si. De uma pessoa à outra: simples, direto e sem intermediários. E assim fui conectado com time do a pouco mais de um ano, e logo aceitei o desafio e ajudar mães de ex-alunos da e vizinhas m mais próximas que tivessem o perfil do projeto, mães solo com vulnerabilidade social - Meu trabalho era acolher essas mulheres, entrevistar elas e indicar ao projeto e através de Padrinho ou Madrinha disposta a pagar uma bolsa do Bem de R$1.020,00 (um mil e vinte reais), pagas em 3 parcelas de R$340,00 (trezentos e quarenta reais) cada, depositadas diretamente na conta bancária indicada pela Afilhada participante do programa.
Assim foram quase trinta mulheres atendidas com minha indicação e participação de mapeamento, cadastro e indicação - pessoas próximas e a qual eu de alguma forma ajudei com essa ponte como apresentador do projeto www.bolsadobem.org - Sou grato com aprendizados e ter conhecido os fundadores e Pessoas do bem, pessoas incríveis e o mais importante, pessoas humanas.
Vale ressaltar que este projeto é uma ação do Bem, totalmente voluntária - não recebi valor algum pelo trabalho no projeto - nenhum tipo de remuneração direta ou indireta. Quem quiser ajudar e colaborar, acessem e saibam mais www.bolsadobem.org
Charles Silva
04/07/2021
Como a fome deixa 19 milhões de brasileiros mais vulneráveis à covid-19.
Cerca de 19 milhões de pessoas passaram fome durante a pandemia do coronavírus no Brasil. Uma pesquisa realizada entre outubro e dezembro do ano passado mostra que mais de 116 milhões de pessoas conviveram com algum grau de insegurança alimentar no período.
Isso significa que mais da metade dos domicílios brasileiros sofreu algum tipo de privação. Segundo o estudo da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede PENSSAN), o índice exato de famílias nessa situação chegou a 55,2%.
A conclusão é de que o aumento da fome no Brasil está mais acelerado nos últimos anos. Entre 2018 e 2020 a alta foi de 27,6% ao ano. Entre 2013 e 2018, esse ritmo não passava de 8%.
Esse mês iremos entregar mais 100 cestas básicas e tentar amenizar as famílias que atendemos em nosso projeto de cestas básicas. É nosso papel como projeto social se mobilizar e alertar a todos de nossa rede que a fome ainda não acabou.
Quer ajudar o projeto? Nos procure, iremos estudar uma forma de você nos apoiar. Vem pro movimento, vem pro
Charles Silva
04/07/2021
Pobres - Social Influencer a série Stories
por Charles Silva
"Pobres" uma série aqui no instagram onde irei contar histórias de cinco amigos como eu, lutam pela igualdade social através de ações na pandemia para atender as pessoas mais vulneráveis em nossos teritórios.
Estou intitulando esse amigos de sociais influencers, ou influenciadores digitais do bem, são pessoas de confiança na comunidade ou em suas redes, que não necessariamente têm uma estrutura de comunicação digital com audiência grande para divulgar seus projetos sociais mas que produzem conteúdo autêntico e significativo para movimentar dezenas de pessoas em ajudar pessoas que ao menos conhecem.
Mas porque você confia em alguém que não conhece tem tanta relevância na nossa tomada de decisão em doar? Esse é o segredo, confiam porque sua rede confia, é um trabalho sério e relevante para sociedade. No caso do mais de 90% das doações são indicações de amigos meus nas suas redes. A série foi criada com uma proposta de mostrar um pouco como atuamos, como corremos atrás e semanalmente irei desafiar os meus amigos a mostrar suas ações e suas dificuldades de alcançar suas metas e a doação chegar a quem mais precisa. Ninguém sabe o quanto é difícil o trabalho voluntário que atende famílias com vulnerabilidade social, a série vai mostrar um pouco do lado de nós que estamos na linha de frente.
A sátira para Forbes é uma provocação direta para a Elite, para pessoas que pensam apenas em fortunas e empresas que nada colaboram com a melhoria da sua comunidade, ou mesmo o entorno do seu império - Enquanto fome avança, número de bilionários cresce no Brasil, e seu patrimônio dobra, pesquisa recente Número de super ricos no país saltou 44% – de 45, em 2020, para 65, em 2021. Juntos, eles detêm 219,1 bilhões de dólares. Na pandemia, 42 brasileiros lucraram mais do que todo o custo do auxílio emergencial!
Charles Silva
16/06/2021
OVO 15% mais caro.
O preço do ovo subiu 15% em abril por causa da alta dos custos na ração das galinhas. Para aumentar o lucro, produtores recorrem à exportação.
Frito, cozido, mexido, processado e usado em milhares de receitas. O brasileiro nunca comeu tanto ovo. Com o aumento desenfreado do preço da carne, a queda de poder de compra da população, e a mudança de hábito trazida pela pandemia com mais gente se alimentando em casa, o ovo está longe de ser um coadjuvante na mesa da população.
Maiores custos de produção do alimento estão reduzindo margens de lucros da atividade. Consumidos como uma alternativa mais barata às demais proteínas animais (como carne bovina, suína e de aves), os ovos podem ficar mais caros para a população.
Charles Silva
16/06/2021
BECO LITERÁRIO
Por Charles Silva
05/06/2021
Biblioteca comunitária, espaços de leitura e doação de livros e espaço itinerante, tudo isso é o projeto BECO LITERÁRIO. Idealizador por mim e meu amigo skatista e Arquiteto Anderson Gomes o projeto tem como objetivo dar acesso a comunidade à livros para diversas idades através de pontos de leitura em cinco pontos da favela.
O Projeto tem a colaboração e parceria do
Teve apoio inicial da .galeria e da Luciana Wernenck e Somos gratos pelo apoio nesse primeiro momento!
Essa iniciativa tem por objetivo multiplicar o número de leitores no território.
Algumas das ações são ao ar livre, sem catálogo e bibliotecário, mas com o objetivo de que ocorra uma circulação de livros. Pegou o livro, fez a leitura e depois entrega em um dos cinco pontos da favela! Sem taxa alguma o projeto é 100% gratuito.
O país hoje conta com 52% de leitores, ou seja 100,1 milhões de pessoas, segundo a pesquisa “Retratos da leitura no Brasil”, feita pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, em 208 municípios de 26 estados entre outubro de 2019 e janeiro de 2020. Ocorreu uma diminuição de 4%, aproximadamente 4,6 milhões de leitores em relação à edição anterior da pesquisa, de 2015. Já a média de livros inteiros lidos em um ano se manteve o mesmo: 4,2 livros por pessoa
Esperamos que esse incentivo do Beco literário aumente a leitura do morador da favela Para Pedro, esse é o primeiro passo, dar acesso os moradores aos livros.
Charles Silva
08/06/2021
14% mais caro.
Na prévia da inflação de maio, o frango inteiro subiu 14% nos últimos 12 meses, enquanto os pedaços tiveram alta de 13,5%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com a disparada dos preços da carne bovina em 2020 e a queda da renda das famílias durante a pandemia, o consumidor teve que recorrer a proteínas mais baratas como o frango e o ovo, mesmo com o aumento do valor destes alimentos nas gôndolas dos supermercados.
Charles Silva
01/06/2021
Esse sou eu, Charles Silva.
Aos meus quinze anos iniciei meu primeiro trabalho voluntário em um programa esportivo da anos depois iniciei a jornada na
a qual fui fundador presidente até 2020. Encerrei a ONG depois de 15 anos de atuação e hoje atendo parte das famílias de ex-alunos da ONG Coletivo Briza com cestas básicas. Assim nasceu o com propósito e acolhimento as mulheres mães de ex-alunosdos projetos sociais que desenvolvi nos últimos 20 anos.
Hoje conto com meus amigos e assim seguimos com o Beco Social.
Fotos: Pedro Kremer / beco social
26/05/2021
r$7,49
Preço da carne faz consumo de ovo crescer e encarece o produto.
Com o preço alto da carne e a renda apertada por causa da crise econômica, as famílias brasileiras têm optado cada vez mais por ovos como opção proteica para as refeições e nas favelas o aumento é maior. Segundo o IBGE, o consumo de ovos tendem a aumentar por se tratar de uma fonte de proteína mais acessível do que as carnes em períodos de recessão econômica.
Ontem fui no mercado e a dúzia de ovos mais barata era r$7,49 ( Mantiqueira )
Charles Silva
21/05/2021
Feijão r$6,99
Se há mais de um ano, quando começava a pandemia de Covid-19 no país, a corrida da população para se abastecer levou à disparada nos preços de alimentos básicos como o feijão;
Feijão 2017: r$1,99
Feijão 2018: r$2,99
Feijão 2019: r$3,99
Feijão 2020: r$4,99
Feijão 2021: r$6,99
Essa alta pode ser explicada através da regra básica na economia: a lei da oferta e da demanda. Se a demanda é maior que a oferta, os preços sobem e vice-versa. A criação do Auxílio Emergencial aqueceu a demanda no mercado interno, sobretudo, por alimentos básicos e não perecíveis, tais como o arroz e o feijão. O pobre em casa, sem emprego e a cesta básica nas alturas.
Aqui no beco não se trata apenas da entrega de cesta básica, se trata sim do acolhimento dessas mulheres chefes de família. Nosso papel na sociedade [ eu meu time de voluntários e colaboradores ] durante a pandemia tem sido acolher as mulheres da melhor forma possível.
Já entregamos mais de 5 toneladas de alimentos em nossas ações do no ano 2021.
Charles Silva
18/05/2021
R$27,90
O auxílio emergencial aumentou o consumo e os preços de praticamente todos os alimentos, especialmente daqueles que compõem a cesta básica.
Antes da pandemia, o consumidor pagava por um pacote de arroz de 5 quilos, em torno de R$ 10 e R$ 15. Com a chegada do Covid-19, o mesmo produto passou a ser vendido até a R$ 40.
Nos últimos mês, o preço vem sofrendo uma acomodação, mas atingiu um outro novo patamar entre R$ 20 e R$ 29.
Charles Silva
11/05/2021
NOSSA CESTA.
Além dos itens básicos também inserimos material higiene e limpeza, leite, ovos e absorventes - essa foi a nossa segunda ação que realizamos esse mês, essa em especial com Ana Maria da .galeria
Já entregamos mais de 5 tonelada de alimentos em nossas ações do no ano 2021.
Foto: