Walter krause neto, MSc, PhD

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Photos from Walter krause neto, MSc, PhD's post 09/08/2026

🏆 DUPLO TOP 1 PARA BRUNA LUCENA! 🏆

Parabéns à nossa atleta Wellness Bruna Lucena , campeã TOP 1 Open B e TOP 1 Master 35+ no MuscleContest MuscleWorld Campinas! 🔥

Resultado de disciplina, consistência e muito trabalho. Um físico construído dia após dia e que hoje foi recompensado com dois títulos no mesmo palco! 💪🏽🏆🏆

Parabéns, Bruna! Seguimos para os próximos desafios! 🚀

07/08/2026

Em séries realmente próximas — ou momentaneamente além — do limite voluntário de produção de força concêntrica, o papel do treinador deixa de ser apenas prescrever carga, séries e repetições. Ele passa a atuar diretamente sobre a confiança, a percepção de esforço e a capacidade do atleta de continuar produzindo força diante de níveis extremos de desconforto e incerteza.

Isso f**a ainda mais evidente em exercícios como o agachamento com dead stop, no qual parte da contribuição do ciclo alongamento–encurtamento é reduzida e cada repetição precisa ser reconstruída a partir de uma condição de baixa velocidade ou parada. Nas últimas repetições, a sensação subjetiva de incapacidade pode surgir antes de uma incapacidade mecânica absoluta.

É justamente nesse ponto que um treinador experiente faz diferença.

Comandos objetivos, incentivo verbal, controle emocional e, principalmente, a presença física de alguém capaz de intervir com segurança podem permitir que o atleta tolere melhor o esforço e explore repetições extremamente próximas da falha concêntrica. Em situações específ**as, atletas experientes ainda podem utilizar repetições forçadas, nas quais uma assistência cuidadosamente dosada permite ultrapassar momentaneamente o ponto em que a repetição já não seria concluída de forma independente.

Mas existe uma diferença enorme entre estimular o atleta a explorar seu limite e simplesmente obrigá-lo a continuar.

O treinador precisa reconhecer alterações de velocidade, técnica, coordenação e estabilidade. Sua função não é transformar cada série em uma batalha inconsequente, mas criar um ambiente no qual o atleta possa atingir níveis elevados de esforço sem perder o controle mecânico do exercício.

Quanto mais próxima da falha uma série se torna, menor é a margem para erro. E quanto mais avançada a técnica — dead stops, repetições forçadas ou outras estratégias de intensif**ação — maior deve ser a competência de quem acompanha.

O bom treinador não apenas conta repetições. Ele controla o ambiente para que o atleta tenha confiança suficiente para chegar onde sozinho talvez in

Photos from Walter krause neto, MSc, PhD's post 06/08/2026

🚨Mulheres, prestem atenção! “Se a Fórmula 1 nos ensina alguma coisa, é que combustível não ganha corrida. Estratégia, sim.”

Na Fórmula 1, as equipes de ponta contam com tecnologia de alto nível. Ainda assim, apenas um piloto vence. O diferencial não é apenas o combustível, mas a estratégia: o acerto do carro, a leitura da corrida e a capacidade de extrair o máximo desempenho em cada detalhe.

No bodybuilding de alto rendimento acontece algo semelhante. Em um cenário competitivo como o Olympia, reduzir o resultado de uma atleta ao “combustível” ignora aquilo que realmente separa as campeãs: anos de treinamento inteligente, biomecânica aplicada, periodização, seleção de exercícios, nutrição, recuperação, posing e preparação para o palco.

Se apenas os recursos farmacológicos determinassem o resultado, atletas em níveis competitivos semelhantes apresentariam físicos praticamente iguais. A realidade mostra exatamente o contrário: quem vence é quem reúne as melhores estratégias.

E esse raciocínio não vale apenas para atletas profissionais.

Os físicos das categorias Wellness e Bikini representam o mais alto nível da modalidade, mas os princípios que constroem esses corpos são os mesmos que transformam mulheres que nunca utilizarão recursos farmacológicos. O objetivo é diferente, mas a ciência do treinamento continua sendo a mesma.

É exatamente esse conhecimento que aplico na minha consultoria. Seja para competir ou simplesmente conquistar um físico mais bonito, proporcional e saudável, o caminho não é copiar atletas de palco, mas utilizar estratégias individualizadas, baseadas em biomecânica, evidências científ**as e planejamento.

Porque, no fim, tanto na Fórmula 1 quanto no bodybuilding, o combustível coloca você na corrida. São as estratégias que levam ao lugar mais alto do pódio.

Se você quer deixar de treinar no “achismo” e começar a construir um shape com base em biomecânica, ciência e planejamento individualizado, minha consultoria foi desenvolvida para isso. Independentemente de você sonhar com um palco ou simplesmente com a melhor versão do seu próprio corpo, existe uma estratégia certa para chegar lá.

Me chame no WhatsApp 11-999311702.

Photos from Walter krause neto, MSc, PhD's post 05/08/2026

“O agachamento é caracterizado por um paralelismo entre o tronco e a tíbia.”

Essa afirmação parece intuitiva, mas não é sustentada por dados científicos.

Ao comparar quatro variações de agachamento (high-bar e low-bar, com base estreita e larga), os autores demonstraram que a posição da barra e a largura da base modif**am signif**ativamente a inclinação do tronco, a flexão do joelho, os braços de momento e a distribuição das demandas mecânicas. Em outras palavras, não existe um único padrão biomecânico que defina um “agachamento correto”.

No high-bar com base estreita, o tronco permanece mais vertical e há maior participação do joelho. Já no low-bar com base larga, o tronco inclina-se mais à frente para manter a barra equilibrada sobre o meio do pé, aumentando a contribuição mecânica do quadril. Apesar dessas diferenças, o quadril foi responsável por mais de 50% do momento total durante a sticking region em todas as técnicas, mostrando que o movimento pode ser executado por diferentes estratégias biomecânicas sem obedecer a um suposto paralelismo entre tronco e tíbia.

A biomecânica do agachamento não deve ser reduzida a uma regra visual. Ela resulta da interação entre antropometria, posição da barra, largura da base, objetivo do treinamento e distribuição dos momentos articulares.

Referência

Larsen, S., Kristiansen, E., Helms, E. R. & van den Tillaar, R. (2021). Effects of Stance Width and Barbell Placement on Kinematics, Kinetics, and Myoelectric Activity in Back Squats. Frontiers in Sports and Active Living, 3, 719013. https://doi.org/10.3389/fspor.2021.719013

03/08/2026

Nãooooooooo!!!!! Ai me complica Rafael Danilo | Mentor do PERSONAL … eu sabia que um dia teria a volta 🤣🤣🤣🤣🤣🤣…. Avisem as federações e aos árbitros de Powerlifting que esse movimento é um agachamento, por favor … tá todo mundo errado! perco o brother mas não o meme 🫶🏻

Photos from Walter krause neto, MSc, PhD's post 03/08/2026

Um físico construído por 2 anos e ainda tem ignorante achando que é só uma questão de usar hormônios.

O problema é o cara achar que na fórmula 1 o combustível faz alguma diferença 🤦🏻

Larissa Figueiredo | IFBB Pro Bikini bicampeã bikini classe B 25/26 e campeã bikini overall e PRO-card MuscleContest Brazil 2026.

30/07/2026

🚨O Romanian Deadlift (RDL) não foi criado a partir de um estudo científico nem por um inventor formal. A origem mais aceita é que o exercício foi desenvolvido empiricamente pelo levantador de peso romeno Nicu Vlad em conjunto com seu treinador, Dragomir Cioroslan, como um exercício acessório para fortalecer a cadeia posterior e melhorar o movimento olímpico de clean & jerk.

A história ficou famosa por um episódio ocorrido em 1990, durante uma clínica de levantamento de peso nos Estados Unidos:

* Nicu Vlad realizou várias séries de um movimento que parecia uma mistura entre o stiff-leg deadlift e o deadlift convencional.
* Os treinadores americanos perguntaram que exercício era aquele.
* Vlad respondeu que era apenas um exercício que utilizava para fortalecer as costas e a extensão do quadril para o arremesso (clean).
* Como o exercício não tinha nome, o treinador americano Jim Schmitz sugeriu chamá-lo de Romanian Deadlift, em homenagem ao atleta romeno. O nome foi aceito e rapidamente se difundiu pelo mundo.

Portanto, a atribuição correta é:

* Criador/desenvolvedor do exercício: Nicu Vlad (com Dragomir Cioroslan).
* Quem batizou o exercício como “Romanian Deadlift”: Jim Schmitz, em 1990.

Um detalhe interessante é que o RDL original era ligeiramente diferente da forma como muitos o executam hoje. Vlad utilizava o movimento (VÍDEO) principalmente para desenvolver força específ**a para a segunda puxada do clean, mantendo:

* joelhos discretamente flexionados;
* coluna rígida, dorso contraído e olhar fixo à frente;
* barra sempre próxima às pernas;
* sem tocar a barra no chão entre as repetições;
* foco na dobradiça do quadril (hip hinge), e não em “descer o máximo possível”.

Assim, embora hoje o RDL seja amplamente utilizado para hipertrofia de glúteos e isquiotibiais, sua origem está diretamente ligada ao treinamento de alto rendimento do levantamento de peso olímpico.

30/07/2026

🚨Inscrições pelo link na BIO das ULTIMAS VAGAS! No dia 23 de agosto de 2026, a cidade de Passo Fundo - RS receberá o treinador Walter Krause para a realização de um curso presencial 100% prático, voltado ao aprimoramento da prescrição técnica na área de treinamento feminino de atletas e praticantes de musculação.

O curso será focado no desenvolvimento de glúteos e coxas, abordando variações de exercícios, estratégias avançadas de aplicação prática, ajustes biomecânicos e tomada de decisão no treino, sempre com base em conhecimento científico e experiência de campo.

Trata-se de um conteúdo altamente relevante para profissionais da área de Educação física e amantes da musculação que desejam aprofundar seus conhecimentos, elevar o nível de prescrição, oferecer melhores resultados aos seus alunos e, consequentemente, fortalecer sua autoridade e posicionamento profissional no mercado.

Evento indicado para profissionais que buscam evolução técnica, diferenciação e aplicação real do conhecimento no dia a dia.

Último lote: R$ 249,90 em até 12x - link na bio
Local do evento: Academia 26fit
Mais informações: Marta Velere WhatsApp (54) 9 9912-2416

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