FLUMINENSE 2 x AMÉRICA 1 - Taça Guanabara de 1975 (1° turno)
O jogo que transformou o Gil em ponta-direita.
Jogo difícil, o sistema defensivo do América era impecável, com os zagueiros Alex e Geraldo como verdadeiros xerifes. O meio de campo deles era de pura técnica: Ivo, Tadeu e Braúlio.
O Fluminense começou perdendo, Manfrini empatou. Mas o jogo caminhava para o empate.
Até que o treinador tricolor, fez uma substituição que mudaria o placar e transformaria a carreira de um jogador: Gil, que era centroavante, entrou no lugar do ponta-direita Cafuringa.
Depois do GOLAÇO marcado, definitivamente nascia o BÚFALO GIL
FLUMINENSE 2 x AMÉRICA 1
Local: Maracanã
Juiz: Arnaldo César Coelho
Auxiliares: Wilson Dias Durão e Eduardo Monteiro
Cartão amarelo: Geraldo
Renda: Cr$ 361 860,00
Público: 26 015
Gols: Manoel 5 do 1º e Manfrini 19 e Gil 25 do 2º
Fluminense: Félix, Toninho, Silveira, Assis e Marco Antônio; Zé Mário e Cléber; Cafuringa (Gil), Manfrini (Pintinho), Rivelino e Zé Roberto.
Técnico:Paulo Emilio
América: Pais, Fidélis, Alex, Geraldo e Álvaro; Tadeu, Bráulio e Ivo; Flecha, Manuel (Expedito) e Paulo César.
Técnico: Danilo Alvin
Fluminense – Frente Ampla Tricolor
Bem vindo ao espaço que reúne torcedores apaixonados e preocupados com o futuro do Fluminense.
A página da FAT é um espaço feito por torcedores apaixonados pelo clube e preocupados com o seu futuro. O objetivo do canal é permitir a discussão e interação sobre os temas relacionados ao time. Se você acha que os caminhos que estão sendo trilhados não asseguram a perenidade ao Fluminense, esse é o seu lugar.
05/06/2026
ENTRE O BALANÇO DE 2025 E O "SER" SAF (por Frente Ampla Tricolor)
O Fluminense foi notificado pela ANRESF (Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol, um órgão independente criado para fiscalizar e aplicar as regras do Fair Play Financeiro no futebol brasileiro) por entregar o balanço sem assinatura do auditor. Embora regularizado dentro do prazo, o problema real está no conteúdo: a auditoria emitiu parecer com ressalvas graves que comprometem a veracidade dos números e, se consideradas, mudariam o resultado do exercício.
Os pontos críticos são:
🔹 Falta de confirmação de saldos bancários;
🔹 Insuficiência de provisões de cerca de R$ 34 milhões para processos judiciais;
🔹 Tratamento contábil incorreto de passivo superior a R$ 110 milhões relacionado à FFU (Futebol Forte União - antes denominada Liga Forte União).
Essas falhas não são novas — já houve divergências em notas explicativas — e expõem fragilidade nos controles. O mais grave é ver conselhos aprovando contas com tantas pendências sem questionar. Por isso a Frente Ampla Tricolor defende uma Auditoria Forense para acabar com a "maquiagem" e mostrar a verdade financeira ao torcedor.
Mas o debate vai além das contas: ele define o futuro do Clube.
Há anos a Frente Ampla Tricolor defende uma SAF com capital 100% do Fluminense, usando todos os benefícios da Lei 14.193/2021.
Muitos ainda discutem o tema baseados em paixão, preconceito ou narrativas sem fundamento, ignorando a realidade: a dívida cresceu com sucessivas rolagens. Mesmo com recordes de receita, o problema estrutural persiste e o clube sobrevive de renegociações, não de solução definitiva.
É ERRADO GOSTAR PORQUE SIM, DA MESMA FORMA QUE É UM EQUÍVOCO MAIOR, NÃO GOSTAR PORQUE NÃO!
O grande debate tem que ir além; não é se gostamos ou não de SAF, mas sim que futuro queremos para o nosso clube. Quem pretende comandar o Fluminense nos próximos anos precisa encarar os números, deixar a ideologia de lado e apresentar soluções concretas para garantir a sustentabilidade tricolor.
FRENTE AMPLA TRICOLOR
04/06/2026
O FLUMINENSE É MUITO MAIS DO QUE "APENAS" SER O BERÇO DO FUTEBOL BRASILEIRO (por Frente Ampla Tricolor)
Podemos dizer que o Fluminense é o "berço da Seleção Brasileira" por vários motivos históricos e estruturais que marcaram o início e o desenvolvimento do futebol nacional:
Origem e primeiros passos:
- Primeiro jogo internacional:
Em 1914, a primeira partida da história da Seleção Brasileira foi realizada no Estádio das Laranjeiras, casa do Fluminense, contra o Exeter City, da Inglaterra;
- Primeiro gol:
O primeiro gol da Seleção Brasileira, nesse mesmo jogo, foi marcado por Oswaldo Gomes, jogador do Fluminense;
- Primeiro título:
O primeiro grande título da Seleção, o Campeonato Sul-Americano de 1919 (atual Copa América), também foi disputado nas Laranjeiras, com vários jogadores tricolores em campo .
Formação de jogadores:
- Ao longo de décadas, o clube revelou e teve em suas filas inúmeros craques que defenderam a Amarelinha, como Castilho, Rivellino, Didi, Félix, Marco Antônio, Romeu, Branco, Oswaldo Gomes, Edinho, Altair, Jair Marinho, entre outros;
- Muitos deles foram peças-chave em conquistas importantes e nas Copas do Mundo.
Papel institucional:
- O Fluminense foi um dos fundadores da Confederação Brasileira de Desportos (CBD), órgão que criou e geriu a Seleção Brasileira por muitos anos;
- Foi também pioneiro na profissionalização do futebol no Brasil, em 1933, ajudando a estruturar o esporte no país .
Legado:
- O Estádio das Laranjeiras é considerado um dos templos históricos do futebol brasileiro, tendo sido palco de momentos decisivos para a Seleção em seu início;
- A tradição de formar jogadores e participar ativamente da organização do esporte consolidou a ideia de que o clube é, de fato, um berço para a equipe nacional.
Esses fatos fazem com que a expressão "berço da Seleção" seja mais do que um slogan, mas uma referência à história e à importância do Fluminense para o futebol brasileiro.
FRENTE AMPLA TRICOLOR
RIVELINO, ARTISTA E GÊNIO
Um gol inesquecível entre os gols de placa do Curió das Laranjeiras fez pelo Fluminense.
01/06/1975 - RECORDAR É VIVER
02/06/2026
Uma nota sobre Mattheus Montenegro (por M.V. Tostes)
Mattheus - Presidente Eleito - em composição de sua carreira política no FFC ostenta um voluntarismo endógeno e iliterato dos primórdios de exercício de função simbólica e empírica de autoridade.
Mattheus, além de tudo, representa uma apresentação final de crise de identidade dos quadros políticos tricolores: voluntarismo de profissão, a "boa consciência" e o fisiologismo para galgar cargos de execução do futebol.
Tal fórmula é perfeita no funcionalismo burocrático de uma máquina política exercida hoje no FFC -, com o Diretor-Geral (M. Bittencourt) e R. França (Diretor de Comunicações) os principais barões dessa articulação de sustentáculo absolutista.
Do Mattheus, acumpliciado quanto ao adiamento do Fla-Flu até sua presença na final da Champions com os ultras do PSG, há sínteses não correspondentes às necessidades históricas do FFC.
Sendo a primeira o conformismo com o burocratismo dos seus pares; a segunda uma tentativa populista barata de utilizar-se da própria história como reduto ideológico para sublimar suas fragilidades inoperantes de poder atualmente no clube.
Seu parco conhecimento teórico de poder é taxativo; uma amálgama prende-o: o cargo máximo absorve uma paralisação do autor, não por acaso amarga uma vigente alcunha e apetrecho referentes às suas práticas que não correspondem à sua história antes da adesão a grupos políticos pretensamente iluministas que se formavam no clube.
O desespero por uma SAF tende a não aliviar Mattheus enquanto dirigente, porém, o jovem Pangloss necessita, acima de tudo, encontrar caminhos que o desviem da lata de lixo da história, isto é, romper com as mãos oscilantes à sua liturgia delirante de interesses que não são propriamente seus.
Nesse meio-fio de aflições, quem perderá é unicamente o torcedor tricolor, um ente imerecido do aplastar das práticas antiquíssimas presentes em Álvaro Chaves.
No entanto, pobres são aqueles que pensam em Álvaro Chaves que o atual status quo não está inerentemente produzindo sua inenarrável defenestração.
M.V.Tostes
Membro da Frente Ampla Tricolor
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Rio De Janeiro, RJ