Adi Studio Yoga e Massoterapia

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Adi Studio Yoga e Massoterapia Um espaço de autocuidado e autoconhecimento.

14/09/2026

Deixe que trema.

Que cada parte do seu corpo sinta.
Deixe-se ganhar pelo cansaço,
mas que ele lhe traga novas notas,
Lhe traga novas músicas,
Lhe traga o novo.

Ps: espanhol tá enferrujado, mas tem coisas que melhor com ferrugem e ao natural. 

Não tenho uma data exata de quando escrevi este poema, mas isso me revela algo muito bonito, a própria impermanência escrita. Um registro de um momento que já passou, mas que continua encontrando novos sentidos no presente.

Percebo que esse giro, essa agitação e esse movimento que tantas vezes sentimos dentro de nós fazem parte da própria vida se renovando. A agitação também pode ser um encontro com aquilo que está chegando, com aquilo que ainda não conhecemos.

Hoje, no dia de Gaṇeśa Caturthi, convido você a observar esse movimento interno. O que está tentando nascer? O que pede passagem? O que o novo está movimentando dentro de você?

Que pela força de Gaṇeśa possamos encontrar coragem e presença para atravessar nossos próprios recomeços.

Feliz dia de Gaṇeśa. 🙏

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Algumas coisas chegam à nossa vida e, a princípio, parecem tão pequenininhas. Com o tempo, vão ganhando uma força tremen...
13/09/2026

Algumas coisas chegam à nossa vida e, a princípio, parecem tão pequenininhas. Com o tempo, vão ganhando uma força tremenda, ocupando espaço, criando raízes, ganhando peso. E o Yoga, para mim, foi assim, algo que começou pequenininho.

O Nāda Yoga, então, foi uma surpresa. Nunca esperei que gerasse tanto rebuliço interno, muito menos que se tornasse algo tão importante para mim.

Mas assim foi… e, quando menos percebemos, estamos vivenciando uma realidade que nem sabíamos que poderia ser nossa.

Nesta foto, vivi um momento muito bonito durante o lançamento do novo álbum de uma banda que acompanho de pertinho e com muito carinho. A Mantrais sempre consegue trazer o Yoga através da música de uma forma muito especial, e por isso fico tão feliz por eles também fazerem parte deste Festival de Nāda Yoga .

O dia 07 de novembro ganhou uma conotação nova para mim. Tornou-se a possibilidade de reunir Som e Yoga em comunidade, criando um espaço de encontro e reencontro.

Agradeço a todos os facilitadores e à IntuiSom, que tornou possível que esse evento acontecesse. Pouco a pouco, ele vai ganhando vida e forma através de cada pessoa que chega, participa e se reúne conosco.

08/09/2026

Oṁ Aiṁ Hrīṁ Klīṁ Tripurasundaryai Namaḥ.

Um pouco daquilo que tenho estudado, cantado e vivenciado por aqui. Às vezes precisamos nos reencontrar naquilo que nos sustenta, e estes momentos são assim para mim.

Há “mantras” que primeiro aprendemos pela voz. Ainda não perfeitamente, mas de coração, vamos ganhando terreno com eles, encontrando novos espaços e deixando que, aos poucos, também encontrem espaço em nós.

Tem dias que precisamos de uma ajudinha da deusa 😬

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24/08/2026

O louco não pede certezas. Ele simplesmente vivência o espaço entre esses dois tempos.

Pode ser um pouco impulsivo, mas nos tira da nossa zona de conforto e assim nos permite uma passagem ao desconhecido.

10/08/2026

Inter Legere!

Para os cínicos de plantão, vamos aprender, então, a usar a inteligência para expandir a inocência.

Para que exista uma escolha, é necessário que estejamos abertos a observar as opções e as situações com uma cara nova. Não é sobre nos colocarmos no papel de tolos, mas sobre aprender a observar a situação com doçura, a ponto de não deixarmos que os fantasmas do passado corrompam nossas escolhas.

Aprendendo, assim, que muitas vezes precisamos dar um voto de confiança à vida!

Ps.: esse cínico somos nós mesmos. E aparece todas as vezes em que acreditamos já saber onde “isso vai dar”.

Sejamos humildes e aceitemos que “só sei que nada sei” e que a vivência, por mais importante que tenha sido, foi uma porta de entrada, não de fechamento.

Para mim, inteligência é saber observar as opções, e não se fechar em um mundo de cinismos onde acreditamos já saber.

07/08/2026

Hoje me faltava inspiração. E as vezes faltar inspiração é na própria vida. A desmotivação chega para todos, por isso, em algum momento precisamos REinspirar-nos. Voltar a nos motivar e encontrar beleza.

E hoje foi assim. Uma prática que não começou fluida, não começou leve. Nem sequer posso dizer que foi uma “boa prática”. Mas é isso tem dias que a voz não sai perfeita, as ações saem tortas, as palavras atravessadas. Mas mesmo assim seguimos. Porque justamente nestes dias que nos reencontramos uma e outra vez no decorrer da vida. E é importante saber habitar cada um destes dias.

E com isso ,Saraswati, mesmo que baixinho e quase interno, vem ganhando espaço. Não com perfeição,mas com o que eu pude vivenciar hoje.

05/08/2026

❗️AstroTarô : sexta-feira às 20h ❗️

A carta desta semana, Hierofante, se deparou com uma aula de Vedānta e, incrivelmente, haha, as palavras se encontraram....
04/08/2026

A carta desta semana, Hierofante, se deparou com uma aula de Vedānta e, incrivelmente, haha, as palavras se encontraram. Aquela dúvida que vinha se formando através do Hierofante foi iluminada pelo professor.

Quando tratamos da individualidade, é muito comum pensarmos em dois extremos: ou sou parte de um todo, ou sou um ser individual. É justamente aí que começa a nossa confusão, porque nenhuma dessas perspectivas impede a outra.

Algo nos permeia, e esse algo é um só. Mas nós somos manifestações individuais dessa mesma realidade.

A questão não está em negar a individualidade. Também não está em sustentar que, por sermos parte de um todo, precisamos assumir uma espécie de papel de clonagem. Cada forma de vida e cada pessoa ocupa uma função própria. A consciência de que esse papel é transitório não retira a existência do papel.

Talvez se trate de assumir a nossa realidade tal como ela se apresenta, sem perder a consciência de que somos permeados por algo maior.

É enlouquecedor e libertador ao mesmo tempo.

Mas deixo um cuidado, não tentem viver uma vida em que estão constantemente buscando outra realidade e chamando isso de dharma. Em alguns momentos, essa busca pode ser apenas uma forma de não assumir a realidade que já está diante de nós, procurando nela meios de evasão.

03/08/2026

👇 Mas não devo ter individualidade? 👇

O eclipse tende a silenciar o movimento externo para que possamos recolher a energia e voltar a atenção para dentro. E o Hierofante, como símbolo, nos lembra que também existe brilho em ser ordinário.

Talvez seja justamente quando soltamos a necessidade de exteriorizar o nosso brilho, esvaziamos o copo e nos permitimos receber um conhecimento que algo começa verdadeiramente a ser transmitido. Para aprender, precisamos aceitar, ainda que por um instante, a condição de sermos apenas mais um entre tantos.

A necessidade de afirmar constantemente a própria individualidade talvez seja uma das coisas que mais nos pesam nos tempos de hoje. Parece que buscamos um espaço no qual possamos ser reconhecidos como únicos e que, justamente por essa singularidade, mereçamos pertencer.

Mas o Hierofante nos oferece outro caminho: não precisamos ser extraordinários para fazer parte.

Não é necessário ser mais do que se é. Não é necessário ser mais do que ordinário.

Isso não significa não ter individualidade. Significa não se apegar a ela a ponto de já não conseguirmos nos perceber como parte de um todo. Antes de ser afirmada, talvez a individualidade precise encontrar raízes em algo que a antecede e a ultrapassa.

O Hierofante fala da passagem de um conhecimento que não começou em nós e que não terminará em nós. Uma tradição que nos antecede, nos atravessa e nos oferece pertencimento a algo maior.

Talvez seja justamente aí que esteja o paradoxo: quando já não precisamos ser extraordinários, podemos descobrir o que existe de incrível em sermos ordinários.

E amanhã teremos Astrotarô para ver esses movimentos de Agosto 🙏🏻

28/07/2026

Diante de uma prática, é muito comum querermos organizar e compreender. Mas a verdadeira prática acontece justamente quando vivenciamos a coisa tal como ela é… e depois, apenas depois, podemos nos dar ao luxo de compreender. Ou melhor, de integrar.

Acredito firmemente que a prática não precisa ser compreendida. Não é sobre a maneira como fazemos, mas sobre o quanto nos desmontamos diante de algo maior. E aí nos encaminhamos à devoção.

Desmontar, em parte, é deixar por um momento a individualidade de lado, é perceber a imensidão de sermos tão pequenos. 

E esse mantra nos lembra que não é sobre conquistar algo. É sobre simplesmente nos entregarmos a isso que já existe como um todo.

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