28/05/2026
Dor no punho, incômodo ao movimentar o polegar, dificuldade para segurar objetos ou realizar tarefas simples do dia a dia.
Quando esses sintomas aparecem, muitas dúvidas também surgem.
Será que é De Quervain?
A infiltração resolve?
Quando a cirurgia entra como possibilidade?
Toda dor no polegar tem a mesma causa?
Essas perguntas são importantes, porque o tratamento não deve ser definido apenas pelo sintoma, mas pela avaliação do caso como um todo.
Na Tenossinovite de De Quervain, entender a origem da dor, a intensidade dos sintomas e a resposta aos tratamentos iniciais faz diferença para indicar o caminho mais adequado.
25/05/2026
O Tumor de Células Gigantes da Bainha Tendínea, também chamado de TGC de partes moles, é a segunda tumoração de partes moles mais comum da mão, f**ando atrás apenas dos cistos.
Apesar do nome chamar atenção, trata-se de um tumor benigno.
Ele costuma aparecer como um nódulo firme, de crescimento lento, geralmente na palma da mão ou nos dedos, principalmente próximo à polpa digital. Os dedos mais acometidos costumam ser o polegar, o indicador e o dedo médio.
Na maioria dos casos, não causa dor. Mesmo assim, pode incomodar ao segurar objetos e, quando há compressão de nervos próximos, pode alterar a sensibilidade.
A ressonância magnética ajuda a avaliar a origem da lesão e planejar o tratamento, mas a confirmação do diagnóstico acontece após a retirada cirúrgica e análise anatomopatológica.
O tratamento é a ressecção do tumor. Em geral, a alta ocorre no mesmo dia da cirurgia.
Ao observar um nódulo na mão que persiste, a consulta com um especialista é a medida mais adequada!
21/05/2026
Você já ouviu falar na radiofrequência de quadril?
Ela é uma opção para controle da dor no quadril em situações específ**as, principalmente quando o tratamento conservador não trouxe o resultado esperado ou quando a cirurgia não é uma opção naquele momento.
Ela atua nos nervos responsáveis pela dor, promovendo um alívio que pode melhorar a qualidade de vida.
Ainda assim, nem todo desconforto no quadril deve ser tratado dessa forma, visto que a escolha depende da causa e da avaliação individual de cada paciente.
13/05/2026
A polidactilia nos pés é uma condição congênita caracterizada pela presença de um dedo extra.
Apesar de chamar bastante atenção, nem todos os casos exigem tratamento imediato.
Isso porque a decisão depende principalmente do impacto que essa alteração causa na função do pé, na marcha e no uso de calçados.
Nesse sentido, a avaliação ortopédica especializada é essencial para entender as características de cada caso e orientar o melhor caminho para o paciente.
11/05/2026
A lordose lombar é uma curvatura natural da coluna e faz parte do equilíbrio do corpo.
Por isso, sua presença, por si só, não signif**a que exista um problema ou que precise ser tratada.
No entanto, uma vez que essa curvatura está associada à dor, rigidez ou limitação no dia a dia, é importante ir além da imagem e entender o contexto.
Em alguns casos, a lordose pode estar aumentada (hiperlordose) ou reduzida (hipolordose) e relacionada a outras alterações que interferem na forma como a coluna funciona.
Neste cenário, o mais importante não é tentar corrigir a curvatura isoladamente, mas identif**ar o que está levando a essa alteração.
Em consulta, conseguimos diferenciar o que é apenas uma variação do corpo do que realmente precisa de um acompanhamento mais próximo.
09/05/2026
Conviver com dor no joelho não deveria fazer parte da sua rotina.
Muitos problemas do joelho são tratados com reabilitação, exercícios e atividade física. Movimento é tratamento para o joelho!
No entanto, é comum que a dor limite ou até impeça essas atividades.
Nessas situações, a infiltração pode ser uma aliada importante no controle da dor causada pela artrose ou por lesões de cartilagem, sempre dentro de um tratamento bem indicado e individualizado.
Assim, a infiltração integra uma estratégia que pode potencializar a reabilitação, os exercícios adequados e o cuidado com a composição corporal, com foco em manter movimento, autonomia e qualidade de vida.
Se o desconforto no joelho tem limitado seus movimentos ou escolhas, uma avaliação cuidadosa pode abrir novas possibilidades de tratamento.
05/05/2026
Imagina só: você sofreu um trauma no punho, fez um raio-X e recebeu a informação de que “não havia fratura”. Ainda assim, a dor continua.
Em alguns casos, isso pode acontecer por causa de uma fratura do escafóide, um dos pequenos ossos do punho que exige atenção especial.
Esse tipo de fratura não causa deformidade aparente e nem sempre provoca inchaço importante, o que faz com que muitas pessoas continuem utilizando o punho normalmente após o trauma.
Além disso, a lesão pode não aparecer nas primeiras radiografias. Por esse motivo, quando os sintomas e exame físico são compatíveis com esse quadro, ressonância magnética pode ser necessária para esclarecer o diagnóstico.
Identif**ar essa fratura precocemente é essencial para evitar complicações e preservar a função do punho.
Se esta for a sua situação, não espere mais e agende sua consulta.
22/04/2026
A durabilidade da prótese do joelho varia, mas costuma ser bastante positiva: mais de 90% das próteses seguem funcionando bem após 20 anos da cirurgia.
Entre os principais fatores que influenciam a durabilidade da prótese estão a idade em que cirurgia foi feita, qualidade dos implantes, técnica da cirurgia e ausência de complicações
Por exemplo, uma mulher de 50 anos tem 80% de chance de nunca precisar trocar sua prótese do joelho. Com 70 anos, essa chance já se aproxima de 95%.
O mais importante é entender que a indicação e execução da colocação da prótese, com uma evolução sem complicações, são os fatores mais importantes para que nunca a prótese precise ser trocada.
Assim, a prótese não possui uma data objetiva de validade. Na verdade, para a maioria das situações e pacientes, a expectativa é que a cirurgia seja uma solução para as limitações do joelho, que dure a vida toda.
18/04/2026
É comum que o diagnóstico de um nódulo na mão venha acompanhado de uma dúvida: de onde isso surgiu?
Eles podem se originar a partir de articulações, tendões ou nervos. Embora tenham aparência semelhante, o comportamento é diferente em cada caso.
Os nódulos relacionados às articulações, como os cistos sinoviais, costumam se formar próximos a essas regiões e podem variar de tamanho com o tempo.
Já os que envolvem tendões estão frequentemente ligados à bainha tendínea e podem ser percebidos como estruturas mais aderidas ou associadas ao trajeto do tendão.
Quando há origem neural, o comportamento é diferente. Nesses casos, podem aparecer sintomas como dor, formigamento ou sensação elétrica ao toque, o que levanta a suspeita de lesões de origem nervosa (como o schwannoma, por exemplo).
O ponto central não é apenas confirmar a presença do nódulo, mas compreender sua real origem. É isso que direciona a necessidade de investigação, acompanhamento ou tratamento.