Núcleo Flora - Espaço de Arte & Dança

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O espaço oferece aulas de jazz dance, balé clássico, yoga, teatro e dança do ventre! O espaço t Espaço múltiplo.

No salão principal é ministrada aulas de balé clássico, jazz dance e ioga. Na loja de artesanatos é possível encontrar peças de cerâmica, acessórios para casa e produtos de chita e crochê.

22/08/2026

Um sonho: cafezinho entre Jung e Manoel de Barros! ☕

DesTUDO; passa o café e vamos ampliar esse sonho!

17/07/2026

O que significa, de fato, perdoar?

No episódio 11 do Jung entre Comadres, partimos do clássico O Auto da Compadecida para refletir sobre o perdão à luz da Psicologia Analítica de Jung.

No julgamento final, João Grilo deixa de ocupar apenas o lugar da vítima e também é convidado a reconhecer sua parcela de responsabilidade. É justamente nesse encontro entre culpa e sofrimento, justiça e misericórdia, que algo novo pode nascer.

Na perspectiva junguiana, a ampliação da consciência acontece quando somos capazes de sustentar os opostos sem reduzir a experiência humana a um único lado. Reconhecer a própria sombra não significa negar as injustiças sofridas, mas integrar aspectos antes irreconciliáveis, abrindo espaço para uma nova atitude diante da vida.

Talvez seja por isso que João Grilo receba uma segunda chance. Seu retorno à vida simboliza a possibilidade de renascimento psíquico que surge quando deixamos de nos identificar exclusivamente com a culpa ou com a condição de vítima.

Perdoar não é esquecer.
Perdoar não é justificar.
Perdoar é transformar a relação que temos com a nossa própria história.

Assista ao episódio completo no YOUTUBE ou no SPOTIFY e venha refletir com a gente sobre esse tema.

08/07/2026

A vingança nos mantém presos à lógica de quem feriu e de quem foi ferido. Mas a Psicologia Analítica nos convida a uma pergunta mais difícil:

O que há naquilo que condeno no outro que também faz parte da condição humana e, em alguma medida, de mim?

Integrar a Sombra não é justificar o mal, mas reconhecer que só ampliamos a consciência quando deixamos de habitar um único lado da história.

🎙️ Trecho do Episódio 10 – Vingança | Jung Entre Comadres

17/06/2026

"A taça do mundo é nossa! Com brasileiro não há quem possa!"

Mas será que é NOSSA mesmo?

Ao longo da minha prática clínica, escuto com frequência relatos de mulheres que tiveram suas capacidades questionadas, seus conhecimentos diminuídos ou suas conquistas relativizadas por homens que pareciam precisar ocupar uma posição de superioridade.

Porque muitas dessas vozes que encontramos fora também encontramos dentro de nós. Há um crítico interno que repete: "você não sabe o suficiente", "não é capaz", "não tem autoridade para falar".

Talvez o desafio seja perceber que nem toda voz que fala dentro de nós merece ser ouvida.

⚽ A Copa do Mundo é "NOSSA"?

14/06/2026

Para Jung, a água é uma das imagens mais expressivas do inconsciente: fonte de vida e renovação, mas também profundidade e risco.

Nem ausência. Nem excesso.
A difícil arte de sustentar uma relação viva com aquilo que nos habita.

— C. G. Jung, A Vida Simbólica (Obras Completas, vol. 18/2)

Vídeo autoral: Florianópolis, dezembro de 2022.

25/05/2026

O paterno, na psique, não é apenas uma representação do pai externo.
É também símbolo de direção, limite, estrutura, autoridade — e, muitas vezes, de conflito.

No episódio 7 do podcast Jung entre comadres, conversamos sobre complexo paterno, seus aspectos positivos e negativos, obras de artistas brasileiros e outras referências que atravessam temas como poder, lei, opressão, orientação e pertencimento.

Porque falar sobre o paterno vai muito além da figura do pai concreto:
é também falar sobre as estruturas que organizam — ou desorganizam — nossa vida psíquica.

🎙️ Já disponível no Spotify e no YouTube.

21/05/2026

Depois de uma série inteira falando sobre processo de análise, inconsciente e sonhos…
achei justo encerrar com o Bud sonhando - e deixar registrada minha declaração de amor a ele -. 🐶 🩷

Porque, brincadeiras à parte, os sonhos são um tema central na psicologia junguiana.

Jung entendia os sonhos como uma forma de comunicação do inconsciente! Não como algo aleatório ou sem sentido.

E talvez uma das coisas mais difíceis hoje seja justamente isso:
parar para escutar aquilo que não fala de forma racional.

Às vezes o inconsciente aparece em sintomas, sincronicidades e padrões de comportamento repetitivos…
e, às vezes, aparece em sonhos.

O Bud já está fazendo a parte dele.

Se quiser começar a olhar para os seus também, pode me chamar.

19/05/2026

Jung escreve muito sobre o perigo dos movimentos de massa e sobre como o ser humano pode perder a própria capacidade de percepção quando completamente identificado com o coletivo.

E talvez isso fique ainda mais evidente em períodos de tensão social, política e ideológica.

Mas o processo de individuação não tem a ver com se tornar alguém egoísta ou isolado do mundo.

Tem a ver com desenvolver consciência suficiente para perceber:
o que, na sua vida, realmente parte de você — e o que foi apenas incorporado sem reflexão.

Isso é difícil porque exige abrir mão de identificações prontas.

Exige perceber que existir como indivíduo não é o mesmo que simplesmente repetir aquilo que esperam de você.

E talvez uma das perguntas mais difíceis seja justamente essa:
a vida que você está vivendo realmente tem relação com quem você é?

Na análise, essa pergunta pode começar a ser escutada com mais profundidade.

Se quiser, pode me chamar.

16/05/2026

A importância dos sonhos dentro do processo de análise é um arrebatamento. A vivência interior de cada um e seus desdobramentos na consciência são muito particulares, assim como a prontidão para escutá-los. Uma vez iniciado este diálogo com seriedade e sem preconceitos, o inconsciente se mostra como uma oportunidade para o ego diante de seus conflitos cotidianos!

12/05/2026

No fim de semana celebramos o Dia das Mães — e hoje chega um novo episódio do podcast Jung entre comadres atravessando justamente os símbolos, afetos e complexidades do materno na psique.

No episódio 6, conversamos sobre complexo materno, arquétipo da Grande Mãe e seus polos positivos e negativos, a partir das obras de artistas brasileiras.

Porque falar sobre o materno vai muito além da figura da mãe concreta: é também falar sobre origem, vínculo, cuidado, excesso, ausência e transformação.

🎙️ Já disponível no Spotify e no YouTube.

Capa: “A Negra”, 1923, Tarsila do Amaral
Fonte: Moderna Quadros

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