Copersucar Fittipaldi F1

Copersucar Fittipaldi F1

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Esta pagina é mais que um registro da verdade, é uma parte importante da história do Brasil que p Competiu um total de 104 Grandes Prêmios.

PAGINA NÃO OFICIAL , Escuderia Fittipaldi, também conhecida como Copersucar-Fittipaldi, Skol-Fittipaldi e Fittipaldi Automotive, foi uma escuderia de Fórmula 1 Brasileira fundada em 1973 pelos irmãos Emerson e Wilson Fittipaldi Jr. (não confundir com Wilson Fittipaldi, o "Barão", que chegou a cortar a ajuda financeira dos filhos para tentar desencorajá-los da ideia). Sua estreia ocorreu no GP da A

1980 - Hockenheim Alemanha 10-8-80 10/08/2024

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A Fittipaldi

Apesar do lançamento do carro novo e das esperanças de que, com desenvolvimento, o F8 pudesse ser competitivo, do Brasil vinham notícias nada animadoras: a Skol fora comprada pela Cia. Cervejaria Brahma e o contrato de patrocínio com a Fittipaldi não seria renovado. A Brahma, inclusive, encerraria naquele ano de 1980, seu vínculo com o automobilismo, retirando o pioneiro patrocínio que começara na Lola T-70 de Norman Casari e desaguava na equipe de Fórmula VW 1600 chefiada por Jan Balder, que tinha como pilotos Maurício Chulan e José Pedro Chateaubriand.
Ainda assim, a equipe foi para o GP da Alemanha, em Hockenheim, disposta a mostrar que ainda podia fazer um bom papel na Fórmula 1. Daquela vez, Keke também tinha o F8 à disposição e o carro saiu do caminhão-transporte muito rápido nas longas retas da floresta germânica. Emerson foi o oitavo num dos treinos livres e Keke o 11º. Na qualif**ação, o bicampeão ficou com 12º tempo e Keke, aproveitando o vácuo da Renault de René Arnoux, fez um excelente oitavo tempo.
Com os dois carros no meio do pelotão, a Fittipaldi acreditou que poderia pontuar. Mas a corrida durou pouco: Keke largou muito bem, chegou ao 6º lugar, mas logo caiu seu aerofólio traseiro e pouco depois da oitava volta, desistiu. Emerson se manteve atrás dos dois Lotus de Elio de Angelis e Mario Andretti, mas aí foi a minissaia de seu F8 que travou e o piloto abandonou na 18ª volta.
Particularidade nesta prova o carro do Emerson saiu com um vidro verde coisa que o do keke não tinha

GP Memória - Alemanha 1980

Quatro semanas depois da corrida de Brands Hatch, a Formula 1 estava de regresso à acção na pista de Hockenheim, com um vazio dificil de preencher no pelotão: nove dias antes, na mesma pista, o francês Patrick Depailler, então com 35 anos, tivera um acidente fatal quando se despistou na Ostkurwe com o seu Alfa Romeo a mais de 225 km/hora. A equipa decidiu comparecer na corrida, mas apenas com o carro de Bruno Giacomelli.
Na lista de inscritos estavam duas entradas novas. A RAM Racing, de John McDonald, inscrevia um Williams FW07 para o britânico Rupert Keegan, enquanto que a alemã ATS colocava um segundo carro disponivel para o austriaco Harald Ertl. Vinte e seis carros estavam inscritos, mas apenas 24 iriam alinhar na corrida, o que implicava a não-qualif**ação de dois carros. E os novatos eram os principais candidatos.
Na qualif**ação, o melhor foi o Williams de Alan Jones, que tinha a seu lado o Renault de Jean-Pierre Jabouille. Na segunda linha estava o segundo Renault de René Arnoux, que tinha a seu lado o segundo Williams de Carlos Reutemann. Na terceira fila estavam o Ligier de Jacques Laffite e o Brabham de Nelson Piquet, enquanto que na quarta estava o segundo Ligier de Didier Pironi e o Fittipaldi de Keke Rosberg. A fechar o "top ten" estavam o Lotus de Mario Andretti e o Arrows de Riccardo Patrese.
Como de costume, as duas entradas mais novas não conseguiram a qualif**ação: o ATS de Ertl e o RAM de Keegan.
O tempo estava coberto no dia da corrida, mas a pista estava seca. Na partida, Jones mantêm a liderança, mas Jabouille usa o poder do seu motor Turbo para o passar nas longas rectas alemãs e no final da primeira volta é o lider da corrida. Depois vinha Arnoux, os dois Ligiers de Laffite e Pironi e o Fittipaldi de Rosberg. Contudo, na volta oito, a asa traseira do carro de Rosberg cedeu e na volta 18, era a vez do carro de Pironi também ceder, devido a problemas mecânicos.
As coisas andavam bem para os propulsores franceses até à volta 27, quando Jabouille primeiro e Arnoux depois, encostavam á berma com o mesmo problema: valvulas do motor quebradas. A ideia de um dominio Renault caia por terra. Assim, Jones herdava a liderança, com Laffite em segundo e Reutemann em terceiro.
Jones ficou nessa posição até à volta 36, quando teve de mudar de pneus, entregando a liderança para Jacques Laffite. Reutemann era segundo e Jones tinha caido para o terceiro posto, à frente do Brabham de Nelson Piquet. As coisas f**ariam assim até ao final, com um emocionado Laffite a conseguir a sua primeira vitória do ano, à frente dos dois Williams. Nelson Piquet era quarto e vindos de trás, o Alfa Romeo de Bruno Giacomelli e o Ferrari de Gilles Villeneuve fechavam os pontos.

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1981 - Caesars Palace Las Vegas 17-10-81 19/11/2023

A Fittipaldi

Após cinco corridas sem pelo menos um carro da equipe brasileira no grid, a Fittipaldi lutou e conseguiu, graças a Keke Rosberg, alinhar no GP dos EUA disputado em Las Vegas. O finlandês classifcou-se em 20º e terminou em décimo, duas voltas atrasado. Chico Serra novamente não competiu. Mais um ano melancólico da equipe, que ficou sem pontuar pela primeira vez desde 1975. O único co***lo para Emerson foi ver Nelson Piquet, apontado pelo bicampeão como seu sucessor, campeão por um único ponto de vantagem sobre o argentino Carlos Reutemann, da Williams.

A situação da Fittipaldi era tão desesperadora que a equipe precisou liberar Keke Rosberg de seu contrato. O finlandês, que estava assinado com a escuderia para 1982, era bom demais para andar numa equipe de fim de pelotão. Reduzida a um carro, que seria guiado por Chico Serra, a Fittipaldi tentaria a última cartada de sua sobrevivência na Fórmula 1.

GP Memoria Las Vegas 81

“A Formula 1 chegava à sua etapa final daquela temporada em terras americanas, mas num cenário completamente diferente: Las Vegas. Naquele ano, os proprietários do circuito de Watkins Glen viram-se a braços com cada vez mais problemas financeiros e Bernie Ecclestone decididiu então procurar por outras paragens, e bolsos mais cheios, para colocar o pelotão da Formula 1 nas terras do Tio Sam. Acabou por ir para Las Vegas, mais concretamente… num circuito improvisado no parque de estacionamento do Ceasar’s Palace, um dos maiores casinos da cidade.
(…)
Contudo, o circuito tinha um problema: os pilotos o iriam fazer contra o sentido dos ponteiros do relógio, algo do qual estavam pouco habituados. E isso se viu ao longo das sessões de treinos, onde o pescoço de alguns pilotos se ressentiu. E um deles era o de Nelson Piquet, que iria f**ar assim ao longo de todo o final de semana, e era fonte de preocupação na Brabham.
Isso porque os Williams, seus maiores rivais, tinham monopolizado a primeira fila da grelha, com Carlos Reutemann no primeiro posto, seguido por Alan Jones, que iria fazer provavelmente a sua última corrida da sua carreira na Formula 1. Na segunda fila estava o Ferrari de Gilles Villeneuve, seguido pelo Brabham de Nelson Piquet. O francês Alain Prost era o quinto a partir, seguido pelo McLaren de John Watson, pelo Ligier-Matra de Patrick Tambay, pelo Alfa Romeo de Bruno Giacomelli e a fechar o “top ten”, o Lotus de Nigel Mansell e o segundo Alfa Romeo de Mário Andretti, que provavelmente se preparava para voltar aos Estados Unidos e à CART.
(…)
Com o ator – e fanático pelas corridas – Paul Newman como diretor de corrida, e perante mais de 50 mil espectadores naquele sábado á tarde, a corrida começou com Jones a saltar para a frente da corrida, decidido a não ajudar o seu companheiro Reutemann a vencer o campeonato. Para piorar as coisas, o argentino largara tão mal que no final da primeira volta iria perder três lugares para Villeneuve, Prost e Giacomelli. E tinha Nelson Piquet mesmo atrás de si. (…)”
Há precisamente trinta anos, num circuito improvisado no parque de estacionamento de um dos maiores casinos de Las Vegas, Nelson Piquet conquistava o seu primeiro título mundial de Formula 1, sete anos depois de Emerson Fittipaldi ter conquistado o seu segundo campeonato do mundo, também nos Estados Unidos, mas num circuito diferente, o de Watkins Glen.

A corrida foi uma prova de resistência para os pilotos, pelo fato de ser feito contra os ponteiros do relógio. E pilotos como Nelson Piquet sofreram com o pescoço ao longo do final de semana, fazendo daquela corrida uma prova de resistência pessoal. Mas também tinha duas costelas fraturadas, algo que muito poucos sabiam. E a Carlos Reutemann, menosprezado na sua equipa, teve ainda que aguentar uma caixa de velocidades sem a quarta marcha e viu o momento surreal em que os membros da sua equipa comemoraram a vitória… do seu companheiro de equipa, não querendo saber que tinham perdido o Mundial de Pilotos.

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1982 - 16 Caesars Palace Las-Vegas 25-9-82 19/11/2023

A Fittipaldi
Chico Serra foi o 30º e último nos treinos oficiais e assistiu a corrida pela televisão.

GP Memória - Las Vegas 1982
Keke Rosberg e a Finlândia conquistavam o seu primeiro título mundial, é também a primeira vitória do italiano Michele Alboreto, num Tyrrell. E teve Diana Ross no pódio, a beijar Alboreto e Rosberg na boca...
E as invulgaridades não terminavam por aqui... a corrida foi disputada num Sábado, o que é invlugar na Formula 1, já que estes costumam ser disputados aos Domingos. Mas esta foi uma das excepções. E num ano excepcionalmente turbulento como o de 1982, este final valeu por esses pregaminhos...
Era também uma corrida de despedidas: desde as definitivas (Mario Andretti, Jochen Mass, equipa Fittipaldi, Derek Daly...) até às transferências (Arnoux na Ferrari, Cheever na Renault, Laffitte na Williams), e a luta pelo título, depois do acidente grave de Didier Pironi, estava reduzido a dois: John Watson, num McLaren, e Keke Rosberg, num Williams. Curiosamente, em dois carros aspirados, contrariando o crescente (e em breve dominador) poder dos motores Turbo.
Nos treinos, os Renault dominaram a primeira linha da grelha, com Prost e Arnoux, enquanto que a segunda fila pertencia ao Tyrrell de Michele Alboreto e o Ligier de Eddie Cheever. Rosberg só aparecia em sexto, atrás do Brabham de Riccardo Patrese, e John Watson era nono, batido pelos Ferrari de Mario Andretti e Patrick Tambay.
No dia da partida, soube-se que Tambay não iria largar, devido à suas dores no pescoço, que o tinham impedido de largar em Dijon-Prenois. Sendo assim, Watson ganhava mais um lugar na grelha, e estava cada vez mais próximo de Keke Rosberg.
Na partida, os dois Renault foram para a frente, tentando ganhar a distância sobre os outros carros. Alboreto, depois de se desembaraçar de Cheever, f**a num isolado terceiro lugar. Entretanto, Rosberg faz uma largada normal, o que não acontece com John Watson, que cai de nono para 12º. Por agora, tudo bem para Rosberg!
Mas Watson começa a recuperar terreno, e em apenas 18 voltas, está na terceira posição, ultrapassando entre outros: Jacques Laffite, Nelson Piquet, Mario Andretti, e na volta 15... Keke Rosberg. Mas o finlandês sabia que precisava apenas de um quinto lugar para ser campeão, mesmo que Watson ganhasse a corrida. Entretanto, Arnoux abandona com um problema de motor (volta 21) e Andretti desiste com a suspensão partida (volta 27), fazendo com que nessa volta, John Watson fosse terceiro, e Keke Rosberg o quinto. Na sexta posição ia o seu companheiro, o irlandês Derek Daly, que servia como "escudo" contra quaisquer ataques vindos de trás...
Enquanto isso, lá na frente, Prost dominava, mas começou a ter problemas de pneus, que levaram à aproximação do Tyrrell de Alboreto, e na volta 52, alcança a liderança. Pela primeira vez em quatro anos, o "Tio Ken" via um dos seus carros de novo na liderança. Pouco depois, John Watson ultrapassa Prost, mas também sofre dos mesmos problemas que o carro do piloto francês e não alcança o piloto italiano. E mesmo que o alcancasse e vencesse, o quinto lugar de Rosberg era o suficiente para que o título caisse nas mãos do piloto finlandês...
Perto do fim, Eddie Cheever consegue ultrapassar Alain Prost e ir ao pódio pela segunda vez nesse ano (a primeira vez foi... em Detroit!). E lá, todos receberam os prémios entregues pela vedeta da Motown e ex-lider das Supremes, Diana Ross, que não hesitou em dar um "chocho" no simpático piloto milanês...

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01/09/2023
24/06/2023

1976 Brasil

23/06/2023

Brasil 1980

24/08/2022

F6 Clay 1978

29/06/2022

Pierre Van Vliet presents the Copersucar-Fittipaldi F5A-03

24/05/2022
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