Academia Paulista de Letras

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Sejam bem-vindos à página oficial da Academia Paulista de Letras (APL). Por isso mesmo, procuramos caprichar em nossa seleção. José Renato Nalini

Somos 40 interessados em proteger o idioma e em partilhar experiências literárias sob a inspiração de um ritual longevo. As Academias nasceram no helenismo, porém sua forma remonta ao século XVII na França inigualável. Temos 112 anos e nos mantemos vigorosos, ancorados na tradição, mas abertos à acelerada mutação desta era. Uma Academia, ensinou Machado de Assis, criador da Academia Brasileira de

28/09/2025
Exposição: “A presença feminina na literatura brasileira: um caminho difícil”
De quinta a domingo, até 27 de junho de 2025, das 10h às 17h
Local: Sede da Academia Paulista de Letras - Largo do Arouche, 324, República – São Paulo/SP. 
*Gratuito 

Fundada em 1909, a Academia Paulista de Letras estabelecida no Largo do Arouche, na região central, tem aberto suas portas para eventos que contribuam para a valorização das letras, dos livros e dos leitores.

Depois do sucesso do evento sobre “censura e literatura infantil”, em maio de 2024, que reuniu 450 pessoas em torno de autores e especialistas sobre o tema, ela abre suas portas para a exposição “A presença feminina na literatura brasileira: um caminho difícil”.

Pela primeira vez, o Instituto Peck Pinheiro cede suas primeiras edições de escritoras brasileiras para uma exposição na cidade. Raríssimas obras, revelam os desafios enfrentados por autoras reconhecidas que enfrentaram obstáculos para encontrar seu lugar no universo literário. Autoras cuja coragem alimentaram causas sociais, luta pela igualdade de direitos, mas também, o prazer da escrita. A maior coleção privada no Brasil cede raridades que vão de Teresa Margarida da Silva e Orta, publicada em 1777, a obras publicadas até o século XXI. Nomes como Nísia Floresta, Maria Firmina dos Reis, Cecília Meirelles, Lygia Fagundes Telles, Ruth Guimarães, Patrícia Galvão, Clarice Lispector, Maria José de Queiróz, Cora Coralina, Adélia Prado entre outras, estão presentes. Obras raras, autógrafos, correspondência, a exposição permitirá o encontro entre autoras e seus leitores num momento único e exclusivo.

Será um evento pioneiro, em que monitores da Faculdade de Letras da Universidade de São Paulo estarão a postos para ajudá-los na visita. Uma cenografia do conhecido antiquário Arnaldo Danemberg, reconstituindo um ambiente feminino de trabalho, ilustra o clima de concentração e intimismo de tantas criadoras de obras de arte. A insonorização do conhecido maestro e membro da APL, Júlio Medaglia, exclusivamente com compositoras e intérpretes femininas, convida à imersão no ambiente da exposição. Este quadro único é inédito numa Academia de Letras. 02/06/2025

Exposição: “A presença feminina na literatura brasileira: um caminho difícil” De quinta a domingo, até 27 de junho de 2025, das 10h às 17h Local: Sede da Academia Paulista de Letras - Largo do Arouche, 324, República – São Paulo/SP. *Gratuito Fundada em 1909, a Academia Paulista de Letras estabelecida no Largo do Arouche, na região central, tem aberto suas portas para eventos que contribuam para a valorização das letras, dos livros e dos leitores. Depois do sucesso do evento sobre “censura e literatura infantil”, em maio de 2024, que reuniu 450 pessoas em torno de autores e especialistas sobre o tema, ela abre suas portas para a exposição “A presença feminina na literatura brasileira: um caminho difícil”. Pela primeira vez, o Instituto Peck Pinheiro cede suas primeiras edições de escritoras brasileiras para uma exposição na cidade. Raríssimas obras, revelam os desafios enfrentados por autoras reconhecidas que enfrentaram obstáculos para encontrar seu lugar no universo literário. Autoras cuja coragem alimentaram causas sociais, luta pela igualdade de direitos, mas também, o prazer da escrita. A maior coleção privada no Brasil cede raridades que vão de Teresa Margarida da Silva e Orta, publicada em 1777, a obras publicadas até o século XXI. Nomes como Nísia Floresta, Maria Firmina dos Reis, Cecília Meirelles, Lygia Fagundes Telles, Ruth Guimarães, Patrícia Galvão, Clarice Lispector, Maria José de Queiróz, Cora Coralina, Adélia Prado entre outras, estão presentes. Obras raras, autógrafos, correspondência, a exposição permitirá o encontro entre autoras e seus leitores num momento único e exclusivo. Será um evento pioneiro, em que monitores da Faculdade de Letras da Universidade de São Paulo estarão a postos para ajudá-los na visita. Uma cenografia do conhecido antiquário Arnaldo Danemberg, reconstituindo um ambiente feminino de trabalho, ilustra o clima de concentração e intimismo de tantas criadoras de obras de arte. A insonorização do conhecido maestro e membro da APL, Júlio Medaglia, exclusivamente com compositoras e intérpretes femininas, convida à imersão no ambiente da exposição. Este quadro único é inédito numa Academia de Letras.

12/05/2024

"Mãe, uma palavra, um poema, uma oração" é o título de minha crônica publicada, neste domingo, em O Dia:

Mãe, uma palavra, um poema, uma oração

(Gabriel Chalita)

Dizer mãe faz bem à alma. Mãe é palavra que pronunciada nos mais diversos idiomas oferece um sorrir. Expressa um dizer às origens: o ventre, o cordão umbilical, o cuidar, o engatinhar, o chorar, o sentir.

Mãe é colo, é caminhada. É correção e é alívio. É, desde sempre, um fazimento de alma. No ventre, antes do nascer. No ventre, depois dos nascimentos tantos vida afora. Nascer dói. A dor é parte do que somos.

Mãe é, também, descansos. Um abraço de mãe, depois de uma queda, é cicatrizante. Há outras quedas que não doem o corpo. Há quedas que pedem silêncio e espera.

Mãe é autorização para os vazios e é preenchimentos de amor. Mãe é palavra e é poema. Três letras e um poema inteiro. Porque o poema é uma inclinação para o alto, para dizer o indizível, para pintar de cores, de emoções, as paisagens comuns.

Uma mãe e um filho são uma paisagem comum. Uma mãe e um filho são um poema explicador da vida, nunca deixando de ser gerada. Um poema é um punhado de infinitos nos dizeres. Por isso, escrevi tantos poemas para minha mãe. Por isso, sorri nas suas leituras, chorei nas suas emoções, nos seus contentamentos com a minha gratidão.

Hoje, escrevo orações. Mãe é também oração. Se a oração é o que nos eleva, mãe é oração. Se a oração é o que nos aproxima do Sagrado, é no sagrado encontro de amor, que dura toda uma vida, que compreendemos a árvore diante dos frutos.

Sou fruto de minha mãe. Suas sombras me acalmaram e suas seivas me alimentaram. Suas canções cantam esperanças, ainda hoje, em mim. Sua partida partiu parte de mim. Parte que se reconstrói nos encantos da memória.

É de saudade que me alimento para trazer o passado no meu pensar e deitar novamente no colo que mais me alimentou de amor. No colo que me oferecia mãos que enterneciam o tempo em que éramos nós. Mãos que brincavam com a minha cabeça tão cheia de necessidades.

A delicadeza daqueles instantes nunca partiram. Mãe, uma palavra, um poema, uma oração. Se compreendêssemos o poder da delicadeza, nasceríamos muitas vezes para redizer o amor. Não há presente maior para uma mãe do que um filho redizendo o amor, do que um filho reencontrando o cordão que harmoniza o viver a vida.

É no coração, metáfora do sentir, que a saudade e o futuro compõem o tempo presente. No meu presente está ela, minha mãe, sorrindo um sorriso que nunca deixou de sorrir em mim.

Feliz dia das mães.

09/02/2024

O Presidente da Academia Paulista de Letras, Antonio Penteado Mendonça,
tem a honra de convidar para a posse da acadêmica Angelita Habr-Gama.
A saudação será feita pelo acadêmico José Renato Nalini.
Angelita Habr-Gama assumirá a Cadeira n° 15, que tem como patrono Luis Gonzaga Pinto da Gama, sucedendo o saudoso acadêmico José Gregori.

09/01/2023

9/1/2023
MANIFESTO DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS
A Academia Paulista de Letras vem a público manifestar seu repúdio aos atos de selvageria praticados contra a República Federativa do Brasil.

Envergonhada, inconformada e indignada com o acontecido no dia 8 de janeiro de 2023, em Brasília, a Academia Paulista de Letras vem a público manifestar seu repúdio aos atos de selvageria praticados por radicais sem noção de cidadania contra a República Federativa do Brasil.

A invasão do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal e do Palácio do Planalto foi um ato deliberado de agressão contra a pátria, contra os mais de duzentos milhões de brasileiros e contra o estado democrático de direito.

É inaceitável que algo assim ocorra numa nação civilizada.

É indispensável que os responsáveis sejam identificados e punidos, respeitada a ampla defesa, com o rigor da lei.

Reafirmando seu compromisso com o estado democrático de direito.

São Paulo, 9 de janeiro de 2023.

Academia Paulista de Letras.

14/12/2022

Mensagem de final de ano da Academia Paulista de Letras

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19/11/2022

POSSE SOLENE DE TOM ZÉ NA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS
Em noite memóravel, rodeado pelos familiares, amigos e admiradores, Tom Zé toma posse na Academia Paulista de Letras.

Em posse solene realizada em 17.02.2022, TOM ZÉ - compositor, poeta, músico e ecologista, que escolheu São Paulo para viver, passou a ocupar a Cadeira n. 33 da Academia Paulista de Letras, sucedendo o apresentador e escritor Jô Soares.

O novo acadêmico foi recepcionado pelo confrade e maestro Júlio Medaglia, que em seu discurso destacou as grandes premiações que Tom Zé recebeu ao longo de sua trajetória, com seu seu estilo sempre inovador e revolucionário.

E Tom Zé, em seu discurso de posse, falou da sua essência musical que é cantar o seu lugar e o seu entorno. E, ressaltou, principalmente, a alegria e a honra que é estar entre os imortais da Academia Paulista de Letras.

E, ao final, com seu estilo criativo e irreverente, Tom Zé cantou e encantou a todos, fazendo desta solenidade, uma data inesquecível.

28/09/2022

27/9/2022
TOM ZÉ ELEITO PARA A CADEIRA 33 DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS
Na tarde de hoje, 27 de setembro de 2022, foi eleito o compositor TOM ZÉ para a Cadeira n. 33 da ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS.

Com 32 votos dos 35 votantes, Tom Zé foi eleito imortal da Academia Paulista de Letras, na sucessão de Jô Soares.

O compositor, poeta, músico e ecologista escolheu São Paulo para viver e muitas de suas músicas contemplam a capital, como "São, São Paulo", que ganhou o festival da Record em 1968.

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