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🏃♂️ Melhore sua postura e corra melhor!
Você sabia que pequenos ajustes na sua forma de correr podem te deixar mais rápido e, principalmente, longe de lesões? Assista ao vídeo e confira esses 4 pilares da técnica de corrida:
1️⃣ Posição da Cabeça
Mantenha o olhar no horizonte. Olhar para baixo sobrecarrega a cervical; olhar para cima tensiona os ombros. Cabeça alinhada = respiração mais fluida!
2️⃣ Posição do Tronco
Um leve inclinação para frente (a partir do tornozelo, não da cintura!) usa a gravidade a seu favor, gerando propulsão natural sem gastar energia extra.
3️⃣ Posição dos Joelhos
O joelho deve “atacar” para frente, não apenas para cima. Uma boa elevação ajuda na amplitude da passada e evita que você arraste o pé.
4️⃣ Aterrissagem dos Pés
Tente aterrissar com o médio-pé (a parte central) logo abaixo do seu centro de gravidade. Evite “atacar” o solo com o calcanhar muito à frente do corpo, o que gera um efeito de frenagem.
Dica extra: Comece focando em apenas UM desses pontos por treino. A constância leva à automatização do movimento! 🎯
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19/04/2026
Escreve “1904” que eu te mando um treino na DM
Correr em jejum funciona, mas não do jeito que muita gente imagina.
A ciência do treinamento mostra que o jejum não é uma estratégia de performance direta, e sim uma ferramenta metabólica, que precisa ser usada no contexto certo.
🔬 O que a fisiologia explica:
Quando você corre em jejum, os estoques de glicogênio estão mais baixos.
Isso faz o corpo aumentar a oxidação de gordura e reduzir a capacidade de sustentar altas intensidades.
👉 Esse mecanismo é amplamente descrito em estudos de metabolismo do exercício e endurance.
📊 Por isso, o jejum funciona melhor em:
• Treinos leves
• Zona 2 (≈ 65–75% da FCmáx)
• Rodagens contínuas
• Regenerativos
• Parte inicial de longões
Esses estímulos favorecem:
✔ aumento da densidade mitocondrial
✔ melhora da eficiência metabólica
✔ melhor uso de gordura como combustível
✔ construção da base aeróbica
📚 Evidências clássicas e revisões:
• Achten & Jeukendrup (2004)
• Hawley & Burke (2010)
• Stellingwerff et al. (2011)
• Brooks, Fahey & Baldwin – Exercise Physiology
🚫 Onde o jejum atrapalha:
Treinos de alta intensidade dependem de carboidrato.
Intervalados, tiros, VO₂max, ritmo de prova e tempo run exigem:
• alta taxa glicolítica
• maior produção de potência
• menor percepção de esforço
👉 Em jejum, esses treinos:
❌ perdem qualidade
❌ aumentam o RPE
❌ reduzem o estímulo fisiológico esperado
📚 Evidências:
• Bartlett et al. (2015)
• Impey et al. (2018)
• Burke et al. (2017)
👣 Controle técnico importa:
Em treinos em jejum, manter:
• FC estável
• cadência econômica (≈ 155–170 spm)
• passada relaxada
ajuda a reduzir custo energético e evitar fadiga precoce.
📚 Conceitos baseados em economia de corrida:
• Saunders et al. (2004)
• Barnes & Kilding (2015)
⚠️ O maior erro:
Achar que correr forte em jejum acelera resultados.
Na prática, isso aumenta risco de lesão e estagnação.
📌 Conclusão baseada em evidência:
✔ Jejum pode ajudar a construir resistência
✔ Deve ser usado 1–2x por semana
✔ Sempre em baixa intensidade
✔ Performance vem da combinação: base + intensidade bem alimentada
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Onde seu pé toca o chão primeiro? 🏃💨
A forma como você aterrissa na corrida muda drasticamente o impacto que seu corpo absorve. Entenda a diferença:
❌ Impacto no Calcanhar (Heel Strike): Gera uma força de choque que sobe diretamente para o joelho e quadril. É uma das maiores causas de canelite e lesões articulares.
❌ Impacto na Ponta do Pé (Forefoot Strike): Sobrecarga excessiva na panturrilha e no tendão de Aquiles. Pode levar a tendinites e fraturas por estresse nos metatarsos.
✅ Impacto no Meio do Pé (Midfoot Strike): O “ponto de equilíbrio”. Distribui o impacto de forma eficiente, usando o arco do pé e a musculatura como amortecedores naturais.
Quer correr por muitos anos? Ajuste sua pisada! 👟✨
Correr não é só “colocar um pé na frente do outro”. Se o seu quadril está travado, sua passada será curta e o risco de lesão, alto! 🏃♂️⚡️
Neste vídeo, mostramos 5 exercícios de mobilidade essenciais para destravar sua performance:
1️⃣ Agachamento Cossaco: Trabalha a mobilidade lateral e adutores.
2️⃣ Mobilidade de Quadril Ajoelhado Lateral: Melhora a amplitude da rotação.
3️⃣ Ponte de Glúteo Unilateral: Ativa o motor da corrida e estabiliza o quadril.
4️⃣ Adutor Rock Back: Libera a tensão na parte interna da coxa, facilitando a mecânica da passada.
5️⃣ Transição de Cossaco para Meio Ajoelhado: Um combo de controle motor e flexibilidade dinâmica.
Inserir esses movimentos no seu aquecimento ou nos dias de descanso ativo pode mudar seu jogo na corrida!
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