Marcia Cherbino - Terapeuta

Marcia Cherbino - Terapeuta

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Marcia Cherbino
Psicoterapeuta

29/05/2026

Ao olharmos para o calendário, vemos dias que passam. Ao olharmos para a nossa jornada, vemos o que deixámos florescer.

Este mês de maio foi um convite intenso ao reencontro. Falamos sobre a importância da presença, sobre a coragem de colocar limites sagrados, sobre curar linhagens e, acima de tudo, sobre entender que não somos ilhas: somos parte de uma teia que se movimenta a cada escolha nossa.

Fazer um balanço não é sobre 'dar check' numa lista de tarefas cumpridas. É sobre perguntarmo-nos:
🌱 Estou mais próxima da mulher que eu realmente sou do que estava no dia 1 de maio?
🌱 Que padrões decidi deixar para trás para abrir espaço ao novo?
🌱 Como é que as minhas pequenas escolhas diárias criaram 'ondas' de bem-estar na minha casa e na minha vida?

A terapia transpessoal ensina-nos que a evolução é feita de pequenos movimentos. Se hoje se sente um pouco mais inteira, mais consciente ou mais gentil consigo mesma do que há 30 dias, então você venceu.

O mês termina, mas as ondas que você iniciou continuam a expandir-se!



Photos from Marcia Cherbino - Terapeuta's post 27/05/2026

Para a mulher que foi ensinada a ser a 'boazinha', a conciliadora, a que sempre dá um jeito — dizer não parece um crime. Sentimos culpa, medo da rejeição e até a sensação de que estamos sendo egoístas.

Mas, na abordagem transpessoal, aprendemos que o limite não é um muro que afasta as pessoas; é um limite sagrado que protege a nossa energia.

Quando você diz 'sim' para tudo e para todos por obrigação, você está dizendo 'não' para a sua saúde, para o seu descanso e para a sua essência. Você está entregando a chave do seu tempo para demandas que, muitas vezes, não alinham com o seu propósito.

Aprender a colocar limites é o maior ato de autocuidado que você pode exercer. O 'não' é o guardião da sua autonomia.

Qual é o convite ou a demanda que você precisa recusar esta semana para conseguir cuidar melhor de você? Se sentir à vontade, escreva nos comentários — colocar para fora é o primeiro passo para sustentar a decisão! 👇



26/05/2026

O que muda na minha casa quando eu mudo por dentro? 🏠✨

Assistindo à série Pelo Caminho (Ripple), parei para refletir sobre as ondas que eu mesma gero na minha teia familiar todos os dias.

Muitas vezes, acreditamos que, para mudar o clima da nossa casa, precisamos que o outro mude, que a rotina se ajuste ou que os problemas desapareçam. Mas a minha jornada transpessoal me trouxe uma descoberta diferente: a frequência da casa é o eco do meu estado interno.

Quando eu escolho meus 'inegociáveis' — como o meu tempo de silêncio, minha meditação ou o limite que protegi para cuidar da minha saúde mental — a dinâmica aqui dentro se transforma.

O que muda na prática?
▪️Deixo de ser a 'malabarista perfeita' que precisa dar conta de tudo sozinha.
▪️Meus filhos e quem vive comigo ganham uma mãe e uma parceira mais presente e menos exausta.
▪️O meu trabalho ganha mais alma porque não estou mais operando no modo 'sobrevivência'.

A nossa cura nunca é um evento isolado; ela é um efeito em cadeia. Cada vez que eu me coloco como prioridade, estou cuidando de todas as pessoas que se conectam comigo.

Se você busca paz na sua casa, o primeiro passo é buscar paz em si mesma! 💜

Photos from Marcia Cherbino - Terapeuta's post 23/05/2026

Nem sempre o vínculo materno é um caminho de águas calmas. Para muitas de nós, carregar o legado das mulheres que vieram antes de nós pode pesar.

Na terapia transpessoal, entendemos que curar esse vínculo não significa necessariamente 'concordar com tudo' ou esquecer as dores. Curar-se é aprender a olhar para a nossa mãe como uma mulher real, que também teve suas próprias feridas e limitações.

Quando você decide olhar para esses padrões com compaixão, você para de repetir a história e começa a escrevê-la. Você pega a força que veio dela e tem a coragem de ser a 'flor diferente' naquele jardim. 🌷

A libertação de uma mulher é, na verdade, a cura de toda a sua linhagem.

Qual padrão da sua linhagem feminina você sente que está transformando na sua vida hoje? Escreva nos comentários. Reconhecer é o primeiro passo para a libertação. 👇



19/05/2026

Muitas vezes, passamos boa parte da vida tentando nos 'encaixar'. Mudamos o tom de voz, silenciamos nossas opiniões e moldamos nossos desejos para sermos aceitas em grupos, famílias ou ambientes de trabalho. Mas o preço de se encaixar é, quase sempre, deixar de pertencer a si mesma.

Pertencer não é sobre ser igual a todos; é sobre ser exatamente quem você é e, ainda assim, encontrar um lugar à mesa.

Na terapia transpessoal, trabalhamos para que o seu primeiro e mais sagrado lugar de pertencimento seja o seu próprio ser. Quando você está em paz na sua própria pele, os seus 'Ripples' (ondas) começam a atrair a sua verdadeira tribo.

Onde você se sente verdadeiramente em casa hoje?👇



13/05/2026

Você já viveu um momento em que tudo pareceu se encaixar de forma inexplicável? Sabe quando você pensa em uma pessoa que não vê há anos e, minutos depois, recebe uma mensagem dela? Ou quando um livro cai da prateleira exatamente na página que responde à dúvida que você carregava no peito?

Carl Jung chamava esses eventos de Sincronicidade.

Diferente de uma simples coincidência, a sincronicidade carrega um significado profundo para quem a vive. Ela é a prova de que não somos ilhas isoladas, mas partes de uma teia interconectada onde o tempo e o espaço se dobram para nos enviar um recado.

Na terapia transpessoal, aprendemos que esses sinais aumentam quando silenciamos o medo e passamos a morar mais na nossa essência. Quando você está alinhada com o seu fluxo, a vida para de parecer uma luta e começa a parecer uma conversa.

Esses sinais não são acasos; são chamados. Eles servem para nos lembrar que estamos no caminho certo ou para nos alertar que é hora de recalcular a rota. O segredo é ter olhos para ver e um coração disposto a escutar!

Qual foi a última 'coincidência' marcante que aconteceu com você e que te deixou sem palavras? Escreva aqui nos comentários. Eu adoro ler essas histórias de conexão! 👇



Photos from Marcia Cherbino - Terapeuta's post 11/05/2026

O papel de mãe é sagrado, transformador e, muitas vezes, ensurdecedor. Entre as demandas, os horários e o cuidado constante com o outro, é fácil esquecer que existe uma mulher que habita por baixo de todas essas funções.

Muitas mulheres chegam ao consultório com uma sensação de vazio, mesmo tendo 'tudo'. Esse sentimento surge quando a maternidade deixa de ser um dos nossos papéis e passa a ser a nossa única morada.

Na visão transpessoal, a nossa essência não é definida pelo que fazemos pelos outros, mas por quem somos quando estamos em silêncio conosco. Resgatar a mulher por trás da mãe não é um ato de egoísmo; é um ato de sobrevivência e de integridade.

A vulnerabilidade de admitir que precisamos de espaço para além dos filhos é o primeiro passo para um crescimento pessoal autêntico. Quando você cuida da mulher, a mãe se torna muito mais inteira.

Se você pudesse tirar a 'capa de mãe' por uma hora hoje, o que essa mulher que vive aí dentro gostaria de fazer? Escreva um desejo (mesmo que pequeno) nos comentários. Vamos validar esse espaço juntas! 👇



10/05/2026

Ser mãe, na visão transpessoal, é muito mais do que um papel social ou uma tarefa diária. É aceitar o chamado para ser um portal: um canal por onde uma alma escolheu chegar ao mundo.

Muitas vezes, a gente se perde na cobrança da 'mãe perfeita'. Aquela que nunca cansa, que sempre sabe o que dizer, que nunca falha. Mas a verdade é que a maternidade é um dos nossos maiores exercícios de cura e humildade.

A cada desafio com nossos filhos, somos convidadas a olhar para as nossas próprias feridas, para a nossa própria criança interna e para a linhagem de mulheres que nos trouxe até aqui.

Hoje, meu convite é para você celebrar:
🌱 A mãe que faz o melhor que pode com as ferramentas que possui hoje.
🌱 A mulher que continua existindo e sonhando por trás das demandas maternas.
🌱 A coragem de guiar outra alma enquanto ainda estamos aprendendo a guiar a nossa própria.

Que hoje você se olhe no espelho com compaixão. Você é a mãe certa para o filho que tem, e a sua busca por se tornar uma pessoa mais consciente já é o maior legado que você pode deixar!
Feliz Dia das Mães! 💜



Photos from Marcia Cherbino - Terapeuta's post 07/05/2026

E se o milagre estiver no detalhe? 🔍✨

Às vezes, a gente se sente estagnada porque está esperando uma grande porta se abrir, uma revelação bombástica ou um sinal vindo do céu com fogos de artifício.
Mas, se tem algo que a série "Pelo Caminho" nos recorda com maestria, é que a vida é feita de micro decisões. É o impacto do "quase nada" que realmente move as placas tectônicas da nossa existência.

Na jornada terapêutica, eu vejo isso o tempo todo. A cura não vem apenas no choro profundo, mas na forma como você escolhe respirar antes de responder a uma provocação, ou na coragem de dizer "não" para um café que você não queria ir.
Essas são as suas ondas. Esses são os seus "Ripples".

👉 Arraste para o lado para ver como as lições desta série se aplicam à sua busca por equilíbrio e propósito.

Olhando para trás, qual foi o "quase nada" (um encontro, um livro, uma frase) que foi o ponto de virada na sua vida?



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