Invasão Corinthiana - Maracanã 1976

Invasão Corinthiana - Maracanã 1976

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5 de dezembro de 1976. Flu x Timão fazem uma semifinal do Brasileirão/76, no Maracanã, em jogo único.

Fluminense uma supermáquina, Corinthians, com time modesto.

Kléber - Que fim levou? - Terceiro Tempo 08/01/2026

Kléber, o Kléber Ribeiro Filho, excepcional volante da Máquina do Fluminense de 1975, morreu em 25 de julho de 2009, em Campo Grande (MS), onde morava. Ele foi vítima de um infarto fulminante enquanto jogava futebol de salão com os amigos. Kléber foi vereador da cidade de São Gonçalo (RJ), onde nasceu, mas morava em Mato Grosso do Sul e era responsável pelo futebol do Rádio Clube de Campo Grande.

Kléber está na história do Flu ao lado de jogadores maravilhosos como: Renato, Carlos Alberto Torres, Carlos Alberto Pintinho, Paulo César Caju, Rivellino, Doval, Gil e companhia. Era a chamada "Máquina Tricolor" dos anos 70.

Nascido no dia 4 de abril de 1954, Kléber começou a carreira de jogador no próprio Fluminense, quando tinha apenas 13 anos. Tinha o apelido de Bequinha. Após quase 13 anos no Tricolor das Laranjeiras, Kléber jogou pelo Náutico, Nove de Octubre do Equador, Operário (MS), XV de Jaú e Vitória de Guimarães, onde encerrou a carreira em 1986.

Kléber atuou no Fluminense de 1973 a 1980. Neste período conquistou quatro títulos cariocas, marcou 41 gols em 315 jogos disputados e formou um dos mais conceituados meios-de-campo ao lado de Pintinho e Rivellino.

Para maiores detalhes, consulte a coluna do Milton Neves:

Kléber - Que fim levou? - Terceiro Tempo Ex-volante do Fluminense - Que fim levou? - Terceiro Tempo

Renato - Que fim levou? - Terceiro Tempo 08/01/2026

Renato da Cunha Valle, o Renato, ex-goleiro do Atlético Mineiro, Fluminense e Flamengo, é casado, tem três filhos e três netos. Lá, por dois anos entre 1998 e 2000, foi coordenador esportivo da Frutel, a Fundação Uberlandense de apoio ao esporte.

Carioca, nascido no dia 5 de dezembro de 1944, Renato começou a carreira no Flamengo no começo dos anos 60. Em 1965, ele foi emprestado ao Entrerriense (RJ).

Em 1967, retornou ao Flamengo e chegou a disputar algumas partidas na equipe profissional antes de ser negociado com o Uberlândia (MG). Também jogou por empréstimo pelo Taubaté, o B***o da Central, em 1968.

Em dezembro de 1970, ele foi vendido ao Atlético Mineiro, clube no qual em 1971 foi campeão brasileiro. Na época, o time do Galo era dirigido por Telê Santana e tinha como destaques, além de Renato, o centroavante Dadá Maravilha e o meia Humberto Ramos. Ele só saiu do Galo porque o Clube Atlético Mineiro reslveu trazer o goleiro uruguaio Mazurkiewicz.

No ano seguinte, ele foi comprado novamente pelo Flamengo, permanecendo no clube da Gávea até 1975.

Em 1973, Renato participou de uma excursão com a Seleção Brasileira e no ano seguinte foi o primeiro reserva de Emerson Leão na Copa do Mundo da Alemanha. O segundo foi Valdir Peres.

De 1976 a 1979, ele jogou pelo Fluminense. Depois, Renato ainda atuou pelo Bahia e em 1982 deixou o país para atuar em equipe dos Emirados Árabes. Em 1984, ainda nos Emirados, ele deixou de ser goleiro para se tornar treinador de goleiros. Antes, havia defendido também o gol do EC Bahia.

Trabalhou no Vasco da Gama em 88 e 89, na Seleção Brasileira (com Sebastião Lazaroni) em 90, e na Arábia Saudita com Parreira.

Para maiores detalhes, consulte a coluna do Milton Neves:

Renato - Que fim levou? - Terceiro Tempo Ex-goleiro do Galo e Fluminense - Que fim levou? - Terceiro Tempo

Photos from Invasão Corinthiana - Maracanã 1976's post 08/01/2026

Moisés Matias de Andrade, ex-zagueiro do Corinthians, Bonsucesso, Botafogo, Vasco da Gama, Flamengo, Fluminense, Paris Saint Germain e Bangu, nasceu em Resende (RJ), no dia 30 de novembro de 1948, e morreu no dia 26 de agosto de 2008, no Rio de Janeiro (RJ), vítima de câncer.

Antes de morrer, ele exercia a função de coordenador técnico da Cabofriense de Cabo Frio-RJ, cidade da qual gostava muito, pois ali, em seu mar de águas cristalinas e azuis realizava um de seus hobbys preferidos: a pesca submarina.

O Xerife (como era chamado), chegou a ser convocado para a Seleção Brasileira mais foi no Corinthians que teve sua melhor fase, tendo inclusive, participado daquele memorável título paulista de 1977 quebrando um jejum de 22 anos (no 23º foi campeão) sem conquista.

Participou de 123 jogos com a camisa do Corinthians, inclusive o chamado jogo da "Invasão da Fiel ao Maracanã", no dia 5 de dezembro de 1976. "Foi realmente incrível o que aconteceu naquele dia. A torcida do Corinthians sempre foi fantástica", disse Moisés, em 2006.

Quando encerrou sua vitoriosa carreira em 1983 no Bangu, passou a ser técnico deste mesmo clube, sendo o principal responsável pela ascensão deste time, chegando inclusive ao vice-campeonato do brasileirão de 1985 (equipe que tinha jogadores como o goleiro Gilmar, o lateral Baby, o ponta-direita Marinho, o atacante Fernando Macaé, o meia Mário, o ponta-esquerda Ado, entre outros). Trabalhou também no Santa Cruz (campeão pernambucano) e no Ceará (campeão cearense).

Quando jogador dizia que, "zagueiro que se preza não pode ganhar o Belford Duarte", título que era dado ao jogador que conseguisse ficar 10 anos sem ser expulso. Apesar desta frase e de ser considerado um zagueiro viril, foi poucas vezes expulso de campo em sua carreira.

Outros times como técnico:
Como treinador profissional, Moisés trabalhou também em Portugal, Emirados Árabes, Atlético Mineiro e América RJ.

Para mais detalhes, consute a coluna Terceiro Tempo de MIlton Neves: https://terceirotempo.uol.com.br/que-fim-levou/moises-3422

05/12/2025

Bom dia Fiel! Sabem que dia é hoje? HOJE COMEMORAMOS 49 ANOS DESDE AQUELE DIA, daquele grande jogo, da grande invasão corinthiana eternizada em nossas memórias!

5 de dezembro de 1976.
Um dia que o futebol nunca esqueceu — e que eu também guardo na memória como se fosse hoje.

Naquele domingo, o Rio de Janeiro testemunhou algo que nenhuma estatística consegue explicar: a maior prova de amor já feita por uma torcida em tempos de paz. A semifinal entre Corinthians e Fluminense virou história antes mesmo de a bola rolar.

O Flu, a famosa “Máquina Tricolor”, era o favorito. Mas nada, absolutamente nada, foi maior do que a força da nossa Fiel. Desde o sábado, torcedores corintianos cruzavam estradas, lotavam ônibus, enchiam carros e simplesmente invadiam o Rio movidos por paixão.

Lembro daquela manhã cinza em São Paulo, com frio e chuvisco, enquanto via nos jornais e na TV as cenas inacreditáveis: bandeiras do Timão espalhadas por hotéis, praias, janelas e calçadas. A cidade maravilhosa acordou pintada de preto e branco. Mas eu não fazia ideia da enormidade de torcedores que compareceram.

Mesmo com o dilúvio que caiu no Maracanã ( e isso ajudou o Corinthians), a festa não diminuiu. Pelo contrário — parecia até que a chuva lavava o caminho para algo grandioso.

Foi mais que um jogo.
Foi um movimento de fé.
Foi a Fiel mostrando ao Brasil inteiro o que significa amar um clube sem limites.

Um daqueles dias em que o Corinthians não jogou sozinho.
Jogou com um povo inteiro ao seu lado, como é característico no nosso Timão! Parabéns FIEL!

Photos from Invasão Corinthiana - Maracanã 1976's post 04/12/2025

Que fim levou? Romeu Cambalhota

Romeu Evangelista, o Romeu Cambalhota, ex-ponta-esquerda de Atlético-MG e Corinthians, vive em Barueri e trabalha como vendedor de consórcios, além de atuar no time de veteranos da cidade.
O apelido veio das acrobáticas comemorações de gols, influenciadas por sua experiência como ginasta.
Nascido em 1950, iniciou a carreira no Atlético-MG, onde jogou até 1974, quando foi negociado com o Corinthians.
No Timão, formou dupla famosa com Vaguinho e ajudou o clube a conquistar o Paulista de 1977, encerrando um jejum de 23 anos.
Também integrou o elenco campeão paulista de 1979.
Em 1980, transferiu-se para o Palmeiras, mas não repetiu o mesmo desempenho e seguiu para o Millonarios, da Colômbia.
Jogou ainda pela Seleção Brasileira, com nove convocações, e encerrou a carreira em 1983, no Nacional da Comendador Souza.

Para maiores detalhes, veja a coluna do Milton Neves: https://terceirotempo.uol.com.br/que-fim-levou/romeu-cambalhota-3619

Gil, o Búfalo Gil - Que fim levou? - Terceiro Tempo 04/12/2025

Que fim levou? GIL

Gilberto Alves, o Gil ou “Búfalo Gil”, célebre ponteiro-direito de Botafogo, Fluminense e da Seleção de 1978, vive em Niterói e atua como coordenador técnico do Maricá, recém-promovido à elite do Carioca em 2025.
Antes, trabalhou em projetos de base ao lado de Rodrigues Neto, revelando novos talentos.
Também morou em Várzea Grande (MT), onde foi técnico e manteve uma escolinha, e dirigiu o Marília na Série B de 2008.
Nascido em Nova Lima (MG) em 24/12/1950, foi bicampeão carioca pelo Fluminense em 1975 e 1976.
Rápido e rompedor, jogou ainda por Cruzeiro, Uberlândia, Comercial-MS, Murcia (Espanha), Corinthians, Coritiba e Farense (Portugal).
Sua qualidade o levou à Seleção Brasileira, pela qual atuou 40 vezes entre 1976 e 1978, incluindo a Copa do Mundo de 1978.
Como treinador, comandou equipes como Al Tawoon (Arábia Saudita), Botafogo, Sport, Fortaleza, Itaperuna, Avaí, Alianza Lima e LDU Porto Fierro.
Seu último trabalho como técnico foi na Portuguesa Santista, em 2009.
Para maiores dedetalhes, veja a coluna do Milton Neves:

Gil, o Búfalo Gil - Que fim levou? - Terceiro Tempo Ex-ponta-direita do Flu e Botafogo - Que fim levou? - Terceiro Tempo

Neca - Que fim levou? - Terceiro Tempo 04/12/2025

Que fim levou? NECA

Antônio Rodrigues Filho, o Neca, nasceu em 15 de abril de 1950 e vive em Rio Grande (RS), onde coordena escolinhas de futebol.
Meia-atacante de destaque no Grêmio, foi contratado pelo Corinthians em 1976, ano do vice-campeonato brasileiro.
Depois, jogou no Cruzeiro, no São Paulo — onde foi campeão brasileiro em 1977 — e no América-RJ.
Pelo São Paulo, atuou 103 vezes entre 1977 e 1979, marcando 27 gols.
É lembrado pela dividida na final de 1977 que resultou na fratura de Ângelo, do Atlético-MG — muitas vezes atribuída erroneamente a Chicão.
No Corinthians, disputou 22 jogos em 1976, com 10 gols, e esteve presente na histórica semifinal da Invasão da Fiel no Maracanã.
Pela Seleção Brasileira, jogou o torneio bicentenário nos EUA, convocado por Oswaldo Brandão.
Foram cinco partidas pela seleção, com quatro vitórias e uma derrota.
Neca marcou um gol pela Seleção contra a Argentina em 19 de maio de 1976.
Teve carreira marcada por talento, regularidade e presença em grandes momentos do futebol brasileiro

Para mais detalhes, veja a coluna do Milton Neves:

Neca - Que fim levou? - Terceiro Tempo Ex-meia do Grêmio, Corinthians e São Paulo - Que fim levou? - Terceiro Tempo

Geraldão - Que fim levou? - Terceiro Tempo 04/12/2025

Que fim levou? GERALDÃO

Geraldão (Geraldo da Silva), artilheiro do Corinthians no Paulista de 1977, foi decisivo na campanha que tirou o clube da fila desde 1954.
Nascido em 1949, em Álvares Machado (SP), começou a ganhar destaque no Botafogo de Ribeirão Preto, onde jogou ao lado de Sócrates.
Centroavante de faro de gol, chamou a atenção do Corinthians e realizou o sonho de defender o clube do coração.
Foram 278 jogos e 90 gols com a camisa alvinegra, muitos deles marcantes — sua maior vítima era o goleiro Waldir Peres, do São Paulo.
Apesar de não ser considerado técnico, era goleador e admirado por torcedores.
Hoje atua como professor em escolinhas de futebol na zona oeste de São Paulo.
Após o Corinthians, jogou por Juventus, Internacional (foi campeao gaúcho em 1982), Grêmio, Colorado-PR e outras equipes.
Encerrou a carreira no Garça, em 1989.
Teve como companheiros Mauro Galvão, Mauro Pastor e Silvinho.
Geraldão é lembrado como centroavante decisivo, forte e de gols improváveis.
Sua trajetória inspira jogadores veteranos e jovens que treina atualmente.

Para saber mais detalhes, veja a coluna do Milton Neves:

Geraldão - Que fim levou? - Terceiro Tempo Ex-centroavante do Botafogo-SP, Corinthians e Internacional - Que fim levou? - Terceiro Tempo

Doval - Que fim levou? - Terceiro Tempo 04/12/2025

QUE FIM LEVOU? DOVAL
O argentino Narciso Horacio Doval, ou simplesmente Doval, grande centroavante do Flamengo e do Fluminense nos anos 70, morreu no dia 12 de outubro de 1991, em Buenos Aires, capital da Argentina, vítima de um infarto.

Doval começou a carreira no San Lorenzo e chegou ao Flamengo em 1969. Pelo clube da Gávea, até 1975 (chegou a ser emprestado ao Huracán, em 1971), atuou em 263 jogos (145 vitórias, 65 empates, 53 derrotas) e marcou 95 gols (fonte: Almanaque do Flamengo - Clóvis Martins e Roberto Assaf). Chegou ao Flu e também foi artilheiro e de quebra foi campeão carioca de 1976.

Nascido no dia 4 de janeiro de 1944, Doval era um centroavante muito brigador e por isso colecionou fãs no rubro-negro carioca e no Tricolor das Laranjeiras. No final da carreira, ele retornou à Argentina para pendurar as chuteiras no San Lorenzo.
Para mais detalhes veja a coluna do Milton Neves:

Doval - Que fim levou? - Terceiro Tempo Ex-atacante do Fla e do Flu - Que fim levou? - Terceiro Tempo

Edinho - Que fim levou? - Terceiro Tempo 04/12/2025

EDINHO - Que fim levou?

Edino Nazareth Filho (Edinho), nascido no Rio em 5 de junho de 1955, foi zagueiro e comentarista.
Trabalhou como comentarista no SporTV entre 2012 e março de 2019.
Iniciou nas categorias de base do Fluminense em 1969 e estreou profissionalmente em Florianópolis.
Tive uma infância difícil após o abandono do pai; era casado pela segunda vez e pai de cinco filhos.
Pela Seleção Brasileira disputou as Copas de 1978, 1982 e 1986 — foram 87 partidas ao todo (59 como profissional).
Defendeu clubes como Fluminense, Flamengo, Grêmio e a Udinese, encerrando a carreira em Toronto em 1990.
Conquistou títulos importantes: Carioca (Flu 1975, 1976, 1980), Copa União (Flamengo 1987) e Copa do Brasil (Grêmio 1989).
Pelo Flamengo atuou em 61 jogos, com 36 vitórias, e marcou quatro gols.
Após a carreira de jogador, tornou-se treinador — estreou no Fluminense (1991) e passou por vários clubes do país e pelo Marítimo (Portugal).
Foi diretor esportivo no Vitória e no Atlético Paranaense (2007–2008) e dirigiu equipes como Bahia, Sport e Goiás.
Valoriza a participação nos Jogos Olímpicos de 1976 e no Pan-Americano de 1975, onde foi campeão com a seleção olímpica.
Sua trajetória está registrada em fotos, reportagens e homenagens, inclusive com seus pés eternizados no Maracanã em 2021.
Para mais detalhes, acompanhe a coluna do MIlton Neves:

Edinho - Que fim levou? - Terceiro Tempo Ex-quarto-zagueiro do Flu, Udinese e Seleção - Que fim levou? - Terceiro Tempo

Tobias - Que fim levou? - Terceiro Tempo 04/12/2025

Que fim levou? TOBIAS
José Benedito Tobias, lendário goleiro do Corinthians, morreu aos 75 anos em 13 de julho de 2024. Nascido em Agudos (SP), deixou quatro filhos e residia em São Paulo. Trabalhou como técnico de garotos e jogou no time de masters do Timão.
Muito querido pela torcida, era sempre lembrado em eventos e homenagens ao lado de Basílio. Iniciou sua carreira no Noroeste e depois brilhou no Guarani entre 1968 e 1974. No Corinthians, viveu sua melhor fase entre 1974 e 1980, disputando 125 jogos, com 68 vitórias e apenas 95 gols sofridos.
Atuou ainda pelo Sport e foi contratado pelo Fluminense em 1981, antes de encerrar sua trajetória no Bangu (1981–1986).
Ficou eternizado pela atuação épica na semifinal do Brasileirão de 1976, quando defendeu pênaltis contra o Fluminense na histórica Invasão da Fiel ao Maracanã. Para mais detalhes veja a coluna do Milton Neves:

Tobias - Que fim levou? - Terceiro Tempo Ex-goleiro do Corinthians - Que fim levou? - Terceiro Tempo

17/10/2025

Uma entrevista de um garoto em pleno Maracanã.

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