01/05/2026
Em meio a tantas polêmicas e denúncias envolvendo professores de jiu-jitsu, alunas e casos de assédio, uma coisa aparece com frequência: “o caso foi arquivado”.
Mas você sabe, na prática, o que isso realmente signif**a? 👀
Muitas vezes vemos pessoas comemorando o arquivamento como se fosse prova de inocência e julgando quem denunciou.
Só que não é bem assim.
Quando um caso é arquivado, isso não quer dizer que a pessoa é inocente.
Signif**a apenas que não foi possível provar o que aconteceu.
E isso também não quer dizer que a vítima estava mentindo.
Infelizmente, em muitos desses casos, f**a a palavra de um contra o outro.
Sem gravações, sem testemunhas, sem provas concretas.
A vida real não é um reality show com câmeras 24h.
Por isso, muitos casos acabam sendo arquivados justamente por falta de provas dos dois lados.
⚖️ Pela lei (princípio da presunção de inocência), ninguém pode ser considerado culpado sem provas.
Mas também é importante entender: arquivamento não é sinônimo de inocência.
Antes de julgar, é preciso ter consciência.
💭 Informação também é uma forma de justiça.
Não se CALEM!
14/02/2026
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Estilo, conforto e personalidade dentro e fora do tatame 🥋
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03/02/2026
Diante dos acontecimentos recentes envolvendo o meio do jiu-jitsu, sentimos que é necessário abrir uma conversa madura, responsável e coletiva.
Este não é um espaço de acusações ou julgamentos individuais. É um convite à reflexão. O jiu-jitsu é uma arte que fala de respeito, disciplina e confiança, valores que precisam ser vividos tanto dentro quanto fora do tatame.
Para mulheres, o ambiente de treino envolve vulnerabilidades específ**as: contato físico, hierarquia professor–aluna, admiração técnica, confiança emocional. Ignorar isso é perpetuar paradigmas antigos que silenciam, afastam e adoecem.
Construir um ambiente seguro passa por:
• Limites claros
• Comunicação ética
• Responsabilidade profissional
• Escuta ativa
• E principalmente, pela coragem de rever comportamentos normalizados por anos
Quebrar paradigmas não é atacar o jiu-jitsu. É fortalecê-lo. É garantir que mulheres possam treinar, evoluir e pertencer sem medo, sem constrangimento e sem silenciamento.
A mudança não acontece no silêncio. Acontece quando a comunidade escolhe fazer melhor.
Seguimos acreditando no jiu-jitsu como ferramenta de transformação, e isso inclui proteger quem está no tatame.
É fundamental reforçar a importância dos canais de denúncia e de acolhimento existentes. Silenciar nunca protege, apenas perpetua ciclos de abuso e medo. Falar, buscar apoio e utilizar os meios corretos é um ato de coragem que fortalece não só quem denuncia, mas toda a comunidade.
📞 Disque 180 – Central de Atendimento à Mulher (violência física, psicológica, sexual, moral ou patrimonial).
📞 Disque 100 – Direitos Humanos (especialmente para denúncias envolvendo crianças e adolescentes).
🚨 190 – Polícia Militar, em situações de risco imediato.
Também é possível registrar denúncia em Delegacias da Mulher (DDM) ou em qualquer delegacia, presencialmente ou online, conforme o estado.
Denunciar é um direito. Não se calar pode salvar vidas e impedir que outras pessoas sejam feridas.
05/01/2026
🐆 Ela é Sinistra! #21
Wania Konageski, 38 anos , faixa roxa, iniciou no jiu-jítsu em 2016, além do jiu-jitsu, Wania é movida por aprender e ensinar, dois pilares que também refletem diretamente na forma como ela treina, compartilha conhecimento e se conecta com o esporte.
Sua posição favorita é a Omoplata, técnica que exige leitura, precisão e criatividade , exatamente como o seu jogo.
Hoje, Wania representa as equipes Templo e Alliance, vivendo o jiu-jitsu de forma nômade, assim como sua atuação no mundo da tecnologia.
Engenheira de formação, ela enxerga no jiu-jitsu um verdadeiro laboratório de vida:
💬 “Sendo engenheira, o jiu-jitsu me treina a ser resiliente e aguentar pressão de um modo criativo e não esperado pelos demais, ou seja, nada melhor do que treinar esse dom para resolver os problemas do dia a dia.”
E é exatamente isso que faz dela sinistra:
a capacidade de suportar pressão, pensar diferente e transformar desafios em soluções, dentro e fora do tatame.
05/01/2026
Ela é Sinistra! #21 🐆
Wania Konageski, 38 anos, faixa roxa, iniciou no jiu-jítsu em 2016.
Além do jiu-jitsu, Wania é movida por aprender e ensinar, dois pilares que também refletem diretamente na forma como ela treina, compartilha conhecimento e se conecta com o esporte.
Sua posição favorita é a Omoplata, técnica que exige leitura, precisão e criatividade, exatamente como o seu jogo.
Hoje, Wania representa as equipes Templo e Alliance, vivendo o jiu-jitsu de forma nômade, assim como sua atuação no mundo da tecnologia.
Engenheira de formação, ela enxerga no jiu-jitsu um verdadeiro laboratório de vida:
💬 “Sendo engenheira, o jiu-jitsu me treina a ser resiliente e aguentar pressão de um modo criativo e não esperado pelos demais, ou seja, nada melhor do que treinar esse dom para resolver os problemas do dia a dia.”
E é exatamente isso que faz dela sinistra:
a capacidade de suportar pressão, pensar diferente e transformar desafios em soluções, dentro e fora do tatame.
05/12/2025
Ser mulher nunca deveria ser sinônimo de medo.
Mas enquanto a realidade ainda tenta nos calar, a gente escolhe aprender a se defender.
O jiu-jitsu me ensinou que força não é só física é saber que meu corpo, minha vida e minha voz me pertencem.
E que toda mulher merece sentir essa segurança.
Que mais mulheres ocupem os tatames.
Que mais mulheres se levantem.
Que nenhuma mulher enfrente a violência sozinha.
🤝 — resistência, união e luta todos os dias.
29/11/2025
RASHGUARD BUTTERFLY 🦋
A borboleta sempre foi símbolo de transformação e no jiu-jitsu nós sabemos que evoluir não é um processo leve: exige coragem, constância e a força de recomeçar quantas vezes for preciso.
Cada detalhe dessa estampa foi pensado pra lembrar que a borboleta não nasceu pronta: ela lutou no silêncio do casulo, rompeu limites, mudou de forma, e hoje voa.
Se o jiu-jitsu te transformou…
Essa é a rashguard que traduz essa evolução.
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25/11/2025
25 de Novembro! Dia Internacional pelo Fim da Violência contra as Mulheres
Hoje é um dia de conscientização, de dar voz a quem tantas vezes foi silenciada.
A violência contra a mulher é uma realidade dura: 1 em cada 3 mulheres no mundo já sofreu algum tipo de violência.
E isso precisa parar.
No Sinistras, acreditamos que conhecimento é poder e que a defesa pessoal é uma ferramenta essencial para que toda mulher se sinta mais segura, preparada e confiante.
Jiu-Jitsu é autoproteção.
É autonomia.
É coragem.
É vida.
Que este dia sirva para lembrar:
🐆 você não está sozinha
🙏 você merece respeito
👊 você pode se defender
Se precisar de ajuda, denuncie.
Se quiser aprender a se proteger, estamos juntas, dentro e fora do tatame.
Procure academias seguras, que os prossores sejam profissionais íntegros, sem históricos de agressões, abusos ou violência, e que não compactuem com agressores! 🚨
22/11/2025
🐆Ela é Sinistra! #20
Erika Bastos Ribeiro Souza, 45 anos, faixa preta, uma mulher que respira jiu-jítsu desde dezembro de 2013 e que transformou sua vida.
Além do tatame, Erika fortalece sua base com musculação.
Professora dedicada exclusivamente às mulheres, ela cria um ambiente seguro, poderoso e acolhedor, onde cada aluna encontra espaço para crescer, se desafiar e descobrir sua própria força.
No jogo, Erika é passadora e não esconde seu amor pela emborcada com estrangulamento encaixado: precisão, firmeza e leitura perfeita do momento certo.
Hoje, representa com orgulho a equipe BJJ Raiz, sendo referência de constância e exemplo dentro e fora do tatame.
👑 E existe algo que torna a história dela ainda mais especial:
A Kaká faz parte do movimento SinistrasBJJ desde 2014, ainda no grupo do WhatsApp, antes mesmo de a página do Instagram existir. Ela acompanhou tudo desde o início, viveu a construção do espaço, apoiou outras mulheres, cresceu junto e fez parte de cada etapa desse processo lindo.
E nós pudemos acompanhar e aplaudir sua evolução em todas as fases: da aluna dedicada à faixa preta forte e inspiradora que ela é hoje.
💬 “Supere seus limites.”
E é exatamente isso que ela faz todos os dias.
🐆 Ela é Sinistra porque transforma superação em rotina e motivação em exemplo.
21/11/2025
🐆Ela é Sinistra! #19
Lorrayne Rodrigues, 29 anos, faixa azul, com uma história que mostra que determinação sempre encontra seu caminho. Começou no jiu-jítsu em 2014, viveu uma pausa, e voltou em 2025 com ainda mais força.
Além do jiu-jitsu, Lorrayne ama musculação, estar com sua família, praticar tiro esportivo e pescar, mas nada supera a alegria de estar com sua filha, seu bem mais precioso e maior motivação.
No tatame, suas posições favoritas são: omoplata e guarda ar**ha.
Hoje representa o Dojo Dias Monte Alegre com disciplina e propósito, honrando cada retorno e cada recomeço.
🤎💙 E existe um capítulo especial nessa história:
Em 2015, Lorrayne conheceu a@pamelabrischi , fundadora da SinistrasBJJ, e dali nasceu uma amizade tão forte que todo mundo jurava que eram irmãs. Pelo menos uma vez ao ano, Lorrayne viajava do interior de Minas Gerais, para Sorocaba e passava um mês na casa da Pamela, treinando e passando um tempo juntas.
As duas faziam tantas fotos de jiu-jitsu juntas que o pessoal brincava dizendo que eram as gêmeas do tatame.
Por muitos tempo, Lorrayne atuou também como administradora da página SinistrasBJJ, ajudando no crescimento, acolhendo mulheres de todo o Brasil, participando dos processos, movimentando as postagens e sendo uma peça fundamental na construção da comunidade que inspirou tantas atletas.
Depois de um tempo, ela se afastou do esporte, mas agora voltou, mais forte e mais consciente, decidida a seguir sua jornada até a faixa preta.
💬 “Treino para que nenhuma força de fora seja maior que a força que tenho por dentro.”
E é por tudo isso que…
🐆 ela é Sinistra, porque volta, recomeça, permanece e inspira.
20/11/2025
🐆Ela é Sinistra ! #17
Olívia Maria P. Sallum, 34 anos, faixa marrom, iniciou no jiu-jítsu em 2014.
Além do tatame, Olívia ama conhecer novos lugares e explorar novas culinárias, curiosidade que reflete também no seu jiu-jítsu: sempre aberta a aprender, visitar, experimentar e evoluir.
Sua posição favorita é o arco e flecha, finalização clássica, marca registrada de quem domina o básico com excelência.
Hoje, ela representa a NINE NINE e onde atua como professora de jiu-jitsu kids, ajudando a formar a próxima geração de pequenos guerreiros com carinho, disciplina e propósito.
Para Olívia, técnica não é sobre exagero, é sobre essência.
Além de atleta, Olívia, é nutricionista, profissão onde carrega a mesma filosofia que leva para o tatame: o básico bem feito transforma vidas. Ela defende diariamente que alimentação correta não signif**a alimentação cara, mas sim uma base natural, acessível e poderosa, rica em frutas, legumes, verduras e, claro, o clássico arroz com feijão. Sua jornada profissional é marcada por um conhecimento em nutrição esportiva, especialmente voltada para atletas de Jiu-Jitsu, ajudando cada paciente a entender que rendimento e saúde começam no que colocamos no prato.
💬 “O jiu-jitsu é como a alimentação: é arroz e feijão — o básico bem feito.”
E é exatamente isso que faz dela sinistra:
🐆 a capacidade de transformar o simples em poderoso, e o poderoso em inspiração para outras mulheres.