Você pode estar rodeado de pessoas e ainda assim se sentir sozinho 🫂👇
Estar cercado por familiares, amigos ou colegas de trabalho não impede alguém de sentir que ninguém realmente a compreende.
Na reflexoterapia emocional, não existe um protocolo genérico para a "solidão", porque a origem do sentimento varia de pessoa para pessoa:
Sensação de rejeição? Estimulamos o ponto dos brônquios.
Luto ou tristeza profunda por uma perda? Trabalhamos o pulmão.
Baixa autoestima e sentimento de não ser amado? Atuamos no coração.
A história de cada paciente é única, e o tratamento precisa acompanhar essa individualidade.
Quer aprender a identificar a causa e personalizar cada protocolo? Me segue por aqui para dominar a reflexoterapia além dos protocolos prontos! ✨
Patricia Gervasoni
Bem vindo ao Movimento transformador PÉS QUE FALAM. Vou compartilhar conhecimentos dessa técnica
Você sabia que seu intestino conversa com o seu cérebro? 🧠💬
Existe uma via de mão dupla chamada eixo intestino-cérebro. O cérebro afeta a digestão por meio do estresse e dos hormônios, enquanto o intestino envia sinais nervosos, imunológicos e metabólicos de volta ao cérebro.
Por isso, na reflexoterapia não tratamos apenas o sintoma físico. Investigamos a causa por trás da reação intestinal e associamos o estímulo a pontos estratégicos:
Intestino Delgado: Alívio das queixas físicas e emoções associadas.
Amígdalas e Hipotálamo: Controle da ansiedade, sensação de ameaça e regulação do estresse.
Intestino Grosso: Dificuldade em desapegar ou soltar mágoas do passado.
Rins: Presença de medo constante.
Quer entender o porquê de cada ponto no atendimento? Me segue para aprender reflexoterapia muito além de um protocolo pronto! ✨
O que o estresse crônico faz no seu corpo? 🧠⚠️
Passar semanas ou meses em constante estado de alerta desgasta o organismo, afetando o sono, a digestão, o humor e gerando tensão muscular.
Na reflexoterapia, atuamos no sistema límbico estimulando pontos estratégicos como as amígdalas, o locus coeruleus, o hipotálamo e a suprarrenal para regular a resposta do corpo ao estresse.
Mas o verdadeiro diferencial é entender a causa emocional que mantém esse alerta — seja medo, insegurança ou sobrecarga.
Não basta apenas aplicar pontos, é preciso entender a razão de cada um. Me segue para aprender reflexoterapia muito além de um protocolo pronto! ✨
Canetinhas: como a Reflexoterapia pode auxiliar esse paciente? 🖊️👇
Seu paciente usa as famosas canetinhas de emagrecimento e começou a apresentar enjoo, estufamento, refluxo ou intestino preso?
Essas medicações imitam o hormônio GLP-1, retardando o esvaziamento gástrico para dar saciedade — o que frequentemente causa diversos desconfortos digestivos. Cada paciente responde de um jeito, e é por isso que não existe um protocolo padrão.
Com a reflexoterapia, conseguimos identificar e tratar as necessidades específicas do corpo para aliviar esses sintomas e trazer equilíbrio ao sistema digestivo.
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O emocional por trás de quem range os dentes 😬👇
O bruxismo não é apenas um problema físico, ele tem uma ligação direta com o seu estado emocional. Quando guardamos raiva, tensão ou ansiedade ao longo do dia, o corpo responde — e à noite, essa tensão acumulada pode se manifestar na mandíbula.
Na reflexoterapia, tratamos além do sintoma físico. Além de trabalhar a mandíbula (ATM), estimulamos pontos como o fígado (raiva e críticas contidas), amígdalas, locus coeruleus e suprarrenal para equilibrar a resposta do corpo à ansiedade.
Quer aprender a m***ar protocolos entendendo a real causa de cada ponto? Me segue por aqui para ir muito além de um protocolo pronto! ✨
Eu não escolho os pontos pelo nome da doença. Escolho pelo que encontro naquela pessoa.
Tem uma diferença grande entre seguir protocolo pronto e saber construir um atendimento individualizado. Protocolo pronto diz: fibromialgia, faz esse ponto; tontura, estimula aquele; ansiedade, faz essa sequência.
O raciocínio de um terapeuta faixa preta começa com outra pergunta: por que essa pessoa está apresentando esse sintoma? Fibromialgia pode estar ligada a tensão, músculo, sobrecarga, inflexibilidade, insegurança, crítica interna. O sintoma de duas pessoas pode até ser parecido — a pessoa não é.
Cada uma vive a própria vida de um jeito. Por isso o protocolo de uma mesma patologia precisa ser diferente pra cada uma. No método a gente une fisiologia, emoção dos órgãos, linguagem dos pés, perguntas poderosas e análise individual.
O terapeuta faixa preta não pergunta só "qual ponto eu aperto?". Pergunta "por que esse ponto precisa estar nesse atendimento?"
Quer desenvolver esse raciocínio e deixar de depender de protocolo pronto? Comente eu quero e inscreva-se no Desafio Primeira Sessão Perfeita.
Ela chegou falando de dor nas costas. Os pés mostraram outra história por trás.
Se eu tivesse usado só protocolo pronto, teria estimulado coluna, hipotálamo, hipófise, suprarrenal — e encerrado ali. Mas ao observar os pés, encontrei mais: calosidade na região da cervical e uma alteração entre os dedos ligados à confiança e ao amor.
Comecei a perguntar. E apareceu uma situação recente que tinha abalado profundamente a confiança dela. Ela não chegou dizendo "estou sofrendo porque perdi a confiança em alguém". Chegou dizendo que estava com dor nas costas.
A dor física é verdadeira, precisa ser tratada. Mas pra m***ar um protocolo individual, eu preciso considerar o que o pé mostra e o que a pessoa está vivendo emocionalmente, junto.
O protocolo deixou de ser só pra coluna e passou a atender a história inteira dela — o que estava acontecendo, como ela estava se sentindo.
Quer entender como eu chego nessa leitura? Preenche a ficha de interesse no link da bio.
Eu não começo perguntando só onde dói. Primeiro eu observo o que os pés já estão mostrando. Pé é fofoqueiro.
No método Pés Que Falam existe uma sequência. Primeiro, anamnese — escuto a queixa: quando começou, o que piora, o que melhora, o que estava acontecendo na vida da pessoa quando o sintoma apareceu.
Depois, observo os dedos. Formato, posição, calo, marca. Cada alteração traz informação sobre comportamento e padrão emocional — mostra como a pessoa é ou como ela está.
Só então eu coloco a mão no pé, pra sentir quais áreas reflexas estão doloridas, sensíveis, alteradas.
Nada disso eu leio separado. Eu integro tudo: queixa física, história, linguagem dos dedos, pontos doloridos, emoção ligada a cada órgão.
Só depois dessa integração eu defino o protocolo — exclusivo pra aquela pessoa.
Por isso duas pessoas com a mesma dor recebem estímulos diferentes. Não é adivinhação. É observação, investigação, correlação.
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Antes de tratar uma dor de cabeça recorrente, faz essa pergunta: o que está por trás desse sintoma?
Nem toda dor de cabeça tem a mesma origem. Pode ser tensão nervosa, sinusite, alteração muscular, sobrecarga no organismo. Mas no método Pés Que Falam a gente também olha o padrão emocional por trás.
O fígado, por exemplo, está ligado a raiva acumulada, dificuldade de aceitar crítica, resistência com alguma situação que a pessoa não consegue engolir — literalmente. Alguém que se irrita no trabalho, se sente criticada, e não fala nada. Vai engolindo. O corpo registra essa tensão, mesmo calada.
Por isso, quando a dor de cabeça começa a ser recorrente — não tinha e passou a ter — além de avaliar os pontos físicos, eu vou olhar o fígado e perguntar: "o que aconteceu recentemente que você não conseguiu aceitar? Existe alguma crítica que ainda te dá raiva?"
Investigar sempre vem antes de m***ar o protocolo. Por isso a gente não usa protocolo pronto — a gente m***a.
Salva esse vídeo pra lembrar dessa investigação no seu próximo atendimento.
Se o seu paciente melhora por alguns dias e a dor volta, o problema não está nele. Está no raciocínio.
Muito terapeuta aprende assim: protocolo pra dor de cabeça, aplica em todo mundo que tem dor de cabeça. Mesma coisa pra dor nas costas, pra ansiedade. Mas gente não é protocolo pronto. Trata só o local da dor, alivia por um tempo — e volta, porque ninguém tratou o que estava sustentando aquele sintoma.
É por isso que o mesmo protocolo funciona muito bem num paciente e não funciona no outro. Numa pesquisa que fizemos com vários terapeutas, essa foi a dificuldade mais citada.
A dor pode ser parecida, mas o fator por trás é diferente. Dor de cabeça pode vir de tensão, de sinusite, do fígado — cada causa pede um protocolo diferente. Às vezes o que está por trás de tudo é uma exigência interna muito grande.
Sintoma igual não deveria virar protocolo igual.
Comenta RAIZ aqui embaixo — amanhã eu te mostro como começar a identificar isso no seu próximo atendimento.
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