Estudio Pilates Luciana Alves

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Estúdio Pilates Luciana Alves Estudio Pilates Fisio Plena - Luciana Ferreira

Photos from Estudio Pilates Luciana Alves's post 03/08/2026

Quando uma mulher ouve que precisa “apenas relaxar”, pode sair da conversa ainda mais frustrada — e até culpada por não conseguir controlar o próprio corpo.

Mas o vaginismo não é falta de esforço. Ele acontece quando a musculatura do assoalho pélvico se contrai involuntariamente diante da tentativa ou da expectativa de penetração. Isso pode causar dor, ardência, sensação de bloqueio e dificuldade em relações se***is, exames ginecológicos ou uso de absorvente interno.

As causas podem envolver medo da dor, experiências anteriores desconfortáveis, ansiedade, crenças sobre sexualidade, traumas ou condições que provocam dor íntima. Em alguns casos, não existe uma causa única e evidente.

O tratamento precisa respeitar a história e os limites de cada mulher. A fisioterapia pélvica pode trabalhar percepção corporal, respiração, relaxamento muscular, dessensibilização e progressão gradual. Dependendo do caso, o acompanhamento ginecológico, psicológico ou com terapia sexual também pode ser importante.

Nenhuma mulher deveria se sentir culpada por uma reação que não escolheu ter. O vaginismo tem tratamento, e esse processo deve acontecer com acolhimento, segurança e sem pressa.

03/08/2026

Já fez a sua lista de prioridades para esse mês?

31/07/2026

Tem mulheres que convivem com a dor durante a relação por tanto tempo que começam a acreditar que isso faz parte da vida.
“Eu achei que era normal.”
“Eu pensei que era coisa da minha cabeça.”
“Eu só tentei suportar.”

Mas antes de aceitar essa dor, você precisa entender o que ela está tentando dizer.

Dor na relação nunca deve ser ignorada. Ela pode estar relacionada ao aumento da tensão da musculatura do assoalho pélvico, cicatrizes, alterações hormonais, endometriose, vulvodínia, vaginismo, sensibilização da região ou até a uma combinação de fatores físicos e emocionais. Cada história é única.

E é justamente por isso que o tratamento também precisa ser.

Na fisioterapia pélvica, o cuidado começa pela escuta. Sem julgamentos, sem pressa e respeitando os seus limites. A avaliação busca entender a origem da dor e, a partir daí, construímos um tratamento individualizado, que pode incluir técnicas para relaxar a musculatura, melhorar a mobilidade dos tecidos, reduzir a sensibilidade da região, exercícios, orientações e educação sobre o próprio corpo.

O objetivo não é apenas aliviar a dor, mas devolver conforto, confiança e qualidade de vida para que você possa viver sua intimidade sem medo.

Você não precisa aprender a conviver com a dor. Você merece entender o seu corpo e receber o cuidado que ele pede. 💜

Photos from Estudio Pilates Luciana Alves's post 29/07/2026

Muitas mulheres começam a adaptar a rotina para conviver com os escapes: evitam determinados exercícios, usam absorvente diariamente, vão ao banheiro antes mesmo de sentir vontade e ficam tensas sempre que precisam tossir ou rir.

Aos poucos, algo que deveria ser investigado passa a ser tratado como “normal”. Mas perder urina, mesmo que sejam apenas algumas gotas, é um sinal de que o assoalho pélvico não está respondendo como deveria.

E isso não significa, necessariamente, que a musculatura esteja apenas fraca. Ela também pode estar rígida, descoordenada ou com dificuldade para reagir no momento certo. Por isso, fazer exercícios por conta própria nem sempre resolve.

Na avaliação, eu observo como essa musculatura funciona e identifico o que o seu corpo realmente precisa. O tratamento é individualizado e pode ajudar você a recuperar segurança para treinar, rir, tossir e viver sua rotina sem medo do próximo escape.

Você não precisa sentir vergonha nem aprender a conviver com isso.

27/07/2026

Se você já tratou a candidíase várias vezes e ela continua voltando, talvez seja hora de olhar além do sintoma.

A candidíase de repetição nem sempre está relacionada apenas ao fungo. Alterações na musculatura do assoalho pélvico, dor persistente, tensão muscular, hábitos, fatores hormonais e outras condições podem contribuir para o desconforto e impactar a saúde íntima da mulher.

É nesse contexto que a fisioterapia pélvica pode fazer parte do tratamento.

Por meio de uma avaliação individualizada, buscamos identificar alterações na musculatura do assoalho pélvico, aliviar dores, melhorar a função da região e contribuir para uma abordagem integrada da saúde feminina. O objetivo não é substituir o tratamento médico, mas atuar em conjunto para cuidar da mulher de forma completa.

Se a candidíase tem voltado com frequência, não normalize esse ciclo. Seu corpo pode estar pedindo uma investigação mais ampla.

📍Cada caso é único e merece um tratamento individualizado.

SaúdeDaMulher Fisioterapia BemEstarFeminino Uberaba Autocuidado

Photos from Estudio Pilates Luciana Alves's post 25/07/2026

Muitas mulheres dizem que o maior incômodo dos escapes urinários não é exatamente a perda de urina.

É viver em estado de alerta.
Planejar cada saída.
Evitar beber água antes de sair.
Escolher roupas mais escuras.
Conhecer todos os banheiros do caminho.
Quando o sintoma começa a interferir nas suas escolhas, ele deixa de ser apenas um detalhe.

Ele passa a impactar sua qualidade de vida.
A boa notícia é que existem tratamentos capazes de melhorar esse quadro e devolver mais segurança para o dia a dia.

Você não precisa reorganizar sua vida em função desse medo.

22/07/2026

Antes de tudo, me conta: isso acontece com você? 👇

Perder xixi ao tossir, correr ou dar risada, sentir dor na relação ou precisar fazer muita força para evacuar são sinais de que o seu assoalho pélvico pode não estar funcionando como deveria.

Esses sintomas podem surgir por diversos motivos, como gestação, parto, menopausa, constipação crônica, cirurgias, prática de exercícios de alto impacto ou até por excesso de tensão na musculatura da região. E não, eles não precisam fazer parte da sua rotina.

Quanto antes essas alterações são identificadas, maiores são as chances de tratamento e melhora da sua qualidade de vida.

20/07/2026

Uma das maiores dificuldades de quem convive com o vaginismo é que, muitas vezes, o sofrimento acontece em silêncio.

Existe vergonha de falar sobre o assunto. Existe medo de não ser compreendida. E, principalmente, existe a sensação de que talvez o problema esteja em você.

Mas não está.

O vaginismo é uma condição que pode impactar a vida íntima, os relacionamentos, a autoestima e até a forma como a mulher se enxerga. E justamente por isso ele merece um olhar cuidadoso, individualizado e sem julgamentos.

Cada mulher tem uma história. Cada corpo responde de uma forma. Por isso, não existe um tratamento pronto para todas as pacientes.

A avaliação é o momento de entender o que está acontecendo com você, identificar as possíveis causas e construir um plano de tratamento que respeite seu tempo, seus limites e suas necessidades.

O primeiro passo não é vencer a dor.

É entender que você não precisa enfrentá-la sozinha.

Se esse conteúdo fez sentido para você ou para alguém que possa estar passando por isso, compartilhe. Informação também é uma forma de cuidado.

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