14/03/2024
Publicado em 08/11/2013
Morris Brown, the YACHT-MAN.
Prezados amigos nautas e amantes da vela de plantão, tem dia que a gente tem uma surpresas que fazem nosso rosto brilhar em um sorriso, mesmo numa manhã chuvosa e cinzenta como a que se apresenta neste dia 8 de novembro do ano de nosso sagrado senhor, na cidade Presépio, ilha do mel ou Vitoar, como preferir o cristão.ois bem caros leitores, me chega em mãos , via elétrica digital esta magníf**a carta escrita pelo saudoso Morris Brown, o maior velejador capixaba de todos os tempos( na verdade era anglo-potiguar), e também o meu mentor na vela . Um cara de hábitos simples e temperamento forte, caladão, mas ao mesmo tempo comunicativo, apesar de ser homem de poucas palavras era de muita atitude, um gigante... que guardava uma sensibilidade acima do normal, aliás "tio Morris" como chamava na minha infância, foi um cara acima do normal, um homem a frente de seu tempo.
Chega de lenga lenga, e jeb jeb, e vamos a carta, com os introdutórios de Billy seu primogênito…segue no link
Morris Brown, the YACHT-MAN.
Avelok the yacht man: vela, iatismo, regatas, náutica, histórias e fatos dos homens do mar, 100% yachting.
07/06/2017
http://revistadavela.blogspot.com.br/2017/06/a-iniciacao-no-mundo-da-vela-classe.html
Hoje tive um insight que retrata o optimist na vida dos garotos: O esporte do barco a vela para crianças não pode se limitar ao caminho mais rápido entre bóias, ao confisco do tempo e de vida que os treinos e mais treinos tentam impor devorando seus finais de semana inteiros A gana de vitória de pais buscando em seus filhos o retrato que não foram em suas infâncias. Descarregando nelas todas as suas frustrações, muitas vezes inconscientemente. O desporto do barco a vela para crianças, tem que ter como objetivo ensinar as crianças a enxergar além do microcosmo entre bóias, e sim enxergar a amplitude infinita de possibilidades que o horizonte lá longe descortina, de soltar as amarras e escolher seu destino sendo piloto de sua própria vida, podendo até mesmo fazer a volta ao mundo, de barco, ou mesmo de sonhos. A vela é para a vida, não é para os pais. É só deles e ninguém tem o direito de tirar isto deles, mas estão tirando, mesmo que sem querer.
revistadavela.blogspot.com.br
30/01/2017
Prezados amigos , nautas e amantes de vela de plantão.
Há uma faixa no litoral brasileiro pouco conhecida por muitos navegadores, e que f**a bem perto do Rio e de Salvador, este trecho compreende o litoral entre Vitória e Guarapari, com águas azuis e vento perfeito para uma boa empopada.
Talvez um dos trechos mais lindos de todo litoral Brasileiro, dada a preservação total da natureza em quase metade do percurso, e a passagem pelo paradisíaco arquipélago de 3 ilhas.
Somados aos fatores geográficos, a regata é um percurso de aproximadamente 29 milhas, e ladeira abaixo, com vento de popa e balçao em cima o tempo todo, o que a transforma a regatra promovida pelo Iarte Clube do Espírito Santo , em um passeio rápido para quem curte cruzeiro, e numa balonada incrível para os que tem as facas nos dentes.
A recepção da regata e a premiação são realizadas a bordo da escuna indiana( gigantesca), que estará a espera dos barcos atracada na praia do morro, aos pés do morro da pescaria, num local perfeito para atracação e com águas incrivelmente translúcidas.
Como um dos velejadores e entusiastas da vela e da flotilha capixaba de oceano deixo aqui uma dica aos velejadores de todo o Brasil para que venham participar desta prova única no calendário nacional.
Sábado, dia 11 de fevereiro de 2017.
mais informações pelo meu email:
[email protected]
Ats
Renato Avelar
BRA 2345
Phantom Of The Opera.
15/12/2016
A VERDADEIRA HISTÓRIA DA DE EXPRESSÃO "BRAVO-ZULU".
Em idos 1866 durante a guerra do Paraguai, houve um herói cujo o feito tornou-se lendário e até hoje pouco conhecido, foi o CORNETEIRO JESUS, escravo alforriado, foi a guerra em troca da liberdade. Numa época em que as batalhas eram Travadas ao som da corneta, era ele a voz do comandante, sendo assim alvo do inimigo, pois matando o corneteiro, calaria o comando da tropa. Em certo momento, no ardor do batalha, o valente corneteiro que combatia bravamente, foi alvejado em uma das mãos, mesmo sangrando pegou a corneta com a outra mão e continuou a tocar. Mais um tiro lhe atingiu a perna e outro o torax, que o levou ao chão. ferido de morte, os seus leais companheiros se aproximaram e lhe perguntaram;
-O que tu queres que façamos por ti!
Respondeu ele;
-Ponha-me em cima daquele barranco, para que sobre os cadáveres dos meus inimigos, para que eu, ao menos possa dar o toque da vitória!
E assim foi feito, vindo depois a falecer, por este motivo ganhou o título de "O CORNETEIRO DA MORTE".
O oficial de campo ao saber da história perguntou;
-Quem era este homem, de onde ele veio!...
E lhe responderam;
-Dizia ele ser um nobre africano, descendente da tribo dos zulus.
Neste momento o Comandante com pesar, disse as celebres palavras:
-VERDADEIRAMENTE ESTE HOMEM ERA UM BRAVO, UM "BRAVO-ZULU"!!!
A partir deste momento Bravo-Zulu passou a ser sinônimo de trabalho bem feito.
(A história que os livros não contam).
16/11/2016
http://revistadavela.blogspot.com.br/2012/08/aratu-maragogipe-2012.html
Avelok, The Yacht-Man sailing magazine, por Renato Avelar.: Aratu Maragojipe 2012.
Primeiro penso que ler seu diário é muito gostoso. Põe a gente ali, ao teu lado, quase que vendo você e as descrições das coisas e ambientes. De fato, ver a nossa rotina em perspectiva é uma das grandes vantagens das viagens e escapadas. E a gente mais humilde é de fato mais feliz com menos. Nossa c...
06/10/2016
Esta super nave esteve hoje de passagem pelo nosso clube. um monstro de barco! Trata-se de um "soto 65", do Rio Grande do Sul, retornando da regata Refeno, onde acaba de bater mais um recorde( veja o vídeo https://www.youtube.com/watch?v=LqMlcDKsIts)o barco tem quilha basculante e passa fácil dos 25 nós, lindo não?
Foto do Eduardo Avelar na hora do recreio.
21/09/2016
Olá amigos, nautas e amantes da vela de plantão, hoje o bordo é na história de nosso clube, fundado em 1946 e que este ano fez 70 aninhos.
Hoje vou contar para vocês uma antiga tradição da vela capixaba: o perdedor da regata, o que fechava a raia ia para a forca, literalmente. Na foto( acho que morris)o cristão era preparado para ser sacrif**ado.