04/12/2019
Da pagina do I.P.P le se:
O triunfo da África do Sul na Copa do Mundo de Rugby de 2019 - que aconteceu no Japão, de 20 de Setembro a 02 de Novembro - eclipsa o sucesso da equipa em 1995, considerou o ex-capitão do “Springbok”, François Pienaar, que recebeu a William Webb Ellis Cup pelas mãos de Nelson Mandela, num momento icónico da história pós-Apartheid do país.
“Esta é uma equipa transformada! 58 milhões de pessoas na África do Sul assistiram a um jogo onde negros e brancos puderam vestir-se de verde, o que não teria acontecido no meu tempo”, afirmou após a vitória de sábado passado.
Na era do Apartheid, sistema político de segregação racial, o rugby era considerado um desporto exclusivo da comunidade branca, minoritária no país, e as oportunidades dos “Springbok” foram limitadas por um boicote internacional ao país.
Esta vitória da África do Sul sobre a Inglaterra, com a equipa liderada pelo capitão Siya Kolisi, sul-africano negro, oriundo de um município pobre de Port Elizabeth, foi, também por isso, motivo de júbilo nacional! Para Pienaar, “A união torna a equipa um sucesso e essa é uma linda história, para a vida e para o país. Como país, todos precisamos trabalhar juntos”.
O triunfo da África do Sul na Copa do Mundo de Rugby de 2019 - que aconteceu no Japão, de 20 de Setembro a 02 de Novembro - eclipsa o sucesso da equipa em 1995, considerou o ex-capitão do “Springbok”, François Pienaar, que recebeu a William Webb Ellis Cup pelas mãos de Nelson Mandela, num momento icónico da história pós-Apartheid do país.
“Esta é uma equipa transformada! 58 milhões de pessoas na África do Sul assistiram a um jogo onde negros e brancos puderam vestir-se de verde, o que não teria acontecido no meu tempo”, afirmou após a vitória de sábado passado.
Na era do Apartheid, sistema político de segregação racial, o rugby era considerado um desporto exclusivo da comunidade branca, minoritária no país, e as oportunidades dos “Springbok” foram limitadas por um boicote internacional ao país.
Esta vitória da África do Sul sobre a Inglaterra, com a equipa liderada pelo capitão Siya Kolisi, sul-africano negro, oriundo de um município pobre de Port Elizabeth, foi, também por isso, motivo de júbilo nacional! Para Pienaar, “A união torna a equipa um sucesso e essa é uma linda história, para a vida e para o país. Como país, todos precisamos trabalhar juntos”.