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19/10/2026

Neste dia em 1988, o Vitória de Guimarães venceu o seu primeiro troféu oficial, a Supertaça. Quem se lembra?

19 de outubro de 1988 – Estádio das Antas (Porto)
FC Porto 0-0 Vitória de Guimarães

Nove anos depois, um clube fora do círculo dos três grandes arrecadou a Supertaça.
O então finalista vencido da Taça de Portugal, o Vitória de Guimarães, venceu em casa os dragões de Quinito por 2-0, com golos do brasileiro Décio (40') e do zairense N'Dinga (51').
Na segunda mão, o empate a zero nas Antas possibilitou aos minhotos comandados pelo brasileiro Geninho conquistar o troféu, levantado pelo capitão Nando.
Foi o primeiro título oficial da história dos vimaranenses e a quarta e a última vez que uma equipa que disputou a prova por ser finalista vencido da Taça conseguiu conquistar a Supertaça.

Confira a nossa seleção de dez jogos mais marcantes de sempre entre FC Porto e Vitória de Guimarães e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2020/12/fc-porto-vitoria-guimaraes-zerozero.html

19/10/2026

É mais uma força na recuperação de um histórico que merece, claramente, outro lugar na hierarquia do futebol português.

A competir na principal divisão da AF Algarve, o Olhanense fez ontem furor na 3ª Eliminatória da Taça de Portugal: na receção ao Oliveira do Hospital, do Campeonato de Portugal, os "rubro negros" estiveram em desvantagem, empataram no segundo tempo, e levaram a decisão do jogo até às grandes penalidades (1-1/6-5).

Na marca dos onze metros, o "herói" dos algarvios foi o seu guarda-redes, que curiosamente se chama João Félix: primeiro defendeu o remate do seu colega de posição Lucas Silva, e de seguida converteu ele mesmo a grande penalidade decisiva que apurou o clube presidido por Manuel Cajuda para a 4ª ronda.

Depois de na eliminatória anterior já ter afastado um adversário de escalão superior - recebeu e venceu o Portel, também do Campeonato de Portugal, por 1-0 -, o emblema de Olhão voltou este domingo a fazer vibrar o Estádio José Arcanjo, podendo agora defrontar um dos principais clubes do nosso futebol e reviver tempos que não estão assim tão longínquos.

De regresso às provas nacionais após 3 anos de ausência por ter conquistado a Taça do seu Distrito na última temporada, o Olhanense tem como objetivo para esta época sagrar-se Campeão Distrital e subir ao Campeonato de Portugal, por forma a ficar cada vez mais perto dos palcos que são condizentes com a sua história - não está na I Liga desde 2014.

Sendo certo que esse caminho de regresso aos grandes palcos poderá ser longo, o povo de Olhão não desiste do seu clube, e ontem voltou a ouvir-se e a sentir-se o rugido de um leão que se recusa a deixar de lutar.

📸 Sporting Clube Olhanense

18/10/2026

O magro triunfo do Vitória SC diante do Lamelas, por 1-0, a contar para a 3ª Eliminatória da Taça de Portugal, ficou essencialmente marcado pela estreia a titular de Santi Verdi com a camisola vimaranense.

Ainda com idade de júnior, o médio de 18 anos foi promovido à equipa principal esta temporada por Tiago Margarido, e depois de já ter sido suplente utilizado em Alvalade contra o Sporting para o Campeonato (2-3), mereceu ontem a confiança do técnico para ser titular, tendo sido substituído ao intervalo.

Apesar disso, a tarde de ontem será, indubitavelmente, inesquecível para Santiago Verdi, natural de Fafe e totalmente formado no Vitória, e que no ano passado contribuiu para que a nossa Seleção de Sub-17 fosse Campeã da Europa e do Mundo num curto espaço de tempo.

📸 Vitória Sport Clube

17/10/2026

"O treinador que não é de top definitivamente tem pouco controlo sobre o plantel, sobre as decisões... Falo do meu caso.

Tomar decisões sobre o tipo de jogadores, de querer mandar jogadores para a equipa B e vice-versa. Querer contratar avançados e centrais e no último dia chegar um médio.

Fui-me apercebendo e o meu feitio não dá para estar numa sala a dar a cara por decisões que não são minhas. E, quando vi isso, percebi que esse seria o futuro e percebi que não queria dedicar o meu tempo a ter esse papel de ser a boia de salvação de pessoas que estão acima de nós.

Aí decidi: não treino mais, não é para mim. Isto no Vitória. Não estava preparado para o desafio, também tenho que assumir.

Mas, infelizmente, o Vitória ou as pessoas que estavam lá também não estavam preparadas. Vemos esse ano e saí eu e houve mais 3 treinadores. Foram 4 na época. A culpa, se calhar, não é de 4 treinadores.

Tive hipótese, um mês depois, de treinar outra equipa de I Liga, mas depois de uma conversa com a minha esposa e realmente dedicarmos horas a pensar no assunto, disse que não era o que queria para o resto da minha vida.

Prefiro ter tempo para os filhos, para viajar, para estes projetos novos. Sou mais feliz assim e estou contente com a minha escolha."

👉 Tiago teve uma única experiência como técnico principal ao serviço do Vitória SC, em 20/21, mas fez apenas 3 jogos pelos vimaranenses e garante que não volta a ser treinador.

13/10/2026

Hoje faz anos Marcelo Goiano. Sabia que ainda é um dos jogadores com mais jogos pelo Sp. Braga na Taça UEFA/Liga Europa?

Lateral proveniente da Académica em 2014, demorou algum tempo, mas conquistou o seu lugar no onze do Sp. Braga com Paulo Fonseca, à direita ou até mesmo à esquerda, e chegou a capitão de equipa.
Na estreia europeia, em 2015-16, foi titular em dez jogos na caminhada dos bracarenses até aos quartos de final, tendo ainda desempenhado um papel importante na conquista da Taça de Portugal.
Na temporada seguinte esteve no onze inicial em todos os encontros da fase de grupos, mas conseguiu o apuramento para as eliminatórias.
Por fim, em 2017-18, foi um dos esteios da equipa que chegou aos 16 avos de final, tendo marcado um golo ao Hoffenheim em seis partidas (todas como titular).

Saiba quais são os outros jogadores entre os 10 com mais jogos pelo Sp. Braga na Taça UEFA/Liga Europa e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2020/10/sc-braga-zerozero-alan-vandinho-matheus-vukcevic-hassan-rodriguez-marcelo-goiano-wilson-eduardo-paulo-jorge-paulo-cesar.html

11/10/2026

Futebol português e internacional, desporto no distrito de Setúbal, Wrestling

08/10/2026

Hoje faz anos o avançado móvel que o Vitória de Guimarães catapultou para a seleção. Quem se lembra de Romeu?

Não era um goleador e apenas superou a fasquia da dezena de golos numa época, em 2002-03, mas fez render a melhor fase da carreira: ajudou o Vitória de Guimarães então orientado por Augusto Inácio a alcançar o quarto lugar no campeonato, uma das melhores classificações dos minhotos neste século, e convenceu o interino Agostinho Oliveira a convoca-lo para a seleção nacional A.

Nascido a 8 de outubro de 1974 em Santa Maria da Feira, emigrou em tenra idade para a Suíça, onde jogou nas camadas jovens do Neuchâtel Xamax. Voltou a Portugal já no último ano de júnior, a tempo de integrar a equipa do FC Porto campeã nacional da categoria em 1992-93.

Sem espaço na equipa principal dos dragões, iniciou o percurso como sénior no Infesta, que na altura militava na II Divisão B e era comandado pelo eterno Augusto Mata, que esteve no cargo ininterruptamente entre 1983 e 2003, depois de uma primeira passagem entre 1973 e 1982.

Após três anos como titular na equipa de São Mamede de Infesta, sempre na II B, foi recontratado pelo FC Porto e imediatamente emprestado ao Felgueiras, clube no qual foi orientado por Augusto Inácio, que o conhecia bem desde os tempos nos juniores portistas.

Apesar de ter marcado apenas um golo pelos durienses, foi novamente cedido em 1997-98, desta vez a um emblema da I Liga, o Marítimo de… Augusto Inácio. Juntos guiaram os insulares a um honroso quinto lugar e ao consequente apuramento para a Taça UEFA, numa temporada em que Romeu atuou em 23 jogos (oito a titular) e apontou quatro golos.

Em 1998-99 iniciou a época na II Liga, ao serviço do Leça, mais uma vez por empréstimo do FC Porto, mas após três remates certeiros em oito encontros foi novamente cedido ao Marítimo, mostrando-se em melhor nível nesta segunda passagem pelos Barreiros: seis golos em 20 partidas, todas como titular.

O bom meio ano na Madeira valeu-lhe o bilhete de regresso às Antas. No entanto, foi sempre pouco utilizado por Fernando Santos, não indo além de um total de 27 jogos (e zero golos) no somatório das temporadas 1999-00 e 2000-01. Como consolação, jogou na Liga dos Campeões e venceu uma Supertaça Cândido de Oliveira e duas Taças de Portugal.

À procura de jogar com mais regularidade, numa altura em que já tinha perto de 27 anos, transferiu-se a título definitivo para o Vitória de Guimarães no verão de 2001. Primeiro como extremo esquerdo, depois como ponta de lança, mostrou a sua melhor versão mais uma vez às ordens de Augusto Inácio. Em 2001-02 marcou provavelmente o melhor golo da carreira, de calcanhar ao Boavista, mas foi na época seguinte que mais brilhou, com 12 golos em todas as provas – 10 no campeonato –, o que lhe valeu a chamada à seleção nacional A durante a longa fase de preparação para o Euro 2004.

Estreou-se de quinas ao peito num empate diante da Tunísia no Restelo (1-1), a 12 de outubro de 2002, e marcou no triunfo sobre a Suécia em Gotemburgo (3-2) quatro dias depois. Embora tivesse correspondido a aposta do selecionador interino Agostinho Oliveira, não voltou a ser convocado.

Em quatro anos ao serviço do Vitória de Guimarães amealhou 23 golos em 115 partidas, tendo contribuído para o regresso dos vimaranenses às competições europeias em 2005, fruto de um quinto lugar no campeonato alcançado sob o comando técnico de Manuel Machado. Dois anos antes até tinha ajudado os minhotos a ficar uma posição acima, com Inácio, mas na altura a quarta posição não dava acesso às provas da UEFA.

O que lhe faltava em veia goleadora sobrava em abnegação, mobilidade e no tal futebol associativo de que tanto se fala hoje – era comum participar nas chamadas tabelinhas com os companheiros de ataque –, o que fez dele um jogador muito apreciado pela exigente massa associativa do Vitória Sport Clube.

No verão de 2005 terminou contrato com os vimaranenses e assinou pelo Belenenses, despedindo-se da carreira de futebolista com dois golos – um deles ao Vitória de Guimarães – em 22 jogos pelos azuis do Restelo em 2005-06. Nessa época, os lisboetas foram despromovidos à II Liga, mas posteriormente salvos na secretaria pelo Caso Mateus.

Em 2006-07 não contou para o novo treinador do Belenenses, Jorge Jesus, e na época seguinte começou a carreira de treinador nas camadas jovens do clube, principalmente como adjunto de Rui Jorge. Em 2011 acompanhou o antigo lateral esquerdo internacional português quando este se tornou selecionador nacional de sub-21, tendo-o coadjuvado durante os 14 anos que passou no cargo.

Veja vídeos de golos de Romeu e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2025/10/Romeu-FC-Porto-Neuchatel-Xamax-Infesta-Felgueiras-Maritimo-Leca-Vitoria-Guimaraes-Belenenses-Sub-21-Rui-Jorge-zerozero.html

07/10/2026

Hoje faria anos o belga que desiludiu em Guimarães mas levou o Marselha à glória. Quem se lembra de Raymond Goethals?

Treinador de renome internacional, viveu o ponto alto da carreira em 1992-93, quando levou o Marselha à conquista da Liga dos Campeões, dois anos depois de ter sido derrotado na final da prova pelo Estrela Vermelha de Belgrado. Esse feito ficou ensombrado pelo escândalo de corrupção que assolou o clube do sul de França, mas não retira mérito ao que Raymond Goethals e seus homens alcançaram dentro de campo.

Era conhecido no mundo do futebol como "le Sorcier" (o Mago), "Raymond-la-science" ou "le magicien" (o Mágico), guiou a seleção belga ao Mundial 1970 e ao Euro 1972 e conquistou troféus importantes durante a sua primeira passagem pelo Anderlecht, como a Taça das Taças em 1977-78 e a Supertaça Europeia em 1976 e 1978, tendo ainda sido finalista vencido da Taça das Taças em 1976-77.

Após um ano nos franceses do Bordéus, regressou à Bélgica para comandar o Standard Liège, clube pelo qual veio a vencer dois campeonatos (1981-82 e 1982-83), duas Supertaças (1982 e 1983) e uma Taça da Bélgica (1980-81), tendo ainda sido finalista vencido da Taça das Taças em 1981-82.

Foi com este lastro, depois de ser suspenso pela federação belga por ter comprado os jogadores do Waterschei para que não lesionassem nenhum jogador do Standard dias antes da final da Taça as Taças, que chegou ao comando técnico do Vitória de Guimarães, então presidido por Pimenta Machado, no início da temporada 1984-85.

Devido às diferenças de idioma, houve desde início dificuldade de comunicação entre Goethals, que falava francês, e a estrutura do clube minhoto, o que levou a que Manuel Machado, que na altura trabalhava nas camadas jovens dos vimaranenses, passasse a ser adjunto de Goethals. “Eu tinha, enfim, um francês de liceu, mas algumas bases, ajudei um bocado na comunicação e ele disse: ‘Ah, é importante ficares comigo, vais ajudar nesse sentido’. E foi aí que me tornei adjunto dele. Foi uma casualidade mesmo. Ele estava só com um adjunto, o Djunga, já falecido. Integrei essa equipa técnica por essa casualidade da tradução e como preparador físico. Foi o meu primeiro ano no futebol profissional”, contou o técnico português à Tribuna Expresso em julho de 2021.

Em Guimarães, o treinador belga implementou um sistema de três centrais, pouco visto no futebol português, e um modelo de jogo que contemplava pragmatismo e objetividade. “Foi um ano maravilhoso. Era o mago da bola. Andava sempre com um blazer onde tinha guardanapos para fazer táticas e bonequinhos. Vinha do futebol belga, que eu adorava, um futebol rápido, de contra-ataque, nunca gostei do tique-toque, nem de chique-chique do futebol português. Foi a primeira vez que joguei com três defesas”, recordou Laureta, lateral esquerdo habitual titular desse Vitória de 1984-85.

“Era muito, muito, muito acima da média. Estava sempre a falar com os jogadores nos estágios, nos treinos. Era como um pai. Tenho grandes saudades desse grande homem e grande treinador. Ele gostava de quanto mais depressa chegássemos à baliza melhor. Foi uma lufada de ar fresco. A seguir ao Pedroto, foi o Goethals que mais me impressionou. Eram muito parecidos. Ele tinha muita confiança em mim. Tinha uma perceção do jogo, antecipava as coisas que iam acontecer. Nunca vi aquele homem a falar de outra coisa que não fosse futebol”, acrescentou o antigo defesa.

Apesar de ter deixado saudades em quem trabalhou com ele, Goethals não foi particularmente bem-sucedido na Cidade-Berço, pois os vimaranenses não foram além do 9.º lugar no campeonato, a pior classificação do clube desde 1977-78.

O envolvimento no escândalo de corrupção e a falta de sucesso em Portugal não abalaram Goethals, que no regresso ao futebol belga conquistou uma Taça da Bélgica pelo Anderlecht em 1988-89.

Após essa época voltou ao Bordéus e depois mudou de clube em França, passando para o comando técnico do Marselha. Após conquistar dois campeonatos (1990-91 e 1991-92) e ser finalista da Taça dos Campeões Europeus em 1990-91, tornou o OM no primeiro clube gaulês a vencer a Champions, em 1992-93. Aos 71 anos, passou a ser o treinador mais velho de sempre a vencer o cetro continental, um recorde que ainda detém.

Porém, essa conquista ficou manchada por novo escândalo de corrupção, pois no final da época o Marselha foi acusado de corromper jogadores do Valenciennes dias antes da final da Liga dos Campeões diante do AC Milan. O título europeu não foi apagado, até porque as ilegalidades não afetaram diretamente a verdade desportiva dessa prova, mas na justiça o emblema do sul de França perdeu na secretaria aquele que seria o terceiro campeonato consecutivo sob a orientação de Goethals.

Acabou por abandonar os marselheses ainda antes da despromoção à Ligue 2 e o castigo ao presidente Bernard Tapie, com quem não tinha uma relação fácil. “Presidente, se não está contente, apanho o comboio das nove e meia”, chegou a dizer-lhe. Com quem Goethals também não ia à bola era Eric Cantona, seu jogador em 1990-91, que o acusou de ser “um palhaço e um corrupto”.

Morreu a 6 de dezembro de 2004, vítima de cancro nos intestinos, aos 83 anos.

Leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2024/10/Raymond-Goethals-Vitoria-Guimaraes-Marselha-Belgica-Standard-Liege-Anderlecht-Bordeus-zerozero.html

03/10/2026

Hoje faz anos Flávio Meireles. Quem se lembra dele no Vitória de Gumarães?

Médio de características defensivas natural de Ribeira de Pena, mas radicado na zona de Guimarães desde tenra idade, concluiu a formação no Vitória e integrou pela primeira vez a equipa principal quando subiu a sénior, em 1995-96, embora não tivesse disputado jogos oficiais nessa temporada.
Entretanto passou por Moreirense e Fafe, tendo regressou ao D. Afonso Henriques em 1999-00. Desta feita estreou-se pela equipa principal, mas voltou a não conseguir afirmar-se.
Após ter contribuído para a ascensão meteórica do Moreirense desde a II Divisão B à I Liga, regressou ao Vitória em 2003 para se fixar na equipa principal. Após ter contribuído para o apuramento europeu em 2005 e não ter conseguido evitar a despromoção à II Liga no ano seguinte, contribuiu para a promoção ao primeiro escalão em 2006-07 ao atuar em 21 encontros (20 a titular) no campeonato e marcar um golo ao Desp. Chaves.
No regresso à I Liga reforçou o estatuto de líder do balneário e de figura do clube, tendo contribuído para o apuramento para a Liga dos Campeões em 2008 e para a caminhada até à Taça de Portugal e consequente qualificação para a Liga Europa em 2011.
Após a presença no Jamor, encerrou a carreira de futebolista. Inicialmente assumiu a função de treinador adjunto na equipa principal, mas em 2012-13 passou para diretor desportivo. Logo na primeira temporada de Flávio Meireles enquanto dirigente, o Vitória conquistou da Taça de Portugal.

Veja um vídeo de melhores momentos, saiba quais são os outros jogadores entre os 10 com mais jogos pelo Vitória de Guimarães na II Liga e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2021/09/vitoria-de-guimaraes-zerozero-brasilia-ghilas-otacilio-nilson-danilo-henrique-targino-desmarets-geromel-flavio-meireles.html

29/09/2026

Hoje faz anos Daniel Marques. Quem se lembra dele no Famalicão?

Lateral direito natural de Vila Nova de Famalicão, começou a jogar futebol nos infantis do Famalicão, tendo rumado ao FC Porto enquanto juvenil, em 2003. Nos azuis e brancos foi companheiro de equipa de Hugo Marques, Ventura, Steven Vitória, Nuno André Coelho, Bruno Gama, Ukra e Hélder Barbosa e tornou-se internacional jovem por Portugal.
No entanto, após concluir a formação no Sp. Braga foi obrigado a procurar outras paragens para prosseguir a carreira, tendo passado por Joane e Ribeirão antes de reforçar o Famalicão no verão de 2014.
Na primeira temporada no Vila Nova ajudou o clube a alcançar a promoção à II Liga, patamar em que amealhou um total de 76 jogos (71 a titular) e quatro golos entre 2015 e 2018, contribuindo para que os famalicenses assegurassem nessas três épocas a permanência no segundo escalão.
No verão de 2018 deixou os azuis e brancos e em janeiro do ano seguinte voltou ao Ribeirão, mas nem chegou a jogar no regresso ao clube, tendo encerrado a carreira.
Em 2019-20 retornou ao Famalicão para assumir a função de responsável pelo gabinete de apoio aos jogadores da formação.

Veja um vídeo de um golo de Daniel Marques, saiba quais são os outros jogadores entre os 10 com mais jogos pelo Famalicão na II Liga e leia mais aqui: https://davidjosepereira.blogspot.com/2021/08/famalicao-feliz-mendes-jorge-miguel-vitor-lima-joel-monteiro-daniel-mercio-hocko-diogo-cunha-tito.html

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