Gregário de Luxo

🌈🇨🇦 AMANHÃ COMEÇAM OS MUNDIAIS! E O PRIMEIRO ARCO-ÍRIS VAI SER DISPUTADO CONTRA O RELÓGIO!Está tudo pronto em Montréal p...
19/09/2026

🌈🇨🇦 AMANHÃ COMEÇAM OS MUNDIAIS! E O PRIMEIRO ARCO-ÍRIS VAI SER DISPUTADO CONTRA O RELÓGIO!

Está tudo pronto em Montréal para o arranque dos Campeonatos do Mundo de Estrada 2026. E logo no primeiro dia temos uma prova que promete ser uma verdadeira batalha entre especialistas: o contrarrelógio individual masculino de elite.

📍 Montréal – Canadá
📅 Domingo, 20 de setembro
⏱️ 39,2 km
⛰️ 220 metros de desnível
🏁 Avenue du Parc → Parc Jeanne-Mance

E este percurso pode mudar muita coisa em relação ao Mundial do ano passado.

🚴‍♂️ UM CONTRARRELÓGIO PARA OS PUROS ESPECIALISTAS?

O percurso é muito mais plano do que o Mundial de Kigali.

Os corredores começam na Avenue du Parc e seguem em direção ao rio São Lourenço, atravessando zonas urbanas, passando pelo Circuit Gilles-Villeneuve e regressando depois ao centro de Montréal.

É uma crono em que será fundamental manter velocidades muito elevadas durante grande parte dos 39,2 km.

Mas há uma armadilha no final…

🔥 Os últimos metros são em subida, com a aproximação à meta na Avenue du Parc. Depois de quase 40 quilómetros no limite, essa pequena subida pode custar segundos preciosos.

Ou seja: potência, aerodinâmica e capacidade de sofrer… mas também pernas para terminar forte.

🇧🇪 REMCO EVENEPOEL PARTE COMO O HOMEM A BATER

Remco Evenepoel (Red Bull-BORA-hansgrohe) chega a Montréal à procura de algo histórico:

🏆 2023 — campeão do mundo
🏆 2024 — campeão do mundo
🏆 2025 — campeão do mundo

Três títulos consecutivos.

Agora procura o quarto arco-íris consecutivo no contrarrelógio, algo que nenhum homem conseguiu anteriormente.

E o percurso parece encaixar muito bem nas características do belga.

Mas será que desta vez alguém consegue destroná-lo?

🇮🇹 GANNA QUER FINALMENTE O ARCO-ÍRIS

Filippo Ganna (INEOS Grenadiers) é provavelmente o nome que mais ameaça o domínio de Evenepoel.

O italiano foi campeão mundial em 2020 e 2021 e terminou atrás de Evenepoel em 2023 e 2024.

Num percurso longo, rápido e praticamente plano, Ganna terá uma oportunidade muito séria de voltar a lutar pelo ouro.

E há uma questão interessante:

👉 39,2 km de potência pura podem favorecer Ganna mais do que o percurso montanhoso de Kigali.

🇨🇭 STEFAN KÜNG CHEGA EM GRANDE MOMENTO

Não podemos esquecer Stefan Küng (Tudor Pro Cycling Team).

O suíço venceu recentemente o contrarrelógio da Vuelta a España e também conquistou o contrarrelógio da Volta à Polónia.

É um especialista de enorme experiência e o perfil de Montréal encaixa nas suas características.

Se Evenepoel ou Ganna tiverem um dia abaixo do esperado, Küng pode perfeitamente entrar na luta.

👀 E OS OUTSIDERS?

É aqui que o Mundial pode f**ar realmente interessante.

🇬🇧 Callum Thornley (Red Bull-BORA-hansgrohe)
🇬🇧 Ethan Hayter (Soudal Quick-Step)
🇨🇿 Mathias Vacek (Lidl-Trek)
🇺🇸 Brandon McNulty (UAE Team Emirates-XRG)
🇳🇴 Tobias Foss (Ineos Grenadiers)
🇩🇰 Mikkel Bjerg (UAE Team Emirates-XRG)
🇳🇱 Daan Hoole (Lidl-Trek)

E há ainda dois nomes que podem ser particularmente interessantes:

🇲🇽 Isaac Del Toro (UAE Team Emirates-XRG)
🇫🇷 Paul Seixas (Decathlon CMA CGM Team)

Os dois acabaram de mostrar enorme capacidade no GP de Montréal, disputado no mesmo palco dos Mundiais de estrada, embora o percurso do contrarrelógio seja completamente diferente.

🇵🇹 E PORTUGAL?

Portugal terá dois corredores na prova:

🇵🇹 Nelson Oliveira (Movistar Team)
🇵🇹 Ivo Oliveira (UAE Team Emirates-XRG)

Nelson Oliveira conhece como poucos este tipo de esforço e tem no currículo resultados de enorme nível em contrarrelógios internacionais.

Ivo Oliveira também chega depois de uma temporada em que mostrou estar num excelente momento competitivo.

Não será fácil lutar pelas medalhas, mas Portugal tem dois corredores perfeitamente capazes de deixar uma marca interessante na classif**ação.

🌈 A GRANDE PERGUNTA

Será que Remco Evenepoel vai conquistar o quarto título mundial consecutivo?

Ou será que um percurso muito mais rápido e plano vai permitir a Filippo Ganna, Stefan Küng ou até a um outsider surpreender o campeão belga?

Uma coisa parece certa:

🔥 AMANHÃ COMEÇA A LUTA PELO ARCO-ÍRIS!

🇨🇦 Montréal 2026 está oficialmente a começar.

👇 Quem é o teu favorito para vestir a camisola arco-íris amanhã?

🚨🇪🇸 PAULA BLASI MUDA-SE PARA A MOVISTAR!Uma das jovens ciclistas espanholas mais promissoras vai mudar de equipa.🇪🇸 Paul...
19/09/2026

🚨🇪🇸 PAULA BLASI MUDA-SE PARA A MOVISTAR!

Uma das jovens ciclistas espanholas mais promissoras vai mudar de equipa.

🇪🇸 Paula Blasi, atualmente na UAE Team ADQ, vai representar a Movistar Team, numa transferência que reforça a aposta da formação espanhola no talento nacional.

A mudança ganha ainda mais relevância porque Blasi tinha contrato com a UAE Team ADQ até 2027, mas a Movistar avançou para garantir a ciclista através de uma cláusula de rescisão.

Aos 23 anos, Blasi procura agora dar o próximo passo na carreira com uma equipa que poderá assumir um papel importante no seu desenvolvimento.

🇪🇸 Movistar + Paula Blasi = uma combinação para f**ar de olho nos próximos anos.

Será que estamos perante uma das futuras referências do ciclismo espanhol?

💬 O que acham desta transferência?

🌈🇨🇦 MUNDIAIS DE MONTREAL: QUEM VAI VESTIR O ARCO-ÍRIS CONTRA O RELÓGIO?Domingo começam oficialmente os Mundiais de Cicli...
18/09/2026

🌈🇨🇦 MUNDIAIS DE MONTREAL: QUEM VAI VESTIR O ARCO-ÍRIS CONTRA O RELÓGIO?

Domingo começam oficialmente os Mundiais de Ciclismo de Estrada de 2026, em Montreal, e logo com um dos grandes pratos fortes: o contrarrelógio masculino de elite.

E na segunda-feira será a vez dos sub-23.

Duas corridas diferentes, dois percursos diferentes e muitas perguntas por responder.

Vamos por partes. 👇

⏱️ ELITES: 39,2 KM PARA COROAR O REI DO CRONO

O percurso de Montreal é muito diferente daquele que vimos no Mundial de Kigali.

São 39,2 quilómetros, com apenas 220 metros de desnível acumulado.

É um percurso rápido, muito exposto em algumas zonas, com passagem pelo Circuit Gilles-Villeneuve e pelo Parque Jean-Drapeau, antes do regresso ao centro de Montreal.

Ou seja: não estamos perante um contrarrelógio para trepadores.

Aqui vão pesar muito a capacidade de manter uma potência elevada durante praticamente toda a corrida, a aerodinâmica, o posicionamento e a gestão do esforço.

Mas existe uma pequena armadilha.

Os últimos quilómetros levam os corredores novamente para a zona urbana de Montreal e a chegada inclui uma subida final curta, mas suficientemente exigente para poder alterar diferenças de poucos segundos.

🇧🇪 REMCO EVENEPOEL

É impossível falar desta corrida sem começar por Remco Evenepoel, da Red Bull-BORA-hansgrohe.

O belga chega como tricampeão mundial consecutivo de contrarrelógio.

Desde 2023 ninguém conseguiu tirar-lhe o arco-íris.

E agora aparece perante um percurso que, teoricamente, também lhe assenta muito bem.

Longo, rápido e praticamente plano.

Além disso, Evenepoel demonstrou novamente este ano que continua a ser uma referência absoluta contra o relógio.

Se fizer uma corrida ao seu melhor nível, será muito difícil batê-lo.

Mas…

🇮🇹 FILIPPO GANNA

Se existe alguém que pode impedir o quarto título consecutivo de Evenepoel, esse homem é Filippo Ganna, da INEOS Grenadiers.

E este percurso parece feito à medida do italiano.

39 quilómetros.

Pouco desnível.

Longas zonas rápidas.

É exatamente o tipo de contrarrelógio onde a capacidade de Ganna para manter uma potência brutal durante muito tempo pode fazer a diferença.

Ganna já sabe o que é ser campeão mundial — venceu em 2020 e 2021.

E existe uma diferença importante relativamente aos últimos Mundiais:

desta vez o percurso favorece muito mais o italiano.

🇨🇭 STEFAN KÜNG

Outro nome que não podemos esquecer:

Stefan Küng, da Groupama-FDJ.

E talvez esteja a chegar a Montreal num dos momentos mais interessantes da sua temporada.

O suíço venceu recentemente o contrarrelógio da Vuelta a España e também ganhou o contrarrelógio da Volta à Polónia.

Ou seja:

➡️ percurso longo? Sim.

➡️ percurso rápido? Sim.

➡️ experiência? Muita.

➡️ forma recente contra o relógio? Excelente.

Küng pode perfeitamente entrar na luta pelas medalhas.

👀 E OS OUTSIDERS?

Há vários nomes capazes de se intrometer na luta.

Tobias Foss, da INEOS Grenadiers, já sabe o que é ser campeão mundial.

Brandon McNulty, da UAE Team Emirates-XRG, é sempre perigoso numa distância destas.

Mikkel Bjerg, da UAE Team Emirates-XRG, também possui características perfeitas para um percurso rápido.

Mathias Vacek, da Lidl-Trek, pode igualmente lutar por uma posição muito elevada.

E atenção a:

Daan Hoole, da Decathlon CMA CGM Team;

Callum Thornley, da Bahrain Victorious;

Ethan Hayter, da Soudal Quick-Step;

Paul Seixas, da Decathlon CMA CGM Team;

e Jakob Söderqvist, da Lidl-Trek.

Este último tem uma particularidade muito interessante: é o atual campeão mundial de contrarrelógio sub-23, mas vai competir também entre os elites.

🇵🇹 E PORTUGAL?

Portugal terá dois especialistas:

🇵🇹 Nelson Oliveira, da Movistar Team

🇵🇹 Ivo Oliveira, da UAE Team Emirates-XRG

Nelson Oliveira tem uma experiência enorme em Mundiais e Grandes Voltas e conhece perfeitamente o esforço necessário para um contrarrelógio desta distância.

Ivo Oliveira, por sua vez, chega depois de uma temporada internacional ao mais alto nível com a UAE Team Emirates-XRG e tem características que encaixam bem num percurso rápido.

Não será fácil entrar na luta pelas medalhas, porque o nível da concorrência é extraordinário.

Mas um lugar no top-15 ou até mais acima não seria algo absurdo para Portugal, dependendo do dia de cada um.



🏆 A MINHA LEITURA DA CORRIDA DE ELITES

Sem transformar isto numa certeza — porque estamos a falar de uma prova de um dia — vejo três nomes claramente na primeira linha:

🇧🇪 Remco Evenepoel, da Red Bull-BORA-hansgrohe

🇮🇹 Filippo Ganna, da INEOS Grenadiers

🇨🇭 Stefan Küng, da Groupama-FDJ

Depois existe um grupo enorme onde qualquer pequena diferença de forma, vento ou gestão de esforço pode alterar completamente o pódio.

E há uma pergunta que torna esta corrida ainda mais interessante:

🔥 CONSEGUIRÁ ALGUÉM IMPEDIR REMCO DE GANHAR O QUARTO MUNDIAL CONSECUTIVO?



🧑‍🚴‍♂️ SUB-23: AINDA MAIS IMPREVISÍVEL!

Aqui temos uma situação completamente diferente.

A prova masculina de sub-23 realiza-se segunda-feira, 21 de setembro, e terá 31,3 km e 197 metros de desnível.

O percurso é mais curto e não inclui exatamente a mesma passagem pelo Circuit Gilles-Villeneuve utilizada pelos elites.

E aqui a previsão torna-se muito mais complicada.

Porquê?

Porque o contrarrelógio sub-23 tem produzido algumas surpresas nos últimos anos.

🇸🇪 JAKOB SÖDERQVIST

O primeiro nome é obrigatório.

Jakob Söderqvist, da Lidl-Trek, é o atual campeão mundial sub-23.

Em 2024 tinha sido segundo e em 2025 finalmente conquistou o arco-íris.

Agora procura defender o título.

Mas há uma diferença importante:

Söderqvist já está integrado numa estrutura de topo e em 2026 tem competido ao nível WorldTour.

Portanto, experiência e potência não lhe faltam.

🇧🇪 ALEC SEGAERT

Alec Segaert, da Lotto-Intermarché, é outro nome incontornável.

O belga já esteve várias vezes muito perto do título mundial nesta disciplina e possui um enorme historial contra o relógio nas categorias jovens.

É precisamente o tipo de corredor que pode beneficiar de um percurso relativamente rápido e sem grandes dificuldades de montanha.

🇪🇸 IVÁN ROMEO

E depois temos Iván Romeo, da Movistar Team.

O espanhol já conhece a sensação de vestir a camisola arco-íris.

Foi campeão mundial de contrarrelógio sub-23 em 2024.

Agora regressa para tentar voltar ao topo.

A experiência de competir por uma equipa WorldTour também pode ser importante numa corrida tão específ**a.

🇮🇹 LORENZO FINN

Outro nome para colocar no radar é Lorenzo Finn, da Red Bull-BORA-hansgrohe.

É um corredor muito completo e que já mostrou capacidade para disputar grandes provas na categoria.

Num percurso que não é completamente plano, mas que também não apresenta grandes montanhas, a sua capacidade de manter um ritmo elevado pode colocá-lo na discussão.

🇬🇧 CALLUM THORNLEY

E atenção também a Callum Thornley, da Bahrain Victorious.

O britânico está a fazer uma temporada muito interessante e aparece igualmente entre os nomes capazes de lutar pelas posições de topo.



🇵🇹 E OS PORTUGUESES NOS SUB-23?

Aqui existe uma questão importante.

Portugal não terá um representante no contrarrelógio masculino sub-23.

Os cinco corredores convocados — Daniel Lima, Daniel Moreira, Gabriel Baptista, Rafael Barbas e Rúben Rodrigues, da Feira dos Sofás-Boavista — estão destinados à prova de fundo sub-23, marcada para 25 de setembro.

Por isso, a nossa atenção portuguesa no contrarrelógio estará concentrada nos elites:

🇵🇹 Nelson Oliveira, da Movistar Team

🇵🇹 Ivo Oliveira, da UAE Team Emirates-XRG



🔮 ENTÃO, QUEM PODE VESTIR O ARCO-ÍRIS?

No elite masculino, há um duelo que salta imediatamente à vista:

EVENEPOEL 🆚 GANNA

O belga procura o quarto título consecutivo.

O italiano encontra um percurso que lhe pode permitir utilizar toda a sua potência.

E logo atrás há um homem que chega em excelente forma:

Stefan Küng.

Nos sub-23, a situação é muito mais aberta.

Söderqvist tem o peso de ser o campeão em título.

Segaert tem o historial.

Iván Romeo já sabe o que é ganhar.

E há sempre espaço para aparecer um corredor que ninguém estava a colocar no topo.

🌈 Dois dias. Duas camisolas arco-íris.

Domingo, Montreal começa a procurar o novo campeão mundial de contrarrelógio de elite.

Segunda-feira, será a vez dos sub-23.

E uma coisa parece certa:

se houver diferenças de apenas alguns segundos, estes Mundiais podem decidir-se nos mais pequenos detalhes.

🇵🇹 E nós vamos estar atentos a Nelson Oliveira e Ivo Oliveira.

🇱🇺🚴‍♂️ VOLTA AO LUXEMBURGO: TRÊS ETAPAS, TRÊS HISTÓRIAS… E UM BOAVISTA A DAR NAS VISTAS! 🇵🇹Chegadas as primeiras três et...
18/09/2026

🇱🇺🚴‍♂️ VOLTA AO LUXEMBURGO: TRÊS ETAPAS, TRÊS HISTÓRIAS… E UM BOAVISTA A DAR NAS VISTAS! 🇵🇹

Chegadas as primeiras três etapas da Škoda Tour de Luxembourg, já é possível fazer um primeiro balanço de uma prova que está a juntar alguns nomes importantes do pelotão internacional… e onde a Feira dos Sofás – Boavista tem sido uma das equipas a deixar a sua marca.

E há um nome que merece obrigatoriamente começar esta análise: Fábio Costa, da Feira dos Sofás – Boavista.

🇵🇹 1.ª ETAPA: FÁBIO COSTA NA FUGA DO DIA!

A corrida começou com uma etapa de 157,5 km entre o Luxemburgo e a capital.

E logo no primeiro dia tivemos uma excelente notícia para o ciclismo português.

Fábio Costa, da Feira dos Sofás – Boavista, integrou a fuga do dia, juntamente com Malte Hellerup, Cole Kessler, Ruud Junior Nagengast, Jonathan Malte Rottmann e Noé Ury.

Foi uma fuga que marcou praticamente toda a primeira metade da corrida e colocou o nome da equipa portuguesa na frente de uma prova UCI ProSeries com um pelotão de enorme qualidade.

Fábio Costa acabou por ser alcançado antes da parte decisiva da etapa, terminando em 100.º, a 8:08 do vencedor.

Mas o mais importante estava feito: o Boavista apareceu na frente e Fábio Costa mostrou-se.

Na chegada, Mathieu van der Poel, da Alpecin-Premier Tech, confirmou o favoritismo e venceu ao sprint em subida, depois de uma finalíssima bastante agressiva.

⚡ 2.ª ETAPA: VAN DEN BERG RESPONDE

No segundo dia, 166,8 km entre Niederkorn e Junglinster.

Desta vez, a corrida terminou num sprint e foi Marijn van den Berg, da EF Education-EasyPost, quem levou a melhor.

O neerlandês bateu Timo Kielich, da Team Visma | Lease a Bike, e Pierre Gautherat, da Decathlon CMA CGM Team, assumindo também a liderança da classif**ação geral.

Iker Bonillo, da Feira dos Sofás – Boavista, foi o melhor elemento da equipa nesse dia, terminando no grupo da frente.

Na geral, depois de duas etapas, o espanhol era também o melhor corredor do Boavista, enquanto David Domínguez, da Feira dos Sofás – Boavista, estava igualmente bem colocado.

🔥 3.ª ETAPA: A ETAPA-Rainha MEXE COM A GERAL!

E hoje chegou o primeiro grande teste da corrida.

179,7 quilómetros entre Wiltz e Diekirch, num percurso bastante mais duro e seletivo.

A fuga conseguiu sobreviver até ao final e foi daí que saiu o vencedor.

Pepijn Reinderink, da Soudal Quick-Step, atacou na fase final e conseguiu conquistar uma grande vitória, batendo por apenas um segundo Davide Piganzoli, da Team Visma | Lease a Bike, e Thomas Gachignard, da TotalEnergies.

E esta chegada mudou completamente a classif**ação geral.

Davide Piganzoli, da Team Visma | Lease a Bike, é agora o novo líder da Volta ao Luxemburgo.

🇵🇹 E O BOAVISTA NA ETAPA-Rainha?

Aqui está talvez a parte mais interessante para nós.

David Domínguez, da Feira dos Sofás – Boavista, fez uma excelente terceira etapa e terminou em 25.º lugar, a 5:17 do vencedor.

Óscar Rota, da Feira dos Sofás – Boavista, foi 30.º, a 6:27.

Pedro Silva, da Feira dos Sofás – Boavista, terminou em 47.º, no mesmo grupo de vários nomes importantes do pelotão internacional.

Rúben Rodrigues, da Feira dos Sofás – Boavista, foi 74.º, a 12:18.

Iker Bonillo, da Feira dos Sofás – Boavista, terminou em 82.º, a 18:07.

E isto é importante: a equipa portuguesa está a competir.

Depois de três etapas, David Domínguez, da Feira dos Sofás – Boavista, é o melhor corredor da equipa na geral, ocupando o 42.º lugar, a 9:03 do líder.

Óscar Rota, da Feira dos Sofás – Boavista, é 47.º, a 12:20, enquanto Pedro Silva, da Feira dos Sofás – Boavista, está em 52.º, a 14:32. (Direct Vélo)

🏆 E QUE VOLTA ESTAMOS A TER?

Em apenas três dias já tivemos:

🟡 Mathieu van der Poel, da Alpecin-Premier Tech, vencedor da 1.ª etapa;

🟢 Marijn van den Berg, da EF Education-EasyPost, vencedor da 2.ª etapa e líder após esse dia;

🔥 Pepijn Reinderink, da Soudal Quick-Step, vencedor da etapa-rainha;

🟡 Davide Piganzoli, da Team Visma | Lease a Bike, novo líder da geral.

E a classif**ação está completamente aberta.

Depois de três etapas, Piganzoli lidera com 6 segundos sobre Thomas Gachignard, da TotalEnergies, e 9 segundos sobre Matteo Vercher, da TotalEnergies.

Van der Poel está agora a 7 segundos, enquanto Marijn van den Berg está a 6:51. (Direct Vélo)

🇵🇹 MAS O GRANDE DESTAQUE DO BOAVISTA?

Para mim, há uma coisa que não pode passar despercebida.

O Boavista está a aproveitar esta oportunidade.

Não estamos a falar de uma prova menor.

Estamos a falar de uma corrida UCI ProSeries, com equipas como Alpecin-Premier Tech, Visma | Lease a Bike, Lidl-Trek, UAE Team Emirates-XRG, Soudal Quick-Step, Decathlon CMA CGM e EF Education-EasyPost.

E uma equipa continental portuguesa está ali.

Fábio Costa esteve na fuga do primeiro dia.

Iker Bonillo esteve no grupo da frente na segunda etapa.

David Domínguez foi 25.º na etapa-rainha e é agora o melhor Boavista na geral.

Isto vale muito mais do que simplesmente olhar para a posição final de cada corredor.

É exposição.

É experiência.

É competir contra alguns dos melhores corredores do mundo.

E é também uma demonstração de que as equipas portuguesas podem sair de Portugal e competir num palco internacional de enorme exigência.

🚨 Agora faltam duas etapas.

Amanhã temos um contrarrelógio individual de 20,4 km em Ettelbruck e no domingo chega a última etapa, com 177 km entre Mersch e Luxembourg-Limpertsberg.

A corrida está completamente aberta.

E o Boavista ainda tem dois dias para continuar a deixar a sua marca no Luxemburgo. 🇵🇹🚴‍♂️

Até onde poderá chegar a Feira dos Sofás – Boavista nesta Volta ao Luxemburgo?

🚨🔥 MERCADO EM EBULIÇÃO! QUATRO TRANSFERÊNCIAS DE PESO EM APENAS 48 HORAS!O mercado para 2027 continua a aquecer e as últ...
17/09/2026

🚨🔥 MERCADO EM EBULIÇÃO! QUATRO TRANSFERÊNCIAS DE PESO EM APENAS 48 HORAS!

O mercado para 2027 continua a aquecer e as últimas 48 horas trouxeram várias movimentações importantes no pelotão internacional. Há nomes conhecidos do WorldTour a mudar de camisola e, num dos casos, uma descida ao escalão ProTeam.

🇫🇷 GUILLAUME MARTIN → LOTTO-INTERMARCHÉ

Uma das principais novidades desta quinta-feira.

O francês Guillaume Martin, atualmente na Groupama-FDJ United, vai representar a Lotto-Intermarché em 2027.

Aos 33 anos, Martin assinou por uma temporada e regressa assim a uma equipa belga, depois de já ter representado a Wanty-Groupe Gobert entre 2016 e 2019.

O francês chega com uma dupla missão: continuar a lutar pelos seus próprios objetivos, nomeadamente classif**ações gerais em grandes voltas, e transmitir experiência aos jovens da Lotto-Intermarché.

Na recente Vuelta a España, Martin terminou em 11.º da geral, resultado que, segundo o próprio, reforçou a convicção de que ainda pode lutar por um lugar no top 10 de uma Grande Volta.

🇨🇴 SERGIO HIGUITA → CAJA RURAL-SEGUROS RGA

Esta é provavelmente uma das mudanças que mais chama a atenção.

Sergio Higuita, atualmente na XDS Astana, vai deixar o WorldTour no final de 2026 para representar a Caja Rural-Seguros RGA durante as temporadas de 2027 e 2028.

Aos 29 anos, o colombiano leva consigo um currículo de peso: venceu a Volta a Catalunya de 2022, o Tour Colombia de 2020 e etapas da Vuelta a España, Volta ao País Basco, Tour de Romandie e Volta à Polónia.

Em 2026, Higuita foi 9.º na Volta à Suíça.

Na Caja Rural, terá a possibilidade de assumir maior protagonismo em provas por etapas de uma semana e clássicas, além de desempenhar um papel importante junto dos corredores mais jovens. No entanto, tanta mudança de equipa não me parece que tenha sido benéfico para a sua carreira.

🇬🇧 BEN TURNER → SOUDAL QUICK-STEP

Também na quarta-feira foi confirmada uma mudança importante.

Ben Turner, da Netcompany INEOS, vai juntar-se à Soudal Quick-Step em 2027, assinando um contrato de três anos, até ao final de 2029.

O britânico, de 27 anos, conta já com três vitórias profissionais, incluindo triunfos ao sprint numa etapa da Vuelta a España e numa etapa da Volta à Polónia, ambos em 2025.

A Soudal Quick-Step vê em Turner uma opção para reforçar sobretudo o seu bloco para as clássicas, mas também para diferentes tipos de corridas de etapas.

🇫🇷 ALEXANDRE DELETTRE → GROUPAMA-FDJ UNITED

E há ainda uma mudança interessante dentro do próprio mercado francês.

Alexandre Delettre, atualmente na TotalEnergies, vai regressar ao WorldTour em 2027 pela Groupama-FDJ United.

O francês assinou por duas temporadas, até ao final de 2028.

Aos 28 anos, Delettre chega depois de passagens por Delko, Cofidis, St Michel-Mavic-Auber 93 e TotalEnergies, sendo visto como um corredor ofensivo e versátil, particularmente interessante para clássicas e percursos exigentes.

🔥 E O MERCADO NÃO PARA!

Em apenas dois dias tivemos movimentos como Martin → Lotto-Intermarché, Higuita → Caja Rural, Turner → Soudal Quick-Step e Delettre → Groupama-FDJ United.

E há uma particularidade que chama especialmente a atenção:

👉 Sergio Higuita deixa o WorldTour para correr por uma ProTeam.

Um corredor que já venceu a Volta a Catalunya e etapas de grandes provas vai agora assumir um novo desafio no projeto espanhol.

👀 Qual destas transferências vos surpreende mais?

E atenção: o mercado de 2027 ainda tem muito para dar!

📲 Segue o Gregário de Luxo para não perderes nenhuma das próximas movimentações do ciclismo mundial.

🇩🇰❤️ MADS PEDERSEN MOSTRA QUE O CICLISMO TAMBÉM SE FAZ FORA DA ESTRADA!Há histórias no ciclismo que merecem ser contadas...
17/09/2026

🇩🇰❤️ MADS PEDERSEN MOSTRA QUE O CICLISMO TAMBÉM SE FAZ FORA DA ESTRADA!

Há histórias no ciclismo que merecem ser contadas. E esta é uma delas.

A Dinamarca tinha seis vagas disponíveis para a prova de fundo masculina de sub-23 nos Mundiais de Montréal, mas o orçamento da federação apenas permitia levar quatro corredores ao Canadá.

Dois jovens talentos, Emil Nymand e Kevin Biehl, corriam assim o risco de f**ar de fora dos Mundiais.

Foi aí que entrou Mads Pedersen. 🇩🇰

O corredor da Lidl-Trek decidiu disponibilizar vários artigos pessoais utilizados no Tour de France 2026 para uma venda em leilão organizada pela Federação Dinamarquesa de Ciclismo.

Entre os artigos estavam um fato de competição verde utilizado no Tour, um capacete assinado e outros equipamentos utilizados em prova.

💰 O resultado? 6.230 euros angariados.

O dinheiro permitiu ajudar a financiar a viagem de Emil Nymand e Kevin Biehl, completando assim a equipa dinamarquesa de seis corredores na prova de fundo U23 dos Mundiais.

E há ainda um pormenor bonito nesta história: o próprio Pedersen vai estar em Montréal, onde será uma das principais referências da Dinamarca na prova de elite.

Um campeão do mundo que decidiu ajudar a próxima geração a ter a oportunidade de lutar pelo seu próprio sonho.

🚴‍♂️ Porque o futuro do ciclismo também se constrói assim.

👏 Mads Pedersen.

O que acham deste gesto do dinamarquês?

🇱🇺🚴 BOAVISTA AO ATAQUE NO LUXEMBURGO! É ASSIM QUE AS EQUIPAS PORTUGUESAS DEVEM CORRER!A primeira etapa da Volta ao Luxem...
17/09/2026

🇱🇺🚴 BOAVISTA AO ATAQUE NO LUXEMBURGO! É ASSIM QUE AS EQUIPAS PORTUGUESAS DEVEM CORRER!

A primeira etapa da Volta ao Luxemburgo 2026 ficou marcada pela vitória de Mathieu van der Poel, mas também por uma excelente demonstração de atitude da Feira dos Sofás – Boavista.

E há um nome que merece ser destacado: Fábio Costa. 🇵🇹🔥

A etapa, disputada entre Luxemburgo – Knuedler e Luxemburgo – Fëschmaart, teve 157,5 quilómetros e mais de 2.300 metros de desnível acumulado. Logo cedo formou-se uma fuga de seis corredores e Fábio Costa esteve lá dentro.

O corredor português manteve-se na frente durante praticamente toda a jornada e foi um dos últimos elementos da fuga a ser alcançado, já a cerca de 12 quilómetros da meta.

Uma enorme demonstração de combatividade e, acima de tudo, uma forma inteligente de colocar o nome e as cores da Feira dos Sofás – Boavista no centro das atenções numa prova internacional de grande visibilidade. (Škoda Tour de Luxembourg)

E é precisamente isto que queremos ver das equipas portuguesas quando têm oportunidade de correr provas desta dimensão. 🇵🇹

👉 ATACAR.
👉 ESTAR NA FRENTE.
👉 MOSTRAR A CAMISOLA.
👉 FAZER COM QUE SE FALE DO CICLISMO PORTUGUÊS.

Uma prova UCI ProSeries, com transmissão internacional, é uma montra enorme para uma equipa Continental portuguesa. Mesmo que a fuga não chegue à meta, estar horas na frente da corrida signif**a exposição para os patrocinadores, para os corredores e para o próprio ciclismo português.

E ontem a Boavista aproveitou essa montra.

Depois de Fábio Costa ser alcançado, a equipa ainda colocou Oscar Rota e David Domínguez entre os melhores, ambos em 27.º e 30.º lugares, respetivamente, a apenas seis segundos de Van der Poel. Pedro Silva terminou em 63.º, a 1:43 do vencedor.

🏆 Na frente, Mathieu van der Poel (Alpecin-Premier Tech) acabou por resolver a etapa ao sprint, numa chegada em subida ao Fëschmaart.

O campeão neerlandês bateu Pierre Gautherat (Decathlon CMA CGM) e Marijn van den Berg (EF Education-EasyPost), assumindo também a liderança da classif**ação geral.

Mas para nós, portugueses, f**a sobretudo uma imagem:

🇵🇹 Fábio Costa na fuga durante praticamente todo o dia, com a camisola da Boavista exposta perante uma audiência internacional.

É este o caminho.

Nem todas as fugas dão vitórias.
Nem todas as fugas chegam à meta.

Mas uma equipa portuguesa que aparece, ataca e se mostra numa prova destas nunca passa despercebida.

👏 Grande atitude da Feira dos Sofás – Boavista!

E vocês, acham que é este o tipo de ciclismo que as nossas equipas devem apresentar sempre que têm oportunidade de correr provas internacionais deste nível?

💬 Queremos saber a vossa opinião!

🚴‍♂️ E SE O PROBLEMA DO CICLISMO PORTUGUÊS NÃO FOR APENAS A FALTA DE DINHEIRO?Quando se fala no futuro do ciclismo portu...
16/09/2026

🚴‍♂️ E SE O PROBLEMA DO CICLISMO PORTUGUÊS NÃO FOR APENAS A FALTA DE DINHEIRO?

Quando se fala no futuro do ciclismo português, há uma frase que aparece constantemente:

“É preciso apostar mais nos jovens.”

E outra:

“É preciso mais dinheiro, mais apoios e mais patrocinadores.”

E aqui não vale a pena fugir à realidade: sem dinheiro é muito difícil construir projetos fortes, desenvolver jovens talentos e criar estruturas capazes de competir ao mais alto nível.

Mas há uma pergunta que, na minha opinião, merece ser feita:

SERÁ QUE O CICLISMO PORTUGUÊS ESTÁ A PROCURAR OS PATROCÍNIOS DA FORMA CERTA?

Não estou a dizer que as equipas não procuram patrocinadores.

Estou a questionar a forma como o produto “ciclismo” é apresentado às empresas.

Porque uma equipa não deveria chegar a uma empresa apenas para dizer:

👉 “Precisamos de X euros para ter orçamento.”

Deveria conseguir explicar:

👉 “Se investir X euros connosco, é isto que a sua empresa pode receber em troca.”

E aqui pode estar uma das grandes oportunidades para o ciclismo português.

💰 O PATROCÍNIO TEM DE SER VISTO COMO UM INVESTIMENTO

Imaginemos uma empresa portuguesa de construção que pretende crescer internacionalmente.

Está a olhar para mercados como França, Bélgica, Luxemburgo ou Países Baixos.

Uma equipa portuguesa que participe regularmente em provas nesses mercados pode apresentar uma proposta completamente diferente:

“Durante dois anos, a sua marca estará associada à nossa equipa. Vamos competir nestes países, teremos presença nas redes sociais, imprensa especializada, televisão, fotografias, conteúdos digitais e contacto direto com adeptos. O seu nome vai circular nesses mercados.”

Isto não signif**a garantir vendas.

Mas signif**a criar exposição e associação de marca.

E o mesmo pode funcionar no sentido contrário.

Uma empresa estrangeira que queira entrar em Portugal pode encontrar numa equipa portuguesa uma plataforma para começar a tornar o seu nome conhecido no mercado nacional.

É aqui que o ciclismo pode ter algo muito interessante para oferecer.

🌴 E NO ALGARVE EXISTE UM EXEMPLO QUE FAZ TODO O SENTIDO

Pensemos nas equipas algarvias.

O Clube de Ciclismo de Tavira tem uma história particularmente interessante neste campo.

Em 2010, a equipa competiu como Palmeiras Resort – Prio. A associação entre uma equipa algarvia, uma empresa ligada à energia e um empreendimento turístico da região mostrava precisamente como diferentes setores podiam encontrar no ciclismo uma plataforma de divulgação.

E existe aqui uma oportunidade que, na minha opinião, continua a fazer sentido.

HOTÉIS E TURISMO.

O Algarve vive do turismo.

E existem dezenas de grandes hotéis, resorts e empresas turísticas na região que procuram chegar precisamente aos públicos que acompanham o ciclismo.

Agora pensem na Volta ao Algarve.

É uma das principais provas do calendário português e tem transmissão televisiva internacional, incluindo através da Eurosport.

As equipas portuguesas participam na prova.

Milhares de pessoas acompanham.

E uma equipa algarvia poderia chegar a uma grande cadeia hoteleira e dizer:

“Nós não lhe estamos a pedir apenas dinheiro para correr. Estamos a propor-lhe que o seu hotel seja associado a uma equipa que vai competir diante de um público português e internacional.”

Um britânico que acompanha a Volta ao Algarve pode ver repetidamente:

“Hotel X – Tavira”

ou

“Resort X – Algarve”

no nome de uma equipa.

Talvez não reserve um quarto no dia seguinte.

Mas quando começar a planear umas férias no Algarve, o nome pode já lhe ser familiar.

É precisamente esse tipo de associação que um patrocinador deve procurar.

E não é preciso inventar um cenário teórico.

O próprio Tavira continua hoje a trabalhar com parceiros ligados ao turismo: nos últimos anos a equipa teve denominações como Atum General/Tavira/Maria Nova Hotel e AP Hotels & Resorts/Tavira/SC Farense. Em 2026, passou a competir como Team Tavira/Crédito Agrícola.

Ou seja, o conceito já existe.

Talvez seja preciso levá-lo ainda mais longe.

🌍 NÃO É PRECISO QUE O PATROCINADOR SEJA UMA EMPRESA DE BICICLETAS

E talvez esta seja uma das maiores mudanças de mentalidade necessárias.

O dono de uma empresa pode não andar de bicicleta.

Pode nem gostar particularmente de ciclismo.

E mesmo assim a empresa pode ter razões para investir numa equipa.

Construção.

Turismo.

Tecnologia.

Banca.

Seguros.

Alimentação.

Transportes.

Energia.

Indústria.

Empresas que procuram novos mercados.

Empresas que querem reforçar a sua imagem.

Empresas que procuram associar-se a valores como desempenho, trabalho de equipa, saúde, sustentabilidade ou internacionalização.

O ciclismo pode ser uma plataforma de comunicação para todas elas.

🧠 É PRECISO PENSAR FORA DA CAIXA

Talvez o ciclismo português precise de deixar de procurar apenas “um apaixonado por ciclismo com dinheiro suficiente para financiar uma equipa”.

Talvez seja necessário procurar empresas que vejam o ciclismo como uma ferramenta de negócio.

Uma equipa portuguesa que consiga competir internacionalmente pode vender muito mais do que camisolas.

Pode vender:

📺 exposição mediática
📱 conteúdo digital
🌍 internacionalização
🤝 relacionamento empresarial
👥 contacto com consumidores
🏆 associação a resultados desportivos
🇵🇹 promoção de uma marca portuguesa no estrangeiro

E isso pode ser transformado num verdadeiro produto comercial.

🔵 E OS GRANDES CLUBES DE FUTEBOL?

Há anos que se fala:

“Porque é que Benf**a, FC Porto ou Sporting não voltam a apostar numa equipa de ciclismo?”

É uma discussão legítima.

Mas será que colocar simplesmente o nome de um grande clube numa equipa resolve o problema?

Não necessariamente.

O caso W52-FC Porto mostrou como a associação entre uma equipa de ciclismo e uma grande marca também pode trazer riscos reputacionais quando surgem problemas graves.

A operação “Prova Limpa” esteve na origem de um processo relacionado com doping no ciclismo português, envolvendo elementos ligados à antiga estrutura W52-FC Porto.

Isto não signif**a que os grandes clubes devam f**ar afastados do ciclismo.

Signif**a apenas que qualquer grande marca que entre no ciclismo precisa de perceber o risco e, sobretudo, aquilo que está a comprar.

🚴‍♂️ O FUTURO DOS JOVENS COMEÇA AQUI

Se queremos mais investimento na formação, precisamos de equipas financeiramente mais fortes.

Se queremos equipas mais fortes, precisamos de patrocinadores.

E se queremos patrocinadores maiores, talvez seja necessário mostrar às empresas que o ciclismo não é apenas uma despesa.

É um produto.

É uma plataforma.

É comunicação.

É exposição.

É uma oportunidade de negócio.

O ciclismo português evoluiu enormemente nas últimas décadas.

Hoje temos atletas portugueses nas maiores equipas do mundo, provas portuguesas com capacidade de atrair atenção internacional e uma modalidade com uma história e uma identidade muito fortes no nosso país.

Por isso, talvez esteja na altura de as equipas portuguesas começarem a bater à porta de empresas maiores.

Não com:

“Precisamos de dinheiro para correr.”

Mas sim com:

“Temos um produto. Temos atletas. Temos calendário. Temos público. Temos visibilidade. E temos um plano para fazer a sua marca crescer connosco.”

Porque esperar pelo próximo milionário apaixonado por bicicletas pode não ser uma estratégia.

Ir à procura de empresas que consigam ganhar dinheiro com o ciclismo pode ser.

E talvez seja aqui que esteja uma das grandes mudanças que o ciclismo português precisa de fazer.

💬 E vocês, acham que uma das grandes falhas do ciclismo português está precisamente na forma como se procuram e apresentam os patrocínios?

As equipas portuguesas estão a vender bem o seu produto às empresas ou continuam demasiado focadas em pedir dinheiro para sobreviver?

👇 Queremos saber a vossa opinião.

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