Histórias Críticas do Vitória Sport Clube

Histórias Críticas do Vitória Sport Clube

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Relembrar momentos passados pelo Vitória, com um toque e opinião pessoal...

09/09/2026

EM BRAGA CONTRA TUDO E CONTRA TODOS... ATÉ CONTRA UM TAL DE SENHOR MARTINS!

O campeonato de 1936/37 ia de vento em popa...

Depois do Vitória ter perdido o distrital de 1935, graças a manigâncias federativas destinadas a beneficiar o clube da capital de distrito, só na época de 1936/37 os Conquistadores voltaram a sentir a glória distrital, gerando um verdadeiro sentimento de entusiasmo nos adeptos.

E, esse sentimento mais ressaltaria quando no seu Benlhevai, os Conquistadores bateram o Sporting bracarense por três bolas a uma, passando a liderar a competição com dois pontos de avanço.

Seguia-se uma deslocação à cidade dos Arcebispos, mas, desta feita, para encontrar o mais modesto Comercial, que como escrevia o Notícias de Guimarães de 22 de Novembro de 1936, era "um dos mais fracos grupos apresentados para esta competição oficial de tamanha m***a."

Porém, a recepção aos vitorianos foi tudo menos pacíf**a. Desde logo, Alberto Augusto que trocara Braga pelo Vitória, e era o capitão da equipa, "foi recebido com apitos estridentes e ameaças deste quilate: Mata o careca! Paga-lhe o que nos fizeram! Correi-os à lambada", demonstrando "as intenções dos desmiolados espectadores que, apesar do uso da gravata, não conseguiram refrear o seu despeito pela derrota que haviam sofrido no domingo anterior...."

O jogo começou e com ele uma arbitragem absolutamente escandalosa por um tal de Augusto Martins que permitiu tudo ao conjunto da casa. E tudo foi "a violência desmedida dos bracarenses, os insultos dos Juvenais e dos Zés Gomes, a caça ao homem e as ameaças a jogadores indefesos."

Um escândalo que merecia ser considerado como uma "tragicomédia que os anais do Desporto bracarense registarão e por Augusto Martins dirigida, sem competência e eivado de ira rancorosa."

Um absoluto escândalo que levava o Notícias de Guimarães a questionar "porque marcou 35 off-sides aos dianteiros vimaranenses? Porque só viu fouls nos alvi-negros? Porque castigou o guarda-redes Adélio, ao sair para uma defesa, sabendo que nenhuma obstrução fez ao jogador Aníbal do Comercial? Porque castigou o defesa João, em salto dado a uma bola alta, quando o adversário foi quem correu a embater contra o defesa vimaranense? Porque não castigou o Manteigas que só vassourou os adversários para os inutilizar e magoar?"

Um escândalo absoluto que levava a concluir que "Ah, snr. Martins, snr. Martins! O senhor fez tudo quanto a sua real gana imaginou para prejudicar o Vitória, não o conseguindo nem de longe", uma vez que a equipa vitoriana acabaria por vencer por três golos de diferença.

Por isso, "devemos declarar perentóriamente que Guimarães, ciosa do seu orgulho e que que vale no meio desportivo vimaranense, não aceitará de futuro o comando de árbitros tão mesquinhos e falhos de competência como o Snr. Martins..."

Contudo, mais importante do que isso, o Vitória estava embalado para voltar a levar pela segunda vez o título distrital para o Berço da Nação... e isso era o mais importante de tudo!

09/09/2026

Romeu abraça Jeremias, depois do inesquecível brasileiro desempatar a partida frente ao Varzim, naquele início de ano de 1979.

Nesse momento, ainda, Mário Wilson vivia em estado de graça, longe de conjecturar a borrasca que se abateria sobre si meses depois… culminando no seu despedimento e a proibição, deliberada em Assembleia-Geral, de treinar o Vitória.

Recordemos a equipa desse dia: Melo; Ramalho, Manaca, Soares, Alfredo; Abreu, Ferreira da Costa, Almiro; Romeu, Jeremias e Mundinho que haveria de vencer por três bolas a uma, com um bis do brasileiro e um golo de outro canarinho que fez as maravilhas dos vitorianos, Mundinho.

Para a eternidade, ficou um abraço a selar os festejos…

08/09/2026

A HISTÓRIA DE RODRIGO QUE NOS DEIXA CHEIOS DE ORGULHO...

Podes ser aquilo que quiseres...

Basta perseguires os teus sonhos!

Rodrigo Pereira, provavelmente, ao contrário dos seus companheiros de balneário, não perseguirá uma carreira no futebol.

Mas, talvez, para ele, o jogo, ao contrário de muitos dos seus colegas, nunca terá sido o seu maior objectivo.

Vimaranense e vitoriano entrou menino no Vitória. Tinha jeito para a bola, diziam-lhe... mas, mais do que isso, desde os bancos da primária era um extraordinário estudante. Daqueles de ter nota máxima e continuar como se nada fosse!

E, assim foi, em todo o seu percurso escolar. Um percurso que foi f**ando mais difícil à medida que ia progredindo... tal como o futebol!

Infantil, iniciado, juvenil e junior no Vitória e sempre uma capacidade extraordinária... a de conciliar os treinos, os estágios, os jogos à semana e ao fim de semana com os estudos. Com uma média na ordem dos 19.

O Rodrigo é daqueles que, segundo os que o conhecem e com ele privam , um ser humano de excepção, que o torna admirável: capaz de ser importante em todos os escalões do Vitória, o melhor aluno das suas turmas e continuar a olhar para a vida com uma simplicidade desarmante.

Tanto que, findo, o 12º ano, com notas para ingressar o curso de Medicina em Coimbra, sem nunca ter beneficiado do estatuto de atleta de alta competição, resolveu deixar o futebol para trás.

E de que forma inesquecível o fez!

Aconteceu no fim de semana...jogando uma última vez com o símbolo que o acompanha desde que nasceu mas que representou durante 10 anos! Frente ao FC Porto, como capitão de equipa, liderou o conjunto de António Torres Campos, rumo a um saboroso triunfo. No final seria levado em ombros pelos seus companheiros...

O Vitória semeia valores e não só dentro de campo... bastará lembrar nomes como o "pianista" André Almeida, o "sobredotado" Santi Verdi, entre mais alguns, para se perceber que nos Conquistadores a educação tem um valor superlativo e que os golos em outros quadrantes da vida combinam com aqueles que são marcados dentro de campo.

Quanto ao Rodrigo que seja feliz na carreira abraçada... certamente, continuará a levar o símbolo do Rei em todas as bancadas que entre para apoiar o Vitória, enquanto cumpre o sonho de ter êxito na carreira que escolheu!

08/09/2026

UM JANTAR DE ANIVERSÁRIO PARA O VITÓRIA… PORQUE NÃO?

Apresentamos o programa de festas do 56°aniversário do Vitória, celebrado em 1978z

Mais do que as missas, os colóquios, destaque para o último evento das comemorações, que era um “jantar de confraternização vitoriana e encerramento de comemorações.”

E, aqui, lançamos o repto.

Estando o Vitória prestes a completar 104 anos, porque não voltar a reunir os vitorianos, num forte momento de união à mesa?

Um jantar de todos, com todos e para todos, de modo a, mais uma vez, sentirmos que é mais forte aquilo que nos une do que aquilo que nos separa.

Onde as histórias vitorianas sejam o acompanhamento ideal de um repasto, também, virado para o futuro e os mais jovens sintam orgulho no vivido pelos mais velhos.

Por isso… f**a o desafio! Porque não celebrar os 104 anos dos Conquistadores à mesa, onde todos pudessem dar asas ao belo sentimento que é amar o Vitória?

08/09/2026

Que fotografia...

Um momento a eternizar quase uma carreira!

Estávamos na temporada 1997/98 e o lateral esquerdo Tito, um vitoriano e vimaranense de gema, num fantástico livre batia o guardião belga do Sporting, de Wilde.

Estávamos à terceira jornada do campeonato e o Vitória, graças a esse momento, mantinha o pleno pontual!

Que momento...que manifestação de júbilo

07/09/2026

IMA - EM CADA DEFESA, SENTIMENTO VITORIANO...

É um dos grandes símbolos do andebol vitoriana...

Da sua retoma, depois de anos afastado dos grandes palcos.

Emanuel Ribeiro é uma das faces de um projecto que, podemos dizer, já se afirmou no principal campeonato de um dos países mais fortes na modalidade.

Para além disso, o guarda-redes em cada defesa leva o sentimento vitoriano consigo.

Nascido em Guimarães, seria longe dos Conquistadores que se afirmaria no panorama nacional. Porém, em 2022, não disse que não ao desafio. Seria um dos rostos da histórica chegada à Primera Divisão e a partir desse momento um dos sustentáculos da equipa entre os conjuntos mais apetrechados da modalidade.

Mas, mais do que isso, em cada defesa, a vibração como naquele momento estivesse na bancada a exultar... a exultação capaz de incendiar as bancadas, valendo mais do que a defesa. Vale galvanização, moralização e espiral positiva!

E, jogadores com esse astral positivo, e ainda para mais talentosos, serão sempre mais valias nas respectivas equipas... neste caso, no Vitória, como sucede com "Ima", não defende só uma baliza! Transmite Vitória!!!!

07/09/2026

OS CONQUISTADORES DE 1924... TALENTO, CLASSE, MELINDRES E O QUE SERIAM HOJE!

Foi há 102 anos...

Uma das primeiras equipas do Vitória...

Mas, apesar do espaço temporal tão dilatado, a verdade é que, como agora, a imprensa vimaranense procurava analisar os talentosos jogadores vitorianos.

Assim, na sua edição de 25 de Outubro de 1924, o jornal A Razão "em vésperas de se iniciarem os desafios de Foot Ball, nesta cidade, é justo salientar o 1º onze do Vitória Sport Clube, por isso "deve-lhe a cidade de Guimarães, uma boa parte de propaganda...."

Propaganda essa, que passava pela análise dos jogadores, encetando-a com a estrela da equipa, Armando de Freitas "centro-avançado, é a flor do grupo. Considerado o melhor "dribleur" do grupo, de um remate certeiro e forte. rápido na corrida, tornou-se conhecido quando, no encontro do Braga-Coimbra, conseguiu marcar o 1º ponto para a cidade que representava." Um talento, quase "pai futebolístico" de nomes como Carlos Alberto, Ademir, e espera-se, agora, de Alan...o artista/maestro da equipa!

A análise passava, seguidamente, para António Mendes que era "o meia-defesa" e é o "protótipo do jogador forte, calmo e consciencioso. Sereno nas avançadas e nos despachos, de uma lealdade a toda a prova, ele impõe-se pelo seu valor e correcção."

Depois, aludia-se José Campo, outro meia-defesa que "é a alma do onze." Dotado de "remate largo, conhecedor a valer, combinados o seu jogo com o de António e o de Mota, ele é parte integrante do 1º trio-defesa do Distrito."

A apreciação continuava com os atributos de Artur Mendes. Assim, o "avançado, é o tipo de jogador rápido e nervoso". Deste modo, "apesar de fraco, entusiasma pela corrida e é admirado pela resistência." No fundo, quantos avançados tivemos assim ao longo dos anos?

Depois era a vez de Alfredo Mota ser avaliado. "O meia-defesa é o faz-tudo do team." Assim, "oportuna valor, alegre sempre, Mota está no seu lugar e, também, em toda a parte", num claro sinal de omnipresença, que muito jeito daria hoje em dia, mas que homens como Doucet, Beni e Gonçalo Nogueira tentam replicar

O guarda redes era Gervásio Campos. E se em Oliwier e Castillo desejamos percepcionar segurança e reflexos felinos, o então keeper vitoriano "novo no lugar", "conseguiu a admiração dos vimaranenses pela resistência com que se aguenta nas cargas que lhe fazem."

Augusto Mendes "defesa" era o precursor de jogadores de classe no último reduto vitoriano. Na verdade, "entra sempre bem e com serenidade. O seu jogo salienta-se pela elegância e correcção.". Um defesa com pés de veludo na esteira de nomes como Geromel e mais alguns.

Adriano Mendes, "avançado" terá encetado aquela lista de jogadores vitorianos, e tivemos alguns, que apesar do talento, acendiam-se e apagavam-se. Dizia-se dele que "é bem o jogador-dandy". Tal era justif**ado por "na corrida tem-se a impressão de que Adriano passeia em qualquer jardim."

Seguia-se a apreciação de António Sousa "defesa", que "é bem digno de aparelhar com Augusto." Dele, dizia-se ser "soberbo, simplesmente soberbo", o centralão daqueles anos!

Por fim, analisava-se Aires, "avançado, que é um novo que tem valor e que conseguiu lugar de destaque no 1º onze do Vitória." Quem nos dera daqui a alguns jogos estar a escrever estas palavras do ponta de lança Arnel Jakupovic...

Por fim, uma curiosa confissão. "Não citamos o nome de um ponta, porque esse lugar tem sido ocupado por vários, o que poderia originar melindres."

Os anos passaram, mas o olho clínico dos vitorianos e vimaranenses acerca dos seus ídolos permaneceu sempre aguçado...

07/09/2026

O estilo inconfundível de Alfredo, nado e criado no Vitória, a rematar à baliza do Estoril, defendida naquele dia 24 de Setembro de 1978, por Abrantes.

O Vitória haveria de triunfar por três bolas a uma, graças ao bis do regressado Jeremias e a um golo de Romeu… mas, o ano não seria pacífico com o polémico despedimento do treinador Mário Wilson.

Mas, isso, já será outra história… sendo preferível aqui deixar a imagem “falar” para recordar um grande jogador vitoriano!

06/09/2026

PARECE BRUXEDO, MAS, TAMBÉM, TEMOS DE PENSAR NO QUE PODEMOS FAZER PARA MUDAR ISTO...

PARTE I - ANTES DO JOGO

Era um jogo que o Vitória tinha de se afirmar. Fazer tudo para vencer. Com efeito, apesar do calendário nada clemente com os Conquistadores, a verdade é que o caminho faz-se pontuando e vencendo...e não deixando fugir hipotéticos concorrentes a lugares europeus, desde já.

Por isso, se não causou surpresa a destituição de Rivas para o banco, entrando Sidibé para o seu lugar, ninguém, talvez, contasse que Tiago Margarido tivesse mantido o meio campo que findou a partida no derby do Minho, com Gonçalo Nogueira no banco de suplentes e Beni a titular.

PARTE II - 1ª PARTE

Fosse por esse desenho no miolo do terreno, em que os dois médios mais recuados pareciam atropelar-se em campo, fosse pela pressão do momento, a verdade é que o Vitória não entrou bem no jogo. Aliás, nos 15 primeiros minutos, que o Casa Pia, que ainda não tinha conquistado qualquer ponto no campeonato, foi a equipa mais tranquila no terreno, a conseguir exprimir as suas ideias e a assustar o guardião Oliwier, autor de uma bela defesa durante este período de jogo.

Todavia, a partir daí, o jogo assumiu o que dele se esperava. O Vitória a mandar na partida, a empurrar a equipa contrária para o seu último reduto e a acumular cruzamentos, movimentos interiores de penetração e remates de meia distância. Valia tudo para tentar fazer com que a bola beijasse as malhas adversárias... mas, por uma razão, ou por outra tal não sucedia.

E, destaquem-se os lances em que uma bola embateu no poste adversário e o momento em que Samu, escandalosamente, falhou perante o keeper contrário completamente isolado.

O golo pareciam questão de minutos... mas, temia-se que viesse a suceder o que realmente aconteceu... apesar de tudo fazer, a partida ser uma cópia da jornada inaugural frente ao Arouca. E, assim, chegaríamos ao intervalo sem aquilo que era mais esperado, o golo aparecer!

PARTE III - 2 ª PARTE

Se o Vitória acabou a primeira parte a carregar, entoou na segunda a massacrar. A empurrar os Gansos para a sua grande área. A combinar cruzamentos com combinações. A subir os seus centrais para o meio campo contrário, fazendo alugar o seu espaço. A tentar pela direita. Pela esquerda. A criar espaços através de combinações... e a criar oportunidades.

Porém, fosse por mérito do guarda-redes contrário, fosse por inépcia vitoriana a bola teimava em não entrar...e as oportunidades, mais ou menos escandalosas, daquelas imperdoáveis de serem desperdiçadas acumulavam-se. Bastará lembrar a de N'Doye que em vez de rematar quis fazer mais uma finta, mais um tiro a embater na barra, outra de Samu isolado e por fim a de Gustavo Silva que tinha tempo para fintar o guarda-redes e entrar com a bola pela baliza dentro...e rematou contra este. Um festival de golos perdidos... absolutamente fora do comum!

Para tentar mudar a sorte, Tiago Margarido lançou o estreante Jakupovic. Apesar de ter mostrado boas movimentações e vontade em combinar com os seus colegas, notou-se ainda alguma falta de entrosamento. Mas, queremos crer ser capaz de dar algo mais à equipa que N'Doye, que voltou a estar infeliz.

Porém, temos de apontar o dedo, e é a primeira vez que o fazemos ao treinador Tiago Margarido, sem lhe tirar os méritos de o Vitória jogar muito mais futebol do que o ano passado. Mas, as duas últimas substituições em que passou a jogar com dois pontas de lança, com a chamada de Ouotro e a entrada do enérgico Gonçalo Nogueira foram demasiado tardias, quando se sentia que o adversário pedia, apenas, que o jogo terminasse.

Aliás, permitam-nos em jeito de provocação...para quê o entusiasmo (justif**ado, diga-se) com a contratação de Alan, se a insistência em ocupar a posição atrás do avançado continua a ser monopólio de Samu que, pese embora ser um bom 8, não tem o perfil para aquela posição do terreno. E Andersson ou Arcanjo que estavam no banco poderiam ter sido esses desequilibradores e municiadores dos avançados.

E assim o jogo terminou, sem os golos chegarem...

EPÍLOGO

A situação não é dramática e, talvez, nem sequer ainda seja preocupante. Mas a verdade é que ter perdido 5 pontos em casa em dois jogos que o Vitória tinha de vencer obriga a estar em alerta.

Porque há equipas a amealhar pontos e em verdadeiro estado de graça como o Santa Clara e o Arouca, por exemplo. Porque quanto mais o fosso se alarga maior é a pressão para vencer. Porque se o Vitória não triunfa contra conjuntos que é claramente superior, será capaz de triunfar nos de dificuldade acrescida? Porque é imperioso encadear uma série pontual convincente.

Assim, o próximo desafio, que será disputado em Viseu, frente ao Académico só admitirá um resultado: o triunfo. Mesmo tendo pela frente um conjunto moralizado pelo regresso à I Liga, 38 anos depois, e pela obtenção do primeiro êxito na Liga, em casa do Gil Vicente, chegou a hora do Vitória dar um grito de revolta. Para isso, esperamos que os novos reforços tenham um papel determinante...porque marcar passo mais uma vez dará que pensar!

06/09/2026

O SIGNIFICADO DE UM ABRAÇO

Num abraço, o reconhecimento dos erros dos quais, ainda, hoje o Vitória está a recuperar...

Nenhuma equipa resiste a que lhe decepem a espinha dorsal, a torto e a direito. Independentemente, das razões foi o que aconteceu o ano passado, com o guarda-redes, os defesas centrais, os médios centros e os criativos receberam todos guia de marcha, uns vendidos, outros dispensados e outros sem merecerem uma proposta de renovação.

Pior do que isso, para ser justif**ada as suas partidas, aquelas atabalhoadas declarações em que uma certa palavra entrou na história do Vitória. Um adjectivo qualif**ativo indigno de ser utilizado no léxico vitoriano e, ainda, para mais, em dia de aniversário dos Conquistadores.

O tempo passou e aqueles homens comprovaram o quão úteis teriam sido....

Hoje, um deles voltou ao D. Afonso Henriques. Novamente, como jogador do Vitória. Toni Borevkovic subiu ao relvado antes do início do jogo, recebeu a distinção de já ter feito 100 partidas de Rei ao peito (algo a que nem teve direito antes de partir) e selou o momento com, um abraço ao actual presidente.

Naquele momento, nele, esteve assumir de todos os erros que foram cometidos na temporada passada e dos quais o Vitória, ainda hoje, se ressente e tenta lamber as feridas!

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