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Família Maurício compra estádio do Boavista por 33 milhões de euros08/10/2026A proposta dos donos do grupo imobiliário p...
08/10/2026

Família Maurício compra estádio do Boavista por 33 milhões de euros
08/10/2026
A proposta dos donos do grupo imobiliário português Confrasilvas foi aprovada pelos credores dos axadrezados e visa a recuperação do clube…

Conhecida a recusa do plano de recuperação do Boavista Futebol Clube, apresentada pela direção da instituição, esta quarta-feira, 7 de outubro, os credores aprovaram a proposta de 33 milhões de euros pelo estádio e o complexo desportivo do Bessa apresentada pela leiloeira Leilosoc da Frozenspark, empresa do grupo Confrasilvas, com sede em Lisboa e liderada por Jorge Silva Maurício.

Em junho passado, quando o estádio e o complexo desportivo do Boavista FC foi a leilão, a última das 12 licitações fixou a melhor oferta em 25,7 milhões de euros, que foi rejeitada pelos credores do clube por ter f**ado abaixo do valor mínimo fixado de 32,92 milhões.

Finalmente o problema chega agora ao fim com esta proposta a rondar os 33 milhões de euros e a dar indicações que o clube será recuperado e voltará a sua atividade desportiva.

Um grande bem-haja a esta família que prova que há no nosso país gente com dinheiro e com um coração enorme.

Vamos lá renascer Boavista FC!

O adeus de Messi à seleção: «Não vir mais vai ser uma dor muito grande»07/10/2026Argentina 3-0 BeninFoi uma noite inesqu...
07/10/2026

O adeus de Messi à seleção: «Não vir mais vai ser uma dor muito grande»
07/10/2026
Argentina 3-0 Benin
Foi uma noite inesquecível, um monumental cheio que nem um ovo, com 65 rendidos a Leo Messi, que noite arrepiante…

Messi entrou em campo carregado de emoções fortes, sabendo que pela ultima vez vestia a camisola 10 abiceleste, aquela que envergou em cerca de 21 anos, misturando alegrias e tristezas, agora era a vez do adeus, um adeus que tantas vezes prometeu e que chegou finalmente aos 39 anos, deixando uma mensagem aos mais jovens que se seguem nesta trajetória que iniciado pelo Astro Maradona e que Messi deu um prolongo de classe deixando os adeptos rendidos a sua classe futebolística.

Após a vitória sobre o Benim (3-0), com golo e assistência para Otamendi, Lionel Messi despediu-se oficialmente da seleção da Argentina, agora com palavras. Visivelmente emocionado, o capitão pegou no microfone em pleno relvado do estádio Monumental de Buenos Aires e abriu o coração perante os adeptos, num discurso sentido que colocou um ponto final a uma ligação de mais de duas décadas à formação albiceleste.

«É difícil dizer algo hoje, há muitas emoções, passam-me muitas coisas pela cabeça. A primeira coisa em que penso é no meu pai. Não me resta mais do que agradecer, tal como disse na carta de despedida. Foi um orgulho muito grande defender esta camisola durante mais de 20 anos. Mesmo nos piores momentos que passámos e tivemos, nunca deixei de lutar, de disputar cada lance, de dar o máximo e estar sempre presente. Não vir mais vai ser uma dor muito grande. Juro-vos que gostaria de vir toda a vida, porque jogar na seleção argentina é a coisa mais bonita que te pode acontecer», começou por dizer o camisola 10.

O astro argentino fez ainda questão de enaltecer o grupo de trabalho que o acompanhou nas maiores conquistas internacionais. «Agradeço aos meus companheiros por este tempo que partilhei com este grupo, que me fez realizar o sonho de menino: ser campeão do mundo, da América, da Finalíssima, de tudo o que disputámos. Foi um orgulho enorme partilhar momentos dentro e fora de campo com eles. Entrávamos para competir contra qualquer um porque sabia que tinha guerreiros ao meu lado que davam a vida», sublinhou.

Entre as memórias mais marcantes, Messi destacou o regresso após a consagração no Campeonato do Mundo de 2022: «Neste lugar vivi um dos dias mais felizes da minha carreira: quando voltámos a jogar depois de ganhar o Mundial. Ter vivido o que vivi nesse dia é algo que nunca mais vou esquecer. Foi lindo. Ainda hoje vejo vídeos e fico emocionado. Esse dia f**ará na minha história, na de todos eles, na da minha família...foi espetacular, muito obrigado.»

Por outro lado, admitiu o peso do momento do adeus: «Hoje, novamente aqui, certamente toca-me viver o dia mais triste da minha carreira, porque é o momento em que digo adeus à seleção e a todos vocês. Vou ter saudades de defender as cores da seleção, mas agora vou estar daquele lado, com todos vocês, a apoiar todos estes rapazes e o que vier. Sempre unidos.»

«Estou a falar mais do que nunca, não me quero ir embora, não quero deixar o relvado. Resta-me dizer-vos que vos amo, que vos vou estranhar e que agradeço a Deus por ser argentino, orgulhoso de ser argentino e de ter realizado os meus sonhos com todos vocês. Muito obrigado, amo-vos», rematou Messi.

Agora que as luzes se apagaram nos palcos da seleção Argentina, que venha de lá outro Maradona e Messi, e que renasça outro Astro.

Obrigado meu velho astro, isto ainda agora acabou e já sinto falta da adrenalina que existiu entre Messi X CR7, algo ímpar de dois monstros gigantes do futebol Mundial, que ninguém conseguirá apagar, a ambos o nosso obrigado!

Cristiano Ronaldo quebra silêncio: "Peço desculpa". E diz-se "disponível"06/10/22026Foram polemicas atras de polemicas, ...
06/10/2026

Cristiano Ronaldo quebra silêncio: "Peço desculpa". E diz-se "disponível"
06/10/22026
Foram polemicas atras de polemicas, mas finalmente tudo acabou em bem, resta agora saber se Ronaldo vai respeitar o jogo que lhe for entregue e se os seus colegas aceitarão o regresso do tão viajado Cris!

O avançado Cristiano Ronaldo assumiu-se hoje disponível "como sempre" para "competir e ganhar" pela seleção portuguesa de futebol, numa mensagem escrita, em que pede desculpa aos adeptos e companheiros por ter abandonado a equipa das 'quinas'.

"Se estiver bem fisicamente, a jogar no meu clube, com golos espero, a seguir ao cumprimento da suspensão que me for aplicada, estarei disponível, como sempre estive até hoje, para competir e ganhar pela nossa Seleção. Esta é, acreditem, a mais pura das verdades", escreveu Ronaldo.

"Devo também um pedido de desculpas aos meus companheiros de Seleção por ter abandonado o estágio. Apesar da absoluta quebra de confiança na palavra do selecionador, […] eu não o devia ter feito. A responsabilidade é exclusivamente minha", escreveu, mostrando-se preparado para as consequências disciplinares da sua atitude.

O capitão nacional pede ainda desculpa aos portugueses, mas justif**a que a quebra da palavra tem, para si, "um impacto definidor".
Leia o longo comunicado de CR7:

Tal como prometi, decidi contar, na primeira pessoa e de forma direta, as circunstâncias que envolveram o último estágio da Seleção Nacional. Após o Mundial 2026 preparei uma carta aos portugueses, que ainda guardo, com as palavras que lhes quero dirigir quando abandonar, definitivamente, a nossa equipa. No final da competição, logo no voo de regresso dos Estados Unidos, o Presidente da Federação pediu e insistiu que eu ponderasse a decisão de sair porque a FPF queria que eu continuasse. Logo a seguir pediu que lhe desse a minha opinião sobre o nome do atual Selecionador e que ele estava a ponderar, a par de outros nomes que não me revelou. Respondi ao Presidente da Federação que, em minha opinião, seria a escolha certa. Por isso, no dia em que o atual Selecionador foi apresentado fiquei genuinamente feliz pela escolha. Era a opção certa, como os resultados vão comprovando. Poucos dias depois recebi um primeiro contacto do novo selecionador nacional a dizer que gostava de estar comigo pessoalmente. Respondi que sim e agendámos para o final das minhas férias. Encontrámo-nos na Cidade do Futebol onde o meu clube fazia estágio de pré-temporada.

O Selecionador disse-me nesse dia que contava comigo e que a minha presença era fundamental para o seu projeto. Apresentou-me, logo ali, um plano para a minha participação. Disse-me que jogaria o primeiro jogo e o último e que por razões de gestão física iria fazer sempre três a quatro mudanças por jogo. Nessa altura colocou-me a hipótese de eu não viajar com a Seleção para Noruega e Dinamarca. Propôs-me que fizesse o primeiro jogo e f**asse em Portugal, para depois me juntar de novo antes do jogo do Dragão. Recusei de imediato esta proposta.

Parecia-me evidente que não a poderia aceitar. Não seria por não jogar os jogos no estrangeiro que deixaria de capitanear a nossa equipa. Esse privilégio de f**ar em Portugal não seria um bom exemplo. O Selecionador acabou por concordar com a minha análise. Esta conversa foi acompanhada pelo Simão Coutinho, diretor Desportivo do Al Nassr, pessoa a quem reportava o atual selecionador durante toda a época passada e um dos responsáveis pela sua contratação pelo clube em 2025.

Na véspera do estágio começar o Selecionador deslocou-se a minha casa, em Lisboa, para ter nova conversa comigo, a seu pedido. A conversa foi tranquila e todos os princípios combinados em agosto foram mantidos. Joguei o jogo de Alvalade, e apesar de substituído, não fiz nenhum problema. Coloquei a braçadeira eu mesmo ao Bruno Fernandes, longe de imaginar que pudesse estar a dar os últimos passos, como atleta e capitão da Seleção Nacional. O importante desse dia, para mim, foi a nossa vitória. Ganhar é sempre bom, em Portugal e pelo meu País, ainda melhor. À hora de almoço do dia do jogo na Noruega um adjunto do selecionador do veio à mesa onde o grupo estava a almoçar e informou-me que o Selecionador me queria falar. Para minha absoluta surpresa, o selecionador perguntou-me se estava bem para jogar 30 minutos. Eu estava totalmente focado na minha recuperação física, integrado com os meus companheiros como sempre e a pensar que não jogaria naquele dia. Sem nenhum problema. Este pedido era algo fora do meu plano de recuperação física e de treino – porque apenas iria jogar dia 4 no Dragão – mas obviamente disse que sim. Respondeu-me que então estivesse preparado porque jogaria 30 min.

O resto todos conhecem. Aqueci desde o intervalo, vi os minutos a passar e não fui chamado. O Selecionador tinha-me falhado com a sua palavra. No fim do jogo só queria que tudo acabasse com a vitória e f**ar sozinho. Não fui cumprimentar os adeptos. Uma falha que é apenas da minha responsabilidade e que não deveria ter acontecido. Peço desculpa aos portugueses que ali nos apoiaram intensamente, peço desculpa aos adeptos e peço desculpa aos que, sem serem portugueses, ali se possam ter deslocado para me ver e a quem eu possa ter desiludido. Passado 48 horas tivemos uma conversa, eu, o Selecionador e o Simão Coutinho uma vez que tinha sido ele a acompanhar as nossas conversas de Agosto. Foi um momento profundo, muito frontal, sem qualquer tipo de filtro. Concordamos que só havia uma maneira de encerrar este “caso”: que o Selecionador repetisse o que acabara de me dizer ali em privado, na presença do Simão Coutinho, mas na Sala de Imprensa.

O que foi combinado era simples: o Selecionador começaria a conferência de imprensa por este tema, procurando encerrar o assunto contando a verdade. Diria que nunca pedi para jogar minutos
nenhuns, que foi o Selecionador e mais ninguém, quem me propôs o plano para este estágio e que foi um erro colocar-me a aquecer para não entrar e que se voltasse a acontecer não o faria. Acabamos essa reunião com o Selecionador a pedir-me um abraço, a prometer-me que ia dizer na conferência o que acabara de me dizer a mim e que o assunto se ultrapassava. Eu não jogaria na Dinamarca e jogaria o jogo do Dragão. Tudo isto na presença do Simão Coutinho, sempre. A pedido do selecionador, decorreu depois uma reunião entre ele mesmo, o Simão Coutinho e o Tiago Craveiro em videoconferência, em que se resumiu aquilo que falámos. Foi produzido um pequeno documento que eu mesmo validei e que, com o meu conhecimento, foi entregue ao Selecionador, tal como ele havia solicitado. A conferência foi o que se conhece: a postura não teve nada a ver com a nossa reunião, ouvi expressões e uma agressividade que julgo não merecer, uma atitude de quero, posso e mando que nunca me manifestou, nem de perto nem de longe, em privado, na véspera.

As notas que validei eram as seguintes: “Acho importante, até porque é a verdade, esclarecer algumas coisas antes de falar da Dinamarca:

1. Propus ao Cristiano eu mesmo, sem mais ninguém, um plano para ele, esta época desportiva, na Seleção Nacional. Foi uma conversa demorada e muito boa.

2. Sei o quanto ele vive e Ama a Seleção e o peso que tem no Mundo, mais ainda, o peso e a influência positiva que tem na Seleção há 24 anos consecutivos.

3. O plano que propus ao Cristiano foi aceite.

4. Ele nunca questionou as minhas opções. Foi exemplar, leal e profissional.

5. Do plano que tracei para ele não constava o jogo da Noruega. No entanto, senti que ele tinha conseguido recuperar fisicamente do primeiro jogo e avisei-o que poderia ter de o utilizar. O Cristiano concordou.

6. Errei ao colocar alguém da dimensão de Pelé ou Maradona a aquecer para depois não o colocar em jogo. Se fosse hoje não o faria.

7. Para encerrar o assunto: Eu quero o Cristiano na Seleção Nacional. Aliás não quero pouco, quero muito. Felizmente ele também acredita em mim. Acreditou no Al Nassr e aqui também.

8. Sobre não ter cumprimentado os adeptos. Já falámos sobre isso. Quem faz mais de 230 jogos pela Seleção não recebe de mim lições de Amor a Portugal. Foi um momento de frustração que não apaga coisa nenhuma. É o jogador que mais autógrafos dá, que mais selfies tira, que mais acarinha os adeptos. Não inventemos problemas onde eles não existem. Quando não estamos contentes reagimos. Foi só isso.” Nenhuma destas notas dizia, portanto, que o selecionador me pedisse sequer desculpa. Era a segunda vez, que me estava a faltar à palavra dada. Decidi abandonar o estágio sem esperar por mais nenhuma quebra de palavra. Para mim a verdade ainda é a coisa mais importante na relação entre as pessoas. Por muito que doa, que me digam a verdade.

Aliás, numa conversa que mantive com o Presidente da FPF e com o Selecionador na manhã do dia dessa conferência de imprensa, podem confirmar seguramente, reafirmei que se não me quisessem ali mo dissessem. Bastava serem francos comigo. Eu aceitaria isso e prometi que prepararíamos algo bonito, como sonho que aconteça, e ninguém f**aria zangado. Lembro-me como se fosse hoje.

Responderam em uníssono que não. Que o meu lugar era na Seleção Nacional. Nunca, em nenhum momento me intrometi em qualquer decisão técnica ou tática de qualquer treinador ou selecionador em quase 25 anos de carreira. Aceito é melhor ou pior o que me propõem fazer. Respeito a decisão e quando me faltam à palavra, sinto que o meu lugar não é ali. Devo também um pedido de desculpas aos meus companheiros de Seleção por ter abandonado o estágio. Apesar da absoluta quebra de confiança na palavra do Selecionador, como poderá testemunhar quem assistiu a estas conversas, eu não o devia ter feito. A responsabilidade é exclusivamente minha.

Peço desculpa aos portugueses mais uma vez, mas a quebra da palavra tem, para mim, um impacto definidor. Senti que, a partir dali, a minha permanência iria apenas prejudicar o grupo de trabalho e fiz o que sempre disse que faria se não me sentisse útil: peguei nas malas e saí. A consequência deste meu ato deve ser avaliada e punida pela Federação Portuguesa de Futebol. Entendo que a punição não deve ter atenuantes. Não sou um jogador qualquer, sou capitão de equipa e isso constitui uma agravante. Já pedi desculpa, mas sei que as atitudes têm de ter consequências. Quem está no futebol como estou sabe que, independentemente do estatuto de cada um, as regras são iguais para todos. A este propósito, tenho ouvido muito falar em jogos de despedida, que tenho que ter uma despedida digna e que a Federação me quer dar essa oportunidade.

Aprendi na vida, com fome e sem nada para comer muitas vezes, que ninguém dá nada a ninguém. Posso prometer a todos os meus fãs, naturalmente e em especial a todos os portugueses, que faremos um ou mais jogos de despedida, haverá tempo para isso. Mas quando penso na seleção o que eu penso mesmo é em competir. Foi nisso que pensei no dia em que me deram a notícia da morte do meu Pai. Estava em estágio da nossa Seleção e lá decidi f**ar até terminar o jogo do dia seguinte. Fiz por isso pelo País o que jamais faria por clube algum. Portanto se estiver bem fisicamente, a jogar no meu clube, com golos espero, a seguir ao cumprimento da suspensão que me for aplicada, estarei disponível, como sempre estive até hoje, para competir e ganhar pela nossa Seleção. Esta é, acreditem, a mais pura das verdades.

Cristiano Ronaldo 6 de Outubro de 2026

Tudo isto dito pelo melhor jogador de todos os tempos, obrigado Cris e estás perdoado, agora vamos lá mostrar que velhos são os trapos e mesmo estes acabam sempre por ser aproveitados.

No dia do adeus de Messi, a quem mando um abraço e agradeço tudo o que nos deu! Ronaldo em sentido contrário, regressa possivelmente para se despedir em grande!

Boa sorte Cristiano Ronaldo!

Da nossa parte fim de caso e esta novela termina aqui.

Afinal R7, não está sozinho nestes abandonos de seleções…05/10/2026Cristiano Ronaldo, abandonou a seleção nacional em mo...
05/10/2026

Afinal R7, não está sozinho nestes abandonos de seleções…
05/10/2026
Cristiano Ronaldo, abandonou a seleção nacional em modos pouco explicativos e o motivo virou noticia nacional com ecos internacionais, afinal “Jesus acabav, com o Cristianismo da pior forma possível, CR7 decidiu tornar-se viral, fez deslocar o seu avião particular de Espanha para a Dinamarca, e foi dai que iniciou uma verdadeira fuga.

O avião de Cristiano foi acompanhado em direto por vários canais de TV em todo o mundo, a maior estrela de futebol de todos os tempos em Portugal e no Mundo, era assim a noticia planetária dividindo as culpas dos intervenientes…
CR7, não foi feliz na atitude, e para quem é capitão, exemplo e dolo de um país pequeno como Portugal foi sem dúvidas um mau exemplo.

Mas insisto em dizer que a culpa não é madrasta e não se pode atribuir somente a nossa maior estrela de futebol.

Todos sabemos que foi utilizada uma viatura da FPF, por Cristiano Ronaldo que o levou ao aeroporto… quem autorizou o uso indevido deste transporte?
O que se terá passado na realidade, que deixou Cristiano Ronaldo de cabeça perdida?

São muitas perguntas que por certo nunca encontrarão resposta.
Agora que todos fizeram meia culpa, incluindo Jorge Jesus e Pedro Proença, que parecem estar de cabeça perdida, apelam agora ao regresso de CR7, escaqueirando as portas, algo que me parece bem mas que deverá incluir o castigo exigido, afinal foram muitos erros cometidos pelo capitão de todos nós e nesta situação não podemos ser anarcas sobre a nossa nação e a nossa bandeira.

Cristiano Ronaldo é o nosso símbolo e um dos maiores símbolos da nossa nação e como tal deve respeitar, para que possa ser respeitado, ninguém está acima das leis e CR7 falhou.

Aos 41 anos CR7 cometeu o seu erro capital, numa altura em que todos nós pensávamos que o mesmo iria acabar, saindo com dignidade, pela porta grande, esta história virou tudo de pantanas e Jorge Jesus e Pedro Proença, devolveram-lhe um cheque em branco e deixam tudo possivelmente como ele próprio queria, saindo quando quiser e achar que é o seu momento certo.

Agora a bola está do seu lado e vamos ter que aguardar pelos próximos capítulos.
A situação está feia e diria que até bastante complicada, Jesus acaba de conseguir quatro vitórias consecutivas e resolve assim o apuramento, sem que tenha contado com o “extraterrestre” Cristiano,

Jesus moldou uma equipa unida quase sem treinar e tornou-a, numa delicia e de Cristiano já poucos sonham.

Mas o fantasma anda por ai num avião supersónico que se desloca com facilidade e promete voltar, pelo menos á mesa das negociações.

A nós adeptos abe-nos manter viva esta lenda CR7 cerca de 25 anos de alegrias e tristezas, onde muitas lagrimas nos correram pelas faces, afinal este é o nosso Cris, o nosso símbolo mais precioso… Volta Cristiano estás perdoado, mas claramente que esperamos pelo teu pedido de desculpas, a vida continua e onde estiveres estaremos sempre lá, boa sorte capitão!

Mas acabamos como começamos, este não é caso único nas seleções vejamos:
Estes são os Dez craques que deixaram a seleção de forma polémica além de Cristiano Ronaldo…

Lionel Messi (2016)
Em 2016, a Argentina perdeu a final da Copa América contra o Chile, nos penáltis. Lionel Messi falhou a sua grande penalidade.
Na altura, Messi era frequentemente criticado por alguns adeptos argentinos, que o acusavam de não atingir na selecção o nível que mostrava no Barcelona.
A derrota com o Chile foi a terceira final perdida pela Argentina em três anos (Mundial 2014 e Copa América 2015). Frustrado, Messi anunciou que deixaria a seleção.
O mundo do futebol ficou em choque e, um mês e meio depois, o avançado regressou à "albiceleste".

Thibaut Courtois (2023)
Na ausência de Kevin De Bruyne, o selecionador Domenico Tedesco decidiu que a braçadeira de capitão seria partilhada: Romelu Lukaku usá-la-ia contra a Áustria e Courtois contra a Estónia.

Courtois ficou desagradado e, após discussão com Tedesco, abandonou a concentração da seleção belga.

O técnico disse estar "chocado" com a situação. Mais tarde, Courtois alegou problemas físicos, mas a situação levou a uma rutura entre ambos. O guarda-redes falhou o Euro 2024 e só voltou à seleção após a saída de Tedesco.

Samuel Eto'o (2012)
Depois de liderar uma revolta dos jogadores relacionada com prémios em atraso na selecção, o antigo avançado de Barcelona e Inter foi suspenso por oito meses.
Quando a suspensão terminou, Eto'o foi convocado novamente, mas decidiu adiar o regresso à seleção. Criticou a gestão "amadora" da federação e considerou que os problemas de organização que tinha denunciado continuavam por resolver.
Acabou por ser convencido a voltar pelo primeiro-ministro dos Camarões e ainda esteve no Mundial 2014.

Roy Keane (2002)
O intempestivo Roy Keane estava descontente com as condições de preparação da Irlanda para o Mundial 2002, sobretudo com os campos de treino.
Durante uma reunião de equipa, a discussão com o selecionador Mick McCarthy escalou, culminando numa enorme discussão entre os dois.
Keane abandonou a concentração e foi mandado para casa. Sem o médio do Man United, figura maior da equipa, a Irlanda chegou aos oitavos de final. Keane só voltaria à seleção dois anos depois.

Nicolas Anelka (2010)
Durante o Mundial 2010, Anelka insultou e discutiu violentamente com o seleccionador Raymond Domenech ao intervalo do França x México, que os gauleses perderiam.

A federação francesa considerou a atitude inaceitável e, depois de Anelka recusar pedir desculpa publicamente, expulsou-o da concentração.
A expulsão provocou uma reação em cadeia: os jogadores franceses recusaram-se a treinar em protesto, num episódio que ficou conhecido como o motim de Knysna.

Ruud Gullit (1994)
Gullit, uma das estrelas da Holanda, entrou em conflito com o selecionador Dick Advocaat sobre o sistema tático.

Gullit defendia uma abordagem mais cautelosa, enquanto Advocaat queria jogar com uma estrutura mais ofensiva.

Em Maio de 1994, Gullit abandonou o estágio de preparação para o Mundial e decidiu não participar no torneio.

Ben White (2022 a 2025)
Uma alegada discussão com Steve Holland, adjunto de Gareth Southgate, terá levado o defesa do Arsenal a deixar o estágio de Inglaterra durante o Mundial do Qatar.

Oficialmente, contudo, o jogador e a federação inglesa explicaram a situação com "motivos pessoais".

André Onana (2022)
O guarda-redes entrou em conflito com o seleccionador, Rigobert Song, em pleno Mundial.

O motivo era a abordagem táctica: Onana defendia uma construção mais elaborada a partir de trás, Song tinha ideias diferentes.

O guardião acabou suspenso por razões disciplinares e ficou fora do jogo contra a Sérvia. Posteriormente, deixou o Qatar e abandonou a concentração.

Kevin-Prince Boateng (2014)
Antes do último jogo da fase de grupos do Mundial 2014, contra Portugal, Boateng discutiu com o selecionador ganês, Kwesi Appiah, durante um treino.

O médio foi acusado pela federação de dirigir insultos ao técnico. Foi suspenso indefinidamente e expulso da concentração, não participando no último jogo.

Carlos Vela (2010 a 2014)
Em 2010, Vela e Efraín Juárez foram suspensos durante seis meses pela federação mexicana após uma festa realizada no hotel da seleção, no seguimento de um jogo contra a Colômbia.

Depois da suspensão, Vela começou a afastar-se voluntariamente da seleção: recusou participar na Gold Cup 2011, nos Jogos Olímpicos de 2012 e rejeitou integrar convocatórias de qualif**ação para o Mundial 2014.

O antigo avançado de Arsenal e Real Sociedad ficou fora do Mundial do Brasil. Voltaria depois à seleção e esteve no Mundial 2018.

São na realidade muitos casos e exige-se que se reflita para acabar com estas Estórias sem nexo!

Cartazes de apoio a Cristiano Ronaldo em Lisboa são ilegais e estão a ser retirados02/10/2026Outdoors surgiram na Segund...
02/10/2026

Cartazes de apoio a Cristiano Ronaldo em Lisboa são ilegais e estão a ser retirados
02/10/2026
Outdoors surgiram na Segunda Circular com mensagens de apoio ao jogador e críticas a Jorge Jesus. Autoria da campanha continua desconhecida.

A Câmara Municipal de Lisboa está a retirar cartazes de apoio a Cristiano Ronaldo que surgiram nos últimos dias em vários pontos da capital, de acordo com informação revelada ao 24notícias pela autarquia, por estes serem ilegais.

Os outdoors, alguns colocados na Segunda Circular e outros junto à sede da FPF, agradecem a Ronaldo pelo percurso na Seleção e afirmam que será “sempre o nosso capitão”. As mensagens incluem também críticas ao selecionador Jorge Jesus, acusado nos cartazes de não ter estado “à altura” e de ter demonstrado “falta de sensibilidade na gestão do ativo CR7”.

A autoria e o financiamento da campanha continuam por esclarecer. Até ao momento, não foi identif**ada qualquer ligação oficial a Cristiano Ronaldo, à Federação Portuguesa de Futebol ou a um clube.

A iniciativa surgiu depois de Ronaldo ter abandonado a concentração da Seleção na Dinamarca, num episódio que abriu uma nova frente de discussão sobre a relação entre o avançado e o atual selecionador português.

Estamos todos com a seleção, a nossa seleção e Cristiano Ronaldo será sempre um dos nossos melhores jogadores de todos os tempos, este ruido foi criado pelo mesmo e como tal terá que ser ele a resolve-lo e em parte a dar o braço a torcer, isto não pode acabar desta forma catastróf**a, Cristiano merece uma saída em grande e uma mega homenagem 25 anos a carregar Portugal, a chorar pelo país não podem ser ignorados, pede-se respeito, muito respeito pelo astro dos nossos tempos.

Por outro lado, JJ não pode ser o culpado de tudo isto, afinal quem autorizou CR7 a utilizar uma das carrinhas da FPF para rumar ao aeroporto para deixar a Dinamarca rumo a Espanha no seu avião privado?

São coisas complicadas e que merecem uma justif**ação, Cristiano está a tempo de recuar na sua decisão e Jorge Jesus e restantes responsáveis pela FPF, devem tentar o tudo por tudo para que as partes de conflito se rendam e tudo se normalize.

É urgente chegar-se ao coração do nosso Ídolo para que ele regresse ao terreno e que tenha um final merecido.

Chega de tanto inflamar e se fabricar noticias, exigir um abrandamento a toda a nossa impressa, seja ela escrita, áudio ou TV é urgente esperar pelo aparecimento de CR7, para que se possa justif**ar e contar toda a verdade.
Pede-se o regresso do 7 original, Viva Cristiano!

Na fuga de CR7, Terramoto abriu a fenda dos quartos…01/10/2026Dinamarca 2-4 PortugalPortugal venceu a Dinamarca, em Cope...
01/10/2026

Na fuga de CR7, Terramoto abriu a fenda dos quartos…
01/10/2026
Dinamarca 2-4 Portugal
Portugal venceu a Dinamarca, em Copenhaga, mantendo o registo 100% vitorioso no Grupo 4 da Liga das Nações, com os quartos de final à vista. João Cancelo abriu o marcador aos 13', Damsgaard empatou, aos 23', mas Gonçalo Ramos respondeu com o 1-2 logo aos 25'. Na segunda parte, aos 53', Hojlung voltou a igualar, antes de Vitinha, de cabeça, estrear-se a marcar por Portugal e fazer o 2-3, aos 67', antes de João Félix fechar a contagem, aos 87'.

Brian Riemer, selecionador da Dinamarca, optou por colocar Victor Froholdt, médio do FC Porto, no banco, tal como Gustav Isaksen e Filip Jorgensen. Mads Hermansen, Adam Daghim e Mohamed Daramy foram as novidades da seleção da casa, enquanto do lado de Portugal o selecionador Jorge Jesus fez quatro alterações, com Rúben Neves, Vitinha, Bruno Fernandes e Rafael Leão nas vagas de João Palhinha, João Neves, João Félix e Francisco Conceição.

Portugal entrou personalizado no Parken e, aos 7 minutos, Vitinha fez o primeiro remate da partida, após uma primeira tentativa de Gonçalo Ramos contra a muralha defensiva. A tentativa do médio do PSG saiu à figura de Hermansen. Na resposta, a Dinamarca quase marcou, depois de Daghim cruzar para corte crucial de Rúben Dias, num lance que seria anulado por fora de jogo caso tivesse entrado na baliza de Diogo Costa. Aos 12 minutos Gonçalo Ramos atirou ao poste, num lance que seria recuperado por João Cancelo, que combinou com o avançado do PSG para, aos 13 minutos, desviar com classe de Hermansen e fazer o 0-1 para Portugal.

A Dinamarca reagiu de imediato, aos 15 minutos, com Hjulmand, antigo médio do Sporting, a rematar a rasar o poste da baliza de Diogo Costa, antes de Daramy cruzar para o corte de Rúben Neves em plena grande área. Aos 22' surgiu Rafael Leão a rematar colocado para bela defesa de Hermansen, desviando para canto, onde na sequência de um ressalto em Rúben Dias o mesmo Rafael Leão tinha tudo para fazer o 0-2 mas atirou ao lado. Com o bloco subido, Portugal foi surpreendido pela transição dinamarquesa aos 23 minutos, com Maehle a assistir Damsgaard, que rematou em arco para um golo de belo efeito, batendo Diogo Costa.

A resposta de Portugal demorou... três minutos. Jogada coletiva da seleção nacional, com Rafael Leão a servir Gonçalo Ramos, que tocou de calcanhar para Bruno Fernandes, desmarcou-se, recebeu em profundidade e, com pura classe, desviou a bola de Hermansen e fez o 1-2 para Portugal.

Tempo da Dinamarca reagir, novamente por Hjulmand, com remate ao lado aos 28', e aos 32' Nuno Mendes encarnou Maradona nas botas, ultrapassou um, dois, três adversários e rematou cruzado, de pé esquerdo, mas ao lado da baliza da Dinamarca. Aos 35' Rúben Neves testou a meia distância, fácil para Hermansen, e aos 40' Gonçalo Ramos ficou pertíssimo do bis, depois de uma recuperação de bola de Rafael Leão, que cruzou para o desvio do avançado português e enorme defesa de Hermansen. Aos 43', após um canto para a Dinamarca, João Cancelo afastou e Bruno Fernandes quase aproveitava para surpreender Hermansen. O guarda-redes, porém, leu bem o lance, saiu da baliza e limpou o perigo. Aos 45', a punir falta de João Cancelo, Damsgaard bateu um livre cruzado mas sem perigo para a baliza de Diogo Costa.

Para a segunda parte Brian Riemer lançou Isaksen no lugar de Daghim, e logo aos 47 minutos Bruno Fernandes encheu o pé, travado por Hermansen. Aos 49' Isaksen recebeu a bola em boa posição mas o remate saiu muito torto, mas aos 53 minutos um grande passe de Damsgaard desmarcou Hojlund, que no corpo a corpo com Rúben Dias ganhou o duelo e, à saida de Diogo Costa, picou sobre o guarda-redes português e fez o 2-2. Aos 61 minutos Daramy, novamente com espaço, rematou por cima, numa altura em que Portugal dava sinais de desgaste. De pronto Jorge Jesus recorreu ao banco, não sem antes de Gonçalo Ramos, servido por Bruno Fernandes, rematar por cima da baliza dinamarquesa. Aos 63' entraram Diogo Dalot e Francisco Trincão, nos lugares de João Cancelo e Rafael Leão, num novo corredor direito da seleção nacional.

Aos 64' Rúben Neves combinou com Gonçalo Ramos e encheu o pé para Hermansen defender para canto, antes de Bruno Fernandes, aos 67 minutos, fazer um passe sublime para assistir Vitinha que, de cabeça, fez o 2-3, estreando-se a marcar pela seleção nacional. Aos 72 minutos Gonçalo Ramos, de meia distância, tentou o remate cruzado e ganhou canto, antes de Damsgaard fazer o mesmo, mas sem perigo para Diogo Costa. Era altura da Dinamarca voltar a mexer, com Victor Froholdt, médio do FC Porto, lançado aos 74 minutos, no lugar de Hjulmand, ex-Sporting CP.

Aos 81' Nartey substituiu Maehle na Dinamarca, com Jorge Jesus a apostar em João Neves e João Félix nos lugares de Pedro Neto e Gonçalo Ramos e, aos 85', Kasper Hogh a alargar o ataque dinamarquês, substituindo Damsgaard. A verdade é que, quando a Dinamarca arriscou para tentar o empate, Portugal selou o triunfo pelo suspeito do costume. Aos 87 minutos, Rúben Neves, de trivela, lançou Diogo Dalot, que serviu João Félix para o 2-4, e o terceiro golo em três jogos da Liga das Nações para o avançado do Al Nassr. Já nos descontos, Tomás Araújo ainda entrou para substituir o capitão, Bruno Fernandes, antes do árbitro apitar para o final dos quatro minutos de compensação.

Portugal mantém o pleno no Grupo A4, com três vitórias em três jogos, passa por cima do terramoto Cristiano Ronaldo e tem abertas as portas dos quartos de final da Liga das Nações onde, recorde-se, é o atual detentor do título.

Homem do jogo: Bruno Fernandes (Portugal)

Reagiu bem a nossa seleção no primeiro jogo sem Cristiano, agora haja respeito por esta geração!

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