12/10/2026
O "senhor lufada de ar fresco" não é mais do que a continuidade de cinquenta anos de pressões, intimidações, perseguições e coações a arbitros e a todo o sistema de arbitragem.
Em Dezembro de 2024, o Porto de Villas Boas apresentou a sua primeira reclamação ao Conselho de Arbitragem. Luis Godinho foi o arbitro visado e Tiago Martins o VAR debaixo de fogo.
O sinal estava dado e o condicionamento feito. Em Outubro de 2025, Villas Boas reclama da ausência de Tiago Martins em jogos grandes, depois da vergonha que foi a final da Taça de Portugal.
Nesse momento, Villas Boas exigiu o regresso de Tiago Martins, o mesmo que tinha visado quase um ano antes. O resultado dessa estratégia ficou à vista, este fim de semana, na Madeira.
Um fora de jogo que todos viram e que na sala do VAR transformaram no golo da vitória do Porto frente ao Maritimo, nos últimos minutos. O VAR era Tiago Martins.
A relação de causa/efeito f**a demonstrada. E Villas Boas afirma-se como fiel seguidor do seu antecessor. Pressionar, condicionar os arbitros e quem os nomeia e usar a arbitragem como factor crítico de sucesso desportivo.
É assim que se ganham campeonatos em Portugal. São quase cinquenta anos disto.