Teresa Mateus Cordeiro

Teresa Mateus Cordeiro

Compartilhar

It's all about people.

28/03/2017



É fabuloso quando aparece um nome modernaço dado a algo de que te ocupas e de que reconheces a importância há imenso tempo antes do nome [modernaço].

Há muitos anos que me interesse e me ocupo não DoQueÉQueAsPessoasPensam mas sim de [verdade, Paulo? ;-) ]

Há muitos anos que aprimoro a aliança entre a síntese e a análise, interdependentes, que fazem tão parte das minhas culturas académica, profissional e pessoal, mesmo não sendo eu nem arquitecta nem engenheira :-)

Como é que as pessoas pensam, quer individualmente quer no colectivo, fascina-me a é um terreno ilimitado.

E das conclusões retiradas caso a caso forma-se uma enorme - e única - proposta de valor. A acrescentar a quem o quiser receber.

16/02/2017



Bom dia! :-)
Há - ainda - duas vagas para uma certificação em PNL em Portugal, Lisboa, que recomendo vivissimamente!
É realizada por Graça Faria , uma Mulher pioneira - e sempre ultra actualizada - no tema, e a mais conhecedora e experiente que conheço, admiro e valorizo.
Interessad@s enviem-me mensagem privada, por favor.

09/02/2017

Da era do Fast e do LowCost
[no Coaching e nas Consultoria e Formação, especificamente]

Começámos a ter sempre muita pressa: a precisar que todas as coisas sejam Fast.
[já havia, muito antes, os fast learners, que nada têm que ver com este Fast a que me refiro].

Veio a Fast Food: que sensual, os hambúrgueres e as sanduíches de aspecto maravilhoso, as batatas fritas douradas e os refrigerantes borbulhantes, tudo embalado para seguir depressa com quem tem pressa.
Veio, com o seu uso&abuso, a deterioração da saúde e a obesidade dos seus consumidores regulares.
Que hoje em dia se constata e de que se fala largamente, numa [r]evolução de tendência.

Mas não se estabeleceu o paralelismo a outros “Fast”: passou-se rigorosamente por cima do facto de as pessoas não serem coisas; passou-se rigorosamente por cima de que a revolução industrial e o desenvolvimento tecnológico é aplicado a coisas, e não a pessoas.
As pessoas continuam, e felizmente, a ser biológicas, não tecnológicas; e a terem ritmos biológicos, e não mecânicos.

Na era do “Fast”, aparecem a toda a hora “profissionais” [sim, mantenho as aspas] que se fizeram “TheFastWay”: não “tiveram tempo” para desenvolver o conhecimento: frequentaram uns webinars e leram, na diagonal, uns livros sobre uns temas: nem sequer se preocuparem com o conhecimento e currículo dos seus autores [tal como esperam que os seus Clientes não se preocupem com os deles]: engoliram e processaram assim a informação à pressa, e à pressa se identificaram como peritos nas matérias.
Copiaram umas coisas de uns lados e outras doutros sem sequer as ter tentado entender, quanto mais desenvolver e adicionar valor: cortaram e coseram, que é como quem diz, copiaram e colaram, e ei-los donos de verdades – e de post-verdades – e de receitas até hoje mantidas na mais cruel obscuridade :-) , por qualquer motivo, esse sim, a existir, verdadeiramente obscuro.

Reivindicam e prometem, a condizer, resultados Fast: as empresas irão de vento em popa nos próximos 3 meses, as internacionalizações serão as mais rápidas de sempre, os produtos mudarão num estalar de dedos para o que devem? ser.
As pessoas passarão todas a estar incrivelmente motivadas em 3 dias, a desenvolverem-se ao ritmo da tecnologia, e a sentirem-se inumanamente felizes 24 / 24 e 7 / 7 !
Tudo isto é vendido com muita energia, muita autopromoção, muita música, muitas palmas, e com muitas assinaturas do género “sim, tu podes”, “acredita em ti” e congéneres.

Aliam, ao “Fast”, o “LowCost”: o que é a coisa mais honesta para com os seus Clientes que fazem: são custos à dimensão quer do conhecimento e experiência que detêm, quer dos resultados que vão obter, isto é, tudo tende para zero.

Do outro lado, estamos os NotSoFast&NotLowCost: os que aliam ao conhecimento sempre crescente e renovado, experiência humana e empresarial significativa: que, se não o são agora, já foram líderes e conhecem as vicissitudes e capacidades da liderança por dentro e por fora, e não apenas dos livros e dos modelos teóricos.
Que sabem o que são pessoas, porque são pessoas e trabalham com e para pessoas, e, acima de tudo, porque se interessam por elas e porque são curiosos.
Que sabem o que é um mercado, uma tendência, um produto / experiência , um processo e um projecto.
Que distinguem valor de preço, sabendo como se calcula o segundo e como o primeiro tem uma componente intangível e emocional, distinta de consumidor para consumidor.
Que não prometem “fast”: que nem prometem, mas sim que se [com]prometem.
E que, por tudo isso, não podem ser LowCost: porque a experiência e o conhecimento sempre crescentes ao longo dos dias e dos anos nos mais diversos mercados, a formação sempre em actualização e o tempo empregue e dedicado não podem ser LowCost.
Pelo exactíssimo mesmo princípio que leva à congruência entre o Fast e o LowCost, na sua tendência para zero: os resultados dos NotSoFast, NotLowCost, nunca tendem para zero: muito pelo contrário.

E sim, incomoda-nos que os Fast&LowCost não tenham a integridade comercial nem a honestidade concorrencial para não canibalizar e destruir mercados.
Atrevo-me até a dizer que não têm sequer a inteligência suficiente para antecipar que farão apenas uns poucos trabalhos Fast&LowCost: e que um pequeno número a multiplicar por um número pequeno será sempre outro pequeno número, que muitas vezes nem lhes pagará as despesas, quanto mais viabilizar o seu negócio.
E ainda, e tão grave!, que a sua ética é de tal forma também de pequena dimensão, que nem pensam nas consequências para os seus Clientes, que lhes pagam os preços acordados, sendo que essa será decerto a menor fatia dos seus prejuízos com tão pobres intervenções.

[escrito por mim, ao desabrigo do acordo ortográfico e do politicamente correcto, em 2017.02.09]

08/02/2017

!

Medo e tristeza, podem esperar-se como emoções decorrentes do título - em hashtag - desta publicação.
Até desdém, repulsa e raiva: da ideia ou de quem assim a expressa livremente.
E podem sucumbir a elas, a uma ou a várias destas 5 emoções.
E ficar já por aqui, mudar de página e até de rede social: a escolha é vossa, e do que quiserem fazer das vossas emoções: leia-se, geri-las ou deixar que elas vos giram: é convosco, sem que tal faça de uns melhores do que outros: são opções, todas válidas.

No entanto, há também a emoção surpresa: e, se a curiosidade estiver presente em quem lê, pensar ainda: o que poderá resultar daqui? o que quer ela dizer?
Ainda, se estiver presente, além da curiosidade, a resiliência, podem querer prosseguir na leitura. Nesta página, desta rede social.

F**a assim feito o disclaimer incial.

Então, escrevia eu que a - nossa própria - morte nos pode fazer tão bem! em vida! [e ela insiste! apre! :-) ].

Nos processos da nossa vida, pessoal e profissional, há objectivos e resultados: a morte não é geralmente um objectivo, mas é sempre um resultado de qualquer vida, imutável, de que desconhecemos o tempo de acontecer.

Reconhecendo então que existe, e que vai acontecer, como dar-lhe uma utilidade?
Em vida?
Durante toda a nossa vida?
Como transformá-la num ponto a bem atingir?

É muito simples, verão: em vez de espreitar a nossa própria morte pelo prisma da dor e do desgosto, adicionando e antecipando sofrimento desnecessário, que tal espreitá-la todos os dias [sim, eu escrevi todos os dias] pelo prisma de: e, quando eu morrer quero que! :

tenha feito A, B, C e D.
me tenha tornado E, F, G e H.
não tenha feito S, T, U e V.
não me tenha tornado W, X, Y e Z.
seja recordado pela minha Família e Amores como I, J, K e L.
Pelos meus Amigos, como M, N e O.
Pelos meus Colegas e Clientes como P, Q e R.

Assim se transforma um resultado imutável numa panóplia de objectivos a atingir.

Assim se transforma a inevitável morte num projecto de vida.

Assim se passa de uma perspectiva habitualmente negra para uma luminosa.

"e se, quando o fim chegar, eu tiver sido e feito tudo isto, e não feito nem sido tudo aquilo, terá/ei valido imensamente a pena e partirei seren@, realizad@, feliz e de alma cheia!" [isto em adaptação descaradamente ultra-livre :-) de "If", do Nobel Rudyard Kipling]

05/12/2014

A man of many parts applies to both Ricardo Belo de Morais and Fernando Pessoa :-) @ Casa Fernando Pessoa http://t.co/ti2uEgjah5

05/12/2014

Para a visita de um velho Amigo, Pessoa ["eu sou muitos"] serve biscoitos. @ Casa Fernando Pessoa http://t.co/oQUpkNUClz

27/10/2014

"Só os pássaros voam. E os anjos.
E os homens, quando sonham."

20/10/2014

"Life is mostly froth and bubble,
Two things stand like stone.
Kindness in another's trouble,
Courage in your own. "
Gordon, A. Lindsay

Photos 27/07/2013

Desde há algum tempo - já - a esta parte, sinto o Universo a conspirar a meu favor: eu explico: penso numa música, e ela faz-se ouvir num qualquer lugar, incluindo o mais improvável, penso numa pessoa e ela entra em contacto comigo, penso num tema, e aparece-me uma publicação, livro, filme sobre o tema, enfim: é quase, mesmo para mim, incrível, de tão completo.

Eu acredito, independentemente da minha fé - que não vem ao caso - , que o Universo nos devolve o que lhe damos: se damos lixo, recebemos lixo, se damos valor, devolve-nos valor, mesmo nas mais pequenas coisas imateriais: nos pensamentos, nas atitudes, nos comportamentos, no bem-querer.

Também acredito que não sou melhor nem pior do que ninguém: sou apenas um ser humano.

E tem-me apetecido partilhar, porque se o Universo nos devolve aquilo que lhe damos, ficamos ainda mais cheios e mais damos, o Universo mais devolve, e por aí fora, num ciclo virtuoso.

E hoje apeteceu-me partilhar algo alargado sobre os filtros da minha partilha de ontem.

Querem saber um segredo?

Nenhum de nós conhece a realidade: nenhum de nós a vê, sente, ouve: cada um faz o seu mapa, exactamente como a Google fez mapas de todos os locais.

Mas, quando vemos a nossa rua no Google Maps ou no Google Earth, por exemplo, não vemos a nossa rua, mas sim uma representação, por fotográfica que seja, da nossa rua; falta-lhe o vento, os pássaros a cantar, as pessoas e o seu movimento e som, os aromas, o clima, o ambiente: tudo aquilo que não passa nas filtros das fotografias da Google.

Também nós colocamos filtros à realidade, no seu todo: cada um de nós tem dela uma visão, uma interpretação; que não é nem mais nem menos real, nem mais nem menos legítima, do que a do vizinho, colega, companheiro, amigo, parente.

Ouvirmos outras opiniões, vermos outros pontos de vista, sentirmos de formas que nos são comunicadas não é bom, é óptimo!: alarga-nos horizontes, limites, possibilidades, dá-nos mais mundo, enriquece-nos.

Só temos de ser sábios - e todos o somos - para evitar o único perigo decorrente do que acabei de expor: a manipulação, isto é, os pontos de vista, palavras e sentires que nem são vistos, ouvidos, nem sentidos por quem no-los comunica, e que tem o único propósito de nos riscar as lentes, alterar o tom, transformar o clima e o ambiente, para que não vejamos as coisas como elas são - ou foram - para nós.
E há muitos motivos para tal, desde os políticos aos pessoais, e pior ainda, muitas pessoas que o querem fazer a outras pessoas.
Porquê, não sei, nem o vou estudar, não faz parte dos meus objectivos de vida, do caminho que tracei para mim.

Por isso, partilho simplsmente, devolvendo um pouco daquilo que tanto - e com tanta gratidão - recebo:

Ninguém tem A realidade: ela é, para cada um, o que cada um de nós vê, ouve, sente.
Alargue os olhos, os ouvidos, a alma, às lentes, microfones e sensores dos outros.
Mas, quando vir, ouvir e sentir que para si, não faz sentido, que para si não é - ou foi - assim, nem tente perceber porque é que alguém está a tentar mudar a sua história, a sua vida, as suas memórias, as suas percepções: porque há algo que não muda, ou muda muito pouco, na idade adulta: os nossos valores, que são os que nos move nos pensamentos, emoções, atitudes, comportamentos, acções, reacções.

Aceite que outra[s] pessoa[s] vêem - ou querem ver, e que veja -, ouvem - e querem ouvir, e que oiça -, sentem - ou querem sentir, e que sinta -, as coisas de modo diferente da sua percepção: não negue, aceite.
Mas não se deixe manipular: veja, oiça e sinta pela maior quantidade possível de lentes, microfones e sensores que puder; alargue o seu mapa de realidade.

Mas nunca, por nunca ser - mesmo! - deixe que manipulem a sua percepção da realidade, isto é, a sua vida.

Seja analítico, seja abrangente, seja si próprio!

O Universo agradece.
E devolve!

Photos 14/02/2013
Quer que o seu negócio seja a primeira Ginásio em Lisbon?

Clique aqui para solicitar o seu anúncio patrocinado.

Localização

Categoria

Telefone

Endereço


Lisbon
1070-060LISBOA

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 19:00
Terça-feira 10:00 - 19:00
Quarta-feira 10:00 - 19:00
Quinta-feira 10:00 - 19:00
Sexta-feira 10:00 - 19:00
Sábado 15:00 - 17:00
Domingo 15:00 - 17:00