13/10/2026
🐺⚽ Pais, o maior apoio que podem dar aos vossos filhos não vem dos gritos da bancada, mas do amor, do respeito e do incentivo! ❤️
Deixem-nos jogar, aprender, errar e, acima de tudo, ser felizes a fazer aquilo de que gostam.
👏 Na bancada, sejam adeptos. Em casa, sejam o seu maior orgulho.
🖤💛 Académico de Pombal – Garra, Querer, Ambição!
E se o seu filho preferisse que não estivesse na bancada?
Há crianças que gostam de saber que os pais estão a vê-las competir.
E há outras que, às vezes, preferiam que não estivessem.
Não porque não gostem dos pais. Não porque não valorizem o seu apoio. Nem porque queiram estar sozinhas.
Mas porque, quando olham para a bancada, podem sentir que cada passe, cada movimento, cada erro está a ser observado.
E, de repente, aquilo que era para ser um momento de prazer transforma-se numa preocupação:
“Tenho de fazer bem. Não posso falhar. Não posso desiludir.”
E é aí que acontece algo que nenhum pai ou mãe deseja:
a criança deixa de jogar para se divertir e começa a jogar para não desiludir.
“Corre!” “Passa!” “Despacha-te!” “Assim não!” “Tinham de fazer melhor!”
Para quem está na bancada são apenas palavras.
Para quem está a competir, podem ser muito mais do que isso.
O seu filho já tem treinador. Já tem colegas. Já tem adversários. Já tem decisões para tomar. Talvez precise de si para uma coisa muito mais simples:
uma presença que não julgue.
Um aplauso que não dependa do resultado. Um abraço depois da competição, tenha corrido bem ou mal. E a certeza de que continuará a ser igualmente amado quando falhar. Porque também se educa a partir da bancada. E talvez o melhor papel que um pai ou uma mãe possa desempenhar no desporto seja este:
estar lá.
Sem controlar. Sem corrigir. Sem transformar cada competição num exame.
Apenas acompanhar.
E se, no fim, o seu filho olhar para a bancada e sorrir porque você estava ali, talvez já tenha feito tudo o que era preciso. ❤️
Agora, uma pergunta incómoda:
O seu filho joga melhor quando sabe que está a ser observado… ou quando se esquece de que está a ser observado?
Vitor Santos | EDUCAR O SONHO