Moto Grupo do Arade-Portimão

Moto Grupo do Arade-Portimão

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Moto Grupo do Arade -Oficial
Fundado em 5 de Outubro de 2004
FILIADO NA FMP COM O N 412/25

Moto Grupo do Arade
Fundado em 5 de Outubro de 2004
[email protected]

23/08/2026

COMUNICADO

Informamos que, após um mês de descanso, a nossa sede volta a abrir portas no dia 6 de setembro, a partir das 15h30.

A sede é um espaço privado, reservado a membros, sócios, convidados e amigos.

Estamos de volta. Contamos convosco! 🏍️

21/08/2026

🔵⚪️ ​🏆 Marina de Portimão nomeada para os prémios internacionais 𝐓𝐘𝐇𝐀 𝐌𝐚𝐫𝐢𝐧𝐚 𝐀𝐰𝐚𝐫𝐝 𝟐𝟎𝟐𝟔

Depois de ter sido distinguida com a classificação máxima de 5 Âncoras de Ouro🥇(5 Gold Anchors), atribuída pela The Yacht Harbour Association (TYHA), a Marina de Portimão® encontra-se agora elegível para várias categorias dos prestigiados TYHA Marina Awards 2026 da Associação Internacional de Marinas.

🏆Estes prémios distinguem as marinas, equipas e profissionais que mais se destacam pela qualidade da experiência proporcionada aos navegadores e à comunidade náutica, sendo uma das referências mais relevantes a nível internacional no setor. 🚤

👉Esta nomeação surge na sequência de um conjunto de importantes reconhecimentos alcançados pela Marina de Portimão®, entre os quais as distinções de Melhor Marina do Sul da Europa, Marina Mais Azul de Portugal e a recente nomeação para os World Luxury Travel Awards 2026, reforçando o posicionamento da nossa marina entre as melhores referências internacionais da náutica de recreio.🚤🛥️

👉Os vencedores dos TYHA Marina Awards são escolhidos através de votação pública, pelo que o envolvimento e apoio de todos são fundamentais para o sucesso desta candidatura.
𝐀 𝐯𝐨𝐭𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞𝐜𝐨𝐫𝐫𝐞 𝐚𝐭𝐞́ 𝐚𝐨 𝐝𝐢𝐚 𝟐𝟖 𝐝𝐞 𝐚𝐠𝐨𝐬𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟔 e pode ser efetuada de forma simples e rápida através do link👉 https://www.tyha.co.uk/marina-awards

21/08/2026
21/08/2026

22.º Aniversário do Moto Grupo do Arade – Portimão

Temos sido questionados acerca das comemorações do nosso 22.º aniversário.
Como nos anos anteriores, a celebração terá lugar no próximo dia 10 de outubro e será um momento especial para todos aqueles que fazem parte da história e da família do Moto Grupo do Arade.
À semelhança dos anos anteriores, trata-se de um evento restrito, reservado exclusivamente a membros, sócios e convidados.
Gostaríamos muito de poder receber todos os motociclistas que nos acompanham, mas, por motivos de organização e logística, não nos é possível abrir este evento a todos.
Agradecemos a compreensão de todos, bem como o carinho, a amizade e o apoio que nos têm demonstrado ao longo destes 22 anos.
Continuamos juntos, com a mesma paixão pelas duas rodas, pela amizade e pelo espírito de companheirismo que sempre nos uniu.

Moto Grupo do Arade
Portimão

22 anos de história, amizade e paixão pelas duas rodas.

O Presidente da Direção
Duarte Justo

20/08/2026

🏍️🔥 12 DE SETEMBRO — NÃO FALTES A ESTE PASSEIO! 🔥🏍️ Prepara a mota, junta os amigos e vem connosco percorrer o concelho de Portimão, num dia dedicado à paixão pelas duas rodas, à amizade e ao convívio! O ponto de encontro será no Clube Recreativo da Pedra Mourinha – Portimão, a partir das 9h00, de onde partiremos para o passeio. Depois da estrada, espera-nos um grande almoço-convívio no Clube da Pedra Mourinha, com muita animação e música ao vivo a cargo dos SPITFIRE! 🎶🔥 Faz já a tua inscrição e garante a tua presença! Não deixes para a última hora — junta-te a nós e vem fazer parte deste grande dia motard! 🤘🏍️ Evento com o apoio do Moto Grupo do Arade – Portimão. 🔥 A estrada espera por nós. E tu, vais ficar de fora?

20/08/2026

‼️‼️‼️52 vidas, seis meses e uma conversa que temos de ter...

Há conversas que ninguém gosta de ter, mas que não podemos continuar a evitar.

A certa altura, alguém pergunta: “Então, afinal, quantas pessoas já morreram este ano em acidentes com motos?”

A resposta chega depressa e é difícil de ignorar: 52 pessoas nos primeiros seis meses de 2026, segundo os dados divulgados pela GNR.

“Mas 52 é assim tanto?”

É. E talvez seja mais fácil perceber quando deixamos de olhar para estes números como estatísticas e começamos a olhar para eles como aquilo que realmente são: 52 vidas, 52 famílias, 52 histórias que ficaram pelo caminho.

E depois há outro número que nos faz parar para pensar.

Em 2025, a GNR registou 8.015 acidentes envolvendo motociclos e ciclomotores, com 114 mortos, 643 feridos graves e 5.670 feridos ligeiros.

Agora façamos uma conta simples: em apenas seis meses de 2026 já morreram 52 pessoas. Quase metade das mortes registadas durante todo o ano passado.

“Mas a culpa é das motos?”

Não.

E esta é talvez a parte mais importante desta conversa.

A segurança na estrada não é uma guerra entre motos e carros. Não é uma disputa para saber quem conduz pior. É uma responsabilidade de todos.

Quem anda de moto sabe que não tem uma carroçaria a protegê-lo. Um erro que num carro pode acabar num risco na porta ou num para-choques partido, numa moto pode acabar numa queda.

“Então a culpa é dos motociclistas?”

Também não.

Há motociclistas que excedem a velocidade, fazem ultrapassagens perigosas, conduzem de forma agressiva ou arriscam demasiado. E esses comportamentos têm consequências.

Mas também há automobilistas que mudam de faixa sem olhar devidamente, que viram sem sinalizar, que utilizam o telemóvel enquanto conduzem ou que simplesmente não veem a moto que está ao seu lado.

E há ainda os pesados.

Quem conduz um camião sabe bem como funcionam os ângulos mortos. Uma moto pode estar ali, mesmo ao lado, e desaparecer completamente dos espelhos durante alguns segundos.

E às vezes são precisamente esses segundos que fazem toda a diferença.

Por isso, talvez a pergunta não deva ser “quem tem a culpa?”.

Talvez devêssemos perguntar:

“O que posso eu fazer para que aquela pessoa chegue viva a casa?”

O motociclista pode reduzir a velocidade.

O automobilista pode olhar mais uma vez antes de mudar de direção.

O condutor de um pesado pode ter ainda mais atenção aos ângulos mortos.

Todos podemos deixar o telemóvel de lado.

Todos podemos evitar conduzir depois de beber.

Todos podemos usar corretamente o capacete e o equipamento adequado.

Porque na estrada não existe botão para voltar atrás.

Podemos discutir radares, multas, fiscalização, estradas, sinalização e condições do piso. Tudo isso é importante e deve ser discutido.

Mas existe uma coisa que devia estar acima de todas essas discussões: a vida humana.

Quando vemos “52 mortos” numa notícia, temos tendência para seguir em frente e continuar o nosso dia.

Mas aqueles 52 não eram números.

Eram pessoas.

Eram pais, mães, filhos, irmãos, amigos, colegas.

Eram pessoas que, numa manhã ou numa tarde qualquer, pegaram na moto, entraram no carro ou simplesmente saíram de casa convencidas de que voltariam.

Algumas não voltaram.

Por isso, da próxima vez que estivermos numa estrada e virmos uma moto no espelho, talvez valha a pena perder dois segundos a mais a confirmar onde ela está.

E da próxima vez que alguém numa moto pensar em acelerar mais um pouco, talvez valha a pena perguntar:

“Será que vale a pena arriscar a minha vida por mais alguns minutos?”

Na estrada, todos temos razão para ter pressa.

Mas ninguém tem razão suficiente para morrer.

52 vidas em seis meses são um alerta.

Que não sejam apenas mais um número nas estatísticas.

Que sejam o motivo para todos nós conduzirmos um pouco melhor amanhã.

20/08/2026

🏍️ Quase 8 em cada 10 acidentes com motociclos com vítimas acontecem dentro das localidades.

👀 Cruzamentos, mudanças de direção, ângulos mortos, peões e tráfego intenso reduzem a margem de reação e aumentam o risco de colisão.

🚦 No primeiro semestre de 2026, registámos 2 871 acidentes com motociclos e ciclomotores com vítimas, dos quais 2 263 ocorreram dentro das localidades.

🛡️ Por isso, apelamos a uma condução defensiva: antecipe os movimentos dos outros, modere a velocidade, mantenha a distância de segurança e redobre a atenção aos ângulos mortos.

🤝 Na estrada, a segurança depende de todos.

19/08/2026

10 e 11 de Outubro 2026 🏍🎸🍺

19/08/2026

Viajar de mota em agosto tem aquele sabor especial de liberdade: estrada aberta, curvas, paisagens, calor e muitos quilómetros pela frente. Mas, como em todas as grandes aventuras, também existem desafios… e um deles começa precisamente quando desligamos o motor.

Encontrar um local para comer bem está cada vez mais difícil.

Em agosto, o trânsito intensifica-se, as temperaturas sobem e, depois de horas em cima da mota, chegamos ao destino cansados, com fome e com uma única vontade: sentar, comer bem e recuperar energias.

E é aqui que começa outra etapa da viagem.

Cada vez são menos os restaurantes onde encontramos aquilo que procuramos: qualidade, bom serviço e verdadeira gastronomia local. Além disso, com muitos estabelecimentos encerrados e outros a fechar por falta de mão de obra, a oferta torna-se ainda mais limitada.

E atenção: o problema não é o preço.

Quem viaja de mota sabe que uma boa refeição faz parte da experiência e está perfeitamente disponível para pagar por ela. O que ninguém aprecia é pagar bem e sair com a sensação de: “Para isto, mais valia ter seguido caminho.”

Porque, depois de tantos quilómetros, ninguém quer uma refeição sem identidade, um serviço desinteressado ou uma espera interminável.

Queremos comida saborosa, produtos locais e aquela especialidade que só se encontra naquela região.

Queremos sair da mesa satisfeitos e pensar: “Ainda bem que parámos aqui.”

No que diz respeito às dormidas, felizmente, a solução muitas vezes é mais simples: a nossa tenda.

Existem parques de campismo fantásticos, muitos deles em locais privilegiados. Levamos a nossa pequena “casa” às costas, escolhemos o lugar, montamos a tenda e, no dia seguinte… estrada novamente.

Sem grandes luxos. Sem complicações. À maneira de quem aprecia verdadeiramente viajar.

E depois há as festas, romarias e eventos locais.

Esses são quase obrigatórios. Porque viajar de mota também é entrar nas localidades, conhecer as pessoas, ouvir histórias, sentir o ambiente e compreender como cada região vive as suas tradições.

Mas até aqui há uma surpresa…

Nem sempre festa popular significa preços acessíveis.

Há romarias onde comer acaba por ser mais caro do que num restaurante e, infelizmente, nem sempre a qualidade acompanha o valor cobrado.

No fundo, viajar de mota não é apenas fazer quilómetros.

É parar, descobrir, conversar, experimentar, provar e viver o caminho.

Não procuramos luxo.

Procuramos qualidade, respeito e autenticidade.

O motociclista pode chegar cansado, sujo da estrada, equipado até aos dentes e com centenas de quilómetros nas pernas… mas quando se senta à mesa quer exatamente o mesmo que qualquer outro cliente:

uma boa refeição, um bom serviço e, se possível, aquele sabor local inesquecível.

Porque há uma coisa que muitos ainda não perceberam:

viajar de mota custa dinheiro.

O que ninguém gosta é de pagar bem… e receber pouco em troca.

Porque uma grande viagem não se mede apenas pelos quilómetros.

Mede-se pelas estradas que descobrimos, pelas paisagens que ficam na memória, pelas pessoas que encontramos, pelas histórias que trazemos connosco…

e pelas refeições que ainda conseguimos recordar meses depois.

E quando uma simples paragem para almoçar se transforma num daqueles momentos em que pensamos:

“Aqui voltava outra vez.”

Então sim…

é sinal de que valeu mesmo a pena parar.

Porque afinal, numa viagem de mota, a aventura não termina quando desligamos o motor. Muitas vezes, é aí que ela começa. 🏍️🍽️
DJ

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Moto Grupo Do Arade/Urb. Do Pimentão, Lote 5-A, C/V-776, 3 Bicos/Portimão
Portimão
8500

Horário de Funcionamento

15:30 - 20:00